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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Nibiru, o Gênesis e Adão e Eva

"...Devemos buscar orientação interna (a verdadeira) ouvindo nossa voz interior que nos conecta com a vontade e os planos do Criador para nós como indivíduos e como coletividade, dando valor às mensagens que nos chegam através das meditações e pelos sonhos, orientações vindas de nosso Eu Superior o “Pai” em cada um)..."




O Livro do Gênesis, a criação de Adão e Eva e NIBIRU

Uma análise comparativa da estória da criação do ser humano, contida no primeiro livro da Bíblia, o Gênesis, capítulo VI, com fatos históricos descritos em milhares de documentos decifrados da antiga civilização suméria a respeito da criação do homem, do ser humano.

A comparação é feita com base na tradução dos antigos textos sumérios efetuada pelo pesquisador, erudito, consultor da NASA e linguista, autor de vários livros sobre Nibiru e os Annunakis e Nephilins, Zecharia Sitchim, uma das quase cem pessoas no planeta que foi capaz de entender e traduzir tais textos (enquanto esteve vivo, foi o trabalho de sua vida.

Sitchim faleceu em 09/10/2010). O resultado da comparação pode não agradar aos mais conservadores e piedosos e que creem que a Bíblia seja algo “original e incontestável” em seu conteúdo.

“Mas, quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir”. João 16:13

E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.

Os filhos de Deus, aqui citados, são seres de outros planos de consciência e de outros locais de nossa galáxia e de outros sistemas estelares. Nesse final de ciclo histórico de nossa humanidade, muitos deles estarão aqui presentes em CORPOS HUMANOS, para colherem daquilo que SEMEARAM ao longo da história da nossa ATUAL humanidade, que começou em 430.000 a.C., ainda em meio à história de Atlântida e marca o começo do período do Kali Yuga, a idade do FERRO para os hindus, cujo maior período de densificação/materialização acontece em seus últimos 5.125 anos que se iniciaram em 3.113 a.C. e finalizam em 21 DE DEZEMBRO DE 2012. No livro apócrifo, As Chaves de Enoch, são identificados os filhos de Deus que foram atraídos pelo ambiente material de nosso planeta e “caíram” no mundo tridimensional onde a forma (matéria-corpo) é mais valorizada do que a essência (energia-espírito), alguns são muito conhecidos e tem nomes como Azazel e Semjasa (os “Anjos Caídos”, Watchers).



Então disse o “SENHOR”: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão Cento e Vinte Anos.

Este período de tempo citado especificamente de 120 anos tem conexão com a história de outro planeta de nosso sistema solar, que possui comportamento orbital anômalo em relação aos demais planetas do sistema. Ele é conhecido como NIBIRU e existem registros de sua existência encontrados em meados do século XX nas ruínas da Mesopotâmia, hoje o IRAQUE. Grande parte do material já foi traduzida da escrita cuneiforme da época por arqueólogos e eruditos dos grandes centros de estudos arqueológicos do hemisfério norte, sendo o mais conhecido ZECHARIA SITCHIN que produziu uma série de livros, As Crônicas da Terra, com base nas suas traduções dos tabletes de barro sumérios.

É possível se identificar o período orbital do planeta Nibiru entre o nosso sistema e o sistema solar de SIRIUS, ao qual NIBIRU também orbita, sendo essa a principal anomalia desse planeta: orbitar dois sóis, (o nosso e SÍRIUS, na Constelação do Cão Maior-Canis Major). Uma órbita completa de Nibiru entre esses dois sistemas estelares , o nosso sol e a estrela SIRIUS (8,3 anos luz distante de nosso sol) demanda 3.600 dos nossos anos, o que significa apenas UM ANO para os habitantes de NIBIRU. Os habitantes desse planeta (chamados na bíblia de ANNUNAKIS E NEPHILINS) “criaram a nossa espécie humana ENQUANTO CORPO FÍSICO, o Homo Sapiens Sapiens”, mas a nossa alma, O SER REAL DE CADA UM É CRIAÇÃO Divina.

A intervenção desses seres em nosso planeta, iniciada há 432 mil anos atrás, marca o início da idade conhecida pelos hindus como KALI YUGA, a idade do ferro, quando tudo no planeta atravessa um período de MÁXIMA DENSIFICAÇÃO DA ESFERA PLANETÁRIA, inclusive do próprio HOMEM, enquanto entidade FÍSICA. A duração do “reinado do homem FÍSICO” sobre o planeta é predeterminada em 120 CICLOS (ANOS) DE NIBIRU conforme podemos ver no seguinte cálculo:

120 órbitas de NIBIRU X 3.600 anos de nosso tempo da Terra = 432 mil anos. Desse modo deduz-se que a criação do homem de barro centrado apenas no intelecto/ego e seu corpo físico tem um prazo predeterminado para durar exatamente 120 anos (órbitas) de NIBIRU, esse prazo finaliza em 21 de DEZEMBRO DE 2012. Ver mais em: http://osnefilins.tripod.com/.

Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus “entraram” às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.

E em Números, capítulo 13, vers. 32 e 33 durante o EXODO encontramos também:

“E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Enaque, descendentes dos gigantes; e nós éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos nós aos seus olhos”.

Sobre gigantes ver mais em: http://arqbib.atspace.com/gigante.html



Ao lado: Representação de ANU, o então rei de Nibiru e chefe dos Annunakis, em painéis e estelas sumérios, assírios, também são encontrados na cultura dos egípcios e maias.

Nas quatro antigas civilizações citadas, existe uma evidente presença de seres extraterrestres de todos os tamanhos e até de gigantes, como visto nesta estela da suméria.

E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente. Então arrependeu-se o SENHOR de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração.

Este “Senhor” a que se refere a passagem não é o Deus Onipotente e Onisciente, o verdadeiro Criador de TUDO QUE EXISTIU, EXISTE E EXISTIRÁ, o Pai mencionado por Jesus Cristo e outros antes dele, diversas vezes. Aquele senhor é um senhor pequeno, mas com grande poder de criação tecnológico, com avançada tecnologia genética, que também era o senhor do planeta NIBIRU. O homem físico foi criado para trabalhar para os deuses, para ser seu escravo, em projetos de mineração de ouro no sul da África, falando em termos de mão de obra física.

Porque a alma que sempre habitou A FORMA DE BARRO DO HOMEM, essa sim sempre foi criação de DEUS, é DIVINA EM ESSÊNCIA. O verdadeiro e primordial Criador, não possui atributo humano de qualquer tipo, para sentir alguma emoção como arrependimento, que é um sentimento que demonstra LIMITAÇÃO e ERRO e é inerente a seres em PROCESSO DE EVOLUÇÃO, como o homem e os seus deuses ancestrais.


Sobre Nibiru e Anu ver mais em: http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-i/; http://thoth3126.com.br/conselho-de-nibiru-parte-ii/ e http://thoth3126.com.br/nibiru-o-livro-perdido-de-enkiea/



“O homem tornou-se como um de nós, conhecedor do bem e do mal. Que ele, agora, não estenda a mão e colha também da árvore da vida, e coma, e viva para sempre” (Gênesis 3.22).

Nessa passagem anterior do Gênesis vemos que deus é citado no PLURAL (tornou-se como um de NÓS), quem fala nesse momento são os pequenos falsos deuses de Nibiru e de outras partes de nossa galáxia. O verdadeiro Criador, Deus, quer o homem/mulher de volta ao seu seio, mas tem que ser o homem EVOLUIDO NA COMPREENSÃO DE SI MESMO, em sua essência divina (e menos centrado no corpo físico e seu ego temporário), e de sua relação com o verdadeiro Criador para então, como um filho pródigo, poder voltar a viver em um ambiente divino onde o corpo FISICO DE CARNE como o nosso não mais existe.

E disse o SENHOR: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de havê-los feito.

Aqui temos de novo um atributo humano de “arrependimento” presente na divindade, que comprova que essa divindade não é o DEUS absoluto, Criador e fonte de todas as coisas, inclusive Criador dos pequenos “deuses” geneticistas de Nibiru e alhures. O verdadeiro Deus Criador é a origem, o mantenedor e o que causa a dissolução de tudo que é material em função do processo evolutivo, em todos os níveis de existência. Na cultura hindu, temos: Brahma, Deus criador, Vishnu, o mantenedor e Shiva o destruidor, no sentido de renovação do velho para que possa emergir um NOVO nível de consciência, processo de renovação que estamos vivendo e FINALIZANDO nesse exato momento de nossa civilização.

Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR.

No final de ciclo que antecedeu o dilúvio (10.986 a.C., com o afundamento de Atlântida) a figura de Noé representa todos os seres humanos, que aos olhos do verdadeiro Deus Criador (porque os falsos deuses criadores de NIBIRU de outros locais tiveram que fugir do planeta senão também pereceriam com o dilúvio) apresentavam a condição de almas que tinham nível evolutivo suficiente para mereceram a salvação e seus líderes foram avisados com 50 anos de antecedência da catástrofe que se aproximava. O dilúvio teve maior impacto na área geográfica conhecida hoje como mar do Caribe e Atlântico Norte e registra o afundamento do continente de Atlântida onde o nível local de destruição foi total, completo e absoluto o mesmo não acontecendo com tanto impacto nas demais áreas do planeta, principalmente em regiões com grandes (ARCAS) montanhas como os Andes, o Himalaya, Atlas, Alpes, Kilimanjaro, etc…

Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus.


É possível para o homem hoje “andar com Deus” como os Noés no tempo do dilúvio, basta evoluir na compreensão de quem somos e sermos verdadeiros Cristãos (ou Budista, Confucionista, seguidor de Krishna, a religião não importa…), tolerantes, pacíficos, moderados, honestos, indulgentes com o erro alheio, altruístas, percebendo que grandes mudanças já estão em curso.

Devemos buscar orientação interna (a verdadeira) ouvindo nossa voz interior que nos conecta com a vontade e os planos do Criador para nós como indivíduos e como coletividade, dando valor às mensagens que nos chegam através das meditações e pelos sonhos, orientações vindas de nosso Eu Superior o “Pai” em cada um).

Agindo assim estaremos agindo como àqueles que eram os Noés antes do dilúvio e nos salvaremos, talvez não fisicamente, mas sim salvaremos a nossa alma, porque não haverá ambiente físico seguro no planeta no próximo final de ciclo que se aproxima, pois o nível de modificação de toda a crosta terrestre será inimaginável.

E gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé. A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.

Corrupção também provocada pelos deuses menores, os assim chamados “ANJOS CAÍDOS” que hoje estão, em sua maioria encarnados como seres humanos, em guerra aberta contra a evolução e a libertação da Alma humana, criando jogos de poder, de guerra, são os participantes dos vários grupos que disputam o controle do planeta, atuando como e através dos grupos como os Illuminatis, Bilderbergers, Rothschild, Sionistas, Fabian Society, Clube de Roma, Igreja Romana, fanáticos religiosos de todos os credos, políticos corruptos, NWO-Nova Ordem Mundial, etc…colhendo o que semearam, e também serão “julgados” no final do ciclo que se avizinha.

E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.

No final do período de Atlântida, a magia negra foi largamente praticada nos templos atlantes em demanda de alguns deuses que precisavam de sangue humano para que sua “ira” fosse aplacada.

Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.

Nesse parágrafo podemos tomar como literal o aviso de deuses criadores para suas criaturas de que havia um perigo eminente a caminho. Assim foi na cultura suméria antiga com o deus EA/ENKI (um deus Nephilim de NIBIRU) avisando seu (um Adamu de barro, sua criação) protegido, UTHNAPISTIM (O Noé sumério) do desastre eminente do qual ele devia se proteger seguindo as instruções dadas por ele, EA/ENKI em relação a “construção de uma arca”.

Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume. E desta maneira a farás: De trezentos côvados o comprimento da arca, e de cinqüenta côvados a sua largura, e de trinta côvados a sua altura. Farás na arca uma janela, e de um côvado a acabarás em cima; e a porta da arca porás ao seu lado; far-lhe-ás andares, baixo, segundo e terceiro.

Em 1843, o pesquisador Paul Emile Botta descobriu novos relatos sobre a inundação nas ruínas de Nínive ( na antiga Mesopotâmia, no norte do hoje Iraque), famosas por conter a maior biblioteca da Antigüidade, construída no século VII a.C. por Assurbanípal, rei da Babilônia. Posteriormente no mesmo local foram descobertas várias tábuas de barro com escritos que só seriam decifrados por volta de 1900. O texto falava sobre a Epopéia de Gilgamesh, que remontava aos sumérios, milhares de anos antes da Babilônia e Assíria se tornarem grandes potências.

Gilgamesh, segundo os escritos, havia se encontrado com seu antepassado Utnapistim – também chamado de Uta-Napistim ou Utna-Pishtin (o Noé sumério) –, de quem esperava obter o segredo da imortalidade. E Utnapistim lhe contou sobre a época em que os deuses resolveram punir a humanidade com uma inundação. O deus Ea/ENKI deu a Uthnapistim todas as informações necessárias para construir um navio (ou subir para as montanhas), que deveria abrigar sua família e animais. Os 40 dias e noites da Bíblia são reduzidos aqui para seis, quando o navio acabou encalhando no monte Nisir, entre o Tigre e o curso inferior do rio Zab, no Curdistão, onde existe uma cadeia de montanhas.

Essa Foto acima foi feita no Monte Ararat, que segundo a Bíblia, teria sido lá que a enorme Arca de Noé (fossilizada no canto inferior direito) repousou (Gênesis 8: 4-5)



Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará.

Os Sumérios: Nem todos os povos aceitaram o Dilúvio como fruto da ira divina. Na verdade, a idéia de que o fato bíblico não tivesse passado de uma grande inundação na Mesopotâmia começou a ganhar forma com as descobertas arqueológicas de Sir Charles Leonard Wooley, na cidade suméria de UR (a cidade natal de ABRÃO), entre 1926 e 1929. Encontrando camadas de limo numa profundidade onde seria impossível existir limo, ele chegou à conclusão de que aquilo era sinal de uma grande inundação do rio Eufrates, ocorrida por volta de 4000 a.C.

Unindo seus achados com os resultados iniciais de outras pesquisas na Mesopotâmia, Wooley concluiu que a inundação teria encoberto uma região de 630 quilômetros de comprimento por 160 de largura, ao nordeste do Golfo Pérsico. No entanto, estudos posteriores e mais detalhados demonstraram que o dilúvio descoberto por Wooley não havia afetado a área inicialmente imaginada por ele e, desta maneira, não poderia ser o bíblico.

A distribuição das antigas cidades/estações dos deuses annunakis na antiga Mesopotâmia, os criadores da civilização suméria, hoje o atual IRAQUE. Ao norte a civilização Assíria e a localização de sua capital Nínive.


Mas contigo estabelecerei a minha aliança; e entrarás na arca, tu e os teus filhos, tua mulher e as mulheres de teus filhos contigo.

Os filhos de Noé, SEM, CAM E JAFÉ representam os TRÊS principais ramos das raças de Atlântida (que foi a QUARTA RAÇA RAIZ) que sobreviveram a catástrofe do dilúvio e começaram a repovoar, com sua multiplicação e descendência, toda a terra, COMO SEMENTE DA QUINTA RAÇA RAIZ. A raça vermelha de Atlântida degenerou após o dilúvio e povoou as três Américas, formando os povos indígenas conhecidos como “Peles Vermelhas” na América do Norte, e todas as nações indígenas das Américas Central e do Sul.

Essa raça vermelha com o passar do tempo desenvolveu um grande conhecimento, respeito e amor pelo ambiente natural em que vivem e pela Mãe Terra, com exceção de algumas tribos da América Central, que ao tempo da chegada dos conquistadores espanhóis, ainda praticavam rituais com sacrifício humano, reminiscências ainda do tempo em que estas almas viveram no período final de Atlântida, quando a magia negra e sacrifícios humanos foram praticados naquele antigo continente.

E de tudo o que vive, de toda a carne, dois de cada espécie, farás entrar na arca, para os conservar vivos contigo; macho e fêmea serão. Das aves conforme a sua espécie, e dos animais conforme a sua espécie, de todo o réptil da terra conforme a sua espécie, dois de cada espécie virão a ti, para os conservar em vida. E leva contigo de toda a comida que se come e ajunta-a para ti; e te será para mantimento, a ti e a eles. Assim fez Noé; conforme a tudo o que Deus lhe mandou, assim o fez.

Outros Dilúvios e Arcas: Mitologias de diferentes culturas falam sobre dilúvios que teriam encoberto a Terra e de sobreviventes que construíram uma embarcação a mando de um deus. Algumas versões modernas utilizam teorias ocultistas ou simplesmente não aceitas pela ciência para explicar o Dilúvio:

Caingangue - uma lenda dos índios brasileiros caingangue diz que, durante o dilúvio, as almas de seus ancestrais estavam ocultas no centro da Terra. Elas voltaram à superfície na região de Guarapuava, no Paraná, nas Montanhas Negras, ou Krinxy.

Escandinávia - nos Edas, os poemas nórdicos do século III, está escrito que a Terra surgiu num dilúvio do sangue de Ymir, durante uma guerra entre deuses e gigantes.

Kogi - os índios kogi ou kágabas, que habitavam a região da Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, referiam-se a um dilúvio de 4 anos para punir os seres que tinham tendências contrárias à natureza. O sacerdote Seizankuan construiu um barco mágico onde colocou todos os tipos de animais e outras pessoas. Depois de 9 séculos as águas baixaram e todos puderam ‘descer do céu’ onde tinham se refugiado.

Incas - Viracocha, o grande deus dos incas e criador do mundo, ficou descontente com os homens e mergulhou o mundo num dilúvio.

Babilônia - herdeira das tradições sumérias, a civilização babilônica falava do dilúvio, que destruiu a civilização formada pela união entre os filhos dos deuses e as filhas dos homens. Antes da enchente, os reis lunares reinariam por 432 mil anos.

Rig Vedas - os textos hindus também se referem a um dilúvio. Manu é o personagem a quem é dada a possibilidade de escapar construindo um barco gigantesco que, depois, encalha numa montanha.

Grécia - na mitologia grega, Zeus destruiu o mundo com um dilúvio devido à corrupção da humanidade. Deucalião é o nome do sobrevivente que construiu uma arca e flutuou 9 dias e 9 noites, chegando ao Monte Parnaso.

Polinésia - a luta entre Rangi e Papa, os pais dos homens e deuses, resultou em nuvens e furacões que arrasaram a Terra.


Sioux - o ancião Coiote foi avisado de uma grande inundação e construiu um barco para escapar. Esse barco também ficou encalhado no alto de uma montanha, depois que as águas do mundo baixaram.

Maias - não falam de uma arca, mas do fim do mundo pelas águas. O mundo ou civilização destruída precedia a nossa atual.

Bororo - na versão dos índios brasileiros, Jokurugwa matou o espírito Jakomea que, para vingar-se, fez as águas inundarem a terra. Kokurugwa refugiou-se no alto de um monte e sobreviveu.

Faetonte - planeta ao qual se referem alguns textos antigos, também conhecido como Maldek, o astro que faltaria entre Marte e Júpiter. Uma catástrofe teria destruído o planeta e seus fragmentos caíram à Terra causando o dilúvio.

Cosmogonia Glacial - teoria elaborada por Hans Hörbiger, também chamada de Doutrina do Gelo Eterno (Welteislehre) e ligada às idéias nazistas. Preconizava uma série de destruições no planeta com a queda de sucessivas luas. A última catástrofe, há cerca de 13 mil anos, poderia ter causado o dilúvio.

O Disco Alado com Anu no centro, uma representação da suméria para o planeta dos deuses, Nibiru.



UMA BREVE “CRONOLOGIA” DA CRIAÇÃO DO HOMEM NA BÍBLIA:

A primeira criação:

Na bíblia deus resolve criar o homem, conforme podemos ver no capítulo 1 do Gênesis (o Gênesis é uma cópia do documento ENUMA ELISH, o épico sumério da criação), que relata a 1ª criação do HOMEM E DA MULHER AO MESMO TEMPO, também é interessante de se notar que deus fala no plural porque deve estar acompanhado de “outros deuses”, conforme segue descrito no Gênesis, Capítulo 1, versículos 26 a 28:

E disse Deus: Façamos o homem à nossa (parece que “deus” não esta sozinho) imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.E criou Deus o homem à sua imagem: à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.

A segunda criação:

Em torno de 430.000 a.C. marca o início da interferência dos deuses de Nibiru e de deuses de outros planetas e sistemas solares na história da disputada Terra. Período em que o grande continente de Atlântida estava consolidando sua ocupação pelos descendentes da 3ª raça raiz, os lemurianos, que finalmente haviam se separado sexualmente de hermafroditas (ainda com os dois sexos-polaridades no mesmo corpo) para seres que se expressavam em dois sexos em corpos diferentes, masculino e feminino em corpos individuais, raça que se deslocou antes do afundamento completo do continente Lemuriano nas águas do Oceano Pacífico para o que viria a ser conhecido como a Atlântida, no Oceano Atlântico norte, um momento registrado em Gênesis, e aqui Deus muda para O SENHOR DEUS, e nessa criação o HOMEM-ADÃO esta sozinho e dele surge a mulher EVA (momento da separação das polaridades criando dois corpos com sexos que se complementam, masculino e feminino), conforme segue no Gênesis, Capítulo 2, Versículos 7 e 18 a 23,:

E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente. Gênesis 2:7

E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele. Havendo, pois, o SENHOR Deus formado da terra todo o animal do campo, e toda a ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.
E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo o animal do campo; mas para o homem não se achava ajudadora idônea. Então o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar; E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada.


Esta parte do Gênesis 2, versículos 18 a 23, determina o momento da SEGUNDA CRIAÇÃO do homem e da mulher. É interessante de se notar a diferença que existe em relação ao Deus Criador dessa parte do Gênesis 2, onde ele é chamado de o SENHOR DEUS e na passagem já citada anteriormente, de Gênesis 1 onde o Criador é chamado de forma diferente, APENAS como DEUS.

A criação humana descrita em Gênesis 1 é inerente ao verdadeiro Deus Criador, e relata a criação da ALMA HUMANA POLARIZADA EM DOIS GÊNEROS, ainda antes de um corpo físico, como o que temos hoje, ter sido criado. Essa é a condição original de nossa existência verdadeira, antes da QUEDA DE NOSSA ALMA NA MATÉRIA, após termos sido tentados pela “serpente”, que nos induziu a “comer do fruto da árvore do conhecimento DO BEM E DO MAL (quando “habitamos” um corpo humano)”.

Todo o livro do Gênesis é cópia de textos muitíssimos (como o Enuma Elish da Suméria) mais antigos e sagrados de povos da região mesopotâmica e além, que são registros muito anteriores ao surgimento do povo hebreu cuja história se inicia somente em 3.760 AC, ano oficial do início do calendário hebraico vigente nos dias de hoje e que seria o ano em que ocorreu o encontro que Deus teve com Abrão e fez um pacto com o mesmo enquanto ele residia em UR, próximo à foz do rio Eufrates uma cidade fundada pelos habitantes de Nibiru há milênios atrás.

O início do calendário hebreu em 3.760 coincide com uma das passagens do planeta NIBIRU pelo nosso sistema solar (ele voltaria mais uma vez em 160 AC e seu retorno deve ocorrer somente em torno de 3.452, ou seja daqui a mais 1.440 anos em nosso futuro). Uma pista para a origem do “povo hebreu” esta no nome dos seus pais: ABRAÃO E SARA: a origem desses nomes é da antiga ÍNDIA, são nomes derivados do casal divino hindu BRAHMA (Abraão) e SARASVATI (Sara). Aquilo que viria a ser o núcleo da criação do povo hebreu foi uma tribo chamada de Saldeus – que depois do Dilúvio passou a se chamar Caldeus – que migrou da Índia para a Mesopotâmia em tempos muito remotos.

Representação de EA/ENKI trabalhando em laboratório junto com Ninhursag/Ninmah e acima o símbolo do planeta alado para NIBIRU.



A TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM
Existe ainda uma TERCEIRA CRIAÇÃO do ser humano descrita de forma velada no Gênesis, que pode ser percebida quando Eva, ao ser tentada pela serpente (Ea/ENKI), come e oferece a maça a Adão, e então ambos são EXPULSOS DO PARAÍSO (…terrestre, a Mesopotâmia, o Jardim do E.Din dos deuses de Nibiru na Terra), e aqui deus volta a ser chamado de O SENHOR DEUS (Aquele que fica irado com certa facilidade) novamente, conforme segue: Gênesis, Capítulo 3, versículos: 9 a 23:


E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. Gênesis 3:9-23


No relato descrito nessa passagem do Gênesis, o momento da TERCEIRA CRIAÇÃO DO HOMEM E DA MULHER é consumado quando o Senhor Deus (ENKI/EA com a ajuda de Ninhursag, ambos de Nibiru) providencia VESTIMENTAS DE PELES (SÃO os CORPOS MATERIAIS DE BARRO QUE A NOSSA ALMA AINDA “VESTE”) o momento que testemunha a intervenção “divina de deuses inferiores” que criaram geneticamente o Adão e a Eva de BARRO, o homem físico, sem nenhum objetivo altruísta já que o homem foi criado para ser escravo desses deuses e para trabalhar na mineração de ouro no sul do continente africano, mineral que era necessário para a atmosfera de NIBIRU.

Uma estela suméria mostrando o sistema solar com DOZE corpos celestes, incluindo o Sol ao centro.



Essa intervenção extraterrestre na criação FÍSICA do ser humano, quando é usado material genético dos próprios deuses, que modificam a condição de um ser animal bípede existente naquela oportunidade e naquele tempo, um Homus Erectus qualquer, que com aquela intervenção passa a possuir, com aquisição do material genético dos deuses, autoconsciência (comeu a maça, da Árvore do Conhecimento-Consciência), pois uma alma humana, a partir daquela intervenção passa a habitar um corpo FÍSICO, passa a VESTIR UMA TÚNICA DE PELE.

Aqui é importante esclarecer que a civilização atlante e todas os demais (como na antiga Índia/BHARATA) antigos povos da terra, antes do dilúvio, não possuíam UM CORPO FÍSICO TÃO DENSO COMO NÓS HOJE, uma condição natural da quarta raça raiz que fisicamente falando não era material e tão densa como a nossa constituição física atual, a quinta raça raiz.

Em um cilindro da Suméria reproduzido acima vemos a equipe nibiruana de pesquisa constituída pelos deuses: Ningishzidda de joelhos e ENKI/EA de pé. Ninhursag (Ninmah/Ninti) sentada segura no ar ADAMU, o homem híbrido Erectus Nibiran /Homo híbrido que eles fizeram. Esta registrado em um tablete de argila: “As Minhas mãos fizeram isso! Ela gritou Vitoriosamente.“ Ninhursag (Ninti) a deusa que ajudou EA/ENKI a “criar” o homem (em laboratório) na antiga Mesopotâmia, em tablete da suméria. Atrás dela a “Árvore da Vida”.



O Planeta Terra vem, ao longo dos últimos 432 mil anos ATINGINDO SEU PONTO MÁXIMO DE EXPRESSÃO MATERIAL (QUE OCORRE NO FINAL DO CICLO, ISTO É, nos últimos 5.125 anos QUE SE INICIOU EM 3.113 a.C., o final do Kali Yuga, a idade do FERRO dos hindus, período que termina em 21 de dezembro de 2012, quando começaremos a acessar (os que estão evoluindo e não dormindo) um novo nível de consciência muito menos denso materialmente do que o existente hoje.

Será mais um passo que estaremos dando para voltarmos a nossa condição original, NÃO SER MAIS UMA ALMA CORPORIFICADA EM UM PLANETA DE 3ª DIMENSÃO, MAS UMA ALMA REALIZADA E EVOLUIDA, após a nossa passagem pelo mundo denso, usando corpos (peles) animais materiais como os que usamos hoje, dando um salto evolutivo, para uma nova espécie (na realidade nova em relação a nossa condição atual) em que utilizaremos 70% DE NOSSA CAPACIDADE CEREBRAL ao invés dos meros 5% atuais, seremos muito mais energia e menos matéria e voltaremos a ser telepáticos…

O homem físico, material, DENSO e usando “túnicas de pele” começou a ser criado (pelos deus ENKI/EA) em torno de 150 mil AC e é finalizado como unidade independente polarizada em corpos com dois sexos em torno de 70 mil a.C., conforme podemos encontrar descrito em trechos do texto sumério ENUMA ELISH, do qual o Gênesis é uma cópia muito ruim


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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Adão, Um Escravo Sob Medida


A narrativa bíblica da criação do Homem é, naturalmente, o ponto crucial do debate, às vezes acirrado, entre criacionistas e evolucionistas - que em certas ocasiões chega aos tribunais. Como já foi dito, os dois lados deveriam reler a Bíblia (no original hebraico); o conflito desapareceria, já que os evolucionistas reconhecem as bases científicas do Gênesis e os criacionistas compreenderiam o que os textos querem realmente dizer.

Deixando de lado a noção ingênua de alguns de que os "dias" do livro do Gênesis se referem literalmente a períodos de 24 horas e não a eras, ou fases, a seqüência da Bíblia é uma descrição da evolução em acordo com a ciência moderna, como demonstraram os capítulos anteriores. O
problema intransponível surge quando os criacionistas insistem em que nós, a humanidade, o Homo sapiens sapiens, fomos criados instantaneamente por "Deus", sem antecessores evolucionários. "Então o senhor Deus modelou o homem com a argila do solo, insuflou em suas narinas um hálito de vida e o homem se tornou um ser vivente." Esse é o relato da criação do Homem segundo o Capítulo 2, verso 7 do livro do Gênesis - segundo a versão moderna e a inglesa do rei James; e é o que os criacionistas fanáticos acreditam piamente.


Se eles lessem o texto em hebraico - que, afinal, é o original -, descobririam, em primeiro lugar, que o ato da Criação é atribuído a um certo Elohim - um termo plural que deveria ser traduzido, pelo menos, por "deuses" e não "Deus". Em segundo lugar, ficariam sabendo que o verso também explica como "Adão" foi criado: "porque não havia um Adão para cultivar o solo". Esses dois indícios são importantes - e incertos a respeito de quem criou o homem e por quê.

Naturalmente, existe outro problema no Gênesis 1:26-27, uma versão anterior da criação do homem. Primeiro, de acordo com a versão do rei James e outras, "Deus disse: Façamos o homem a nossa imagem, como nossa semelhança"; a seguir, a sugestão é executada: "Deus criou o homem a sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou". O relato bíblico fica mais complicado na narrativa seguinte do Capítulo 2, "Adão" ficou só até Deus dar-lhe uma companheira feita de sua costela.

Enquanto os criacionistas acham difícil decidir qual é a versão dogmática, sine qua non, ainda existe o problema do pluralismo. A sugestão da criação do Homem vem de uma entidade plural que fala a uma audiência plural: "Façamos um Adão a nossa imagem, como nossa semelhança". Os que acreditam na Bíblia devem se perguntar: o que está acontecendo?


Os orientalistas e estudiosos da Bíblia já sabem que a redação e o resumo que os compiladores do livro do Gênesis fizeram foram baseados em textos bem mais antigos e detalhados, primeiro escritos em sumério. Esses textos, revistos e muito citados em O 12º. Planeta, com todas as fontes de informação, relegam a criação do Homem aos Anunnaki. Em longas descrições como o Atra Hasis, sabemos que os soldados rasos astronautas que vieram à Terra para minerar ouro acabaram se rebelando. O trabalho estafante de mineração no sudeste da África tinha ficado insuportável. Enlil, o comandante-chefe, fez seu pai Anu, governante de Nibiru, convocar uma assembléia dos Grandes Anunnaki e exigiu punição severa para a tripulação amotinada. Mas Anu foi mais compreensivo: "De que os acusamos?", perguntou depois de ouvir as queixas dos rebeldes. "O trabalho deles estava muito pesado, sua aflição era muito grande." E logo sugeriu se não existia outro jeito de obterem ouro.


O filho Enki (meio-irmão de Enlil e seu rival), o brilhante cientista-chefe dos Anunnaki, disse que havia: "É possível libertar os Anunnaki dessa servidão terrível tendo mais alguém para fazer o trabalho pesado: Vamos criar um Trabalhador Primitivo!"

A idéia agradou à assembléia dos Anunnaki. Quanto mais discutiam, mais aumentava o clamor por esse Trabalhador Primitivo, um Adamu para se encarregar do trabalho pesado. Mas ficaram imaginando como ele poderia criar um ser com inteligência suficiente para usar ferramentas e obedecer às ordens. Como conseguiria criar, "produzir", o Trabalhador Primitivo? A tarefa era possível, realmente?

Um texto sumério imortalizou a resposta de Enki aos Anunnaki reunidos, que viam na criação de um Adamu a solução para seu trabalho insuportável: A criatura cujo nome vocês proferiram ELA EXISTE!

"Tudo o que vocês têm a fazer", aduziu ele, "é ligá-la à imagem dos deuses".

Nessas palavras está a chave do enigma da criação do Homem, o condão mágico que remove o conflito entre o evolucionismo e o criacionismo. Os Anunnaki, ou os Elohim dos versos bíblicos, não criaram o homem do nada. O ser já existia ali na Terra, o produto da evolução daquele estágio. Era necessário apenas, para elevá-lo ao nível necessário de habilidade e inteligência, aproximá-lo da "imagem dos deuses", a dos próprios Elohim.


Para simplificar, chamaremos esse ser que existia de Homem-Macaco e Mulher-Macaco. O processo imaginado por Enki era "ligar", na criatura existente, a "imagem" - a feição genética interna - dos Anunnaki; em outras palavras, desenvolver o Homem-Macaco pela manipulação genética e dar um salto na Evolução criando o "Homem" - Homo sapiens.

O termo Adamu, que evidentemente inspirou o nome do Adão bíblico, significa "imagem" no texto sumério e é repetido intacto no texto bíblico, não sendo apenas um indício da origem sumério-mesopotâmica da história do Gênesis sobre a criação do Homem. O plural bíblico e a descrição de um grupo de Elohim chegando a um consenso seguido da ação necessária também perdem o aspecto enigmático se levarmos em conta as fontes mesopotâmicas.

Nelas nós lemos que os Anunnaki reunidos resolveram executar o projeto e Enki sugeriu que encarregassem Ninti dessa tarefa, porque era a médica oficial: Elas convocaram e pediram à deusa, à parteira dos deuses, à sábia doadora da vida, [dizendo;] "Dê vida a um ser, crie trabalhadores! Crie um trabalhador primitivo para que ele possa suportar o jugo! Que ele carregue o jugo imposto por Enlil, que o Trabalhador suporte a fadiga dos deuses!"

Não podemos afirmar com certeza se os redatores do Gênesis fizeram uma versão abreviada do texto do Atra Hasis, acima citado, ou de relatos sumérios mais antigos. Mas encontramos uma situação que demonstra a necessidade de um Trabalhador Primitivo, a assembléia dos deuses, a sugestão e a decisão de prosseguir e criar um ser. Com a compreensão das fontes, podemos entender a narrativa bíblica dos Elohim - os Altíssimos, os "deuses" - dizendo: "Façamos Adão a nossa imagem, a nossa semelhança" como um remédio para a difícil situação: "não havia um Adão para cultivar a terra".


Até a Bíblia começar a relatar a genealogia e a história de Adão como pessoa específica, o livro do Gênesis refere-se a ele apenas como "o Adão", um termo genérico, como expliquei em O 12º. Planeta. O relato não citava uma pessoa chamada Adão, mas queria dizer o "terráqueo", que é o verdadeiro sentido da palavra vinda da raiz Adamah, a "Terra". Mas trata-se também de um jogo de palavras: Dam significa especificamente "sangue" e reflete, como veremos adiante, o modo de "manufaturar" o Adão.

O termo sumério para designar o homem é LU, Mas sua raiz não significa "ser humano", mas sim "trabalhador, servidor"; quando aparece como componente de nomes de animais significa que são "domesticados". Na linguagem acadiana do Atra Hasis (de onde vieram todos os idiomas semíticos), recém-criado chamou-se lulu, que também significava "misto" em sentido mais profundo. Era, portanto, outra referência à origem de Adão: o "terráqueo" ou "Feito de sangue".

Muitos textos de argila da Mesopotâmia, encontrados em diferentes estados de conservação e fragmentação, foram revistos depois da edição de O 12º. Planeta, assim como os "mitos" de criação de outros povos do Velho e do Novo Mundo. Todos eles registram um processo envolvendo a mistura  de um elemento divino a um terrestre. Geralmente o elemento divino é descrito como uma "essência" derivada do sangue de um deus, aliada a um elemento terrestre como "argila", ou barro.


Não há dúvida que todos tentaram contar a mesma história porque todos falam do Primeiro Casal. A origem certamente é suméria, e nessas narrativas encontramos descrições elaboradas e detalhadas a respeito do feito maravilhoso: a mistura dos genes "divinos" dos Anunnaki aos genes "terrestres" do Homem-Macaco.

Foi a fertilização in vitro, em tubos de ensaio, como sugere a ilustração de um selo cilíndrico. Como venho repetindo desde que a ciência moderna conseguiu igualar o feito, Adão foi o primeiro bebê de proveta...

Existem motivos para acreditarmos que Enki sabia que essa manipulação genética era possível ao sugerir a criação do Trabalhador Primitivo. Sua sugestão de encarregar Ninti da execução também não foi uma idéia
momentânea.

Estabelecendo as bases para os acontecimentos seguintes, o Atra Hasis inicia a história do Homem na Terra atribuindo os deveres dos chefes Anunnaki. Quando a rivalidade entre os dois meios-irmãos Enlil e Enki  atingiu um nível perigoso, Anu sorteou seus lotes.


Enlil recebeu o comando dos primeiros acampamentos e das operações de E.DIN (o Éden bíblico); Enki foi enviado à África para supervisionar AB.ZU, a terra das minas de ouro. Sendo um grande cientista, Enki deve ter passado boa parte do tempo estudando a flora e a fauna da região, assim como os animais que  seriam, 300 mil anos depois, os fósseis encontrados por Leakey e outros paleontólogos no sudeste da África. Como os cientistas de hoje, Enki deve ter imaginado o curso da evolução na Terra. Os textos sumérios sugerem que ele concluiu que a mesma "semente da vida", que Nibiru trouxera de sua região ao interior do espaço, tinha fecundado os dois planetas; antes Nibiru e mais tarde a Terra, já que a última recebeu na colisão as sementes que germinaram.

Sem dúvida, o ser que mais o fascinou foi o Homem-Macaco, já um passo à frente dos outros primatas, um hominídeo ereto que usava pedras lascadas como ferramenta. Era um proto-homem, mas não ainda plenamente desenvolvido. Enki deve ter-se divertido diante do desafio intrigante de "bancar Deus" ao realizar as experiências de manipulação genética.

Para isso, ele pediu a Ninti que fosse para a África ficar a seu lado. O motivo oficial foi plausível, já que ela era a médica oficial; seu nome significava "Senhora Vida" (mais tarde recebeu o apelido Mammi, raiz universal de mãe). Tornara-se evidente a necessidade de serviços médicos, considerando as condições difíceis de trabalho nas minas. Mas havia mais que isso no convite: desde o início, Enlil e Enki desejavam os favores sexuais de Ninti porque ambos precisavam de um herdeiro da meia-irmã. Os três eram filhos de Anu, o governante de Nibiru, mas tinham mães diferentes e, de acordo com as regras de sucessão entre os Anunnaki, o herdeiro não era necessariamente o primogênito e sim gerado por uma meia-irmã da mesma linhagem real (costume adotado pelos sumérios e refletido nas histórias bíblicas dos patriarcas). Os textos sumérios descrevem cenas de amor ardente entre Enki e Ninti, mas o resultado não foi o esperado porque só geraram filhas. Sendo assim, o interesse era somente científico quando Enki sugeriu que Ninti executasse a tarefa.


Sabendo de tudo isso, não nos surpreendemos ao ler nos textos da Criação que Ninti declarou, em primeiro lugar, que não poderia realizar a tarefa sozinha, pois precisava da ajuda e dos conselhos de Enki; em segundo, que a experiência devia ser feita em Abzu, onde disporia do material necessário e das instalações apropriadas. Na verdade, os dois devem ter feito várias experiências antes da sugestão dada na assembléia dos Anunnaki: "Façamos um Adamu a nossa imagem". Algumas ilustrações antigas mostram "Homem-Touro" acompanhados de mulheres-macacos sem pêlo ou "Homem-Pássaro". As esfinges (touros ou leões com cabeças humanas) que adornavam tantos templos antigos podem ter sido mais que uma simples alegoria imaginária, e quando o sacerdote babilônio Berossus escreveu a cosmogonia suméria e a história da Criação, descreveu um período pré-humano em que "apareceram homens com duas asas", "um corpo com duas cabeças", seres com "órgãos masculinos e femininos misturados", "alguns com pernas e chifres de bode" e outras anomalias mistas de homens e animais.


Os textos sumérios mostram que essas criaturas não foram falhas da natureza, mas o resultado de experiências deliberadas de Enki e Ninti. Chegam a descrever como os dois criaram um ser desassexuado, um homem que não reprimia a urina, uma mulher estéril e criaturas com vários outros defeitos. Finalmente, numa declaração desafiadora, com um toque de malícia, Ninti falou:

Quão bom ou mau é o corpo do homem?
Como meu coração inspira,
Posso tornar seu destino bom ou mau.

Tendo chegado a esse estágio mais aperfeiçoado de manipulação, podendo determinar no corpo, bons ou maus aspectos, os dois sentiram que podiam enfrentar o desafio final: misturar os genes dos hominídeos, Homem-Macaco, com os genes dos próprios Anunnaki. Usando todo o conhecimento adquirido, os dois Elohim iniciaram a manipulação que apressou a evolução. Sem dúvida, o homem moderno teria evoluído na Terra de qualquer jeito antes do que aconteceu em Nibiru, porque os dois eram originários da mesma "semente da vida". Mas havia um longo caminho e muito tempo a percorrer do estágio dos hominídeos, há 300 mil anos, até o nível de desenvolvimento que os Anunnaki já tinham atingido naquela época.



Se no curso de 4 bilhões de anos o processo evolucionário tivesse começado em Nibiru, considerando apenas 1 por cento desse período, a Evolução estaria 40 milhões de anos mais adiantada ali do que na Terra. Os Anunnaki terão feito a evolução em nosso planeta dar um salto de 1 ou 2 milhões de anos? Ninguém pode calcular quanto tempo seria necessário para o Homo sapiens evoluir naturalmente dos hominídeos terrestres anteriores, mas, com certeza, 40 milhões de anos seriam mais que suficientes.

Chamados para executar a tarefa de "modelar os servidores dos deuses", ou, nas palavras dos textos antigos, "realizar uma grande obra de sabedoria", Enki deu a Ninti as seguintes instruções:

Misture a uma essência o barro da base da Terra, pouco acima de Abzu, e modele na forma de um caroço. Eu provarei bons e sábios jovens Anunnaki que darão ao barro a condição correta.

Analisei, em O 12º. Planeta, a etimologia dos termos sumério e acadiano geralmente traduzidos por "argila" ou "barro" e demonstrei que eles evoluíram da palavra sumério TI.IT. Ela significa literalmente "aquele que está com vida"; adquiriu depois os sentidos derivados de "argila", "barro" e também de "ovo". O elemento terrestre no processo de "ligar" em um ser que já existia "a imagem dos deuses" devia, portanto, ser o óvulo da Mulher-Macaco.


Todos os textos que se referem a esse acontecimento esclarecem que Ninti deixou Enki fornecer o elemento terrestre, esse óvulo da Mulher-Macaco de Abzu, do sudeste da África. De fato, existe a especificação exata do lugar das minas (uma área identificada em O 12º. Planeta que fica na Rodésia do Sul, hoje Zimbábue), em um lugar acima, mais ao norte. Como mostraram descobertas recentes, essa área foi realmente o local em que surgiu o Homo sapiens...

Ninti era encarregada de obter os elementos "divinos". Eram necessárias duas extrações de óvulos para uma da essência de uma Annunaki, e um jovem "deus" foi cuidadosamente selecionado para esse propósito. As
instruções de Enki a Ninti foram que ela colhesse o sangue e o shiru do deus e depois imergisse em um "banho purificante" para obter suas "essências". Do sangue seria retirado o TE.E.MA, traduzido por "personalidade", expressando o que faz uma pessoa ser diferente das outras. Mas a tradução "personalidade" não define a precisão científica do termo que originalmente significava em sumério: "o que abriga, o que liga a memória". Atualmente daríamos a isso o nome de "genes".

Outro elemento a ser retirado dos jovens Anunnaki era o shiru, comumente traduzido como "sangue". Com o tempo, a palavra adquiriu, entre outras conotações, o sentido de "carne", mas no sumério antigo referiam-se ao sexo e aos órgãos reprodutores. Sua raiz significava basicamente "ligar", o que "liga". A extração do shiru foi relacionada em outros textos sumérios com o termo kiru e, sendo do homem, significava "sêmen", o esperma.


Essas duas extrações divinas deviam ser bem misturadas por Ninti em um banho purificante e o epíteto lulu ("misto") para o Trabalhador Primitivo certamente teve raiz nesse processo de mistura. Na linguagem atual
chamaríamos o "Híbrido".

Todos esses processos deviam ser executados em perfeitas condições de higiene. Um texto menciona como Ninti lavou as mãos antes de tocar no "barro". O local era uma construção especial chamada em acadiano de Bit Shimti, da raiz suméria SHI.IM.TI, literalmente "casa onde o vento da vida é soprado". É a fonte, sem dúvida, da afirmação bíblica de que Elohim, depois de modelar o Adão do barro, "soprou em suas narinas o hálito da vida". O termo bíblico Nephesh, "sopro da vida", às vezes é traduzido como "alma". A mesma palavra é empregada na narrativa acadiana do acontecimento na "casa onde o vento da vida é soprado" depois de completarem os processos de purificação e extração:

O deus que purifica o napishtu, Enki, falou.
Sentado diante dela [Ninti] ele a convocou.
Depois de proferir seu encantamento ela pôs a mão no barro.


Em um selo cilíndrico há uma ilustração possivelmente relacionada a esse texto antigo. Nela, Enki, sentado, convoca Ninti (representada por seu símbolo, o cordão umbilical) e aparecem atrás os frascos usados como "tubos de teste".

A mistura do "barro" com todos os componentes e essências não era o fim do processo. O óvulo da Mulher-Macaco, depois de fertilizado com o esperma e os genes do jovem "deus" Anunnaki nos "banhos purificantes", era depositado em um "molde" onde a liga devia se completar. Já que essa fase depois é descrita como associada à determinação do sexo do ser engendrado, podemos supor que era esse o propósito da etapa de "ligar".

O prazo que o óvulo fertilizado permanecia no "molde" não é declarado, mas é bem esclarecido o que devia ser feito com ele. Depois de fertilizado e "moldado", precisava ser reimplantado em um ventre feminino, mas não na Mulher-Macaco original. Em vez disso, era escolhido o ventre de uma "deusa", uma Anunnaki! Só assim o resultado seria alcançado.

Depois de tantas tentativas e tantos erros para criar seres híbridos, como Enki e Ninti podiam ter certeza de obter um lu1u perfeito ao reimplantar o óvulo em uma Anunnaki? Ou ela podia parir um monstro e pôr em risco a própria vida?


Evidentemente, não tinham certeza absoluta. Como acontece tão freqüentemente com cientistas que servem de cobaia em experiências perigosas que exigem um ser humano, Enki anunciou aos Anunnaki reunidos que sua própria esposa Ninti ("Senhora da Terra") se oferecera para isso. "Ninti, minha deusa-esposa, será a escolhida para esse trabalho"; ela determinaria o destino do novo ser:

O destino do recém-nascido tu proferirás; Ninti fixará nele a imagem dos deuses; E o que ele for será o "Homem".

As Anunnaki escolhidas como Deusas do Nascimento receberam ordem de Enki de ficar e observar o que aconteceria se as experiências fossem bem-sucedidas. Como os textos revelam, não foi um parto simples e fácil:

As Deusas do Nascimento foram mantidas juntas. Ninti sentou-se, contando os meses. O fatídico décimo mês se aproximava. O décimo mês chegou - o período de abrir o ventre tinha vencido.

Aparentemente o drama da criação do Homem incluiu um nascimento tardio e foi necessário uma intervenção cirúrgica. Compreendendo o que tinha feito, Ninti "cobriu a cabeça" e "fez a abertura" usando um instrumento cuja descrição foi danificada na tábula de argila. Em seguida, "o que estava no ventre surgiu". Segurando o recém-nascido, ela exultou de alegria. Ergueu-o para que todos o vissem e gritou triunfante:

Eu o criei!
Minhas mãos o fizeram!

O primeiro Adão tinha surgido.

O nascimento bem-sucedido de Adão - por si mesmo, segundo a primeira versão bíblica - confirmou a validade do processo e os animou a prosseguir. Então foi preparado "barro misturado" suficiente para iniciar a gravidez em catorze Deusas do Nascimento ao mesmo tempo:

Ninti separou catorze porções de barro,
Sete ela depositou à direita,
Sete ela depositou à esquerda;
Entre elas ela colocou o molde.


Os processos já atingiam uma técnica genética capaz de criar sete machos e sete fêmeas ao mesmo tempo. Em outra tábula lemos que Enki e Ninti:

Os sábios e eruditos,
Duplas de sete Deusas do Nascimento tinham reunido.
Sete deram à luz machos.
Sete deram à luz fêmeas;
As Deusas do Nascimento criaram
o Vento do Hálito da Vida.

Portanto, não existe nenhum conflito entre as várias versões bíblicas da criação do Homem. Primeiro o Adão criou-se por si mesmo, mas na fase seguinte o Elohim realmente criou os primeiros seres humanos, "macho e fêmea".

Os textos da Criação não declaram quantas vezes foi repetida a "produção em massa" de Trabalhadores Primitivos. Em outro lugar, lemos que os Anunnaki continuaram clamando por mais deles e que, finalmente, os que eram de Edin - Mesopotâmia - foram a Abzu, na África, e capturaram à força muitos Trabalhadores Primitivos para servi-los em sua terra.


Também ficamos sabendo que nessa época, cansados da necessidade constante de Deusas do Nascimento, Enki iniciou uma segunda manipulação genética para dar ao povo híbrido a capacidade de procriação, mas a história desse avanço científico pertence ao próximo capítulo.

Tendo em mente que esses antigos textos nos chegam atravessando uma ponte histórica que se estende por milênios, deve-se admirar os escribas que registraram, copiaram e traduziram os textos mais remotos, provavelmente sem conhecerem com certeza o que esta ou aquela expressão ou termo técnico significavam originalmente, mas aderindo tenazmente às tradições que exigiam uma versão extremamente meticulosa e precisa dos textos copiados.

Por sorte, à medida que entramos na última década do século 20 da Era Comum, contamos cada vez mais com o auxílio da ciência moderna. A "mecânica" da replicação celular e da reprodução humana, a função e código dos genes, a causa de muitos defeitos e doenças hereditárias - processos biológicos como esses e muitos mais, agora são compreendidos. Talvez essa compreensão ainda não seja completa, mas já é suficiente para nos permitir avaliar os contos antigos e seus dados.


Com todo esse conhecimento moderno a nossa disposição, qual é o veredicto sobre as informações da Antiguidade? Trata-se de uma fantasia impossível ou os procedimentos e processos, descritos com grande atenção à terminologia, são corroborados pela ciência da atualidade?

A resposta é sim, é tudo como faríamos hoje - são os mesmos procedimentos que temos seguido nos últimos anos.

Extraído do Livro: Genesis revisitado de Zecharia Sitchin

Fonte: Imagick
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