Pesquisar este blog

Translate

Mostrando postagens com marcador Nasa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Nasa. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nos descobrimos BASES Alienigenas na LUA

"...Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje..."



Segue-se um trecho do livro “We Discovered Alien Bases on the Moon”(Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua) de autoria de Fred Steckling, 1981.

Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década, colocar um homem na Lua e trazê-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como acontece com a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns percalços.

Thoth3126@gmail.com

Por Fred Steckling: Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pôs fogo na atmosfera de oxigênio puro da cápsula espacial Apolo, produzindo em segundos muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura.


Capa do livro de Fred Steckling

Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Lua em 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunissagem dizia: “Neste local homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade.”

Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas na Terra, ficando praticamente todos os cidadãos informados acerca de nossa primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placa não se destinava a ser lida por seres da Terra.

Existem pessoas nos círculos científicos que me deram a entender que esse fato por si mesmo é prova de que se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. Na Terra, as placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e lidas. A Lua não é certamente exceção.

Por ocasião do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homem-horas explorando a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautas conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.

As informações provenientes das aterrissagens da Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitos anos. Embora seja verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos foram ignorados por causa da redução das verbas concedidas à NASA e a decorrente perda de pessoal. Há boatos de que grande quantidade de solo e numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos. Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano. Desta vez, encontrei uma extensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de pedras preciosas da instituição.

Observei cuidadosamente esses espécimes raros. Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente que quaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de uma rocha da Terra e ninguém notaria a diferença.

AS MISSÕES (oficiais) APOLO FORAM AS SEGUINTES

Apolo 8: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado escondido da Lua.

Apolo 10: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.

Apolo 11: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos primeiros homens a andar na Lua.


Um objeto com formato de charuto em uma cratera da Lua em foto feita pelo astronauta Neil Armstrong, missão Apolo XI

Apolo 12: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.

Apolo 13: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadado vôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbita lunar.

Apolo 14: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.

Apolo 15: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que estavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.

Apolo 16: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros exploradores lunares.

Apolo 17: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também fotografou de forma intensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King parecia ser um de seus principais objetivos.


Mais uma foto feita por Neil Armstrong, de dois objetos voadores desconhecidos sobrevoando a Lua durante a Missão Apolo XI

Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a interrupção do programa Apolo, que terminou abruptamente com o vôo da Apolo 17. Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas e mistérios ainda a serem solucionados.

Como eu, outras pessoas que estudaram grande número das fotografias da NASA, chegaram à inegável conclusão de que descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos de forma tão abrupta nossas viagens à Lua.

Os autores do livro “Alternative 3″, publicado na Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploração lunar prosseguiu, mas sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado a Lua secretamente com veículos propulsionados pelo eletromagnetismo, não muito diferente daqueles que vêm nos visitar vindos de outros mundos, a não ser pelo tamanho.

Se algumas nações da Terra tivessem conseguido duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terra nos últimos 30 anos, teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos equipamentos de observação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que acontece, e que nos reunimos aos seres vindos de outros mundos na Lua, construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas são silenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiança dominam nossas vidas, isso parece realmente bem possível, que há um pouco de verdade em todas essas especulações.

No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto de fatos relativamente completos sobre a Lua. Disseram-nos e, estranhamente, ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, não tem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios, um globo de rocha morta. O problema é que esses “fatos” já não são aceitáveis, pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolo trouxeram provas cabais que mostram o contrário.


Acima: Restos de uma estrutura alienígena encontrada na Lua

POR TRÁS DOS MISTÉRIOS LUNARES

Décadas atrás, muito antes de a moderna ciência espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusos com o que seus telescópios revelavam na Lua. “Cidades em crescimento.” Centenas de cúpulas lunares foram então mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas sombras geométricas, inexplicáveis com base nas leis naturais conhecidas, foram observadas por astrônomos profissionais e também amadores.

Vamos estudar os registros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes, cortando montanhas, construindo cúpulas, muros, pirâmides, túneis e reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existe um ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia meteoros. A ciência está confusa com o fato de que algumas imensas crateras lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foram observadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar morta, pode-se notar que a Lua tem algo que cresce e muda com as estações.

Que mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelos programas de exploração lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmente provocaram muitas noites de insônia aos cientistas. Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen observou, ao norte da cratera Schrocter, formações de linhas cruzadas e quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de bairros e ruas de cidades tiradas a grandes altitudes.

Uma infelicidade da NASA… a foto 1 à esquerda foi a divulgada para o público, mas uma análise por tratamento de luz na mesma foto detectou com enorme clareza uma estrutura gigantesca ocultada na foto liberada para o pública. Não se sabe o que seria e que propositalmente foi ocultado pela NASA, apenas que, se foi omitido, deve ser importante, ou inexplicável…

Embora o astrônomo Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico na época, seus detratores não conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo, formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo Observatório Mt. Wilson. Quando o telescópio de cem polegadas foi apontado na direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável “sistema de tubos”. Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.

Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32 quilômetros de comprimento ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a cratera Aristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro negro novo que não estava lá antes. Corre do centro para a beirada, muito parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi.

Em 1972, os “construtores de barreiras” lunares mostraram-se extraordinariamente ativos. Três longas barreiras ou objetos de aspecto artificial apareceram no soalho da cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foram descobertos mais três objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista astronômica francesa L. Astronomie relatou a existência de um longo muro encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavam incrível semelhança com um viaduto, ou um tipo de ponte.


Ufo fotografado durante a Missão Mercury 1, pelo astronauta John Glenn.

Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nosso refletor de 12 e 1/2 polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do mar. Certa noite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto muito grandes no soalho da Arquimedes.

Todos os três objetos tinham o mesmo tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outro estava na área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da Arquimedes da Força Aérea.

No mapa, o soalho da cratera estava relativamente plano, e não foi registrada evidência destes objetos. Eles permaneceram na cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80 quilômetros. De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto tinham pelo menos 32 quilômetros de comprimento e aproximadamente 4,8 quilômetros de largura.

O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez que sabia de casos em que astrônomos famosos tinham observado atividades incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmo discuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois clarões de meteoro no intervalo de cinco minutos. Um grupo de astrônomos, organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteoro cruzando o disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas.


Foto da Nasa com dois UFOs sobrevoando a Lua

Isto prova que a Lua possui uma atmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza e vermelho. Algumas são tão densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima do pólo norte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus 7.700 quilômetros quadrados, por uma geada ou neve esbranquiçada.

Estudos das regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior de nuvens acima dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da qüinquagésima latitude norte e da qüinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da incidência dos raios solares a partir de certo ângulo. Esse fato torna mais amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas regiões do equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas temperadas.

O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni, de novembro de 1978: “Em nossa fase presente de esclarecimento pós-Apolo, seria errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua.”

O sr. Moore fala das coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes intermitentes, trechos de névoa e vulcões ativos. Ou seja, poder-se-ia dizer: “A Lua está viva e vai bem.” Brilhos avermelhados também foram relatados por astrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores lunares moderados, medidos pelos instrumentos da Apolo, ocorrem com bastante freqüência por ocasião do perigeu.

Em todo caso, a indústria lunar parece ter realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nos últimos 50 anos pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de luz brilhou na cratera durante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindo numa rotina atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros grupos esmoreciam, assumindo um brilho baço.


Um UFO aparece em foto feita durante a missão Apolo XVI

A Sociedade Astronômica Real Britânica relatou 1.600 observações semelhantes. De quando em quando é observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base oriental dos Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi observada uma formação de pontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier por vezes resplandece com várias luzes brilhantes.

A cratera Eudoxus exibiu longas linhas de luz. Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na seção norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneira de um farol. Não pode haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e em especial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma inteligência. Dave Darling, astrônomo amador, munido de um refletor de 12 e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seus recentes achados na Lua. Um trecho de sua carta:

“Existe uma convicção crescente de que a Lua é UMA BASE de operações da atividade extraterreste e de UFOs vistos em nossos céus.“ Ele relatou os seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de 1979, à uma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e 2,5 metros de diâmetro. Sua cor era prata metálica, projetando uma sombra distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera Isidorus, próximo do Mar de Néctar. O objeto em forma de charuto aterrissou a cerca de 80 quilômetros do pôr-do-sol.

Novamente, em 12 de agosto de 1979, às 3:45 da madrugada, Darling informou outro objeto em forma de charuto brilhante, desta vez além da beirada da cratera Romer. Esse objeto tinha mais 32 quilômetros de comprimento, era também de cor metálica prateada, apresentando dois apêndices em forma de asa projetando-se de cada lado, com um quarto de seu comprimento. Depois, o objeto desapareceu do terraço plano no lado oeste da beirada da cratera.

Há algum tempo, o sr. Darling chamou minha atenção para uma plataforma grande que ele observara ao sul da cratera Arquimedes. A plataforma tem oito quilômetros de comprimento, cerca de 1,6 quilômetro de largura, apresentando elevação de cerca de 1.500 metros.

Aproximadamente 20 fotografias lunares, tiradas tanto nas missões Orbier como Apolo, mostram essa plataforma incomum — que, aliás, não está demarcada nos mapas lunares da área da Arquimedes da Força Aérea (vejam ilustração nº 3). Descobri também várias plataformas a aproximadamente 48 quilômetros ao nordeste da mencionada acima. Elas, porém, se apresentam numa fileira de cinco, tendo talvez um significado simbólico, embora pareçam grandes letras (vejam ilustrações nº 4 e nº 5).



Os pilares de grande altitude fotografados á superfície na Lua, foto ao lado e na próxima foto.




É necessário compreender que aproximadamente 90 por cento dos estudos lunares são realizados por astrônomos amadores.

Os grandes instrumentos profissionais, tal como o telescópio de 200 polegadas de Mt. Palomar‚ são considerados potentes demais para observações lunares.

Os telescópios muito potentes têm tendência de ampliar muito partículas atmosféricas, sendo mais adequados para estudos de galáxias distantes.

O falecido George Adamski, escritor famoso e astrônomo amador, fotografou pelo menos oito quadros lunares, de 1948 a 1952, mostrando atividade de UFOs sobre a Lua ou próximo dela. Todas as fotografias foram tiradas por meio de telescópios.

ANÁLISE DE CIVILIZAÇÕES AVANÇADAS

A identificação da tecnologia de uma civilização superior desconhecida em outro corpo planetário, como a Lua, por exemplo, nos apresenta um desafio interessante. É difícil identificar qualquer coisa com a qual não estejamos familiarizados, por conseguinte, negligenciamos muitos objetos artificiais presentes na superfície lunar.



Foto 1 à esquerda, uma estrutura anômala perfeitamente circular na superfície lunar.



Além disso, as idéias e teorias preconcebidas antiquadas que nos ensinaram durante muitos séculos e nos martelaram nas mentes contribuíram de forma relevante para nossa incapacidade de compreender. Podemos dizer que vemos, mas como a coisa não deveria estar lá, simplesmente não acreditamos que realmente exista. Talvez devido a esse fato, tenham sido divulgadas tantas fotografias lunares em muitas publicações diferentes, que realmente mostram fortes evidências de vida na Lua. Não apenas musgo e líquens primitivos, como também arbustos e árvores, grama, e até mesmo muitas instalações artificiais.

Foto 2, à direita, o famoso “palácio de cristal ” lunar, uma das mais intrigantes descobertas. É completamente impossível uma estrutura destas ser fruto da geologia da Lua.

Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje.

Para mim, é bastante óbvio que permitiram que os objetos artificiais, UFOs e construções inteligentes permanecessem nessas fotografias para, no caso de acontecimentos e pesquisas futuros determinarem o que está acontecendo lá em cima, os altos funcionários poderão se afirmar com toda inocência: “Bem, nós divulgamos, mas não sabíamos o que era.” Na minha opinião isso seria livrar a cara com esperteza.Temos de reconhecer que nem toda a maquinaria avançada precisa ser altamente complicada. Com freqüência, as tecnologias, ao evoluir, efetivamente simplificam as máquinas, sua forma e os métodos de propulsão.


O Lado oculto da Lua abrigaria restos de uma cidade alienígena

Não resta dúvida de que o verdadeiro progresso mecânico de uma civilização avançada é atingido por meio de sua manobrabilidade aérea ilimitada. Veículos de todas as formas e tamanhos, destinados a qualquer propósito concebível, propulsionados por uma forma de energia livre, tal como a propulsão eletromagnética, são necessários para transporte de cargas, mercadorias e pessoal.

As estradas e auto-estradas tornam-se então obsoletas e, como tal, não são encontradas na Lua. Foram encontrados, e se assemelham bastante a estradas, o que parecem ser túneis e grandes sistemas tubulares, que talvez sejam pressurizados para uso em operações de mineração. Foram fotografados rastros de veículos no solo, colinas acima e abaixo. Pelo que sei esses grandes veículos, alguns com 22 metros de largura, parecem examinar o solo em busca de possibilidades futuras de mineração. Os rastros deixados por esses veículos mostram “alinhavos” definidos feitos por algum tipo de veículo munido de correias.

Até mesmo numa civilização avançada que dispõe de manobrabilidade aérea total, é necessário que os veículos que entrarem em contato com o chão colham amostras de solo. Devemos também saber que não podemos comparar nossa tecnologia com a de outros seres de outros planetas. Embora eu tenha certeza de que existem algumas semelhanças, dispositivos diferentes de transporte, cultivo, moradia, etc. podem ter evoluído muito além da compreensão da maior parte.

O LADO OCULTO DA LUA

A Lua pode ter vários significados, para os apaixonados, olhar a Lua é um ato romântico, para os astrônomos olhar a Lua e ver as suas crateras melhor definida do que a olho nu é um ato emocionante e creio que a Lua seja a primeira observação por astrônomos amadores em seus telescópios, porem também podemos notar que a Lua não gira, ela fica estacionada em seu giro, podemos então notar que só um lado da Lua aparece para nós e o outro lado se mantém oculto para nós terrestres. Um dos lados da Lua se mantém oculto por causa da sincronia de rotação e revolução da Lua por isso nós sempre vemos o mesmo lado.


Outra foto de UFO na Lua registrada pela Apollo 16

Em 20 de julho de 1969, o homem pisa pela primeira vez na Lua, com os tripulantes da Apollo 11. Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceram ao solo lunar e o Michael Collins ficou girando em torno da Lua. Desde então se tem notado pelos meios de comunicação uma possível existência de fotos e vídeos feitos pelos tripulantes da Apollo 11 e naves posteriores, onde há aparecimento de naves extraterrestres, bases e torres extraterrestre, há quem diga que a Lua era habitada por seres chamado de Néfelis que há muito tempo deixaram a Lua, e de onde começaram a observar-nos do nosso próprio satélite natural.

Bem sabemos que muitas histórias ditas sobre aparições de óvnis em fotos e em vídeos eram ditos como farsas, porem Neil Armstrong anos após finalizar sua carreira, sedeu a um repórter uma entrevista extraordinária, onde comenta sobre a Nasa e seu acobertamento sobre Óvnis, seria a Nasa então uma instituição civil conivente com o acobertamento mundial?


UFO em foto registrada pela Apolo 11

Também temos coletados dados sonoros sobre uma suposta transmissão via radio com Houston e uma nave que pousara na Lua. Uma pequena parte da transmissão da Apollo 11 para com sua base na Terra em Houston:

NASA: O que há aí? Controle da Missão chamando Apollo 11…

Apollo 11: ”Essas “coisas” são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!”

Agora leia a conversa que um professor que preferiu se manter anônimo teve ao falar com o astronauta Neil Armstrong sobre a Missão da Apolo XI:

Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apolo 11?

Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou de uma “cidade” (Base de operações alienígena) na Lua.


UFO durante a Missão da Apolo 14 em 1971.

Professor: O que você quer dizer com “alertados”?

Armstrong: Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! …e perigosos! Não, não há nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.

Professor: Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11?

Armstrong: Naturalmente (Será que a Nasa não fez parceria com esses alienígenas??? - nota do blog Hora Cósmica) – A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas na verdade foram missões mais rápidas.

Armstrong também disse em sua entrevista que quando tiveram o seu primeiro contato na Lua, extraterrestres teriam entrado em contatos com eles e lhes advertiram que não eram bem vindos, e que possivelmente o motivo dessa não desejada visita terrestre seria por causa da bases extraterrestres que lá existisse, e que mais tarde foi supostamente filmada por um astronauta.


Foto registrada pela Apollo 15, veja no lado direito no canto superior, atrás do monte.

Neil Armstrong também afirma que a NASA nada comentou naquela época por causa do pânico que iria causar uma tal revelação na sociedade planetária, e portanto a agência espacial norte americana se mantem calada até os dias atuais.

Desde a primeira viagem a lua, a Nasa tem mandado consecutivamente por um espaço pequeno de tempo mais naves tripuladas para realizarem estudos no solo lunar, então perguntamos o que deveria estar acontecendo para que os supostos seres extraterrestres Nefilins/Anunnakis, qual seria a sua intenção e qual o motivo de não quererem que nós terráqueos entrássemos em contato com o nosso satélite?

Poderia então ser esse o caso de que a Lua é muito mais tempo habitada que pensamos, talvez até antes mesmo da existência da raça humana na Terra? A NASA em conjunto com a CIA durante a transmissão ao vivo da Lua censurou uma mensagem dos tripulantes da Apollo 11, onde a transmissão dizia que após descerem em solo lunar dois objetos luminosos apareceram e os cercaram.


Donald Slayton tripulante da Mercúrio afirmou que viu um balão meteorológico fora da atmosfera terrestre e que ao posicionar a Mercúrio atrás do objeto e mais próximo dela, analisou que o objeto não era um balão meteorológico e sim um disco voador.

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou a historia de Neil Armstrong e que de fato reportou ter visto dois UFO’s em uma cratera. Chatelain também confirma que é de conhecimento da NASA os avistamentos e contatos imediatos com civilizações extraterrestres.

E hoje ainda há vida extraterrestre na Lua? Haveria base no solo e no subsolo da Lua, os astronautas obtiveram mesmo contato direto com os seres que supostamente lá habitará? Se houve o que disseram como reagiram? Muitas perguntas estão sem respostas, mas estamos estudando para que encontremo-las e possamos colocá-las a disposição da comunidade ufologica.

Conspirações da NASASegundo Richard Hoagland, diretor da Missão Marte (TMM), os astronautas da nave Apolo viram várias estruturas gigantescas na superfície lunar. Durante a missão, para essas informações serem passadas ao controle central, foi utilizado um canal de comunicação secreto.

Quando os astronautas regressaram à Terra, a NASA os proibiu de dizerem qualquer coisa sobre o que aconteceu. Hoagland e outros teóricos da conspiração dizem que o excessivo período de quarentena a que foram submetidas as tripulações das naves Apolo 11, 12 e 14 teve como motivo o fato dos astronautas terem que fornecer relatórios muito detalhados sobre o que viram e dar tempo à NASA de vetar as fotografias (e, com isso, criar desinformação). As autoridades não teriam desejado que o público tomasse conhecimento das ruínas destas antigas bases extraterrestres.


Ufo durante a missão da Apolo XV.

O ufólogo Timothy Good, em seu livro Beyond Top Secret, informa que os astronautas viram alienígenas na Lua. A evidência seria uma conversação secreta entre o controle da missão e os astronautas da nave Apolo 11, registrada pelos soviéticos. O Dr. Vladimir Azhazha, físico e professor de matemática russo, disse que o encontro aconteceu pouco depois alunissagem do módulo lunar, mas que o público não pôde escutar o informe dos astronautas, pois a NASA o havia censurado.

Maurice Chatelain, um especialista em comunicações da NASA, declarou que “o encontro com os OVNIs era perfeitamente conhecido pela NASA” e que “todas as missões Apolo tinham sido seguidas por OVNIs”. Isto sugere que a NASA está disposta a admitir perante o mundo que seus astronautas tinham sido vigiados de perto por OVNIs e que encenaram as fotografias aqui na Terra para não assustar o público com o que realmente acontecia no espaço.

Uma das questões mais intrigantes sobre a Lua é por que a NASA não enviou mais astronautas depois das missões Apolo e por que não tem a intenção de fazê-lo no futuro. Será que a Lua já teria entregado todos os seus segredos? Ou será que nós, humanos, fomos proibidos por outra inteligência de pisar lá de novo?




sábado, 25 de agosto de 2012

Naves Gigantescas nos Aneis de Saturno

"...sabemos que estes seres – as civilizações extraterrestres – altamente avançados(tecnologicamente, o que pode não significar nada em termos de evolução espiritual, a não ser para aqueles que endeusam a tecnologia, qualquer que seja ela), podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar..."



NASA FOTOGRAFA NAVES GIGANTES NOS ANÉIS DE SATURNO

Em uma entrevista com o Dr. Norman Bergrun por um pesquisador e jornalista da Revista UFO americana, foi divulgada a notícia de que um SINAL de comunicação RECEBIDO PELA SONDA CASSINI VEIO DE NAVES ALIENÍGENAS ESTACIONADAS EM ÓRBITA em Saturno e CAMUFLADAS NOS SEUS ANÉIS.

FONTE: http://www.nexusedizioni.it/apri/Argomenti/Anomalie-spaziali/QUEI-SEGNALI-PROVENGONO-DALLE-ASTRONAVI-SU-SATURNO-di-Massimo-Fratini/

Nexus Edizione – Itália, por Massimo Fratini
Tradução e imagens:
Thoth3126@gmail.com

Leia mais: Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais como as antigas Voyager 1 e 2 e a super tecnológica sonda Cassini Huygens, são indícios da presença de naves gigantescas que operam nos arredores de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar, atrás apenas de Júpiter.


Foto acima: Imagem do sinal gravado pela sonda espacial Cassini, quando em órbita próxima de Saturno.

Sobre Norman Bergrun: Bergrun trabalhou como pesquisador na NASA por 12 anos – depois na Lockheed Missiles and Space Company (atualmente Lockheed Martin), onde foi responsável pelo planejamento e análise de testes de vôo para o lançamento do míssil Polaris da Marinha dos EUA. Durante seus treze anos de emprego na Lockheed, também serviu como um cientista responsável pelo desenvolvimento na área espacial e de satélites.

Norman Bergrun e o seu livro “Rinkmakers of Saturn”. Norman Bergrun realizou um estudo detalhado das imagens de fotos enviadas pelas sondas espaciais da NASA, Voyager 1 (lançada em 05 de Setembro de 1977) e Voyager 2 (lançada em 20 de Agosto de 1977), e imagens relacionadas com os anéis de Saturno.

Ele descobriu como os anéis são formados por radiação eletromagnética emitidas pelos veículos (UFOs) gigantes (EMV) e que estes são controlados por uma forma de vida e inteligência extraterrestre. Em um estudo publicado em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, ele ressalta muitas pesquisas efetuadas sobre fotos coloridas de Saturno, cuja fonte era a NASA.

Nossos parabéns ao Dr. Bergrun, da comunidade de investigação, pelos seus milhares de horas de estudo e análise de documentação para chegar às suas conclusões.

ENORMES ESPAÇONAVES FORAM FOTOGRAFADAS “CAMUFLADAS DENTRO” DOS ANÉIS DE SATURNO. Seriam naves da Federação prontas para intervir na Terra em caso de necessidade de resgate? Fotos em infravermelho: Telescópio espacial Hubble.



Há gigantescas aeronaves espaciais (UFOs) ESTACIONADAS nos anéis de Saturno, assinaladas pelas setas brancas. Fotos em Infravermelho do Telescópio Espacial Hubble!

Os misteriosos sinais captados de sondas espaciais tão antigas como as Voyager 1 e 2 e a super tecnológica Cassini Huygens, são a demonstração da presença de aeronaves gigantescas (UFOS gigantes) que operam na órbita de Saturno, o segundo maior planeta do nosso sistema solar. E não é só isso!

"A presença de tais UFOs gigantes nos anéis de Saturno certamente é um dos mais importantes… segredos das descobertas feitas no espaço. Grandes veículos cilíndricos, pertencentes a uma civilização extraterrestre desconhecida e altamente sofisticada, e eles também estão presentes nas regiões de Marte e da Lua". (Norman Bergrun)



Uma sombra enorme de uma espaçonave alienígena que se projeta sobre o solo de Marte. Imagens da Sonda Phobos 2. NASA.

Em 1996, nosso grande telescópio espacial Hubble estava à procura de novas luas em Saturno e Júpiter. Mas naquele dia, o telescópio foi capaz de tirar fotos infravermelhas de Saturno e nas fotografias foram descobertos enormes veículos misteriosos de origem desconhecida, cilíndricos e no entanto poderiam ser Naves Mães e/ou algum tipo de grandes naves alienígenas para transporte.

Mais Fotos tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble em infravermelho dos anéis de Saturno e os gigantescos objetos.

Uma dessas naves misteriosas parece ter um diâmetro próximo ao da Terra e outra tem cerca de 50 mil quilômetros de comprimento! Em seu livro “Os Construtores dos Anéis de Saturno”, o Dr. Norman R. Bergrun, em colaboração com Walter Vincenti, emérito professor de aeronáutica e astronáutica da Universidade de Stanford, descreveu que os anéis de Saturno de fato não são totalmente naturais, mas teriam sido construídos artificialmente a partir das gigantescas espaçonaves cilíndricas alienígenas– veículos que circulam nos arredores e anéis de Saturno. Quem estaria fazendo e criando esses anéis em Saturno e outros dispositivos artificiais em nosso sistema solar? Qual é a razão para tudo isso?

Não nos esqueçamos que o Coronel Philip Corso, em 1947 teve um encontro pessoal com um ser ET de Zeta Reticuli. Neste encontro, Corso perguntou de qual planeta eles vieram, e quais eram os seus objetivos. A resposta foi a seguinte: Nós somos “OS CRIADORES”, mas também somos chamados de IGIGI (Annunakis). Eles são, portanto, os criadores (ou melhor seria dizer povoadores de mundos) de mundos? Se lermos os textos antigos Sumérios (Enuma Elish), os famosos Nephilim foram descritos como criadores e os Guardiões do Universo.

Acima UFOs cilíndricos com comprimento igual ao diâmetro do planeta Terra fotografados em Saturno!!

Não parecem querer nos contatar (pelo menos abertamente) por agora. Mas algo está se movendo nessa direção. Nós todos sabemos que estes seres – as civilizações extraterrestres – altamente avançados(tecnologicamente, o que pode não significar nada em termos de evolução espiritual, a não ser para aqueles que endeusam a tecnologia, qualquer que seja ela), podem criar coisas maravilhosas em nosso sistema solar. E é de grande ajuda ter veículos que podem ser medidos em tamanho com o diâmetro de planetas como a Terra.

Um veículo ET de uma escala tão grande, tem capacidade para suportar uma civilização inteira. Eles também poderiam criar imensos anéis em torno de planetas, como Saturno, ou Júpiter, luas ou satélites, ou criar em torno de suas naves. Parece que fazemos parte deste grande projeto. Massimo Fratini.


Muitas destas espaçonaves podem estar escondidas nos anéis de Saturno.


Original: Pictures of Evacuation Craft out by Saturn/Nexus: http://abundanthope.net/pages/Environment_Science_69/Pictures_of_Evacuation

sábado, 18 de agosto de 2012

Espaçonave Interestelar Alienígena poderia estar estacionada no limite do sistema solar

Na distante região dos limites externos do sistema solar conhecida como Cinturão de Kuiper, um estranho objeto se move em movimento rotacional como se fosse uma espaçonave alienígena interestelar gigante em forma de ampulheta (abandonada?).

A seguir analisamos o que esse objeto poderia ser: Ver imagens em infográfico em: http://youtu.be/Z2fpPO6_0uk

A localização distante do bizarro objeto, em formato de ampulheta encontrado no Cinturão de Kuiper, girando como uma hélice, enquanto orbita o sol, de acordo com um astrônomo da Queens University de Belfast, Irlanda." [EuroPlanet]



O Cinturão de Kuiper (Kuiper’s Belt), também chamado Cinturão de Edgeworth ou Cinturão de Edgeworth-Kuiper, é uma área limítrofe do sistema solar que se estende desde a órbita de Netuno (a 30 UA do Sol) até 50 UA do Sol. Os objetos do cinturão de Kuiper são comumente chamados de KBO (Kuiper belt object). A origem do cinturão de Kuiper é incerta, mas acredita-se que seus objetos são remanescentes da nebulosa protossolar que deu origem ao Sistema solar, ao Sol e aos planetas. KBOs são rochas congeladas contendo metano, amônia e água com tamanhos que podem variar de 100 a 1000 km, com alguns maiores que isto. Estima-se que no passado eram maiores e mais numerosos, mas interações com os planetas (principalmente Netuno) e colisões mútuas acabaram por expulsar boa parte deles, seja em direção ao Sol ou aos planetas internos, como Júpiter, seja para regiões externas do Sistema Solar, para região da Nuvem de Oort.

Poderia ser sucata Celestial

Existem várias evidências de exploração extraterrestre encontradas em larga escala no sistema solar, desde a nossa Lua e Marte até Saturno. Artefatos na nossa Lua, Marte e em sua Lua Phobos foram descobertos, fotografados e analizados. A própria Terra possui artefatos remanescentes de estruturas alienígenas em regiões proibidas e localizações remotas do planeta , e outras completamente visíveis nas proximidades de pirâmides ou em planícies suavemente onduladas.




Espaçonaves desse tipo e porte poderiam viajar entre estrelas e orbitá-las para pesquisa.

Às vezes, o Sistema Solar parece se assemelhar a um ferro-velho alienígena se alastrando. [See Before It's News "Famous Egyptologist: Great Pyramid Contains Something Unworldly"]

Um famoso astrofísico argumentou que a lua Phobos, uma lua de Marte, poderia ser uma nave espacial gigante. Ele encontrou evidências de que ela seria oca e teorizou que o pequeno planetoide Phobos realmente seria uma nave espacial muito avançada de outra parte da galáxia (n.t. A lua marciana Phobos, é um dos dois maiores pedaços que restaram do planeta MALDEK, e que hoje é usada como uma base subterrânea pelos próprios maldequianos).

Deimos, a outra lua de Marte, também poderia ser uma nave espacial em órbita do planeta Marte, ele escreveu. [See Before It's News "Astrophysicist: Giant spaceships are orbiting Mars"]


Mas agora outro exemplo de tecnologia alienígena antiga pode ter sido encontrado nos limites do sistema solar. Este objeto esta em uma órbita muito além de Netuno, orbitando o Sol, desde a periferia do Sistema Solar, no espaço frio, profundo e escuro.
A sua estranha forma externa, o movimento rotacional e o seu tamanho sugere que mãos estranhas hábeis e inteligentes a construíram incontáveis ​​eons (milhões de anos...) atrás. Criaturas extraterrestres inteligentes e fantásticas muito mais avançadas do que o homem atual pode ter estabelecido uma órbita distante da nossa estrela solitária para explorar todas as maravilhas do sistema, incluindo a antiga (e atual) Terra.



Objeto foi encontrado nos limites do sistema solar, no Cinturão de Kuiper

Uma verdadeira ninhada de artefatos alienígenas abundam nas luas e planetas do Sistema Solar. Objetos estranhos, estruturas artificiais, anomalias estranhas, eles parecem estar em toda parte. Relatórios afirmam que um astronauta "literalmente" quase tropeçou em algumas estruturas anômalas situadas em nossa Lua, os astrônomos se engasgam com fotos que se parecem com cidades destruídas, empregados da NASA são acionados quando eles discutem as cidades alienígenas encontradas no lado oculto da nossa lua, lá na superfície lunar. [See Before It's News "NASA Whistleblower: Alien Moon Cities Exist"]


Evidência de visitas estão inseridas em todas as culturas antigas da Terra.


Apesar da avalanche de evidências - e muito mais provas parecem estar se acumulando a cada ano que passa -, mais e mais especialistas, mantem os olhos voltados para as fotos, analisando relatórios e testemunhos. Parece que ignorá-los está se tornando cada vez mais difícil de se fazê-lo.[See Before It's News "Alien Base Found At Chinese Pyramid"]

Textos antigos de pesquisa e evidências de contato com alienígenas, criaturas das estrelas, e não "monstros" extraterrestres, relatos de deuses dos céus, e outros viajantes celestes aparecem por toda parte em todas as culturas. Alguns supostos antigos textos religiosos indianos discutem o assunto com naturalidade em relação aos homens das estrelas (e sua tecnologia).

Outras culturas, como os sumérios gravaram como a eles foram ensinados os rudimentos de agricultura e de outras tecnologias básicas para se criar uma civilização, por criaturas alienígenas (e astronomia avançada). Alguns respiraram o ar da Terra, outros usavam roupas especiais de pressão e capacetes.


Antiga estatueta suméria representando um ser vestido com roupa espacial.

Algum tempo, o Sistema Solar poderia ter estado repleto de espaçonaves de exploração, orbitando a Terra, explorando Marte, Vênus e outros planetas, com a construção de colônias científicas. A pesquisa pode ter acontecido durante milhares de anos. Pode ainda estar acontecendo agora, em nossos dias... Quem sabe ...

Beyond_Neptune.html
Tradução: Thoth3126@gmail.com´
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...