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domingo, 3 de maio de 2015

Suméria, os Anunnaki e a Origem da Humanidade


por Monica F. Jardim

A Terra, em termos de tempo, é muito antiga e há histórias a ela relativas que, há muito tempo foram enterradas e escondidas. A linhagem ancestral, atualmente se revelando, envolve pontos e eventos iniciais de, aproximadamente, meio milhão de anos atrás, que continuaram a se entremear ao longo de várias experiências no tempo. Os registros sumérios contém inúmeras chaves para uma melhor compreensão dessa linhagem ancestral.

Esses visitantes, chamados Anunnaki, vieram dos céus para a Terra e brincaram de deuses. Criaram o que quiseram na Terra, baseados nas próprias intenções. Entre outras coisas, vieram à procura de ouro; Como assim?

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração de ouro na Terra.

Esses “deuses” visitantes do espaço, vieram à Terra e começaram a levar produtos daqui para o próprio lar. Seu propósito era fazer experiências com a vida e criar humanos para habitar o planeta.

Numerosas descobertas antropológicas oferecem indícios desse passado, através de antigos esqueletos. As formas retratam um “álbum humano” de transformações ao longo dos últimos milhões de anos. Essas descobertas arqueológicas retratam o que os cientistas chamam de “estágios de desenvolvimento humano ou evolução”, presumindo que a vida humana era a mesma em todos os lugares. Na verdade, os deuses criaram vários experimentos, empregando o material genético armazenado aqui mesmo; Temos que compreender que a Terra e os segredos que nela repousam envolvem o domínio dos enigmas que existem dentro de nós mesmos, especialmente as partes ocultas nas raízes do nosso Eu Subconsciente e DNA.

Os sumérios retrataram em sua história os visitantes das estrelas”, os quais, por centenas de milhares de anos, influenciaram e “brincaram” com experiências de vida em cada continente deste planeta.

Recomendo enfáticamente os livros do Zecharia Sitchin, principalmente “O livro perdido de Enki”. Nessas crônicas, ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus” (Muitíssimo interessante essa afirmação de Enlil).

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, (a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA) mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espaciais e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito de Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.430 anos para ele retornar de seu passeio até a órbita de SÍRIUS na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR.

A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto”, (Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU, que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS), embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Uma conclusão óbvia sobre tudo isso, esbarra no mesmo de sempre; a ocultação de informações; Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe (que tem muitas coisas escondidas), não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é simples; Por que a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares (um deles NIBIRU) conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram genéticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o Sistema/Elite contemporâneo a começar pelo sistema religioso global… Todas as instituições entrariam em colapso, porque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas.

Recomendo também os livros das Bárbaras-Marciniack e Hand Clow e de Drunvalo Melchisedek sobre esse assunto tão importante e fascinante.

Um trecho interessante de uma entrevista de Sitchin;


Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, “planeta da passagem

Não nos parece que tem algo de familiar? Pensemos.

[comentário do texto Suméria, os Anunnaki e a Origem da Humanidade do blog A Luz é Invencível. Recomendo, para quem quiser ler é só clicar AQUI. Vale apena.]


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Nibiru, o Gênesis e Adão e Eva

"...Devemos buscar orientação interna (a verdadeira) ouvindo nossa voz interior que nos conecta com a vontade e os planos do Criador para nós como indivíduos e como coletividade, dando valor às mensagens que nos chegam através das meditações e pelos sonhos, orientações vindas de nosso Eu Superior o “Pai” em cada um)..."




O Livro do Gênesis, a criação de Adão e Eva e NIBIRU

Uma análise comparativa da estória da criação do ser humano, contida no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, capítulo VI, com fatos históricos descritos em milhares de documentos decifrados da antiga civilização suméria a respeito da criação do homem, do ser humano.

A comparação é feita com base na tradução dos antigos textos sumérios efetuada pelo pesquisador, erudito, consultor da NASA e linguista, autor de vários livros sobre Nibiru e os Annunakis e Nephilins, Zecharia Sitchim, uma das quase cem pessoas no planeta que foi capaz de entender e traduzir tais textos (enquanto esteve vivo, foi o trabalho de sua vida.

Sitchim faleceu em 09/10/2010). O resultado da comparação pode não agradar aos mais conservadores e piedosos e que creem que a Bíblia seja algo “original e incontestável” em seu conteúdo.

“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”. João 16:13

E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.

Os filhos de Deus, aqui citados, são seres de outros planos de consciência e de outros locais de nossa galáxia e de outros sistemas estelares. Nesse final de ciclo histórico de nossa humanidade, muitos deles estarão aqui presentes em CORPOS HUMANOS, para colherem daquilo que SEMEARAM ao longo da história da nossa ATUAL humanidade, que começou em 430.000 a.C., ainda em meio à história de Atlântida e marca o começo do período do Kali Yuga, a idade do FERRO para os hindus, cujo maior período de densificação/materialização acontece em seus últimos 5.125 anos que se iniciaram em 3.113 a.C. e finalizam em 21 DE DEZEMBRO DE 2012. No livro apócrifo, As Chaves de Enoch, são identificados os filhos de Deus que foram atraídos pelo ambiente material de nosso planeta e “caíram” no mundo tridimensional onde a forma (matéria-corpo) é mais valorizada do que a essência (energia-espírito), alguns são muito conhecidos e tem nomes como Azazel e Semjasa (os “Anjos Caídos”, Watchers).



Então disse o “SENHOR”: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão Cento e Vinte Anos.

Este período de tempo citado especificamente de 120 anos tem conexão com a história de outro planeta de nosso sistema solar, que possui comportamento orbital anômalo em relação aos demais planetas do sistema. Ele é conhecido como NIBIRU e existem registros de sua existência encontrados em meados do século XX nas ruínas da Mesopotâmia, hoje o IRAQUE. Grande parte do material já foi traduzida da escrita cuneiforme da época por arqueólogos e eruditos dos grandes centros de estudos arqueológicos do hemisfério norte, sendo o mais conhecido ZECHARIA SITCHIN que produziu uma série de livros, As Crônicas da Terra, com base nas suas traduções dos tabletes de barro sumérios.

É possível se identificar o período orbital do planeta Nibiru entre o nosso sistema e o sistema solar de SIRIUS, ao qual NIBIRU também orbita, sendo essa a principal anomalia desse planeta: orbitar dois sóis, (o nosso e SÍRIUS, na Constelação do Cão Maior-Canis Major). Uma órbita completa de Nibiru entre esses dois sistemas estelares , o nosso sol e a estrela SIRIUS (8,3 anos luz distante de nosso sol) demanda 3.600 dos nossos anos, o que significa apenas UM ANO para os habitantes de NIBIRU. Os habitantes desse planeta (chamados na bíblia de ANNUNAKIS E NEPHILINS) “criaram a nossa espécie humana ENQUANTO CORPO FÍSICO, o Homo Sapiens Sapiens”, mas a nossa alma, O SER REAL DE CADA UM É CRIAÇÃO Divina.

A intervenção desses seres em nosso planeta, iniciada há 432 mil anos atrás, marca o início da idade conhecida pelos hindus como KALI YUGA, a idade do ferro, quando tudo no planeta atravessa um período de MÁXIMA DENSIFICAÇÃO DA ESFERA PLANETÁRIA, inclusive do próprio HOMEM, enquanto entidade FÍSICA. A duração do “reinado do homem FÍSICO” sobre o planeta é predeterminada em 120 CICLOS (ANOS) DE NIBIRU conforme podemos ver no seguinte cálculo:

120 órbitas de NIBIRU X 3.600 anos de nosso tempo da Terra = 432 mil anos. Desse modo deduz-se que a criação do homem de barro centrado apenas no intelecto/ego e seu corpo físico tem um prazo predeterminado para durar exatamente 120 anos (órbitas) de NIBIRU, esse prazo finaliza em 21 de DEZEMBRO DE 2012. Ver mais em: http://osnefilins.tripod.com/.

Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus “entraram” às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.

E em Números, capítulo 13, vers. 32 e 33 durante o EXODO encontramos também:

“E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e nós éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos nós aos seus olhos”.

Sobre gigantes ver mais em: http://arqbib.atspace.com/gigante.html



Ao lado: Representação de ANU, o então rei de Nibiru e chefe dos Annunakis, em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias.

Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.

E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.

Este “Senhor” a que se refere a passagem não é o Deus Onipotente e Onisciente, o verdadeiro Criador de TUDO QUE EXISTIU, EXISTE E EXISTIRÁ, o Pai mencionado por Jesus Cristo e outros antes dele, diversas vezes. Aquele senhor é um senhor pequeno, mas com grande poder de criação tecnológico, com avançada tecnologia genética, que também era o senhor do planeta NIBIRU. O homem físico foi criado para trabalhar para os deuses, para ser seu escravo, em projetos de mineração de ouro no sul da África, falando em termos de mão de obra física.

Porque a alma que sempre habitou A FORMA DE BARRO DO HOMEM, essa sim sempre foi criação de DEUS, é DIVINA EM ESSÊNCIA. O verdadeiro e primordial Criador, não possui atributo humano de qualquer tipo, para sentir alguma emoção como arrependimento, que é um sentimento que demonstra LIMITAÇÃO e ERRO e é inerente a seres em PROCESSO DE EVOLUÇÃO, como o homem e os seus deuses ancestrais.


Sobre Nibiru e Anu ver mais em: http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/; http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/ e http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/



“O homem tornou-se como um de nós, conhecedor do bem e do mal. Que ele, agora, não estenda a mão e colha também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre” (Gênesis 3.22).

Nessa passagem anterior do Gênesis vemos que deus é citado no PLURAL (tornou-se como um de NÓS), quem fala nesse momento são os pequenos falsos deuses de Nibiru e de outras partes de nossa galáxia. O verdadeiro Criador, Deus, quer o homem/mulher de volta ao seu seio, mas tem que ser o homem EVOLUIDO NA COMPREENSÃO DE SI MESMO, em sua essência divina (e menos centrado no corpo físico e seu ego temporário), e de sua relação com o verdadeiro Criador para então, como um filho pródigo, poder voltar a viver em um ambiente divino onde o corpo FISICO DE CARNE como o nosso não mais existe.

E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de havê-los feito.

Aqui temos de novo um atributo humano de “arrependimento” presente na divindade, que comprova que essa divindade não é o DEUS absoluto, Criador e fonte de todas as coisas, inclusive Criador dos pequenos “deuses” geneticistas de Nibiru e alhures. O verdadeiro Deus Criador é a origem, o mantenedor e o que causa a dissolução de tudo que é material em função do processo evolutivo, em todos os níveis de existência. Na cultura hindu, temos: Brahma, Deus criador, Vishnu, o mantenedor e Shiva o destruidor, no sentido de renovação do velho para que possa emergir um NOVO nível de consciência, processo de renovação que estamos vivendo e FINALIZANDO nesse exato momento de nossa civilização.

Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR.

No final de ciclo que antecedeu o dilúvio (10.986 a.C., com o afundamento de Atlântida) a figura de Noé representa todos os seres humanos, que aos olhos do verdadeiro Deus Criador (porque os falsos deuses criadores de NIBIRU de outros locais tiveram que fugir do planeta senão também pereceriam com o dilúvio) apresentavam a condição de almas que tinham nível evolutivo suficiente para mereceram a salvação e seus líderes foram avisados com 50 anos de antecedência da catástrofe que se aproximava. O dilúvio teve maior impacto na área geográfica conhecida hoje como mar do Caribe e Atlântico Norte e registra o afundamento do continente de Atlântida onde o nível local de destruição foi total, completo e absoluto o mesmo não acontecendo com tanto impacto nas demais áreas do planeta, principalmente em regiões com grandes (ARCAS) montanhas como os Andes, o Himalaya, Atlas, Alpes, Kilimanjaro, etc…

Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.


É possível para o homem hoje “andar com Deus” como os Noés no tempo do dilúvio, basta evoluir na compreensão de quem somos e sermos verdadeiros Cristãos (ou Budista, Confucionista, seguidor de Krishna, a religião não importa…), tolerantes, pacíficos, moderados, honestos, indulgentes com o erro alheio, altruístas, percebendo que grandes mudanças já estão em curso.

Devemos buscar orientação interna (a verdadeira) ouvindo nossa voz interior que nos conecta com a vontade e os planos do Criador para nós como indivíduos e como coletividade, dando valor às mensagens que nos chegam através das meditações e pelos sonhos, orientações vindas de nosso Eu Superior o “Pai” em cada um).

Agindo assim estaremos agindo como àqueles que eram os Noés antes do dilúvio e nos salvaremos, talvez não fisicamente, mas sim salvaremos a nossa alma, porque não haverá ambiente físico seguro no planeta no próximo final de ciclo que se aproxima, pois o nível de modificação de toda a crosta terrestre será inimaginável.

E gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé. A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.

Corrupção também provocada pelos deuses menores, os assim chamados “ANJOS CAÍDOS” que hoje estão, em sua maioria encarnados como seres humanos, em guerra aberta contra a evolução e a libertação da Alma humana, criando jogos de poder, de guerra, são os participantes dos vários grupos que disputam o controle do planeta, atuando como e através dos grupos como os Illuminatis, Bilderbergers, Rothschild, Sionistas, Fabian Society, Clube de Roma, Igreja Romana, fanáticos religiosos de todos os credos, políticos corruptos, NWO-Nova Ordem Mundial, etc…colhendo o que semearam, e também serão “julgados” no final do ciclo que se avizinha.

E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.

No final do período de Atlântida, a magia negra foi largamente praticada nos templos atlantes em demanda de alguns deuses que precisavam de sangue humano para que sua “ira” fosse aplacada.

Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.

Nesse parágrafo podemos tomar como literal o aviso de deuses criadores para suas criaturas de que havia um perigo eminente a caminho. Assim foi na cultura suméria antiga com o deus EA/ENKI (um deus Nephilim de NIBIRU) avisando seu (um Adamu de barro, sua criação) protegido, UTHNAPISTIM (O Noé sumério) do desastre eminente do qual ele devia se proteger seguindo as instruções dadas por ele, EA/ENKI em relação a “construção de uma arca”.

Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro.

Em 1843, o pesquisador Paul Emile Botta descobriu novos relatos sobre a inundação nas ruínas de Nínive ( na antiga Mesopotâmia, no norte do hoje Iraque), famosas por conter a maior biblioteca da Antigüidade, construída no século VII a.C. por Assurbanípal, rei da Babilônia. Posteriormente no mesmo local foram descobertas várias tábuas de barro com escritos que só seriam decifrados por volta de 1900. O texto falava sobre a Epopéia de Gilgamesh, que remontava aos sumérios, milhares de anos antes da Babilônia e Assíria se tornarem grandes potências.

Gilgamesh, segundo os escritos, havia se encontrado com seu antepassado Utnapistim – também chamado de Uta-Napistim ou Utna-Pishtin (o Noé sumério) –, de quem esperava obter o segredo da imortalidade. E Utnapistim lhe contou sobre a época em que os deuses resolveram punir a humanidade com uma inundação. O deus Ea/ENKI deu a Uthnapistim todas as informações necessárias para construir um navio (ou subir para as montanhas), que deveria abrigar sua família e animais. Os 40 dias e noites da Bíblia são reduzidos aqui para seis, quando o navio acabou encalhando no monte Nisir, entre o Tigre e o curso inferior do rio Zab, no Curdistão, onde existe uma cadeia de montanhas.

Essa Foto acima foi feita no Monte Ararat, que segundo a Bíblia, teria sido lá que a enorme Arca de Noé (fossilizada no canto inferior direito) repousou (Gênesis 8: 4-5)



Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará.

Os Sumérios: Nem todos os povos aceitaram o Dilúvio como fruto da ira divina. Na verdade, a idéia de que o fato bíblico não tivesse passado de uma grande inundação na Mesopotâmia começou a ganhar forma com as descobertas arqueológicas de Sir Charles Leonard Wooley, na cidade suméria de UR (a cidade natal de ABRÃO), entre 1926 e 1929. Encontrando camadas de limo numa profundidade onde seria impossível existir limo, ele chegou à conclusão de que aquilo era sinal de uma grande inundação do rio Eufrates, ocorrida por volta de 4000 a.C.

Unindo seus achados com os resultados iniciais de outras pesquisas na Mesopotâmia, Wooley concluiu que a inundação teria encoberto uma região de 630 quilômetros de comprimento por 160 de largura, ao nordeste do Golfo Pérsico. No entanto, estudos posteriores e mais detalhados demonstraram que o dilúvio descoberto por Wooley não havia afetado a área inicialmente imaginada por ele e, desta maneira, não poderia ser o bíblico.

A distribuição das antigas cidades/estações dos deuses annunakis na antiga Mesopotâmia, os criadores da civilização suméria, hoje o atual IRAQUE. Ao norte a civilização Assíria e a localização de sua capital Nínive.


Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos contigo.

Os filhos de Noé, SEM, CAM E JAFÉ representam os TRÊS principais ramos das raças de Atlântida (que foi a QUARTA RAÇA RAIZ) que sobreviveram a catástrofe do dilúvio e começaram a repovoar, com sua multiplicação e descendência, toda a terra, COMO SEMENTE DA QUINTA RAÇA RAIZ. A raça vermelha de Atlântida degenerou após o dilúvio e povoou as três Américas, formando os povos indígenas conhecidos como “Peles Vermelhas” na América do Norte, e todas as nações indígenas das Américas Central e do Sul.

Essa raça vermelha com o passar do tempo desenvolveu um grande conhecimento, respeito e amor pelo ambiente natural em que vivem e pela Mãe Terra, com exceção de algumas tribos da América Central, que ao tempo da chegada dos conquistadores espanhóis, ainda praticavam rituais com sacrifício humano, reminiscências ainda do tempo em que estas almas viveram no período final de Atlântida, quando a magia negra e sacrifícios humanos foram praticados naquele antigo continente.

E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão. Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, de todo o réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os conservar em vida. E leva contigo de toda a comida que se come e ajunta-a para ti; e te será para mantimento, a ti e a eles. Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.

Outros Dilúvios e Arcas: Mitologias de diferentes culturas falam sobre dilúvios que teriam encoberto a Terra e de sobreviventes que construíram uma embarcação a mando de um deus. Algumas versões modernas utilizam teorias ocultistas ou simplesmente não aceitas pela ciência para explicar o Dilúvio:

Caingangue - uma lenda dos índios brasileiros caingangue diz que, durante o dilúvio, as almas de seus ancestrais estavam ocultas no centro da Terra. Elas voltaram à superfície na região de Guarapuava, no Paraná, nas Montanhas Negras, ou Krinxy.

Escandinávia - nos Edas, os poemas nórdicos do século III, está escrito que a Terra surgiu num dilúvio do sangue de Ymir, durante uma guerra entre deuses e gigantes.

Kogi - os índios kogi ou kágabas, que habitavam a região da Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, referiam-se a um dilúvio de 4 anos para punir os seres que tinham tendências contrárias à natureza. O sacerdote Seizankuan construiu um barco mágico onde colocou todos os tipos de animais e outras pessoas. Depois de 9 séculos as águas baixaram e todos puderam ‘descer do céu’ onde tinham se refugiado.

Incas - Viracocha, o grande deus dos incas e criador do mundo, ficou descontente com os homens e mergulhou o mundo num dilúvio.

Babilônia - herdeira das tradições sumérias, a civilização babilônica falava do dilúvio, que destruiu a civilização formada pela união entre os filhos dos deuses e as filhas dos homens. Antes da enchente, os reis lunares reinariam por 432 mil anos.

Rig Vedas - os textos hindus também se referem a um dilúvio. Manu é o personagem a quem é dada a possibilidade de escapar construindo um barco gigantesco que, depois, encalha numa montanha.

Grécia - na mitologia grega, Zeus destruiu o mundo com um dilúvio devido à corrupção da humanidade. Deucalião é o nome do sobrevivente que construiu uma arca e flutuou 9 dias e 9 noites, chegando ao Monte Parnaso.

Polinésia - a luta entre Rangi e Papa, os pais dos homens e deuses, resultou em nuvens e furacões que arrasaram a Terra.


Sioux - o ancião Coiote foi avisado de uma grande inundação e construiu um barco para escapar. Esse barco também ficou encalhado no alto de uma montanha, depois que as águas do mundo baixaram.

Maias - não falam de uma arca, mas do fim do mundo pelas águas. O mundo ou civilização destruída precedia a nossa atual.

Bororo - na versão dos índios brasileiros, Jokurugwa matou o espírito Jakomea que, para vingar-se, fez as águas inundarem a terra. Kokurugwa refugiou-se no alto de um monte e sobreviveu.

Faetonte - planeta ao qual se referem alguns textos antigos, também conhecido como Maldek, o astro que faltaria entre Marte e Júpiter. Uma catástrofe teria destruído o planeta e seus fragmentos caíram à Terra causando o dilúvio.

Cosmogonia Glacial - teoria elaborada por Hans Hörbiger, também chamada de Doutrina do Gelo Eterno (Welteislehre) e ligada às idéias nazistas. Preconizava uma série de destruições no planeta com a queda de sucessivas luas. A última catástrofe, há cerca de 13 mil anos, poderia ter causado o dilúvio.

O Disco Alado com Anu no centro, uma representação da suméria para o planeta dos deuses, Nibiru.



UMA BREVE “CRONOLOGIA” DA CRIAÇÃO DO HOMEM NA BÍBLIA:

A primeira criação:

Na bíblia deus resolve criar o homem, conforme podemos ver no capítulo 1 do Gênesis (o Gênesis é uma cópia do documento ENUMA ELISH, o épico sumério da criação), que relata a 1ª criação do HOMEM E DA MULHER AO MESMO TEMPO, também é interessante de se notar que deus fala no plural porque deve estar acompanhado de “outros deuses”, conforme segue descrito no Gênesis, Capítulo 1, versículos 26 a 28:

E disse Deus: Façamos o homem à nossa (parece que “deus” não esta sozinho) imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

A segunda criação:

Em torno de 430.000 a.C. marca o início da interferência dos deuses de Nibiru e de deuses de outros planetas e sistemas solares na história da disputada Terra. Período em que o grande continente de Atlântida estava consolidando sua ocupação pelos descendentes da 3ª raça raiz, os lemurianos, que finalmente haviam se separado sexualmente de hermafroditas (ainda com os dois sexos-polaridades no mesmo corpo) para seres que se expressavam em dois sexos em corpos diferentes, masculino e feminino em corpos individuais, raça que se deslocou antes do afundamento completo do continente Lemuriano nas águas do Oceano Pacífico para o que viria a ser conhecido como a Atlântida, no Oceano Atlântico norte, um momento registrado em Gênesis, e aqui Deus muda para O SENHOR DEUS, e nessa criação o HOMEM-ADÃO esta sozinho e dele surge a mulher EVA (momento da separação das polaridades criando dois corpos com sexos que se complementam, masculino e feminino), conforme segue no Gênesis, Capítulo 2, Versículos 7 e 18 a 23,:

E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Gênesis 2:7

E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.


Esta parte do Gênesis 2, versículos 18 a 23, determina o momento da SEGUNDA CRIAÇÃO do homem e da mulher. É interessante de se notar a diferença que existe em relação ao Deus Criador dessa parte do Gênesis 2, onde ele é chamado de o SENHOR DEUS e na passagem já citada anteriormente, de Gênesis 1 onde o Criador é chamado de forma diferente, APENAS como DEUS.

A criação humana descrita em Gênesis 1 é inerente ao verdadeiro Deus Criador, e relata a criação da ALMA HUMANA POLARIZADA EM DOIS GÊNEROS, ainda antes de um corpo físico, como o que temos hoje, ter sido criado. Essa é a condição original de nossa existência verdadeira, antes da QUEDA DE NOSSA ALMA NA MATÉRIA, após termos sido tentados pela “serpente”, que nos induziu a “comer do fruto da árvore do conhecimento DO BEM E DO MAL (quando “habitamos” um corpo humano)”.

Todo o livro do Gênesis é cópia de textos muitíssimos (como o Enuma Elish da Suméria) mais antigos e sagrados de povos da região mesopotâmica e além, que são registros muito anteriores ao surgimento do povo hebreu cuja história se inicia somente em 3.760 AC, ano oficial do início do calendário hebraico vigente nos dias de hoje e que seria o ano em que ocorreu o encontro que Deus teve com Abrão e fez um pacto com o mesmo enquanto ele residia em UR, próximo à foz do rio Eufrates uma cidade fundada pelos habitantes de Nibiru há milênios atrás.

O início do calendário hebreu em 3.760 coincide com uma das passagens do planeta NIBIRU pelo nosso sistema solar (ele voltaria mais uma vez em 160 AC e seu retorno deve ocorrer somente em torno de 3.452, ou seja daqui a mais 1.440 anos em nosso futuro). Uma pista para a origem do “povo hebreu” esta no nome dos seus pais: ABRAÃO E SARA: a origem desses nomes é da antiga ÍNDIA, são nomes derivados do casal divino hindu BRAHMA (Abraão) e SARASVATI (Sara). Aquilo que viria a ser o núcleo da criação do povo hebreu foi uma tribo chamada de Saldeus – que depois do Dilúvio passou a se chamar Caldeus – que migrou da Índia para a Mesopotâmia em tempos muito remotos.

Representação de EA/ENKI trabalhando em laboratório junto com Ninhursag/Ninmah e acima o símbolo do planeta alado para NIBIRU.



A TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM
Existe ainda uma TERCEIRA CRIAÇÃO do ser humano descrita de forma velada no Gênesis, que pode ser percebida quando Eva, ao ser tentada pela serpente (Ea/ENKI), come e oferece a maça a Adão, e então ambos são EXPULSOS DO PARAÍSO (…terrestre, a Mesopotâmia, o Jardim do E.Din dos deuses de Nibiru na Terra), e aqui deus volta a ser chamado de O SENHOR DEUS (Aquele que fica irado com certa facilidade) novamente, conforme segue: Gênesis, Capítulo 3, versículos: 9 a 23:


E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. Gênesis 3:9-23


No relato descrito nessa passagem do Gênesis, o momento da TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM E DA MULHER é consumado quando o Senhor Deus (ENKI/EA com a ajuda de Ninhursag, ambos de Nibiru) providencia VESTIMENTAS DE PELES (SÃO os CORPOS MATERIAIS DE BARRO QUE A NOSSA ALMA AINDA “VESTE”) o momento que testemunha a intervenção “divina de deuses inferiores” que criaram geneticamente o Adão e a Eva de BARRO, o homem físico, sem nenhum objetivo altruísta já que o homem foi criado para ser escravo desses deuses e para trabalhar na mineração de ouro no sul do continente africano, mineral que era necessário para a atmosfera de NIBIRU.

Uma estela suméria mostrando o sistema solar com DOZE corpos celestes, incluindo o Sol ao centro.



Essa intervenção extraterrestre na criação FÍSICA do ser humano, quando é usado material genético dos próprios deuses, que modificam a condição de um ser animal bípede existente naquela oportunidade e naquele tempo, um Homus Erectus qualquer, que com aquela intervenção passa a possuir, com aquisição do material genético dos deuses, autoconsciência (comeu a maça, da Árvore do Conhecimento-Consciência), pois uma alma humana, a partir daquela intervenção passa a habitar um corpo FÍSICO, passa a VESTIR UMA TÚNICA DE PELE.

Aqui é importante esclarecer que a civilização atlante e todas os demais (como na antiga Índia/BHARATA) antigos povos da terra, antes do dilúvio, não possuíam UM CORPO FÍSICO TÃO DENSO COMO NÓS HOJE, uma condição natural da quarta raça raiz que fisicamente falando não era material e tão densa como a nossa constituição física atual, a quinta raça raiz.

Em um cilindro da Suméria reproduzido acima vemos a equipe nibiruana de pesquisa constituída pelos deuses: Ningishzidda de joelhos e ENKI/EA de pé. Ninhursag (Ninmah/Ninti) sentada segura no ar ADAMU, o homem híbrido Erectus Nibiran /Homo híbrido que eles fizeram. Esta registrado em um tablete de argila: “As Minhas mãos fizeram isso! Ela gritou Vitoriosamente.“ Ninhursag (Ninti) a deusa que ajudou EA/ENKI a “criar” o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a “Árvore da Vida”.



O Planeta Terra vem, ao longo dos últimos 432 mil anos ATINGINDO SEU PONTO MÁXIMO DE EXPRESSÃO MATERIAL (QUE OCORRE NO FINAL DO CICLO, ISTO É, nos últimos 5.125 anos QUE SE INICIOU EM 3.113 a.C., o final do Kali Yuga, a idade do FERRO dos hindus, período que termina em 21 de dezembro de 2012, quando começaremos a acessar (os que estão evoluindo e não dormindo) um novo nível de consciência muito menos denso materialmente do que o existente hoje.

Será mais um passo que estaremos dando para voltarmos a nossa condição original, NÃO SER MAIS UMA ALMA CORPORIFICADA EM UM PLANETA DE 3ª DIMENSÃO, MAS UMA ALMA REALIZADA E EVOLUIDA, após a nossa passagem pelo mundo denso, usando corpos (peles) animais materiais como os que usamos hoje, dando um salto evolutivo, para uma nova espécie (na realidade nova em relação a nossa condição atual) em que utilizaremos 70% DE NOSSA CAPACIDADE CEREBRAL ao invés dos meros 5% atuais, seremos muito mais energia e menos matéria e voltaremos a ser telepáticos…

O homem físico, material, DENSO e usando “túnicas de pele” começou a ser criado (pelos deus ENKI/EA) em torno de 150 mil AC e é finalizado como unidade independente polarizada em corpos com dois sexos em torno de 70 mil a.C., conforme podemos encontrar descrito em trechos do texto sumério ENUMA ELISH, do qual o Gênesis é uma cópia muito ruim


www.thoth3126.com.br

sábado, 22 de setembro de 2012

DNA e Deus!

"...Temos ou não "livre-arbítrio" ou ele também estaria programado para acharmos que temos?..."


Quem souber a autoria desta imagem, por favor me avise.

Apenas 5% de nosso DNA foi reconhecido e decodificado como "humano". Restam 95% não ainda decodificados e desconhecidos pelas tentativas efetuadas. De onde viemos?

Após as descobertas sobre humanidade antiga, os "Neanderthal", sem nenhum vestígio da "Eva-mãe" africana, provando que eram raças diferentes e não descendentes, tudo se complicou na Ciência.

Em experiências genéticas realizadas com a população europeia, foram encontradas provas desta diferença entre raças primitivas e totalmente diferentes.

Seriamos "alienígenas"?
Não sei.

Mas que tem coisa mal explicada, tem sim, e como!

A partir da manipulação genética dos "Anunakis", o povo dominante do espaço, que aqui chegou dos "céus", conforme a tradição dos sumérios, gravada em suas tablitas e monumentos.

Eu até iria mais além disso tudo e imaginaria um outro cenário virtual e inimaginável!

Além dos nossos pretensos "deuses do espaço" de todas as civilizações da antiguidade e além de tudo, um inimaginável "jogo dos deuses"!

Algo como um "virtual game" e, a recompensa seria somente em termos de "EMOÇÕES", pois este é o fator mais importante e forte, num mundo onde todos comem todos e alguns sobrevivem e não sofrem as dores de uma morte injusta.

Seria um "video game" insólito de "deuses" a nossa própria existência?

Temos ou não "livre-arbítrio" ou ele também estaria programado para acharmos que temos?

Será que "deuses" se alimentam de emoções e sensações sensoriais humanas?

Prefiro pensar o contrário e nem especular sobre isto, pois tenho a minha fé e crença.

Nenhum programa artificial poderia criar "DEUS"!

por Homero Moutinho Filho


sábado, 25 de agosto de 2012

Naves Gigantescas nos Aneis de Saturno

"...sabemos que estes seres – as civilizações extraterrestres – altamente avançados(tecnologicamente, o que pode não significar nada em termos de evolução espiritual, a não ser para aqueles que endeusam a tecnologia, qualquer que seja ela), podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar..."



NASA FOTOGRAFA NAVES GIGANTES NOS ANÉIS DE SATURNO

Em uma entrevista com o Dr. Norman Bergrun por um pesquisador e jornalista da Revista UFO americana, foi divulgada a notícia de que um SINAL de comunicação RECEBIDO PELA SONDA CASSINI VEIO DE NAVES ALIENÍGENAS ESTACIONADAS EM ÓRBITA em Saturno e CAMUFLADAS NOS SEUS ANÉIS.

FONTE: http://www.nexusedizioni.it/apri/Argomenti/Anomalie-spaziali/QUEI-SEGNALI-PROVENGONO-DALLE-ASTRONAVI-SU-SATURNO-di-Massimo-Fratini/

Nexus Edizione – Itália, por Massimo Fratini
Tradução e imagens:
Thoth3126@gmail.com

Leia mais: Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica sonda Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar, atrás apenas de Júpiter.


Foto acima: Imagem do sinal gravado pela sonda espacial Cassini, quando em órbita próxima de Saturno.

Sobre Norman Bergrun: Bergrun trabalhou como pesquisador na NASA por 12 anos – depois na Lockheed Missiles and Space Company (atualmente Lockheed Martin), onde foi responsável pelo planejamento e análise de testes de vôo para o lançamento do míssil Polaris da Marinha dos EUA. Durante seus treze anos de emprego na Lockheed, também serviu como um cientista responsável pelo desenvolvimento na área espacial e de satélites.

Norman Bergrun e o seu livro “Rinkmakers of Saturn”. Norman Bergrun realizou um estudo detalhado das imagens de fotos enviadas pelas sondas espaciais da NASA, Voyager 1 (lançada em 05 de Setembro de 1977) e Voyager 2 (lançada em 20 de Agosto de 1977), e imagens relacionadas com os anéis de Saturno.

Ele descobriu como os anéis são formados por radiação eletromagnética emitidas pelos veículos (UFOs) gigantes (EMV) e que estes são controlados por uma forma de vida e inteligência extraterrestre. Em um estudo publicado em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, ele ressalta muitas pesquisas efetuadas sobre fotos coloridas de Saturno, cuja fonte era a NASA.

Nossos parabéns ao Dr. Bergrun, da comunidade de investigação, pelos seus milhares de horas de estudo e análise de documentação para chegar às suas conclusões.

ENORMES ESPAÇONAVES FORAM FOTOGRAFADAS “CAMUFLADAS DENTRO” DOS ANÉIS DE SATURNO. Seriam naves da Federação prontas para intervir na Terra em caso de necessidade de resgate? Fotos em infravermelho: Telescópio espacial Hubble.



Há gigantescas aeronaves espaciais (UFOs) ESTACIONADAS nos anéis de Saturno, assinaladas pelas setas brancas. Fotos em Infravermelho do Telescópio Espacial Hubble!

Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais tão antigas como as Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são a demonstração da presença de aeronaves gigantescas (UFOS gigantes) que operam na órbita de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. E não é só isso!

"A presença de tais UFOs gigantes nos anéis de Saturno certamente é um dos mais importantes… segredos das descobertas feitas no espaço. Grandes veículos cilíndricos, pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida e altamente sofisticada, e eles também estão presentes nas regiões de Marte e da Lua". (Norman Bergrun)



Uma sombra enorme de uma espaçonave alienígena que se projeta sobre o solo de Marte. Imagens da Sonda Phobos 2. NASA.

Em 1996, nosso grande telescópio espacial Hubble estava à procura de novas luas em Saturno e Júpiter. Mas naquele dia, o telescópio foi capaz de tirar fotos infravermelhas de Saturno e nas fotografias foram descobertos enormes veículos misteriosos de origem desconhecida, cilíndricos e no entanto poderiam ser Naves Mães e/ou algum tipo de grandes naves alienígenas para transporte.

Mais Fotos tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble em infravermelho dos anéis de Saturno e os gigantescos objetos.

Uma dessas naves misteriosas parece ter um diâmetro próximo ao da Terra e outra tem cerca de 50 mil quilômetros de comprimento! Em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, o Dr. Norman R. Bergrun, em colaboração com Walter Vincenti, emérito professor de aeronáutica e astronáutica da Universidade de Stanford, descreveu que os anéis de Saturno de fato não são totalmente naturais, mas teriam sido construídos artificialmente a partir das gigantescas espaçonaves cilíndricas alienígenas– veículos que circulam nos arredores e anéis de Saturno. Quem estaria fazendo e criando esses anéis em Saturno e outros dispositivos artificiais em nosso sistema solar? Qual é a razão para tudo isso?

Não nos esqueçamos que o Coronel Philip Corso, em 1947 teve um encontro pessoal com um ser ET de Zeta Reticuli. Neste encontro, Corso perguntou de qual planeta eles vieram, e quais eram os seus objetivos. A resposta foi a seguinte: Nós somos “OS CRIADORES”, mas também somos chamados de IGIGI (Annunakis). Eles são, portanto, os criadores (ou melhor seria dizer povoadores de mundos) de mundos? Se lermos os textos antigos Sumérios (Enuma Elish), os famosos Nephilim foram descritos como criadores e os Guardiões do Universo.

Acima UFOs cilíndricos com comprimento igual ao diâmetro do planeta Terra fotografados em Saturno!!

Não parecem querer nos contatar (pelo menos abertamente) por agora. Mas algo está se movendo nessa direção. Nós todos sabemos que estes seres – as civilizações extraterrestres – altamente avançados(tecnologicamente, o que pode não significar nada em termos de evolução espiritual, a não ser para aqueles que endeusam a tecnologia, qualquer que seja ela), podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar. E é de grande ajuda ter veículos que podem ser medidos em tamanho com o diâmetro de planetas como a Terra.

Um veículo ET de uma escala tão grande, tem capacidade para suportar uma civilização inteira. Eles também poderiam criar imensos anéis em torno de planetas, como Saturno, ou Júpiter, luas ou satélites, ou criar em torno de suas naves. Parece que fazemos parte deste grande projeto. Massimo Fratini.


Muitas destas espaçonaves podem estar escondidas nos anéis de Saturno.


Original: Pictures of Evacuation Craft out by Saturn/Nexus: http://abundanthope.net/pages/Environment_Science_69/Pictures_of_Evacuation

sábado, 5 de maio de 2012

Duas Versões para a Criação do Mundo



A Suméria, Zecharia Sitchin, Annunakis/Nephilins e os deuses da antiguidade.

Deus tem nomes diferentes e realiza ações em ordem inversa em textos do Gênesis. Datação e contexto cultural explicam incongruências; política também impactou texto.

A maioria esmagadora dos leitores da Bíblia não percebe, mas os dois primeiros capítulos do livro sagrado de católicos, protestantes e judeus retratam não uma criação do mundo, mas duas. O ser humano surge de três maneiras e momentos diferentes, uma logo depois da outra, e até o deus responsável pela criação não tem o mesmo nome nos dois relatos.


Essa natureza contraditória e fascinante do Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, está sendo revelada por uma série de estudos históricos e lingüísticos do texto sagrado. A arqueologia, por sua vez, mostra a relação dessas histórias com as de outros povos do Oriente Médio - às vezes tão parecidas com o Gênesis (o Gênesis que na realidade é uma cópia condensada desses mesmos escritos) que ajudam a recriar a 'pré-história' das Escrituras.


'A hipótese básica é que os textos bíblicos foram reunidos de várias fontes diferentes, de períodos diferentes, ao longo de nove séculos', explica Suzana Chwarts, professora de estudos da Bíblia hebraica na USP. 'Essa é a chamada hipótese documentária, discutida aos gritos em qualquer congresso internacional desde o século 19 até hoje', brinca Chwarts, referindo-se às polêmicas que rondam a idéia. Controvérsias à parte, a hipótese documentária costuma ver dois textos-base principais para as narrativas da criação, conhecidos pelas letrinhas P (primeiro relato) e J (o segundo). As diferenças entre as duas são numerosas, como se pode conferir abaixo.


De P a J - O relato de P é o único a detalhar a criação de todos os corpos celestes e seres vivos em seis dias. Nele, o homem e a mulher são criados ao mesmo tempo, e a divindade usa apenas palavras para fazer isso. Já o relato de J inverte a ordem de alguns elementos e, na verdade, enfoca apenas a criação dos seres humanos(trata-se da famosa história do homem feito de barro e da mulher modelada a partir de sua costela).


De quebra, os personagens que comandam a ação parecem não ser os mesmos. O primeiro recebe o nome hebraico Elohim (originalmente uma forma do plural da palavra El, deus, Elohim como 'deuses', mas usada para designar uma única divindade ou uma hierarquia de divindades), normalmente traduzido simplesmente como 'Deus'. O segundo é apresentado como Yahweh Elohim (dependendo da versão da Bíblia, chamado de 'Senhor Deus' ou 'Javé Deus' em português). Os indícios nesse e em outros textos bíblicos sugerem que os dois nomes refletem a influência de antigos deuses pagãos sobre a concepção de Deus dos antigos israelitas, autores e editores da obra.


As idéias sobre a origem dos relatos são variadas. Recolhendo pistas no texto hebraico completo da Bíblia, há quem aposte que J é o material mais antigo da dupla, tendo sido composto por volta do ano 700 a.C. Por outro lado, fala-se numa data mais recente para P, talvez a fase que se seguiu ao exílio dos habitantes do reino de Judá (a parte sul do antigo Israel) na Babilônia -- ou seja, pouco antes do ano 500 a.C.


Chwarts, no entanto, diz que a principal diferença entre a dupla talvez não seja a data, mas a visão de mundo. P teria sido escrito pela casta sacerdotal israelita, a julgar pelo seu ritmo altamente ritualizado e organizado. 'Ele é arquitetonicamente estruturado e ordenado, hierárquico. É totalmente antimitológico: tudo é criado pela palavra (o poder do Verbo), inclusive os astros celestes, que são divindades em todas as outras culturas do Oriente Médio antigo, se transformam em meras criações de Deus', afirma ela.

Já o segundo relato, o J 'não traz uma reflexão filosófica, mas reflete a visão popular de um camponês na terra de Israel. Esse é um deus mais paternal: quando cria o homem, o verbo usado é yatsar, ou seja, modelar a partir de uma substância', explica.


Polêmica - O curioso é que elementos que lembram tanto a primeira quanto a segunda história da criação aparecem em textos desencavados por arqueólogos no Oriente Médio. 'A imagem de deuses fazendo uma série de pequenos humanos com argila, como se fossem oleiros, também é muito comum', lembra Christine Hayes, professora de estudos judaicos da Universidade de Yale (EUA).


O mais famoso desses textos mitológicos é o ''ENUMA ELISH", achado no atual Iraque e escrito em acadiano, uma língua aparentada ao hebraico. Tal como o primeiro capítulo do Gênesis, o 'Enuma Elish' também descreve um mundo primordial coberto pelas águas, que é organizado por um deus -- no caso, Marduk, que estabelece o firmamento celeste, a terra firme e os astros.


Como explicar as semelhanças?


- Para Osvaldo Luiz Ribeiro, doutorando da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-RJ), cuja tese versará justamente sobre a primeira narrativa da criação, não é preciso pensar numa influência direta do 'Enuma Elish' (que pode ter sido escrito por volta de 2.000 a.C.[na realidade é muito, mas muito mais antigo]) sobre a Bíblia. 'Esses relatos dependem mais da plataforma cultural comum do mundo semita [grupo que incluía tanto israelitas quanto a raça dos falantes do acadiano]' - ou seja, teriam apenas uma origem remota comum.


Já Christine Hayes vê as semelhanças, na verdade, como uma crítica polêmica dos israelitas aos seus vizinhos pagãos. Ao adorar um deus único e soberano sobre a natureza, eles teriam usado elementos parecidos para contar uma história totalmente diferente. O deus Marduk, por exemplo, precisou lutar contra uma feroz deusa aquática, chamada Tiamat - uma espécie de representante das águas primordiais -, para criar o mundo. Já o Deus da primeira narrativa da criação simplesmente manda as águas se mexerem - e elas se mexem sem resistência, argumenta Hayes. 'O ouvinte antigo imediatamente ia ficar de orelhas em pé. Ia ficar pensando: cadê a batalha? Cadê o sangue? Achei que conhecia essa história', diz a pesquisadora.


Terroso:


- A análise moderna do texto hebraico revela outras surpresas em relação à Adão, o suposto ancestral isolado de todos os seres humanos. 'Para começar, Adão não é um nome próprio', diz Hayes. A primeira narrativa diz que Deus criou o 'adam' - com artigo definido, como se fosse uma categoria de seres, e não um indivíduo. 'Já se traduziu 'adam' como o terroso [ou seja, o feito de terra]', conta Osvaldo Ribeiro. De quebra, nesse relato diz-se explicitamente que o 'adam, homem e mulher juntos, são criados ao mesmo tempo e ambos seriam 'imagem e semelhança' de Deus. 'É que, no mundo antigo, não se concebe um deus sozinho. Todo deus tem sua fêmea - não dá para imaginar um deus celibatário' (todo o panteão de deuses da antiga ÍNDIA TEM A SUA CONSORTE FEMININA), explica Rafael Rodrigues da Silva, professor do Departamento de Teologia e Ciências da Religião da PUC-SP.


Política pós-exílio


Silva diz que a relação entre 'adam e 'adamah, ou 'terra' em hebraico, tem a ver com a idéia de terra enquanto lavoura, terreno para plantar. Nesse caso, as narrativas do Gênesis estariam de olho na necessidade de voltar a cultivar a terra da Palestina depois que o povo de Judá voltou do exílio na Babilônia. Ribeiro, da PUC-RJ, aposta justamente nesse interpretação social e política para explicar a primeira narrativa da criação. 'Essas narrativas tinham uma função específica no antigo mundo semítico, e essa função aparentemente não tinha a ver com a nossa visão delas como relatos da origem de tudo o que existe', afirma. O 'Enuma Elish', por exemplo, era recitado na construção de templos e cidades - como uma parte ritual da ação criadora que estava sendo executada.


Ora, ao voltar do exílio, os ancestrais dos judeus, capitaneados pelos sacerdotes, viram-se diante da tarefa de reconstruir o Templo de Jerusalém - e o relato da criação seria justamente uma versão ritual desse processo. Ribeiro afirma que há um paralelo claro entre a situação de caos e de desolação antes da ação divina e a terra de Israel devastada pela guerra em 586 a.C.
'Por exemplo, quando uma cidade é destruída na Bíblia, há a invasão das águas', que nesse caso representam as hordas de soldados e povo invasor, diz. Isso explicaria também porque, estranhamente para nós, Deus não cria as coisas do nada, mas reorganiza elementos que já estão presentes - como alguém que traz de novo a lei e a ordem para uma região.


Contradições preservadas


- Diante da história complicada e tortuosa do texto, a pergunta é inevitável: por que os editores antigos resolveram preservar as contradições, em vez de apagá-las?
'Porque ambas eram respeitadas em seus círculos, ambas eram fontes com autoridade, e os redatores bíblicos utilizaram o sistema de edição 'cortar/colar', e nunca 'apagar'. Para o pensamento semita antigo, não há contradição alguma em dois relatos diferentes estarem no mesmo livro. Aliás, a idéia é que a palavra de Deus é múltipla e se expressa de múltiplas formas, assim como sua verdade', arremata Suzana Chwarts.


Tábulas e Barras Mesopotâmicas:


O que representou a Suméria: histórico resumido:


1.686 - Persépolis - Engelbert Kampfer batiza os sinais em forma de cunha contidos nos manuscritos e selos aquemênidas (dinastia de Ciro, o Grande) de "escrita cuneiforme", após a sua visita a Persépolis. Antes disto, estes sinais haviam sido considerados como "decoração" ou elementos decorativos. Posteriormente, reconheceu-se que esta escrita era a mesma encontrada nos artefatos antigos e barras descobertas na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates.


1.843 - Paul Emile Botta inicia a primeira escavação de grande porte no local hoje chamada de Khorsabad - Mesopotâmia do Norte. Botta identifica o nome do local - Dur Sharu Kin - onde reinava Sargão I. Lá encontrou uma construção em degraus - a escada dos deuses para o céu - que vinha a ser uma pirâmide de degraus denominada zigurate. A cidade onde se encontrava este zigurate era de alto nível: palácios, templos, casas, estábulos, armazéns, paredes, cancelas, colunas, decorações, estátuas, obras de arte, torres, rampas, terraços, jardins - foram encontrados no espaço de cinco anos. Idade do achado: 3000 anos. A França marcara um tento importante na arqueologia!


Sir Arthur Layard, foi mandado pela Inglaterra ao Oriente Médio. A Inglaterra estava ciumenta das grandes descobertas francesas. Layard descobre a antiga Nínive, a capital da Assíria, que foi governada por Senaqueribe, Asaradão e Assurbanipal. Em seguida, o arqueólogo descobre "uma cidade de pirâmides" - Nimrud - o centro militar assírio. Lá foi encontrado o obelisco de Shalmaneser II, hoje, no Museu de Londres. Layard estava trilhando, maravilhado, os caminhos bíblicos, ele e os eruditos que o acompanhavam, já intitulados "assiriologistas" (não se sabe o porque).


Em 1.903/1.914, surge Assur. Os trabalhos, desta vez, confiados a W. Andrews. Na mesma época R. Koldwei desenterrava a Babilônia - a Babel Bíblica - zigurates, jardins suspensos, palácios, templos, viram outra vez a luz do dia. Artefatos e inscrições escreviam a História dos dois impérios rivais da Mesopotâmia - Babilônia e Assíria, um no sul e outro no norte. A língua falada nestes impérios, e elo cultural, histórico e religioso era a acádia, a primeira língua semítica conhecida.
Entretanto, algo preocupava Sir Henry Rawlison na sua conferência feita na Real Sociedade Asiática, ano de 1853: os nomes dos reis, anteriores a Sargão de Akkad, pareciam pertencer a um outro tipo de linguagem. - "Eles parecem pertencer a um grupo não conhecido de línguas e de povos" - Layard havia retirado da Biblioteca de Assurbanipal em Nínive 25 mil barras, muitas delas se referiam a textos ainda mais antigos.


A Barra Decisiva:

A 23ª Barra dizia: EM "língua de shumer não modificada".
Um outro texto, este escrito pelo proprietário da Biblioteca: Assurbanipal - esclarecia:
"O deus dos escribas fez-me dádiva do conhecimento da sua arte. Eu fui iniciado no segredo da escrita. Eu posso ler as intrincadas barras em shumerio; Eu entendo as palavras enigmáticas nas gravações de pedra dos dias anteriores ao dilúvio."


Ano de 1.869 - Julles Oppert sugere à "Sociedade Francesa de Numismática e Arqueologia", o reconhecimento da existência de uma língua e de um povo pré-acádico. O povo se chamaria sumério e o seu território - Suméria - salientando que os reis se proclamavam - Reis da Suméria e Akkad. A mesma Terra de Shin'ar, o nome bíblico para Shumer. Sir Henry Rawlison havia decifrado a misteriosa escrita cuneiforme.


Em 1.877, arqueólogos franceses mergulham nas escavações que se mostram tão ricas de tesouros arqueológicos que eles prosseguem trabalhando até o ano de 1.933. Não conseguiram esgotar o sítio.


É encontrada uma estátua preciosa entre todas estas riquezas: a de GUDEA. Antecipando Moisés em 1.200 anos, Gudéa recebeu de "deus" a tarefa de erguer-Lhe um templo. Gudéa recebeu as plantas das mãos do próprio Deus e as suas estátuas mostram esta planta aberta nos seus joelhos: um zigurate de sete andares. Gudéa foi o governante de Lagash.




ACIMA: GUDEA ("receptor") é ensi (governador) da cidade-estado de Lagash, baixa Mesopotâmia de 2141 a 2122 AC. AD. Ele é famoso pelas muitas estátuas que o representam.


Suméria o Berço (do homem e) de Todas as Grandes Civilizações ocidentais:

As realizações: Invenção da imprensa milênios antes de Gutemberg, pelo uso de tipos móveis para imprimir as sequências de signos escolhidos, na argila úmida. O selo cilíndrico trabalhava como as prensas rotativas. A mensagem era gravada ao contrário neste selo. Depois de rolado na argila úmida, nele surgia a "impressão" positiva. O selo podia, também, ser usado em nova impressão que autenticava a predecessora (os sumérios registravam todo o seu cotidiano e as suas crenças religiosas, com precisão de detalhes).


Matemáticas - Usavam o sistema sexagesimal e o conceito matemático de "posição". Conheciam o círculo de 360º, o pé, as polegadas e a dúzia. A astronomia era muito desenvolvida, já haviam estabelecido um calendário e descoberto a precessão do equinócio. O zodíaco é uma outra das suas criações.


Os sumérios usavam nas suas construções um tipo de concreto armado, misturando a argila úmida dos seus tijolos para lhes fornecerem força tensil e durabilidade. Construíam os seus arranha-céus, usando vãos em arco. A Suméria promoveu a Idade dos Metais com a invenção de fornalhas com grandes temperaturas controláveis. Seus artífices trabalhavam as suas jóias, o ouro, o cobre e compostos de prata há 6000 anos.


Foram grandes metalúrgicos. Ligando o cobre com metais inferiores, produziam o bronze. Floresceu a Idade do Bronze. Com o comércio, surgiram os bancos e o primeiro dinheiro - shekel - de prata. Rica em combustíveis (A Suméria é hoje o Iraque), usavam o betume os asfaltos. R. J. Forbes escreveu um livro sobre o assunto: "Bitumen and Petroleum in Antiquity". No ano de 3500 a.C. os sumérios praticavam a esmaltagem e produziam tintas.


O uso dos petrolíferos foi amplo, também, nas construções, nas estradas e na calafetagem. Os arqueólogos encontraram todas estas evidências em Ur, a cidade de Abraão. A palavra NAFTA, para petróleo, deriva do sumério NAPARU - Pedras que cintilam -. Com a sua química avançada, os sumérios produziram pedras semi- preciosas artificiais e um substituto para o lápis-lázuli, a pedra preferida da deusa Inanna.


A Medicina avançada, na Suméria, pode ser avaliada a partir de uma seção da Biblioteca de Assurbanipal. Esqueletos encontrados nos túmulos demonstraram as delicadas cirurgias cranianas. Há descrições de operação de "catarata" e o CADUCEU da Medicina tem a sua origem nesta terra extraordinária: era um dos símbolos de EA/ENKI o deus INCIADOR/SERPENTE DA SABEDORIA.


A Suméria produzia tecidos delicados e a sua MODA provocava a admiração e o desejo de todos, que preferiam a condenação à morte por roubo para possuírem um bom casaco de Shi'nar. (Livro de Josué 7:21).
Havia um grande desenvolvimento agrícola e uma cozinha caprichada: a primeira receita do que hoje é conhecido como "Cock au vin" francês, com o desenho de um galo, foi encontrada nas escavações de um dos sítios arqueológicos.
A Suméria produziu bebidas e a cerveja era protegida pelas "deusas da cerveja": Nin.Kashi (senhora cerveja).


Este povo conhecia a roda, carros, carruagens e possuíam barcos para o comércio.




Acima: A Mesopotâmia e as cidades criadas pelos "deuses" de Nibiru, os Annunaki e Nephilins. O Jardim do Éden extraterrestre, entre os rios Tigre e Eufrates, onde hoje é o IRAQUE... Local da criação do homem por Enlil de Nibiru.


Artes e literatura:

"Um cantor cuja voz não é doce é realmente um "pobre" cantor. (Dito popular sumério). Os cantores estavam em greve por salários maiores.


A sua literatura contém poemas épicos, como o do semi-deus herói Gilgamesh, a Epópéia da Criação e várias páginas de grande fôlego, beleza e emoção . A Suméria cultivou as artes com esmero, produziu instrumentos musicais e as bases da música, tal como a conhecemos hoje em dia no Ocidente. Adrian Wagner, tetraneto de Wolfgang Wagner, o grande compositor, criou a sua obra "Holy Blood Holy Grail" com a base da música suméria.


Em 1.956 o prof. Samuel Kramer, um dos maiores dentre os sumeriologistas ou assiriologistas, escreveu o legado literário e histórico da Suméria em seu livro - Das Barras da Suméria - (From the Tablets of Summer) encontradas sob os montes da Suméria. São 25 capítulos, cada um deles aborda uma conquista sumeriana: escolas, o primeiro congresso com duas assembléias, o primeiro historiador Entemena, rei de Lagash, a primeira farmacopéia, o primeiro almanaque do agricultor, a primeira cosmogonia e cosmologia, o primeiro Jó, provérbios e ditos, os primeiros debates literários, o primeiro Noé, o primeiro catálogo de biblioteca a Primeira "Idade Heróica do Homem"


Antes de Hamurabi – 1.900 a.C. - Com a descoberta da Suméria, descobriu-se que o Primeiro Sistema de Leis, conceitos e ordem social e justiça administrativa pertenciam à Suméria e não à Assíria e Babilônia, descobertas antes das escavações arqueológicas na região onde floresceu a Suméria. Há, também, o código de Lipit-Ishtar, promulgado por um governante de Isin, composto por 38 leis - legíveis na Barra parcialmente conservada e na sua cópia gravada em uma estela de pedra.


Os códigos (como o Código de Hamurabi também ostenta), nos deixaram a mesma explicação enigmática: - o código agia segundo as instruções dos "grandes deuses" que ordenaram que se "trouxesse o bem estar aos sumérios e aos acádios". Há mais um recuo no tempo – 2.350 a.C. - Urnammu, governante de Ur, assina leis decretadas por NANNAR, um "deus", leis que puniam ladrões de gado, cabras e ovelhas!


"Com uma atordoante brusquidão... aparece neste pequeno e barrento jardim sumério... toda a síndrome cultural que constitui desde então a unidade embrionária de todas as grandes civilizações do mundo."
Joseph Campbell - The Mask of God - (As Máscaras de Deus).


"Tudo o que parece belo, nós o criamos pela graça dos deuses".
Esta inscrição está espalhada, aos milhares, nas antigas inscrições mesopotâmicas desenterradas pelos arqueólogos.


INFERÊNCIAS:


O "Gênesis e o Antigo Testamento Bíblico" são comuns a todas as religiões judaico- cristãs. É o que se encontra impresso na "A BÍBLIA" - das edições Paulinas: - recomendação - assinada por D. Luciano Mendes de Almeida, Presidente da CNBB - Arcebispo de Mariana. E pelo Bispo Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e Presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs - Glauco S. de Lima (Lima em assinatura pouco compreensível).


Na "Introdução" ao GÊNESIS encontra-se:
As Fontes: Ao contarem as origens do mundo e da humanidade, os autores bíblicos não hesitaram em haurir, direta ou indiretamente, das tradições do Antigo Oriente Próximo. As descobertas arqueológicas de aproximadamente um século para cá, mostram que existem muitos pontos comuns entre as primeiras páginas do GÊNESIS e determinados textos líricos, sapienciais ou litúrgicos da Suméria, da Babilônia, de Tebas ou Ugarit.
Este fato nada tem de estranho quando se sabe que a terra em que Israel se instalou era aberta às influências estrangeiras e que o povo de Deus manteve relações com seus vizinhos. Mas os progressos da arqueologia revelam igualmente que os escritores bíblicos, responsáveis pelos primeiros capítulos do GÊNESIS, não foram imitadores servis. Souberam trabalhar as suas fontes, repensá-las em função das tradições específicas do seu povo, enfatizando a originalidade da fé ja vista.





A Mesopotâmia (hoje o IRAQUE) nos tempos do rei Hamurabi, século XVIII a.C.


TÁBULAS MESOPOTÂMICAS
(escrita cuneiforme)


As Crônicas da Terra - Zecharia Sitchin - erudito (resumo parcial)


"A resistência às idéias novas aumenta na proporção direta do quadrado da sua importância". Lei de Russel



1ª Parte:

A Criação do Sistema Solar - A EPOPÉIA DA CRIAÇÃO ENUMA ELISH


Enuma Elish la nabu shamamu
Quando nas alturas o céu não fora nomeado
Sha´litu ammatum shuma la zahrat
E embaixo solo firme (terra) não fora chamada.


"Com uns poucos rasgos de estilete de junco sobre a primeira barra de argila - em nove curtas linhas - o antigo poeta-cronista consegue fazer-nos sentar no centro da fila da frente e ousada e dramaticamente levanta a cortina para o mais majestoso espetáculo do tempo: A CRIAÇÃO DO NOSSO SISTEMA SOLAR". (Zecharia Stichin - erudito).

Nada, exceto o primordial APSU, seu criador,
Mummu e Tiamat - ela que os deu à luz a todos;
As suas águas foram reunidas
Nenhum junco se formara, nenhum pântano aparecera
Foi então que os deuses se formaram no meio.
Os "deuses" neste caso: planetas. Havia a distinção: a Realeza no Céu e a Realeza na Terra.
Tiamat: um planeta que existiu entre Marte e Júpiter e que foi destruído nas "batalhas Celestes" nº 1 e nº 2.


As suas águas foram confundidas...
Deuses foram gerados entre elas:
O deus Lahmu e o deus Lahamu foram dados à luz;
Pelo nome foram chamados.
LAHMU= Marte e Lahamu = Vênus. LHM (fazer guerra): o deus da guerra e a deusa do amor e da guerra.


Antes que eles avançassem nos anos
E em estatura até ao tamanho idealizado-
Formaram-se o deus ANSHAR e o deus KISHAR,
Que os ultrapassaram (em tamanho)
Nascimento de Saturno (ANSHAR) e de Júpiter (KISHAR).
Antes que eles avançassem nos anos
E em estatura até ao tamanho idealizado-
Formaram-se o deus ANSHAR e o deus KISHAR,
Que os ultrapassaram (em tamanho)
Nascimento de Saturno (ANSHAR) e de Júpiter (KISHAR).


A medida que os dias se alongavam e os anos se multiplicavam,
O Deus ANU tornou-se filho deles - um rival de seus antecessores,
Engendrou à sua imagem e semelhança NUDIMMUD.
Surgiu ANU (Urano) que engendrou NUDIMMUD (Netuno) à sua imagem e semelhança.


A CIÊNCIA moderna confirmou este fato: "imagem e semelhança" entre os dois planetas, usando das mesmas palavras deste texto. (Sonda Voyager 2 enviada pela Nasa) ano de 1989. A Nasa afirmava que eram planetas Gasosos, os sumérios (e Z. Sitchin) que eram aquosos. A Sonda Voyager confirmou as declarações dos sumérios.


Mummu (Mercúrio) e Gaga (Plutão) nesta época eram os "emissários" de APSU (Sol) e de ANSHAR (Saturno) respectivamente. Receberam o "destino" (Órbitas) na "Batalha Celeste" quando foram "desligados" das suas funções de "emissários".


ANSHAR abriu sua boca,
A GAGA, seu Conselheiro, ele dirigiu uma palavra...
"Fica no teu caminho, GAGA,
Manifesta tua posição entre os deuses,
E aquilo que eu te disser
Tu o repetirás a eles."
Este fato resolve um problema da astronomia moderna, implicada com a pequenez de Mercúrio e Plutão, mais parecendo satélites do que planetas.


Nibirú/Marduk: Batalha Celeste nº 1
Na Câmara da Fortuna, o local dos Destinos
Foi engendrado um deus, o mais capaz e sensato dos deuses;
No âmago do Abismo foi MARDUK criado.
Na Câmara da Fortuna, o local dos Destinos
Foi engendrado um deus, o mais capaz e sensato dos deuses;
No âmago do Abismo foi MARDUK criado.


A Babilônia "puxa sardinha para a sua brasa". Na versão da EPÓPEIA DA CRIAÇÃO suméria para o ENUMA ELISH babilônio, os babilônios honram o seu deus nacional: MARDUK. A Suméria nomeava o "planeta invasor" - Nibirú - Travessia - sujo símbolo é uma cruz, aliás, onipresente nas ilustrações das Barras e estelas.


Fascinante era sua figura, cintilante o erguer dos seus olhos,
Altivo seu porte, autoritário como de velhos tempos...
Entre os deuses ele era intensamente exaltado, excedendo através...
Ele era o mais supremo dos deuses, incomparável sua altura;
Seus membros eram enormes, ele era extremamente alto.


1ª Colisão
O Senhor avançou, seguiu seu caminho;
Na direção da irada Tiamat ele virou sua face...
O Senhor aproximou-se para esquadrinhar a face interior de Tiamat
Para se aperceber do esquema de Kingu seu esposo.


Tiamat havia concedido a "Barra dos Destinos" (órbita independente) a Kingu e Marduk tomou esta Barra o reduzindo, novamente à condição de "satélite": a "carreira", como planeta, lhe foi negada por MARDUK na 1ª Colisão.


Ela exaltou Kingu,
No meio deles ela o fez grande...
O alto comando da batalha
Ela depositou nas mãos dele.


Tiamat e Marduk, os mais sensatos de todos os deuses,
Avançavam de encontro um ao outro;
Apressaram-se para o combate individual,
Aproximaram-se para a batalha.


Descrição da Batalha Celeste nº 1
O Senhor espalhou sua rede para envolvê-las; ( energias titânicas)
O vento Vil, o da retaguarda, ele desatrelou à frente dela
Quando Ela, Tiamat, abriu a boca para o devorar -
Ele dirigiu o Vento Vil para ela, para que não pudesse fechar os lábios.
Os ferozes ventos de tempestade atacaram então sua barriga;
Através dela ele disparou uma seta, ele rasgou sua barriga;
Cortou suas entranhas, rasgou até seu ventre.


Tendo-a assim submetido, ele extinguiu seu hálito de vida!


Que cataclismo, que catástrofe horrível não deve ter sido esta!
"VENTOS" são "satélites". Nesta frase: foram os "satélites" de Nibirú (sumério) Marduk (babilônio) que enfrentaram Tiamat. Segundo Sitchin, um fato astronômico de importância fundamental.


Nascimento dos Cometas (os satélites de Tiamat)


Depois de ele Ter trucidado Tiamat, a líder,
Seu grupo foi despedaçado, sua honra partida.
Os deuses, seus ajudantes que marchavam a seu lado
Tremendo de medo,
Voltaram suas costas para salvar e preservar suas vidas.
Voltaram suas costas: reverteram suas órbitas, mas continuaram presos "no laço, na rede" no Sistema Solar:


Atirados para a rede, eles viram-se presos no laço...
O grupo completo de demônios que marchava ao lado dela.
Ele lançou-lhe grilhões, ligou suas mãos...
Estreitamente rodeados, eles não podiam escapar.


Batalha Celeste Final - Marduk colide com Tiamat


Aqui se inicia o Gênesis Bíblico copiado 1.000 anos depois dos Originais Mesopotâmico


Mesopotâmia
O Senhor fez uma pausa para apreciar seu corpo sem vida.
Então, engenhosamente, planejou dividir o monstro.
Depois, ele separou-o em duas partes, como um mexilhão.
O Senhor calcou a parte traseira de Tiamat;
Com sua arma, cortou a fundo o crânio ligado;
E fez com que o Vento Norte a levasse
Até locais desconhecidos.
Este foi o momento da CRIAÇÃO DO PLANETA TERRA.


Gênesis Bíblico - Jó (26:7,13)


"Pelo teu poder tu fizestes as águas dispersar; o chefe dos monstros aquosos tu partiste".
A abóbada partida ele estendeu no lugar de Tehom,
A Terra suspendeu no vazio...
Seus poderes prenderam as águas,
Sua energia fendeu O ALTIVO
Seu Vento mediu o Bracelete Partido;
Sua mão extinguiu o tortuoso dragão.
Jó.Tehom, Tehom-Raba, dragão, monstro aquoso: TIAMAT é assim denominada na Bíblia.


Mesopotâmia
O Bracelete: o Cinturão de Asteróides
A (outra) metade dela ele colocou como anteparo para os céus:
Fechando-os juntos, como vigilantes ele os estacionou...
Inclinou a cauda de Tiamat para formar com o Grande Grupo um bracelete.

Aos 14/02/2000 terminou a "Missão Near" (sonda Near) da Nasa, chefiada pelo Dr. Cheng, quem parabenizou Zecharia Sitchin pela justeza da sua Hipótese, calcada nas Tábulas Mesopotâmicas. A Nasa confirmou, com relatório, esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

O Jornal Infinito publicou a notícia completa, na sua edição de Maio de 2000, em um "furo de reportagem". Imprensa e mídia brasileiras em silêncio completo! Em Junho ou Julho de 2001, uma renomada revista, no RODAPÉ, publicou uma notícia sucinta e com data ADULTERADA para o ano de 2001! O "site" de Zecharia Sitchin PROVA a data correta: 14/02/2000 - St. Valentines Day.


Mesopotâmia
Colocando em posição a cabeça de Tiamat (Terra)
Ele ergueu aí as montanhas.
Ele abriu nascentes, afastou as torrentes.
Através dos olhos dela ele libertou o Tigre e o Eufrates.
De seios ele formou as supremas montanhas,
Furou nascentes para a água ser levada em regos
Para os mesopotâmicos "ELE", MARDUK - o SENHOR.


O Gênesis Bíblico:


E o Senhor disse:
"Que se reúnam as águas sob os céus, juntas num só lugar, e que surja a terra seca". E assim fez.


E a nossa LUA, seria KINGÙ? Marduk, em outro texto mesopotâmico, "fez aparecer a divina Lua"... designou que ela marcasse a noite e definisse os dias em cada mês. Sitchin nomeia a Lua como sendo - a Testemunha do GÊNESIS e afirma que o nosso satélite cujas proporções intrigam os astrônomos, no passado foi Kingu: um candidato a planeta. Sua pretensão foi castrada nas Batalhas Celestes:


"Ele tirou-lhe a Barra do Destino, que não era legalmente sua".


O Planeta Nibirú/Marduk
Planeta Marduk:
Em seu aparecimento: Mercúrio
Elevando-se 30º no ano celestial: Júpiter
Quando parado no local da Batalha Celeste: é Nibirú.


"Já há algum tempo, os astrônomos que sempre se intrigaram com as perturbações na órbita de Netuno e Saturno, passaram a cogitar sobre a possibilidade da existência de outro planeta em nosso sistema solar, muito mais afastado do Sol do que todos os outros. Eles o chamam de planeta X, o que significa tanto "desconhecido" como "décimo". - Zecharia Sitchin.

Vários astrônomos têm procurado por Nibirú, devido às perturbações da órbita de Plutão. Plutão foi descoberto por perturbar as órbitas de Netuno e Urano, há cento e poucos anos, porém, os astrônomos estão buscando por um planeta que se comporte dentro das normas do nosso sistema solar e Nibirú, o planeta X, não se comporta assim. Nibirú órbita como um cometa. Joseph L. Brady (Lab. Lawrence Livermoore) calculou a órbita do planeta X a uma distância de 64 UA (unidades astronômicas, com período orbital de 1800 anos.


"O fato de Nibirú estar voltando para seu perigeu poderia explicar o fato de a órbita calculada por Brady, ser exatamente a metade da órbita de 3600 anos terrestres que os sumérios registraram para Nibirú?"- pergunta Zecharia Sitchin.


"O astrônomo Brady tirou conclusões que concordam, plenamente com os dados sumérios: órbita retrógrada (direção dos ponteiros do relógio) e não está na eclíptica ou faixa orbital de todos os outros planetas, exceto Plutão, mas inclinada em relação a ela".


Robert Harrington (falecido recentemente), um dos descobridores de Caronte e quem dirigia o Observatório Naval Americano, forneceu os seus dados a Zecharia Sitchin, semelhantes aos dados sumérios e gravou o vídeo "Are we Alone"? onde, de viva voz e na presença de Sitchin confirmou as suas coordenadas sobre o Planeta X.


Thomas C. Van Flandern, estudando dados fornecidos pelas sondas Pioneer 10 e 11 e pelas Voyagers, com mais quatro colegas seus do Observatório Naval Americano, dirigiu-se à Sociedade Astronômica Americana mostrando as evidências de que um corpo celeste com, pelo menos, o dobro do tamanho da Terra órbita o sol a uma distância de, no mínimo, 2, 4 bilhões de Km além de Plutão.
O IRAS (Infrared Satellite) foi, também, ao encalço de Nibirú/Planeta X: "Os astrônomos têm tanta certeza da existência do décimo planeta que pensam que nada mais resta senão dar-lhe um nome". O texto citava o nome de Ray T. Reynolds. A geóloga Madeleine Briskin Ph.D. já sugeriu o nome do Planeta X: NIBIRÚ Z.S., "em honra de Zecharia Sitchin".


Descoberto o Planeta X? Há meses atrás a Internet ligada à astronomia entrou em polvorosa: descoberto um planeta estranho escondido na fímbria do Sistema Solar. Sitchin oferece toda a descoberta (nomes e datas) no seu site http://www.sitchin.com/- The Case of the Lurking Planet -. No nosso site: Descoberto o Planeta X?


Efeitos da "entrada" do planeta segundo as Tábulas Mesopotâmicas e os relatos bíblicos:


Mudança climática drástica. Inundações violentas, e secas em outros locais (devastação no meio ambiente). Vulcões ativos, adormecidos (Vesúvio) e extintos entram em atividade. Movimento desusado das Placas Tectônicas (N. York e outros). Degelo na Antártida (blocos do tamanho da cidade de São Paulo) e nos picos de montanhas sempre congelados (Kilimandjaro, Andes e o Himalaia).
O degelo provoca Tsunamis, no passado, os sumérios chamaram a esta devastação: o dilúvio. Prisão do fuso axial da Terra sobre o seu próprio eixo (escuridão). Inquietação no seio da humanidade: guerras, terrorismo... Será que estamos vendo este filme? Os sumérios acenam com a esperança: sempre se sucedeu uma "Idade de Ouro". Quem viver, verá!



O Disco alado, representação de NIBIRU




2ª parte:

COLONIZAÇÃO DA TERRA E CRIAÇÃO DO ADAMU (o homem)

Antes de tudo uma explicação: Os sumérios designavam o planeta Terra: Ki - Mul - Ki - significava: "corpo celeste partido". A pronúncia da palavra KI foi sendo adulterada e originou GI, depois, GE, de onde os gregos tiraram o prefixo de todas as ciências que envolvem o estudo da terra. Os sábios gregos nunca se cansaram de afirmar que o seu CONHECIMENTO tinha como FONTES, uma SABEDORIA muito remota. (GE - ografia, GE - ologia, etc).


Os habitantes do Planeta Invasor, Nibirú, mais tarde Marduk, enfrentaram um sério problema no seu planeta e necessitavam do ouro (e outros elementos), não por ganância, mas como solução para o seu problema atmosférico. O Planeta KI, outrora "criado" pelo seu próprio planeta oferecia o que desejavam tanto e em profusão. Resolveram, então, "descer dos céus", rumo à KI.


Incrivelmente, existe uma prova desta aterrissagem: uma "ROTA DE VIAGEM" descoberta nas ruínas da Real Biblioteca de Nínive. Segundo o erudito Zecharia Sitchin quem a decifrou e que SINTOMATICAMENTE ocupa o cargo de CONSULTOR da Nasa, o que lhe dá o gabarito de poder opinar com conhecimento: - "Os alienígenas de Nibirú usavam a mesma aproximação para aterrissar na Terra vindo do espaço exterior utilizada pela Nasa nas suas missões à Lua. É o que dizem os textos Mesopotâmicos".


Segundo os estudiosos, este é "o mais desconcertante documento mesopotâmico" a "Rota de Viagem" dos Annunakis diante de nós, faremos uma pergunta: quem a usou?


Nós os conhecemos, de longa data, sob os nomes de Elohim, Annakim, Anjos, Annunakis, Gigantes, Nefilins, Vigilantes, etc. através da Bíblia - do Gênesis e do Antigo Testamento: "Os que dos céus vieram" (Annunakis). Iremos chamá-los Nefilim ou Elohim, por familiaridade, Os Nefilim aqui aterrissaram no nosso Segundo Período Glacial – a partir de 430.000 a.C.- nas regiões do Rios Tigre e Eufrates, na Mesopotâmia.


A Mesopotâmia mostrou ser a região ideal para a consecução das suas metas. À primeira colônia deram o nome de E.RI.DU (casa na lonjura construída). Mais tarde, já bem aclimatados, fundaram o ED.IN. (casa dos justos íntegros),o EDEN, o título que lhes foi agraciado, "divinos", origina-se da palavra DIN. GIR (os justos dos foguetes).


Para dirigir a ocupação e os trabalhos que iriam ser desenvolvidos o governante de Nibirú, ANU, enviou um dos seus filhos, ENKI, um cientista brilhante, um megacientista e engenheiro. Enki construtor de E.RI.Du foi o seu primeiro habitante. Não tendo dado certo a extração do ouro, iniciada no mar, no Golfo Pérsico, e com a chegada de Enlil, outro dos filhos de ANU, herdeiro do trono de Nibirú e meio-irmão de Enki, na função de "Supremo Comandante da Terra", Enki se dirigiu para a África, para o "ABZU Estava irritado com a situação. O ouro começou a ser retirado das minas africanas. A arqueologia moderna já identificou estas minas" na Suazilândia e outros locais da África, datas: 35.000, 46.000 e 60.000 anos. (Idade da Pedra).

A Revolta:

Durante mais de 150 mil anos (da Terra), o povo Anunnaki trabalhou no fundo das minas africanas até que resolveu realizar um motim. Os Anunnaki recusaram-se aos trabalhos. Enlil e a assembléia dos "divinos" estavam no ponto de desistir do "Projeto Ki", voltando para Nibirú, quando ANU resolveu consultar o seu filho Enki. Este o dissuadiu da volta ao seu planeta origem, lançando a luz da esperança: criarem o Awilum (o labutador) os Lulu Amelu (trabalhadores) uma raça escrava para enfrentar os trabalhos das minas, através da Manipulação Genética, onde Enki acessorou à sua meio-irmã Ninti/Ninhurrsag, médica oficial da missão e geneticista. Foi criado o ADAMU (terráqueo), após tentativas de insucesso, onde os dois irmãos produziram "Quimeras" - aberrações, seres monstruosos (há registros).

Houve uma segunda mutação genética, visando à procriação. Seres híbridos não podiam procriar (episódio bíblico relacionado à retirada da costela de Adão) e as deusas, "barrigas de aluguel", já estavam ficando depauperadas e o processo se mostrava muito trabalhoso e lento.

Os Anunnaki/Nefilim não criaram a raça humana do NADA, eles criaram o "Elo Perdido" -O HOMO SAPIENS, manipulando o Homo Erectus geneticamente, o produto da evolução terrestre.
Quando o Gênesis bíblico se refere a - "o Adão" - refere-se, genericamente ao homem terráqueo.

Quem foi Zecharia Sitchin (1920-2010)?

Zecharia Sitchin é um erudito, especialista na História e na arqueologia do Oriente Médio e do Velho Testamento. Traduz o cuneiforme e outras linguagens antigas e ocupa o cargo de Consultor da Nasa. Sua obra "As Crônicas da Terra" é composta por 8 volumes onde expõe, com minúcias, os detalhes científicos e históricos, as bases das suas teses. Tem o aval de grandes cientistas, teólogos, como o Monsenhor Corrado Balducci do Santo Ofício do Vaticano - filósofos e especialistas de diversas áreas, a nível mundial, onde é sempre convidado a expor as suas hipóteses.

As ciências (e principalmente a Nasa, que contratou Sitchin como seu Consultor !!), vêm comprovando os testemunhos da Mesopotâmia como corretos. Nenhum destes testemunhos, de ordem científica ou histórica, foi contestado até agora. A teologia, de há muito, aceita o Gênesis e o antigo Testamento como provenientes dos textos da Mesopotâmia: afinal de contas, Abraão também era sumério nascido em Ur, e a Bíblia foi compilada 1000 anos depois dos seus originais mesopotâmicos (a ascendência de Abraão e Sara, o primeiro casal que dá origem ao povo Hebreu, é mais distante e antiga. O grupo familiar desse casal era migrante da civilização do Vale do Rio Hindus, da atual Índia e para atestar a veracidade desse fato basta lembrar que BRAHMA (Abraão) e SARASVATI (Sara) é a origem dos dois nomes do casal original hebreu.)

AS TÁBUAS MESOPOTÂMICAS

A Colonização:

Nas profundas alturas,
Onde tu tens residido,
"A Casa Real das Alturas" eu construí
Agora, uma contraparte dela
Eu construirei lá embaixo.

Quando das alturas
Para assembléia vocês descerem
Haverá um lugar de repouso para a noite
Para vos receber a todos.
Eu lhes chamarei "Babilônia"
O portão dos Deuses.
Marduk - deus da Babilônia

A Partilha:

A primeira destas cidades, ERIDU
Ele deu a Nudimmud, o chefe (Enki)
A segunda, BAD-TIBIRA,
Ele deu a NUGIG.
A terceira, LARAK,
Ele deu a PABILSAG
A quarta, SIPPAR
Ele deu ao herói UTU
A quinta, SHURUPAK,
Ele deu a SUD.

A pessoa a qual o "Ele" se refere é um enigma: está apagado na tábula.


A distribuição das antigas cidades/estações dos deuses annunakis na antiga Mesopotâmia, hoje o IRAQUE.


Os períodos de revolução de Nibiru e a motivação de se criar o homem:

Durante 10 períodos eles suportaram a fadiga; 36.000 anos da terra.
Durante 20 períodos eles suportaram a fadiga; 72.000 anos da terra.
Durante 30 períodos eles suportaram a fadiga; 108.000 anos da terra.
Durante 40 períodos eles suportaram a fadiga. 144.000 anos da terra.
Total 100 períodos (anos) de Nibiru X 3600 360.000 anos terrestres

Promessa da Criação do homem:

Eu produzirei um primitivo inferior;
"Homem" será seu nome.
Eu criarei um trabalhador primitivo;
Ele será encarregado do serviço dos deuses
Para que estes possam ter seu descanso...

Mesopotâmia
Nesses dias, nesses anos,
O sensato de Eridu, Ea, (outro nome de Enki)
Criou-o como um modelo de homens.

A Espera do Nascimento:

As deusas do nascimento foram mantidas juntas.
Ninti sentou-se, contando os meses
O fatídico décimo mês se aproximava
O décimo mês chegou;
O período de abertura do ventre decorrera.
A face dela irradiava inteligência;
Ela cobriu a cabeça, fez o trabalho de parteira.
Ela cingiu a cintura, pronunciou a benção.
Ela desenhou uma forma; no molde havia vida.

Nota: o nosso primeiro "Bebê de Proveta" nasceu tardio, no 10º mês e...de cesariana!:

Ninti...conta os meses...
O destinado décimo mês elas chamam;
A senhora cuja mão abre veio.
Com ela... ela abriu o ventre.
Sua face brilhava de alegria.
Sua cabeça estava coberta.
...fez uma abertura;
O que estava no ventre veio à luz
Exultando de alegria a deusa-mãe deixou escapar um grito:
"Eu o criei!
Com minhas mãos o fiz!"

Os Tabletes de argila traduzidos por Zecharia Sitchin dão detalhes importantes sobre como Enki procurou "o gene" do deus escolhido como "doador", submetendo o "sangue" do deus à "banhos purificadores". O "sangue" do deus era misturado ao "barro" para ligar geneticamente Deus e Homem "até o fim dos dias", a carne (imagem) e o espírito (semelhança) dos deuses impressos no homem num parentesco de sangue que jamais poderia ser destruído. HOMO/Nefilinus? Como quer o psicólogo, filósofo e pesquisador Neil Freer?

No barro, Deus e Homem serão ligados, Numa unidade produzida, Para que até ao fim dos dias A carne e o espírito, Que num Deus se soltou, Esse espírito numa consangüinidade seja unido; Como seu sinal a vida proclamarei. Para que isto não seja esquecido, Que o "espírito" numa consangüinidade seja unido.

Nota: Foi esquecido!!! É preciso ler este texto por completo, Sitchin oferece os detalhes científicos (o 12º Planeta: Z. Sitchin).

As primeiras "barrigas de aluguel":

As sensatas e ensinadas,
Duplas de sete deusas do nascimento reuniram-se
Sete deram à luz machos.
Sete deram à luz fêmeas.
A Deusa do Nascimento deu à luz
O vento do hálito da vida.
Em pares eles foram contemplados,
Em pares eles foram completados na
Presença dela,
As criaturas da Deusa-mãe.

Os Lulu Amelu (trabalhadores)

Eles pediram-lhe os cabeças pretas.
Ao povo dos cabeças pretas,
Eles deram a picareta para segurar.

Nota: Já sabemos que o Éden é o Ed.in sumério, onde habitava o deus Enlil, cognominado o "Supremo Comandante da terra"...


Ninhursag (Ninti) a deusa que criou o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a "Arvore da Vida".


Mesopotâmia, Enki:

"A criatura cujo nome vocês proferiram - ELA EXISTE"! (o homo Erectus).
Basta aplicar sobre ela a imagem dos deuses.
Bíblia: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança".

Quando a humanidade foi criada,
Eles não conheciam a alimentação de pão, não conheciam o vestuário em vestes talhadas
Comiam plantas com a boca como carneiros
Bebiam água de um fosso.

Enki e a "Receita do Homem":

"Sangue eu juntarei, trarei ossos à vida".
Que primitivos sejam criados segundo seu padrão.
Do seu sangue (de um deus) eles criaram o gênero humano.
Impuseram a eles o serviço, deixaram livres os deuses...
Era um trabalho para além da compreensão.

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Quando os deuses como homens

Enquanto a Deusa do Nascimento está presente,
Que a Deusa do Nascimento crie a prole
Enquanto a mãe dos deuses está presente,
Que a Deusa do Nascimento crie o Lulu;
Que ela crie um Lulu Amelu,
Que ele suporte o jugo.

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Enki:
"Eu prepararei um banho purificador
Que seja sangrado um deus...
Com sua carne e sangue,
Que Ninti misture o barro".

O destino do recém-nascido tu proferirás
Ninti fixará sobre ele a imagem de deus;
E o que ele será é "homem".

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Bíblia - Gênesis
Os Elohim (deuses) criaram o Adão à Sua imagem
À imagem de Elohim Ele o criou
Masculino e Feminino Ele os criou.

Nota: "O" Adão - o Terráqueo. Quando o Gênesis diz Adão (após a "queda") já é um homem específico e terá a sua descendência historiada.

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Bíblia:

E Javé, Elohim, idealizou o Adão
Do barro do solo;
E Ele soprou em suas narinas o hálito
da vida!
E o Adão tornou-se uma alma viva.
Nota: O Adão = Terráqueo

"À Imagem de Elohim Ele o criou.
Masculino e Feminino Ele os criou."

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E a divindade Javé
Plantou um pomar no Éden, no leste,
E Ele tomou o Adão
E colocou-o no Jardim do Éden
Para trabalhá-lo e guardá-lo.

ADENDO:
O Templo de Dendera, Egito, no Abzu (África), é dedicado à Hathor - à Mammi. Quando os Elohim criaram a grande civilização egípcia, Mami/Ninti, passou a ser conhecida como HATHOR - a vaca, Ninti engordara e envelhecera: mas continuava a ser a Mãe, a Nutrix, a Vaca.

EA/ENKI - foi conhecido no Egito como Ptah e na Meso-América como o pai de Quetzacoatl - o Iniciador, o Deus Serpente Emplumada, a mesma "Serpente" que iniciou Adão e Eva no Ed.in (Éden) seduzindo Eva a comer do fruto da "Árvore da Sabedoria" e provando ao primeiro casal que Yahweh (Enlil) mentira quando lhes dissera que: se os dois comessem do fruto da "Árvore da Sabedoria", morreriam. Bem depressa, Yahweh (Enlil) resguardou a "Árvore da Vida", para que Adão e Eva não se tornassem - "iguais a nós" - quer dizer IMORTAIS como os "deuses".

Imortalidade relativa, ligada aos 3600 anos terrestres, a uma órbita (ano) do seu planeta: Nibiru/Marduk. A Imortalidade dos Elohim provavelmente é decorrente do "Ouro dos Deuses" - Pedra Filosofal - Ouro Monoatômico, que nome tenha. Sir F. Petrie, arqueólogo, descobriu no Monte Sinai o "laboratório" dos deuses e foi obrigado a calar-se, proibido pelas RELIGIÕES ligadas à Bíblia.

Há um fato cômico: quando se iniciaram as escavações no Egito, a ordem era de que só poderia ser anunciado o que viesse de encontro e servisse como prova do SISTEMA RELIGIOSO VIGENTE, o judaico/católico. Quando certas notícias foram divulgadas e geraram dúvidas sérias, uma autoridade religiosa, eminente, declarou que:

-"Isto apareceu porque Deus colocou estes objetos nestes locais para PROVAR A FÉ do seu rebanho!" - (Essa declaração é um fato histórico [e eu acrescento muito CÔMICO]).


Bibliografia

1. O 12º Planeta - origem do Homem e do Universo.
2. A Escada para o Céu - o caminho percorrido pelos povos antigos para atingir a imortalidade dos deuses.
3. As Guerras dos Deuses e dos Homens - nos violentos primórdios da humanidade, a batalha final pelo controle e domínio do planeta Terra.
4. O Gênesis Revisitado - as provas científicas de que os extraterrestres estiveram entre nós (e ainda estão!).
5. When Time Began (Quando o Tempo Começou)- as provas documentadas de que os deuses extraterrestres mudaram o curso da evolução humana.
6. Os Reinos Perdidos - os deuses e as Américas.
7. The Cosmic Code - os códigos cósmicos dos deuses.
8. Divine Encounters - um guia para visões, anjos e outros emissários.
9. From Heaven and Earth - opiniões de especialistas, cientistas, filósofos, ufólogos e teólogos sobre a obra de Zecharia Sitchin.


O Dr. Sitchin comunicou-se com o Jornal Infinito, anunciando que a sua editora brasileira - Nova Cultura/Best Seller já está traduzindo dois dos seus volumes ainda sem tradução para o português. O Jornal Infinito recomenda a leitura de "As Crônicas da Terra", em especial, "O Gênesis Revisitado" que, segundo o seu autor é o "livro de cabeceira" da sua obra.



NOTA: Zecharia Sitchin não faz identificação alguma de Enlil com o JAVÉ bíblico do Velho Testamento (Talvez por ser Judeu e por não querer diminuir (nesse caso drasticamente a importância da principal divindade de sua etnia). Outros autores, porem, identificam o Yahweh/Javé/Jeová bíblico com Enlil, como Neil Freer, por exemplo. (A meu ver corretamente, pois o Yahweh/Javé/Jeová bíblico é um pequeno semi deus da antiguidade).


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