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terça-feira, 1 de junho de 2010

CRÂNIOS DE CRISTAL


Em algumas ocasiões, os Antigos refletiam sobre a natureza cristalina de nosso corpo e espírito, pois eles imitavam a forma humana e seus padrões de energia, entalhando em cristal sólido.


Sem dúvida, a mais famosa e enigmática peça de cristal antigo descoberta até agora, é o Crânio de Cristal de Mitchell Hedges. Um dia, em 1927 o explorador F. A. Mitchell Hedges estava limpando o entulho do topo de um templo em ruínas na cidade maia de Lubaantum, localizada nas Honduras britânicas, atualmente Belize, quando sua filha Ana, de 17 anos, que o havia acompanhado, viu algo brilhando na poeira abaixo. Ana encontrou um crânio finamente entalhado e polido, feito de cristal de rocha, em que faltava a parte da mandíbula. Três meses depois, ela localizou a mandíbula numa escavação a 25 pés do primeiro local.
Ele corresponde aproximadamente em tamanho ao crânio humano, com detalhes quase perfeitos, mesmo restaurando o crânio com as proeminências globulares, que são características de uma mulher.

Em 1970, o conservador e restaurador de arte Frank Dorland teve permissão para submeter o crânio de cristal a testes conduzidos nos Laboratórios Hewlet Packard em Santa Clara, Califórnia. Destes testes e de estudos cuidadosos feitos pelo próprio Dorland, o crânio revelou muitas anomalias. Quando submerso em álcool benzílico, com um feixe de luz passando através, tanto o crânio como a mandíbula vieram do mesmo bloco de quartzo. O que impressionou muito as pessoas envolvidas no teste é que eles perceberam que o crânio havia sido entalhado com total desrespeito ao eixo natural do cristal no quartzo.
Na cristalografia moderna, o primeiro procedimento é sempre determinar o eixo, para prevenir fraturas e quebras durante o processo subsequente de moldar a forma. Então, parece que quem fez o crânio empregou métodos pelos quais essas preocupações não são necessárias.
O artista desconhecido também não usou instrumentos metálicos. Dorland não conseguiu encontrar sinais de qualquer metal que deixasse marcas no cristal quando o analisou com um microscópio muito potente. Na verdade, a maioria dos metais não teria sido efetiva, pois o cristal tem uma gravidade específica de 2.65 e um fator de dureza Mhos de 7. Em outras palavras, mesmo um canivete moderno não pode fazer uma marca nele.

A partir de minúsculos padrões no quartzo próximos das superfícies esculpidas, Dorland determinou que o crânio foi primeiramente cinzelado em uma forma rudimentar, provavelmente com o uso de diamantes. O aperfeiçoamento da forma final, a lapidação e o polimento, conforme acredita Dorland, foi feito por inúmeras aplicações de soluções de água e areia de cristal de silicone. O grande problema está em que, se este fosse o processo usado, isso significaria que haveria necessidade de um total de 300 anos terrestres de trabalho contínuo para a confecção do crânio. Devemos aceitar este fato praticamente inimaginável ou admitir o uso de alguma forma de tecnologia perdida na criação do crânio e de que atualmente não há nenhuma tecnologia equivalente.

O enigma do crânio, entretanto, não termina aqui. Os arcos zigomáticos (o arco ósseo que se estende ao longo dos lados e parte frontal do crânio) são precisamente separados da peça do crânio e agem como tubos de luz, usando princípios similares aos da óptica moderna, para canalizar luz da base do crânio para os orifícios oculares. Estes, por sua vez, são pequenas lentes côncavas que também transferem luz de uma fonte abaixo, para a parte superior do crânio. Finalmente, no interior do crânio, está um prisma e minúsculos túneis de luz, pelos quais os objetos que são colocados abaixo do crânio são ampliados e aumentam o brilho.

Richard Garvin, autor de um livro sobre os crânios de cristal, acredita que o crânio foi desenhado para ser colocado sobre um feixe de luz voltado para cima. O resultado, com as várias transferências de luz e efeitos prismáticos, iluminaria todo o crânio e faria com que os orifícios se tornassem olhos brilhantes. Dorland realizou experimentos usando esta técnica e relatou que o crânio “se acende” como se estivesse pegando fogo.

Um outro achado sobre o crânio de cristal revela conhecimento de pesos e pontos de fulcro. A peça da mandíbula se encaixa precisamente no crânio por dois orifícios polidos, que permitem que a mandíbula se mova para cima e para baixo.

O próprio crânio pode ser balanceado exatamente onde dois pequenos orifícios são trespassados de cada lado de sua base, que provavelmente antes continham suportes de suspensão. O equilíbrio nestes pontos é tão perfeito que a menor brisa faz com que o crânio balance para a frente e para traz, com a mandíbula abrindo e fechando como contra-peso. O efeito visual é o de um crânio vivo, falando e articulando.

A questão, é claro, é - para que propósito isto serve? Ele foi apenas desenhado pelo seu artista como um brinquedo inteligente ou peça de conversação ou ainda, como acredita Dorland, ele seria usado como um instrumento oracular, através dos estranhos fenômenos associados ao crânio de cristal, que desafiam explicações lógicas.

Observadores relataram que, por razões desconhecidas, o crânio mudará de cor. Às vezes, a parte frontal do crânio fica enevoada, parecendo algodão branco. Outras vezes ele se torna perfeitamente claro, como se o espaço interior desaparecesse num vácuo. Num período de 5 a 6 minutos, um ponto escuro frequentemente começa a se formar no lado direito e lentamente escurece todo o crânio, depois vai desaparecendo, tão misteriosamente como chegou.

Outros observadores viram cenas estranhas refletidas nos orifícios dos olhos, cenas de edifícios e outros objetos, mesmo quando o crânio está apoiado sobre um fundo preto. Outros ainda ouviram ruídos emanando de dentro e, ao menos em uma ocasião, um brilho distinto rodeou o crânio como uma aura por mais de seis minutos, sem que houvesse qualquer fonte de luz conhecida.

A soma total do crânio parece alterar todos os 5 sentidos físicos do cérebro. Há mudanças de cor e de luz, ele emite odores, cria sons, proporciona sensações de calor e de frio para aqueles que o tocam, mesmo quando o cristal havia permanecido a um temperatura física de 21°C sob todas as condições e produziu até sensações de sede e às vezes de gosto em poucos casos. Dorland é de opinião que o que está ocorrendo em todos estes fenômenos é que o “cristal estimula uma parte desconhecida do cérebro, abrindo uma porta psíquica para o absoluto”. Ele observa: “os cristais emitem continuamente ondas de rádio. Desde que o cérebro faz a mesma coisa, eles interagem naturalmente”. Ele percebeu também que ocorrências periódicas no crânio de cristal são devidas às posições do Sol, da Lua e dos planetas no céu.

A pesquisadora Marianne Zezelic concorda que o crânio foi usado primariamente para estimular e amplificar as capacidades psíquicas nos que o manuseavam. Ela observa: “O cristal serve como um acumulador de magnetismo terrestre. Quando se olha fixamente o cristal, os olhos entram numa relação harmônica, estimulando o magnetismo coletado naquela porção do cérebro conhecida como cerebelo. O cerebelo portanto se torna um reservatório de magnetismo que influencia a qualidade do fluxo magnético através dos olhos, originando assim um fluxo contínuo de magnetismo entre o observador e o cristal. A quantidade de energia que entra no crânio eventualmente aumenta numa tal proporção que afeta os polos do cérebro, uma região que se estende logo acima dos olhos, contribuindo para o fenômeno psíquico”.

Indo além, Tom Bearden, um especialista no campo de estudos psicotrônicos, acredita que, em mãos de um mediador qualificado e focalizador mental, o crânio de cristal também serviu, não somente como veículo para transformar o campo de energia vital em energia eletromagnética e noutros efeitos físicos, mas também auxiliou na cura, pela alteração de sua ressonância cristalina para combinar com as freqüências da mente e do corpo do paciente, e afetando as energias curadoras no crânio, que então se manifestaria no campo áurico do paciente. O crânio seria usado portanto como um amplificador e um transmissor de forças de energia psíquicas e da terra.

Observando a soma total de habilidades e conhecimento incorporados a respeito do crânio Mitchell-Hedges, a ciência moderna tropeça na maneira de explicar isto. O autor Richard Garvin sumarizou os achados com estas palavras: “É virtualmente impossível hoje – num tempo em que os homens escalaram montanhas na lua – duplicar este achado. Somente as lentes, os tubos de luz e os prismas apresentam uma competência tecnológica que a raça humana adquiriu apenas recentemente. Na verdade, não há ninguém no globo atualmente que poderia tentar duplicar a escultura. Não seria uma questão de aptidão, paciência e tempo. Simplesmente seria impossível. Como um cristalógrafo da Hewlett-Packard disse: “Essa coisa simplesmente não poderia existir”.

Mas existe e enquanto não podemos explicá-los em termos de qualquer forma de tecnologia conhecida, podemos explicá-los somente como produto de uma tecnologia muito mais adiantada que a nossa, mas que desapareceu e foi esquecida há muito tempo – a tecnologia de uma Idade de Ouro.

CRÂNIO DE CRISTAL ACQUALUZ

Texto sobre Crânios de Cristal e Acqualuz
por Heloísa Lassálvia

Imagem: Crânio Acqualuz, Fraternidade PAX Universal/SP

O Crânio Acqualuz da Pax é uma peça de cristal em formato de um crânio humano que armazena a energia da sabedoria ancestral, trazendo informações de civilizações antigas.
O Crânio veio do México e é feito de Calcita Verde a pedra principal mexicana, muito parecida com a água marinha e utilizada em jóias para exportação. Este crânio tem uma forte ligação com a água trabalhando assim as emoções. O crânio tem como objetivo principal abrir, desbloquear as energias através de meditações feitas com ele, onde você se conecta com as informações armazenadas, podendo ter visões, informações, insights, desbloqueando as amarras acumuladas em vidas passadas que limitam como paredes invisíveis as realizações e nos relacionamentos, profissões e impedem a prosperidade. Ele também é um instrumento para conexão com os planos superiores de Luz, facilitando o trabalho de atuação em nossos corpos físicos dos Mestres Ascensionados e Seres Interplanetários. Por ser um foco de tanta Luz onde Seres de diversas dimensões atuam e por sua ligação com o elemento água, recebeu o nome dado pelo Mestre Saint Germain: ACQUALUZ. O crânio emite raios de Luz azul e verde produzindo o Raio de Luz Azul Turquesa para curar o corpo emocional, tem como tônica liberar a pessoa de freqüências vibratórias criadas por ela mesma no decorrer desta e de outras encarnações.

CRÂNIO DE CRISTAL ACQUALUZ

Crânios de cristais: Há cerca de 120 – 150 anos anos atrás começou a se encontrar crânios de cristais em escavações arqueológicas, na sua maior parte em ruínas de templos e pelos lados da América Central.
Para os cientistas foi uma grande achado para estudar as civilizações antigas, mesmo porque os crânios estavam intactos e alguns deles tinham inclusive a mandíbula móvel (técnica desconhecida do ser humano). Como não se chegou a nenhum resultado, a Ciência se calou. Esses crânios, hoje estão quase todos com as famílias dos arqueólogos, alguns espalhados pelos grandes museus do mundo e apenas alguns em mãos de sensitivos.
Mas na mesma época começou-se também a pesquisa pelo lado espiritual, porque:

Crânio: simboliza o que há entre o microcosmo humano e o macrocosmo universal. Sempre foi usado pelos alquimistas como receptáculos nos processos de transmutação, já que é a sede da mente.
Cristal: simboliza a pureza, a clareza da própria mente.

E dentre todas as pesquisas de âmbito espiritual, chegou-se a conclusão que 13 crânios são do tempo da Lemúria (Foram encontrados apenas 11), 49 da Atlântida (não foram encontrados todos) e mais de 300 da época dos Maias, que dizem que na sua maioria estão na floresta amazônica (não se tem notícia se algum foi encontrado).
Mas chegou-se também a conclusão que todos os crânios, não importando que sejam de quartzo branco, ametista ou outro cristal, todos, trabalham a cura e basta a pessoa estar em frente ao crânio. São assim como computadores que vão armazenando informações ancestrais e de acordo com o propósito de cada um, não de vida, mas sim de alma, é comum repassarem essas informações. Assim muitas pessoas tem insights ao olhar para um crânio de cristal.

ACQUALUZ:

CALCITA VERDE, veio do México, emite raios de luz azul e verde que dá o turquesa que é a chama para cura do corpo emocional. Mas principalmente trabalha como ferramental de Mestre Saint Germain na cura do corpo mental. Tudo o que criamos e acumulamos de limites, ilusões (não tem nada a haver com carmas): não posso, não devo, não mereço e que impedem a felicidade, saúde renovada, prosperidade, etc.
Temos a glândula pituitária, que está localizada a uns 3 dedos da nuca, no centro do cérebro, mas também é um receptáculo de informações de limites, e bloqueios. Não só o que criamos na vida presente, mas também de vidas passadas através da memoria celular.
Em contra partida temos a glândula pineal, também no centro do cérebro, acima da pituitária, na altura da testa que também é um receptáculo de informações. Só que essas informações armazenadas são de dons, qualidades, tudo o que aprendemos e desenvolvemos em cada vida.
Quando Mestre Saint Germain autorizou que o Acqualuz viesse a público, todos Mestres, anjos, interplanetários doaram uma partícula d seu próprio ser para o Crânio, então podemos dizer que Ele carrega o espírito da Grande Fraternidade Branca Universal.
Toda vez que imaginamos o Acqualuz dentro do nosso cérebro é o nosso livre arbítrio permitindo que os seres que estão acoplados a ele apaguem na nossa pituitária as informações de limites e os bloqueios. E ao mesmo tempo, esses seres criam um caminho de luz até a pineal, ativando-a para que possamos resgatar os nossos dons e qualidades e assim acelerar o nosso processo de Maestria e Ascensão.

NÍVEL CONSCIENTE - É a limpeza mental de bloqueios e condicionamentos acumulados.

NÍVEL SUBCONSCIENTE - É o que guardamos, escondemos, mas que aparecem nas marcas de expressões do nosso rosto.

NÍVEL INCONSCIENTE - são os registros que ficam na memoria celular, que nem se quer damos por conta. São padrões de comportamento mental que mesmo involuntariamente fazem parte do nosso cotidiano, mas que refletem altamente na manifestação dos nossos ideais.

Fraternidade PAX
Texto e imagem recebidos por email e gentilmente cedidos para a publicação por:
Carmen Balhestero e Pax.org.br
http://arcanodezenove.blogspot.com/2010/02/cranio-de-cristal-acqualuz.html

"...Quanto aos Crânios de Cristais, as energias de cristal de quartzo aumentam, clarificam e ajudam a desenvolver uma conexão intuitiva clara com o movimento de nossa alma por nosso corpo. Há uma grade cristalina que trespassa o todo da Terra e conecta todos os continentes (Veja neste site sobre a Grade de Cristal da Terra). Quando o humano ou o extraterrestre abre a mente a esta grade cristalina, ele abre-se ao movimento da sua alma junto ao Ser consciente da Terra (Pelleur e Virgo)".

"O crânio cristalino é um meio pelos quais nós podemos escutar e nos comunicar com todas as outras freqüências de pensamento do Universo. A grade cristalina acionada por um Grande Cristal como este (existem outros), constantemente está enviando e recebendo mensagens de outros planetas em nosso sistema solar e de outros sistemas solares. Neste tempo e espaço do aqui e agora, os Doze Cristais de Crânio são os portadores de uma parte de uma consciência maior e quando, no futuro, estiverem reunidos alguns deles, uma movimentação de energia ocorrerá e portais de uma nova era serão abertos à Humanidade da superfície. Nesta busca, pensarão alguns que cada família de crânios é composta de 13 peças, pois ao sentir a vibração de um deles logo, o sensitivo poderá sentirá os outros, inclusive a presença do Crânio de Cristal-Patriarca (12 + 1=13). Mas uma "consciência coletiva" envolve 12 crânios numa simetria de 12 Planetas e outros elementos esotéricos que ainda serão revelados. (12 apóstolos = 13 com Jesus).

Artigo na íntegra no site http://web.prover.com.br/nominato/7.93..htm

3 comentários:

  1. Meu Deus! Muito intrigante esse crânio! Olha que isso é coisa de gente de outro mundo, hein! rs
    Beijos

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  2. Oi!
    Há um tempo li um livro de ficção chamado A Caveira de Cristal (Manda Scott) mas não fazia ideia de que elas realmente existissem. Claro que a história é bem "enfeitada" pela autora mas, todo o enrredo circula a Caveira de Cristal, que é um crânio como este!

    Abraço!

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  3. ficou comprovado a existencia desses cranios de cristal mas nao de que eles dao poderes pisiquicos

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