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domingo, 29 de dezembro de 2013

Conhecemos apenas 4% do universo

"Só começamos a nos tornar sábios quando aprendemos o quanto ignoramos..."


O Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) anunciou a descoberta de um buraco negro no qual parte do pó circundante é repelido em forma de ventos frios, o que põe em xeque as atuais teorias e revela como estas regiões evoluem e interagem com seu entorno. Leia mais -Estudo revela novos dados sobre funcionamento dos buracos negros
 
 
29 de Dezembro de 2013
 
Era de ouro da cosmologia: conhecemos apenas 4% do universo
 
A maneira como o ser humano vê o universo está mudando. Cada vez mais, fica claro o quão pouco sabemos sobre ele. Na verdade, os cosmologistas têm a resposta: 4%. Os dados do observatório espacial Planck, desligado no fim de outubro, formam o capítulo mais recente da cosmologia. A sonda da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) calculou com maior precisão a idade do universo (13,8 bilhões de anos), estudou a radiação cósmica de fundo – a qual se originou no Big Bang e envolve todo o universo -, comprovou teorias anteriores e apontou números surpreendentes, como a taxa de expansão do universo, que deve provocar discussão entre os especialistas. E isso é apenas o começo. “Em 2014, serão liberados novos resultados que certamente irão marcar profundamente a cosmologia moderna”, afirma o professor Lúcio Marassi, doutor em cosmologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e especialista em cosmologia computacional pelo Instituto de Astrofísica de Paris. A cosmologia é a ciência que estuda a origem, a estrutura e a evolução do universo. Não se encarrega, portanto, de tarefa fácil. Mas descobertas recentes estão revirando conceitos antigos, mudando o que se sabia até há algum tempo e desdobrando um universo inimaginável – ou, pelo menos, digno de ficção científica – poucos anos atrás. Trata-se de um universo repleto, segundo a cosmologia atual, por matéria escura e energia escura, as quais formam 96% do todo. "Só começamos a nos tornar sábios quando aprendemos o quanto ignoramos. Nesse sentido, sabendo que toda nossa ciência atual baseia-se em apenas 4% de tudo o que existe, vemos que temos ainda muito o que descobrir”, aponta Marassi. “Está começando a Era de Ouro da Cosmologia, e todo dia há uma enxurrada de novas descobertas, desvendando o quanto nosso universo é misterioso e maravilhoso".
 
 Texto na integra clicar AQUI

 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"É preciso limitar o número de pessoas nas futuras gerações"

Fonte imagem AQUI
 
 
diz escritor Alan Weisman

por REINALDO JOSÉ LOPES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

No mundo inteiro, cada vez mais mulheres têm menos filhos - o suficiente para que, em algum momento até o fim deste século, a população do planeta alcance seu auge e comece a decrescer pela primeira vez na história. Mesmo assim, o escritor americano Alan Weisman acha que não há motivo para complacência em relação aos riscos da superpopulação.

Weisman, 66, está virando um especialista em examinar os efeitos da ação dos bilhões de seres humanos vivos hoje sobre o planeta. Seu best-seller "O Mundo sem Nós", de 2007, é um experimento mental sobre o que aconteceria com a Terra se o Homo sapiens deixasse de existir da noite para o dia.
Recentemente, ele lançou "Countdown: Our Last, Best Hope for a Future on Earth?" ("Contagem Regressiva: Nossa Última e Melhor Esperança para um Futuro na Terra?"), que imagina uma solução menos draconiana para os problemas ambientais e políticos do mundo: um esforço consciente para que todas as famílias do mundo tenham acesso a métodos anticoncepcionais seguros e baratos, o que garantiria uma população máxima de 9 bilhões de pessoas em 2100.

Folha - Depois de escrever dois livros sobre como seria bom haver menos gente no mundo, o senhor já chegou a ser acusado de ser um misantropo?

Alan Weisman - Eu amo a minha espécie e não acho que estejamos prontos para a extinção. O que fiz no meu livro anterior (O Mundo sem nós) foi retirar os seres humanos do quadro de maneira teórica, para mostrar o tamanho da pressão diária que exercemos sobre o planeta e pensar "bem, e agora, como fazemos para trazer as pessoas de volta a esse quadro sem causar tanto estrago?".

Contudo, no epílogo do livro, tive de mencionar um fato perturbador: a cada quatro dias e meio, estamos trazendo mais 1 milhão de pessoas ao mundo, e isso não é algo sustentável. E é incrível como quase todo mundo entendeu isso muito bem e concordou comigo.

Mas embora todo mundo concorde com isso, as pessoas também são visceralmente contrárias a políticas draconianas como a política chinesa do filho único. Então minha proposta para o novo livro foi: será que há uma maneira de lidarmos com a explosão populacional de maneira que não seja tão dolorosa?
 
E cada vez ficou mais claro que essa é talvez a única coisa que realmente podemos fazer para diminuir nosso impacto ambiental. Com mais gente no mundo, nossas emissões de carbono vão continuar aumentando; vamos ter mais problemas com eventos climáticos extremos, como os que acabaram de devastar as Filipinas; os níveis dos mares estão aumentando e, mais do que isso, estão alterando a própria química dos oceanos, da qual toda a vida na Terra depende. São coisas perigosíssimas.
 
Mesmo que fontes abundantes de energia limpa, com emissões de carbono próximas do zero, sejam descobertas -o que é um bocado improvável-, simplesmente não há como aumentar a quantidade de terra disponível para produzir alimentos para toda essa gente -então, a coisa lógica a fazer é limitar o número de pessoas nas próximas duas ou três gerações.
 
Um elemento interessante do livro é que, fora exceções como as Filipinas, a religião parece não ser a grande barreira antiplanejamento familiar.
Sim, você tem razão. Entrevistei muitos líderes religiosos para o livro, e poucos realmente se opõem a essa necessidade. Todo mundo costuma pensar no catolicismo ou no islamismo como os principais inimigos do planejamento familiar, mas se esquece de que um dos programas mais bem-sucedidos do mundo nessa área foi idealizado por uma teocracia islâmica, o Irã.
 
As Filipinas são, de fato, uma exceção por conta do poder político da Igreja Católica por lá. Por outro lado, na Itália católica, as mulheres têm uma das taxas de fertilidade mais baixas do mundo [cerca de 1,4 filho por mulher], porque o nível educacional delas é muito elevado, e a educação feminina é o melhor anticoncepcional que existe ­­-em vez de ter sete filhos, a mulher decide terminar a faculdade antes de engravidar.
 
No livro, discuto o caso da Costa Rica, onde a Igreja Católica tentou pressionar os fiéis a não adotarem métodos anticoncepcionais e acabou perdendo espaço para igrejas evangélicas que incentivavam esses métodos como paternidade responsável.
O Brasil é uma história de sucesso, vocês já estão abaixo da taxa de reposição populacional [calculada como 2,1 filhos por mulher; abaixo disso, a tendência é a população decrescer].
 
Se não é a religião o principal fator por trás do crescimento populacional, o que é? Seria ligado ao fato de que, em alguns países, as pessoas ainda têm medo de não deixar descendentes por causa da alta mortalidade infantil?
 
São vários fatores, e um deles é o que você mencionou -em certos países da África, as pessoas continuam tendo filhos atrás de filhos porque muitos bebês acabam morrendo.
 
Mas ainda há, é claro, a mesma razão cultural pela qual, no livro do Gênesis, os israelitas seguem o mandamento "crescei e multiplicai-vos": se você tem uma família numerosa e poderosa, seus inimigos têm mais dificuldade de vencê-lo. E um dos jeitos de conseguir isso é a poligamia.
 
Esse tipo de mentalidade ainda é forte mundo afora.
Por outro lado, também no livro do Gênesis, há a história de José [um dos 12 filhos do patriarca israelita Jacó], que pode ser considerado o mais antigo ecologista.
 
Vivendo no Egito, ele observou os sinais de que a região estava prestes a passar por um ciclo de escassez e aconselhou o faraó e sua família israelita, dizendo que era hora de conservar, e não de continuar a se expandir. E foi graças a isso que José decidiu ter uma única esposa e apenas dois filhos, e ele conseguiu salvar todo mundo da fome que veio depois.
 
Nossa situação não é muito diferente, porque chegamos a um ponto em que será cada vez mais difícil produzir mais comida. Para cada 1ºC de aumento da temperatura do planeta daqui para a frente, é provável que a produtividade agrícola caia 10%, por exemplo. Continuar na trajetória de crescimento desenfreado é uma receita para o desastre.
 
Nos anos 1960 e 1970, o desenvolvimento de variedades agrícolas mais produtivas, a chamada Revolução Verde, afastou o fantasma da fome. Não é natural as pessoas esperarem que novos desenvolvimentos tecnológicos também resolvam o problema agora?
 
O que as pessoas têm de entender é que a Revolução Verde foi só uma solução temporária. Norman Borlaug, o pai da Revolução Verde, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz por isso, usou seu discurso de aceitação do prêmio para chamar a atenção para o problema do crescimento demográfico.
 
Embora a Revolução Verde tenha evitado a fome, os tipos de plantio que ela preconiza não estão mais sendo suficientes em lugares como a Índia.
 
Uma das experiências mais terríveis que tive foi entrevistar as viúvas de fazendeiros indianos que se mataram bebendo pesticidas porque suas terras não têm mais água [as variedades agrícolas ligadas à Revolução Verde exigem irrigação], eles não conseguiam produzir e estavam endividados. Mais de 200 mil agricultores indianos se suicidaram.
 
O senhor também diz que é errada a ideia de que os poucos países com população em declínio, como o Japão, vão sofrer um colapso econômico. Por quê?
 
Por muitos anos, alguns economistas eram grandes fãs do crescimento populacional, simplesmente porque, com mais gente no mercado de trabalho, mais barata é a mão de obra.
 
Todo mundo se diz preocupado com o que vai acontecer com o Japão, com esse monte de gente idosa e tão pouca gente jovem para sustentar a aposentadoria deles. O que poucos percebem é que o processo é gradual e, ao longo de no máximo uma geração, conforme os mais idosos morrerem e os filhos dos jovens de hoje crescerem, você vai ter é um equilíbrio demográfico entre as duas parcelas da população de novo.
 
Com isso, você consegue fazer duas coisas: manter pessoas mais velhas na força de trabalho por mais tempo, e trazer mais mulheres com bom nível educacional para a força de trabalho.
 
Depois de pesquisar e escrever o livro, o senhor está mais ou menos otimista em relação aos desafios do crescimento populacional?
 
Estou mais otimista do que me sentia quando comecei a escrever o livro. É difícil para as pessoas aceitarem que a população precisa começar a diminuir porque nós passamos por um século inteiro no qual a população humana quadruplicou.
 
Só que elas têm de perceber que essa situação é algo anormal, criada por avanços repentinos na tecnologia médica e na produção de alimentos para os quais não estávamos preparados.
 
A boa notícia é que há um tremendo impulso mundo afora em favor de famílias menores. O planeta está urbanizado, não precisamos mais de tantos braços para a lavoura.
 
Outra notícia boa é que não precisamos de nenhuma descoberta dramática -estamos falando de uma tecnologia da qual já dispomos, e que é muito barata.
 
Precisaríamos de apenas US$ 8 bilhões por ano para disponibilizar anticoncepcionais para todas as pessoas do planeta -isso é o que os EUA gastavam por mês no Iraque e no Afeganistão anos atrás.
 
Fonte AQUI
 

 

domingo, 22 de setembro de 2013

A Busca da Serenidade


No decorrer da vida podemos perceber que para estarmos sadios é importante cultivar a serenidade. Mas como conseguir isso? Como não nos deixarmos afetar pelo que sucede à nossa volta?

Primeiro temos que tomar consciência de que a serenidade é um estado interno e, portanto, nada que esteja fora de nós deve ser empecilho para o manifestarmos. O mundo é nosso campo de trabalho para testar o grau de serenidade que podemos atingir e, ao mesmo tempo, um estímulo para robustecê-la.

Quando adquirimos neutralidade diante dos acontecimentos e seguimos nosso caminho sem dispersão nem desordem não nos abalamos com circunstâncias. Vários fatores podem contribuir para nos tornarmos serenos, e um deles é a superação do medo. Compreendemos que a chamada “morte” é apenas o despojamento dos corpos materiais que usamos em nossa passagem pelo mundo físico, o medo vai desaparecendo e a serenidade pode instalar-se.

Outro fator que nos ajuda a desenvolver a serenidade é estabelecermos um ritmo ordenado e harmonioso em nosso dia a dia. Isso nos fará menos ansiosos para que as coisas comecem ou terminem segundo nossas expectativas, quase sempre sem fundamento real. Assim, podemos canalizar a atenção, o pensamento e o sentimento para o momento presente e não para um futuro que imaginamos. É a partir daí que a rotina diária não mais nos incomodará, e finalmente poderemos perceber que a vida jamais termina.

O modo mais seguro de alcançar a serenidade é pelo alinhamento da nossa consciência humana, exterior, com nossos níveis espirituais, nossa alma. Condições propícias para isso são criadas quando aperfeiçoamos o nosso caráter, até mesmo no que diz respeito a certos costumes.

Nosso cérebro precisa tornar-se adequado para esse alinhamento. Podemos prepará-lo ao retirar de nossos hábitos o uso do álcool e do fumo, e ao levar em conta que a alimentação gordurosa e o excesso de açúcar também prejudicam o seu funcionamento. Também devemos prover ao corpo suficiente repouso, pois períodos de esforço prolongado impedem que o cérebro tenham prontidão necessária para registrar o que a alma tem a dizer. Se reservarmos um momento durante o dia para estar em quietude e praticarmos este aquietamento sem nenhuma busca de resultados, um dia nos daremos conta de que nossa mente ficou mais calma, mais concentrada e por fim nos encontraremos serenos.

Devemos saber que a compreensão do sentido da imortalidade, a vida ritmada, o alinhamento com a alma, tudo isso ocorre conforme o serviço que prestamos neste mundo. Mantermo-nos conscientes de que nossa vocação mais intima e profunda é servir desinteressadamente pré dispõem-nos à serenidade.

Reconhecemos que não estamos no mundo simplesmente para fazer as coisas da forma egoísta como quase todos fazem nem para fazê-las melhor que nosso semelhante. Esse serviço é um portal para a serenidade. É que quando temos uma meta espiritual e altruísta – uma meta evolutiva – e quando nos dispomos com todo o nosso ser a cumpri-la a vida diária se torna prolongamento da calma interior.


Da Série Sínteses de palestras de Trigueirinho
"A solução está pronta"
Irdin Editora
www.trigueirinho.org.br


domingo, 11 de agosto de 2013

SAINT GERMAIN FALA A RESPEITO DESTE MOMENTO DO PLANETA

 
"No plano mental e invisível já está se espalhando a Radiação de Cristo, semelhante à aurora de um nascer do sol. Dentro de poucos anos, a irradiação desta aurora, que é o Grande Sol Central, subirá aos Céus de Seu Eterno Domínio. Todos aqueles que se mantiveram firmes, com fé e confiança nesta Poderosa Luz, verão estas revelações individuais ocorrendo como nunca puderam perceber. Quero garantir-vos com conviccão positiva que estas não são palavras vãs, nem são profecias, no entretanto as vereis realizadas acima do mais Profundo desejo.
 
Aqueles que estão sob esta radiação com determinação em receber a Luz poderão dizer a si mesmos: 'Poderosa Presença EU SOU, fala-me!' e ouvirão esta Voz Interna tão clara como falam uns com os outros. Para os que ouvirem quero garantir que as mudanças que estão chegando farão compreender a Poderosa Verdade Interna tão claramente que o Estudante se admirará de ter estado por tanto tempo na periferia desta Grande Verdade sem captar Sua verdadeira Significação.
 
Todos deverão abrir alegremente o coração à Verdade que lhes revela as coisas que ainda precisam ser consertadas."
 
"Paz, Felicidade e a Luz do verdadeiro entendimento"
 
Saint Germain
 
Discurso XVIII de 1º de setembro de 1932
 
Trecho do Livro Instruções do Mestre Ascensionado Saint Germain, pág. 126.
Ponte Para a Liberdade - 4ª Edição: Outubro/2001
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Três Processos de Cura


Existem basicamente três modos de buscar a cura. O primeiro é usar medicamentos e cirurgias próprios da medicina. O segundo é tratar-se por meio de técnicas da psicologia, o que implica reconhecer os próprios conflitos e resolvê-los em nível mental, emocional ou etérico-físico. Esses dois modos podem ajudar, mas são de fato efetivos só quando empregados simultaneamente com o terceiro; caso contrário são paliativos, porque não removem a causa profunda, oculta, do desequilíbrio — apenas eliminam efeitos.

O terceiro modo de buscar a cura, não reconhecido por muitos, é conectar-se com os níveis internos do próprio ser e receber deles a energia que proporciona a harmonia e o equilíbrio. Com a vontade e com a mente, construímos aos poucos a ponte que nos levará a níveis profundos, onde a cura existe.

Uma das causas das doenças físicas e psíquicas que acometem a humanidade é a matança de animais perpetrada continuamente. Hoje em dia a maior parte dos alimentos de origem animal pode ser deixada de lado, pois, além de desnecessários para quem iniciou a própria purificação, dificultam o contato com os níveis profundos da consciência. Quando ingerimos carne, as energias mais sutis vêem-se impedidas de nos permear, porque nossos meios internos de absorção ficam obstruídos com esse material putrefato. Além do mais, quem se alimenta de carne colabora para a perpetuação do sofrimento humano, devido à lei do carma.

Outro fator que dificulta a conexão com os níveis superiores é a ação egoísta: querer saúde para benefício próprio, por exemplo. Se almejamos a saúde apenas para nos sentir bem, tendemos a afastar os efeitos da doença; então tomamos analgésicos ou fazemos uso de outros paliativos sem enfrentar a causa da dor, portanto, sem resolvê-la. Removemos os incômodos, mas sua raiz permanece, embora escondida por algum tempo.

Outra é a situação quando queremos saúde para servir melhor, para ser mais úteis. É então que as forças superiores do universo começam a atuar em nós, e realmente nos curamos.

À medida que nos tornamos receptivos à vontade do eu espiritual, ficamos cientes da necessidade de ajudar na cura do planeta. Se harmonizamos nossa aura, pela qual somos responsáveis, estamos colaborando na harmonização da aura do planeta. Fazemos isso ao elevar a qualidade de nossos pensamentos, sentimentos e ações, ao purificar a alimentação, ao procurar ter um sono tranqüilo e reparador, ao organizar o melhor possível a vida diária. Mas às vezes o eu espiritual está pronto para servir conforme a lei evolutiva, e a personalidade não responde convenientemente ao seu chamado. Mediante essa resistência, ela passa a manifestar uma série de desequilíbrios: angústia, depressão, alienação, esclerose, tumores, doenças diversas. O sofrimento que vem deles tem a função de despertar a personalidade para o que é real e necessário.

Se nos voltarmos para o centro da consciência e perguntarmos: Qual é minha verdadeira vida? Que devo mudar para cumprir a vontade maior do meu ser?, sentiremos algo mover-se internamente.

Ao perguntarmos ao profundo do ser qual é a meta da nossa vida, saberemos o primeiro passo a dar; e, à medida que formos obedecendo às indicações recebidas, outros passos nos serão mostrados. Não nos é pedido saltar grande distância de uma só vez, mas apenas aquela para a qual estamos capacitados. Assim, passo a passo vamos caminhando para o nosso verdadeiro destino.

Fonte AQUI

"Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site www.irdin.org.br"



sábado, 29 de junho de 2013

Países menos religiosos são também menos violentos


A afirmação parece contraditória, sendo que a maioria das religiões prega a paz e o amor, mas, segundo o Índice Global da Paz (IGP) de 2012, apesar do mundo em geral ter ficado um pouco mais pacífico nos últimos anos, são os países menos religiosos que continuam sendo menos violentos.

O que é o IGP?

O Índice Global da Paz, desenvolvido pelo Instituto de Economia e Paz, em conjunto com a Unidade Economista de Inteligência com a orientação de uma equipe internacional de acadêmicos e experts em paz, classifica as nações do mundo pela sua tranquilidade.

Composto por 23 indicadores, que vão desde o nível de despesas militares de uma nação às suas relações com os países vizinhos e o nível de respeito aos direitos humanos, incluindo os níveis de democracia e transparência, educação e bem-estar material, o IGP usa uma ampla gama de fontes respeitadas, incluindo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, do Banco Mundial e várias entidades da ONU, para contribuir significativamente para o debate público sobre a paz mundial.

O IGP possui investidores de todo o mundo, incluindo Prêmio Nobel, economistas, acadêmicos, agentes humanitários e políticos, como o diplomata Kofi Annan, o presidente Jimmy Carter, Sua Santidade o Dalai Lama, o professor Joseph Stiglitz e o arcebispo Desmond Tutu.

Um lugar melhor para se viver

Em sua sexta edição, o IGP indica que o mundo se tornou mais pacífico pela primeira vez desde 2009; todas as regiões, exceto o Oriente Médio e o Norte da África (que sofrem atualmente as consequências da Primavera Árabe) viram uma melhora nos níveis de tranquilidade geral. O Brasil, em particular, subiu duas posições, passando de 85º para 83º país mais pacífico dentre os 158 analisados.

Apesar da mudança, muitas coisas permaneceram as mesmas. A Islândia é o país mais pacífico do mundo, pelo segundo ano consecutivo, e a Somália continua a ser nação menos pacífica do mundo pelo segundo ano consecutivo.

A Síria foi o país que caiu pela maior margem: mais de 30 lugares, indo para 147º. Isso com certeza têm a ver com o fato de estar passando por uma guerra civil, sofrendo uma escalada da violência nos últimos 14 meses, que matou mais de 16 mil pessoas no país. O contrário ocorreu com o Sri Lanka, já que o fim de sua guerra civil elevou o país em 30 lugares.

Pela primeira vez, a África Subsaariana não é a região menos pacífica do mundo, aumentado seus níveis de paz desde 2007. Como já dissemos, o Oriente Médio e Norte da África é hoje a região menos pacífica, refletindo a turbulência da Primavera Árabe.

Pelo sexto ano consecutivo, a Europa Ocidental continua a ser a região mais pacífica, com a maioria dos seus países no top 20. A América do Norte experimentou uma ligeira melhoria, mantendo uma tendência desde 2007, enquanto a América Latina experimentou uma melhora geral com 16 dos 23 países aumentando sua pontuação de paz.

O ranking

Confira os 10 países mais pacíficos do mundo, seguidos de sua pontuação no ranking:

 1. Islândia – 1,113
 2. Dinamarca – 1,239
 3. Nova Zelândia – 1,239
 4. Canadá – 1,317
 5. Japão – 1,326
 6. Áustria – 1,328
 7. Irlanda – 1,328
 8. Eslovênia – 1,330
 9. Finlândia – 1,348
10. Suíça – 1,349

O Brasil tem uma pontuação intermediária:

83º Brasil – 2.017

Enquanto os dez países menos pacíficos são:

149º Paquistão – 2,833
150º Israel – 2,842
151º República Centro Africana – 2,872
152º Coreia do Norte – 2,932
153º Rússia – 2,938
154º República Democrática do Congo – 3,073
155º Iraque – 3,192
156º Sudão – 3,193
157º Afeganistão – 3,252
158º Somália – 3,392



Religião x paz

Na Nova Zelândia, Dinamarca e Noruega, países que estão no top 10 de mais pacíficos, o conflito religioso na sociedade é praticamente inexistente. Também, um ranking feito pelo sociólogo Phil Zuckerman mostrou que todos os países desse top 10, menos a Irlanda, estão entre os 50 menos crentes do mundo, nas seguintes posições:

Islândia – 28º
Dinamarca – 3º
Nova Zelândia – 29º
Canadá – 20º
Japão – 5º
Áustria – 24º
Eslovênia – 18º
Finlândia – 7º
Suíça – 23º


Será que há alguma relação entre religião e paz? Segundo alguns especialistas, muitas guerras e atrocidades que marcaram a história estão ligadas ao sentimento religioso. Sendo assim, pode ser que países sem conflitos religiosos sejam mais pacíficos.

O Brasil no Ranking da Paz

O Brasil aparece na 83ª posição do ranking. Historicamente, não nos envolvemos em muitas guerras, porém nossa violência interna é suficiente para não deixar o país subir muito no Índice.

Quanto à religião, de acordo com a pesquisa do instituto alemão Bertelsmann Stifung, 95% dos jovens brasileiros (entre 18 e 29 anos) explicitam suas ligações religiosas: somos o terceiro país mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos.

O IGP de 2012 mostra que os pontos em que somos menos pacíficos são, em indicadores em ordem decrescente: homicídios, crimes violentos e terror político, acesso a armas, e violência percebida pela sociedade.

Alguns dos pontos em somos mais pacíficos são, empatados: conflito organizado, atos terroristas, mortes por conflito interno e por conflito externo, armas pesadas e relações com países vizinhos.[VisionofHumanity, UOL, BemParana, Paulopes, AhDuvido]

Fonte: AQUI



terça-feira, 25 de junho de 2013

Aprender a viver


Toda teoria constitui um fiel reflexo do estado de consciência do seu criador. Com o processo de desenvolvimento do homem, teorias sempre novas e diferentes foram surgindo sucessivamente; são, na realidade, fruto de uma única criação universal que gera novas formas à medida que as anteriores vão se tornando insuficientes.

Assim, a verdade de hoje pode ser a inverdade de amanhã. Uma visão retrospectiva do passado da humanidade confirma esse fato. Por isso, é quase impossível julgar o que é narrado pela história. A história da ciência, por exemplo, é a história dos erros humanos. Não há razão alguma para envergonharmo-nos disso; devemos saber que através dos erros muito se aprende. O grotesco do comportamento humano reside no fato de cada geração, mesmo percebendo o engano da anterior, iludir-se, acreditando estar certa. É a soberba que a impede de ver claro; os ensinamentos cósmicos mantêm-se secretos para os que não entram num estado de consciência mais universal.

O indivíduo que não tenha estudado física não pode compreender certas fórmulas, por mais importantes que sejam para a ciência. Porém, quando adquire o necessário conhecimento, essas fórmulas passam a ter significado para ele. O mesmo se dá com verdades cósmicas que o homem novo necessitará conhecer.

Os códigos dessas verdades são acessíveis a todos; contudo, não podem ser reconhecidos pelo ignorante. A grande massa dos homens não percebe, por exemplo, o valor dos símbolos. Para VER é necessário APRENDER A VER. “A Luz chegou às trevas, porém as trevas não a reconheceram.”

Extraído do livro “Os Jardineiros do Espaço”, de Trigueirinho – Págs. 67 a 68



sábado, 22 de junho de 2013

Acorda Brasil! Acorda America Latina! Acorda Planeta Terra!

A'gente' da mudança.

Entre as mais de mil fotos que vi das manifestações pelo Brasil, selecionei algumas que gostei de ver "A não-violência nos protestos paralisa a organização repressora".

20 de junho Manifestante oferece flor para policiais durante protesto em Porto Alegre


20 de junho Policiais militares entram em confronto com manifestantes durante o protesto no Rio de Janeiro
"Mudamos o mundo com a mudança da mente"


20 de junho Manifestantes marcham pelas ruas do Recife.

20 de junho Manifestantes fazem protesto nas ruas do Rio de Janeiro.



18 de junho - Concentração de manifestantes para protestos na avenida Presidente Antônio Carlos, em frente à portaria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no campus Pampulha em Belo Horizonte (MG)



22 de junho - Manifestantes oferecem pedaços de bolo a policiais em um protesto perto da casa de Sérgio Cabral


20 de junho A Tropa de Choque da Polícia Militar utilizou bombas de efeito moral e gás lacrimogênio contra um grupo de manifestantes em Niterói, no Rio de Janeiro.

20 de junho - Goiania - A concentração dos manifestantes na Praça do Bandeirante, no centro da cidade, começou por volta às 13h


22 de junho - Com bandeira do Brasil, manifestante faz coro a protesto na frente da casa de Cabral


22 de junho - Grupo pede apoio de quem passa pela esquina da rua Aristides Espínola com a avenida Delfim Moreira, no Rio



22 de junho Manifestantes fazem protesto em Belém do Pará neste sábado

22 de junho Manifestação no Rio quer reivindicar que o governo ofereça saúde, educação, segurança e outros serviços com o mesmo empenho dedicado às obras em estádios para a Copa das Confederações, este ano, e do Mundo, em 2014


22 de junho Grupo pintou bolas com cruzes vermelhas no Rio


22 de junho Manifestantes fizeram protesto em Belo Horizonte neste sábado e seguiram em passeata rumo ao Mineirão


22 de Junho - Na onda das manifestações que se multiplicam pelo País, um grupo de aproximadamente 500 pessoas resolveu tirar a noite desta sexta-feira para bater à porta do governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral (PMDB). Cerca de 80 jovens se encontram em vigília na altura do Posto 12 do Leblon, fechando o trânsito nos dois sentidos da Avenida Delfim Moreira, metro quadrado mais caro da cidade.
21 de junho Manifestantes fazem protesto pelas ruas de Fortaleza (CE) pedindo mudanças sociais, como mais investimento nas áreas de saúde e educação e menos gastos com as copas das Confederações e do Mundo. Alguns cartazes também manifestavam oposição à PEC 37, que tira o poder de investigação do Ministério Público.
20 de junho -Brasília- Manifestantes deitam em frente a policiais durante manifestação na Esplanada dos Ministérios.
20 de junho Manifestantes fazem protesto em Brasília
18 de junho - A estimativa da organização é de que mais de 5 mil pessoas participaram do ato em Rio Preto (SP)
18 de junho - Cerca de 5 mil manifestantes, segundo os cálculos do comando da Polícia Militar de Santa Catarina, protestaram nas ruas de Florianópolis na noite desta terça-feira.
18 de junho - O estudante de 15 anos, estava no meio dos milhares de manifestantes que foram às ruas protestar. Ele disse que saiu escondido do pai. "É o primeiro que venho. Os outros, meu pai proibiu por causa da violência".

18 de junho - São Paulo


17 de junho - Menino se manifesta, oferecendo flores, de dentro do ônibus, na subida da avenida Brigadeiro Luís Antônio.

Fotos do Terra







Espero que o mundo mude, e que a situação melhore, mas o que mais quero é que você entenda, quando digo que ainda que eu não te conheça, apesar de talvez jamais encontrar você, rir com você, chorar com você ou beijar você, eu te amo de todo coração, eu te amo.
(V De Vingança)


Manifestantes adotam máscara de 'V de Vingança' como símbolo de protestos

A história por trás da Máscara de V de Vingança

Vivemos em uma época em que as pessoas estão saindo às ruas, protestando, reinvidicando direitos, derrubando ditadores, etc... E no meio de tudo isso, sempre encontramos alguém usando a máscara do personagem V, da obra de Alan Moore e David Lloyd....  PARA SABER MAIS  clique AQUI



quarta-feira, 19 de junho de 2013

Algumas posturas a serem compreendidas e vivenciadas no Novo Mundo

 
 
- Sou Co-criador da minha própria realidade, manifesto o que acredito sempre;
 
- Não preciso pertencer a nenhum grupo religioso para me conectar com o que EU SOU, pois a divindade está em TUDO (Vós Sois Deuses);
 
- A medida que evoluo, tenho a responsabilidade cósmica de ajudar os irmãos planetários que ainda não se libertaram da terceira dimensão;
 
- Me sinto integrado a tudo e todos pois somos todos uma única consciência manifestada;
 
- Me permito a me relacionar de forma desapegada entendendo que cada um é uma unidade (completude) em si mesmo;
 
- No Si mesmo (Self - espirito) nos unimos e no EGO nos separamos (ilusão);
 
- Não existe separação nenhuma entre todos os seres, tudo está interconectado pela energia;
 
- Não necessito estar em nenhum relacionamento para sobreviver energeticamente apoiado no outro pois através da conexão com minha divindade interior, manifesto energia cósmica transbordante e compartilho de forma harmoniosa o transbordar deste amor infinito em mim, com os demais;
 
- Crio exatamente o que necessito para viver nesta dimensão através da aceitação e rendição ao meu EU superior;
 
- Sou responsável por tudo o que está na minha vida e tudo o que acontece comigo pois crio a minha própria realidade;
 
- Compreendo que a medida que me afasto do meu Self, todos os problemas e sofrimentos aparecem na minha realidade e quando me uno a esta divindade interior, só há amor manifestado;
 
Aproveitem esta onda de energia cósmica infinita que invade o planeta para ascenderem a nova dimensão. Tornem-se responsáveis por vocês! apropriem-se de sua essência divina! nela está tudo o que vocês buscam...
 
A com-unidade Galáctica vem em Paz!
In Lak'éch!
 
 
 
Retirado do texto
 
O VELHO MUNDO X O NOVO MUNDO
 
para ler na íntegra
clique AQUI 
 
 

terça-feira, 18 de junho de 2013

Transforme-se

"...o mais urgente para a humanidade não é conhecer profecias, mas sair do plano em que está e ficar diante de outras leis, as mesmas que estão transformando a Terra. Já não devemos buscar informações por curiosidade..."



Informação e conhecimento não são a mesma coisa. Uma informação sobre os fatos da vida espiritual, por exemplo, só nos leva ao conhecimento desses fatos quando há em nós intenção de nos transformar, receptividade e coragem para o novo e fé para aceitar como verdadeira uma informação ainda não comprovada.

O saber intelectual restringe-se ao nível da informação, não é conhecimento real. De nada serve se não é posto em prática. A vivência assimilada é o verdadeiro conhecimento. Esse conhecimento advém daquilo que, embora não nos lembremos, pusemos em prática nas vidas anteriores e passou a fazer parte de nossa natureza.

O conhecimento não é adquirido em escolas; é fruto da aceitação dos fatos da vida, vem de aprendermos com eles e de nos transformarmos com base nas lições que trazem.
Existem muitos planos de consciência: o físico, o emocional, o mental, o intuitivo, o espiritual, o monádico, o divino e o cósmico. Cada um deles é composto de subníveis e tem suas próprias leis. O que é verdade num nível ou subnível não o é necessariamente em outro. Cada plano tem a sua verdade. Por isso ninguém pode descobrir a verdade completa; ela é desvelada gradualmente, já que, por sermos todos regidos por uma lei evolutiva, há sempre um plano além daquele em que nos achamos, e nesse plano superior há uma verdade mais abrangente.

Por isso, toda profecia é relativa. Há estudiosos que prevêem, por exemplo, a data de um fato importante. Sua previsão é verdadeira no nível em que captaram aquela conjuntura, mas não no nível acima; e, quando este último predomina, o fato pode não se dar como foi previsto.

É impossível fixar uma data para as maiores mudanças físicas que a Terra deve sofrer neste período. Mas algumas já estão acontecendo, e podemos perceber seus sinais: a poluição ambiental, o derretimento das calotas polares, as várias alterações climáticas. E, embora todos saibam disso, raros são os que mudam sua forma de vida.

A maioria recebe a informação e não se transforma, mesmo admitindo a própria coresponsabilidade em fatos desequilibrados e negativos.

Por isso o mais urgente para a humanidade não é conhecer profecias, mas sair do plano em que está e ficar diante de outras leis, as mesmas que estão transformando a Terra. Já não devemos buscar informações por curiosidade. Devemos usar de maneira positiva e dinâmica a energia de transformação hoje presente no planeta e ser receptivos ao desconhecido, e assim podemos ter inusitadas experiências.

Esse é o caso dos que percebem os mundos intrater-renos, onde civilizações mais avançadas que a nossa se desenvolvem em planos suprafísicos.

Para ingressar nesses estados de consciência, ou mundos, não há nenhuma entrada física, pois estão num plano diferente. Algumas pessoas simplesmente adormecem e, durante o sono, deixam o corpo material e atingem um plano de existência mais sutil. Ao fazê-lo, encontram-se nos mundos intrater renos. Ali aprendem várias coisas que precisam e depois despertam, retornam. Em poucos minutos “de sono”, é como se tivessem vivido séculos, tanto aprendem.

Essas experiências se dão sob leis diferentes das materiais e podem atuar sobre nós se nos permitimos transformar, se mudamos de plano de consciência.


Da Série Sínteses de palestras de Trigueirinho
"A solução está pronta"
Irdin Editora



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