Pesquisar este blog

Translate

Mostrando postagens com marcador terremoto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador terremoto. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Estamos na era dos grandes terremotos?


Uma série de terremotos devastadores atingiram todo o mundo nos últimos anos – desde o Japão, passando pelo Chile e pelo Haiti – provocando receio de que nosso planeta possa enfrentar tremores ainda mais catastróficos no futuro próximo.

Três equipes de pesquisa já vasculharam o histórico global de 110 anos de registros sísmicos para tentar descobrir se há uma espécie de tendência de terremotos devastadores.

Alguns dizem que sim, outros discordam.

Uma dupla de pesquisadores encontrou o que eles chamaram de “megaterremotos”, abalos de magnitude igual ou superior a 9 pontos na Escala Richter.

Um grupo de três destes tremores devastadores ocorreu entre 1952 e 1964, incluindo o terremoto de magnitude 9,5 no Chile, em 1960, o maior terremoto já registrado na Terra.

Outro conjunto de fenômenos, ainda maior, aconteceu entre 1950 a 1965 e envolveu terremotos de magnitude igual ou superior a 8,6, contam Charles Bufe e David Perkins, sismólogos do Centro de Pesquisa Geológica dos EUA, em Golden, Colorado. Eles especulam que o terremoto de força 8,4 no Peru, em 2001, pode ter marcado o início de uma nova sequência de grandes terremotos globais que estamos experimentando atualmente.

“Isso não significa o Juízo Final”, tranquiliza Bufe. “Não acredito que grandes terremotos vão ocorrer durante um longo período de tempo. Nós só estamos dizendo que parece haver um agrupamento neste momento, com uma probabilidade maior do que o normal de acontecerem terremotos de grandes proporções”, explica. “Não dá para precisar quanto tempo pode durar este agrupamento. Se não houver outro grande terremoto em anos, talvez nos próximos 10 ou 12, eu diria que provavelmente estaremos fora do agrupamento”, acredita.

Bufe sugere que, através do envio de ondas sísmicas que viajam ao redor da superfície do planeta, terremotos muito fortes podem enfraquecer ainda mais as zonas de falhas que já estão muito debilitadas. “Há uma chance de cerca de 50% de vermos um outro abalo de magnitude 9 dentro das próximas décadas”, prevê.

Apenas coincidência?

Por outro lado, este aumento recente de megaterremotos pode apenas refletir flutuações aleatórias nos padrões globais de atividade sísmica. Andrew Michael, pesquisador estatístico do Centro de Pesquisa Geológica dos EUA, sugere que este padrão de agrupamento desaparece quando as réplicas – tremores secundários que seguem um abalo grande – são levadas em consideração.

“A lição mais importante é que o acaso não significa distribuição uniforme no tempo – em vez disso, processos aleatórios podem criar agrupamento aparente e é importante considerar cuidadosamente se esses agrupamentos, ou épocas de menor atividade sísmica, vão além do que é esperado de uma amostragem aleatória”, ressalta Michael.

Se o agrupamento aparente desses terremotos é uma questão de coincidência, os sismólogos não podem prever quando outro grande tremor vai ocorrer no futuro próximo. “A recente onda de grandes terremotos pode ser explicada pela flutuação aleatória sem poder de previsão para o futuro”, garante Michael.

Registro de longo prazo

O sismólogo Richard Aster e seus colegas, do Instituto de Mineração e Tecnologia, no Novo México, Estados Unidos, observaram o histórico de terremotos juntamente com outros achados recentes para criar um registo de longa duração do tamanho cumulativo de terremotos em todo o mundo.

Eles sugerem que houve relativamente baixos índices de grandes terremotos durante os períodos entre 1907 e 1950 e de 1967 até 2004. Por outro lado, eles encontraram uma taxa alta de megaterremotos durante o período de 1950 a 1967 e parece haver outra ascensão a partir de 2004, desde o terremoto devastador de magnitude 9,2 que atingiu a Indonésia e gerou um enorme tsunami no final daquele ano.

Progressos na compreensão da existência ou não de eras de grandes terremotos são lentos tendo em vista que “simplesmente não acontecem tantos terremotos grandes assim para produzir uma melhor amostragem deste processo natural”, conta Aster. “Temos poucos sismos de magnitude superior a 9 por século. Felizmente para o nosso planeta, esses eventos são raros. Houve apenas 14 terremotos de magnitude superior a 8,5 nos últimos 111 anos”, completa. [LiveScience]



segunda-feira, 19 de março de 2012

As lições que precisam ser aprendidas dos desastres naturais

"...Se as transformações forem inevitáveis, unamo-nos a elas..."



"...Quanto às pessoas que passam por esses desastres, pode-se dizer que são liberadas de condições que as impedem de evoluir, embora para a maior parte da humanidade isso seja considerado uma fatalidade..."


"...Quando a devastação é extensa, pode haver profundas mudanças, também, no espaço etérico, com a colaboração dos ventos e das águas..."


"...Gestos de auxílio aliviam débitos de um povo para com outro e de um indivíduo para com outro..."


"...por não levarem em consideração esses avisos, as pessoas bloqueiam o direito de intuir a hora da chegada dos desastres..."


Furacões, inundações e terremotos têm ocorrido constantemente em várias regiões da Terra. Esses desastres naturais podem ser vistos e percebidos sob diferentes aspectos. De certo ponto de vista, pode-se dizer que a vida materializada nos lugares onde ocorrem é liberada para outras dimensões de existência. É uma forma de reordenação e renovação da natureza, tão agredida pelo homem. Quanto às pessoas que passam por esses desastres, pode-se dizer que são liberadas de condições que as impedem de evoluir, embora para a maior parte da humanidade isso seja considerado uma fatalidade.

Ao contrário do que se imagina, a natureza é uma entidade inteligente capaz transformar tudo o que não corresponde ou que afronta a integridade do Espírito. O desenvolvimento da consciência planetária, como um todo, não pode ser atrasado por circunstâncias retrógradas criadas pela presente civilização. Assim, os desastres são um meio drástico de purificação - das quais poucas áreas do planeta estão a salvo nesta época.

Tudo o que tiver de ser tocado, limpo, transformado, removido e dissolvido, o será com grande e profunda repercussão em cada ser. Os principais efeitos de uma experiência como essa dão-se no interior das pessoas, no seu ser mais profundo e nem sempre se revelam. Quando a devastação é extensa, pode haver profundas mudanças, também, no espaço etérico, com a colaboração dos ventos e das águas.

Muito se pode aprender com esses acontecimentos - cada vez mais frequentes. Devemos saber que, por lei, a natureza recuperará, mais cedo ou mais tarde, o espaço que lhe foi usurpado pelo homem em todos os recantos do planeta. Assim, tendem a retornar ao curso original rios cujo trajeto foi mudado em nome da comodidade, do lucro ou de maior usufruto por parte de populações que normalmente desperdiçam água e não adquirem hábitos superiores de higiene. Outro exemplo são as destruições de florestas pelos ventos nas quais as árvores nativas têm demonstrado serem mais resistentes, ao contrário de espécies introduzidas artificialmente pelo homem.

As ajudas humanitárias exercidas nessas ocasiões são uma oportunidade de equilíbrio, isto é, países que espoliaram outros são levados a devolver parte dos bens em forma de doações, embora em geral essa parte seja mínima em proporção aos desvios passados. Gestos de auxílio aliviam débitos de um povo para com outro e de um indivíduo para com outro. A recuperação de áreas destruídas implica o exercício da solidariedade, e poucas ocasiões se apresentam tão propícias para o florescimento dessa virtude como as dos inevitáveis desastres naturais.

Mas por que as pessoas não percebem internamente o perigo que se avizinha? Por que são apanhadas de surpresa, quando poderiam preparar-se melhor ou fugir desses desastres? Embora profecias sempre tenham sido divulgadas, embora há séculos se venham anunciando as transformações pelas quais a Terra passará, pouca importância lhes é dada. O comportamento não muda, os maus hábitos permanecem e tudo prossegue como sempre. E, por não levarem em consideração esses avisos, as pessoas bloqueiam o direito de intuir a hora da chegada dos desastres, para que se resguardem até certo ponto.

Sempre devemos nos lembrar da importância da oração contínua nos atuais momentos críticos, pois ela abre as portas para a manifestação da Graça Divina.

Trigueirinho

Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site www.irdin.org.br

Publicado no Jornal OTEMPO em 18/03/2012

domingo, 3 de abril de 2011

Terremoto no Haiti ainda confunde os geólogos


A pequena ilha do Haiti, país mais pobre das Américas, foi literalmente sacudida com uma triste novidade abrindo o ano de 2010. No dia 12 de janeiro, um terremoto de 7 graus na famosa Escala Richter, com epicentro a 25 km da capital Porto Príncipe, matou mais de 200 mil pessoas e deixou cerca de 1,5 milhão de desabrigados. Hoje, meses depois da catástrofe, cientistas afirmam que o verdadeiro fator responsável pelo terremoto havia sido ignorado.

Assim que houve a catástrofe, os geólogos apontaram que a culpa era da “Falha de Enriquillo-Plantain Garden”, uma falha tectônica entre as Placas do Caribe e a Norte-Americana. Como a falha se localiza bem abaixo de onde foi o epicentro do terremoto, foi imediatamente apontada de forma unânime como a causadora do abalo sísmico.

Falhas tectônicas, basicamente, são rachaduras nas placas rochosas da crosta terrestre. Os terremotos acontecem quando essas rachaduras aumentam devido ao choque das placas. No caso do Haiti, uma falha sofreu uma ruptura adicional de 46 km de extensão. Mas aí está a surpresa: esta falha não foi a de Enriquillo, como se pensava, e sim uma nova.

A situação parece mais complicada do que se previa, afinal a falha de Enriquillo não deixou de existir e continua podendo causar problemas. E a verdadeira culpada foi outra falha, recém-descoberta, que ainda nem foi baizada. Assim, “agora são duas” falhas com potencial para desencadear terremotos.

Desde o terremoto, várias equipes de geocientistas (geólogos, geógrafos, geofísicos, entre outros) estão implantando instrumentos na região para fornecer uma visão detalhada do solo durante a catástrofe. Os investigadores analisaram as leituras do instrumento, estudaram as imagens de satélite, analisaram provas e dados submarinos, até chegar a essa conclusão.

As placas que formam a Crosta Terrestre estão sempre em movimento e constantemente em atrito umas com as outras. Na maioria das vezes, contudo, esse choque acontece de forma imperceptível e lenta, cada placa se movimenta entre 0,4 e quatro centímetros por ano. No caso do terremoto no Haiti, as placas que causaram o terremoto deslizam entre si na direção leste-oeste. Isto dá origem a rupturas horizontais, caso dessa nova falha geológica. Como a Enriquillo também é horizontal, dividiu as opiniões dos geólogos, até hoje, sobre o surgimento do abalo. [msnbc]

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sol - Atividade solar e terremotos: Seria o Sol o senhor do apocalipse?

Catástrofes geológicas podem estar relacionadas com a intensa atividade solar, tornando a Terra um enorme capacitor prestes a liberar energia.

Por Fábio Bettinassi*
De Araxá
Para ASTROvia
Tamanho da Terra em comparação ao vórtice de plasma emitido por uma EMC.

O Sol sobre a Terra

Não é de agora que as catástrofes naturais alteram a geografia da Terra. Registros arqueológicos e profundas análises paleontológicas indicam que nosso planeta vem sofrendo duros golpes ao longo das eras. Muitos deles, responsáveis pela extinção de espécies vegetais e animais que hoje só podemos encontrar em forma mineralizada, através de fósseis de muitos milhões de anos de idade.

Botânicos de todo o mundo ficaram chocados quando examinaram pequenas mudas de plantas que viviam no passado remoto, encontradas fossilizadas junto ao gelo do Permafrost da Groenlândia. Enquanto paleontólogos descobriram animais pré-históricos com alimento ainda no estômago em regiões que hoje se encontram as geleiras do círculo ártico. Mas o que eles têm em comum? Fato é que todos morreram de forma abrupta e repentina evidenciando que um cataclismo os sepultou em questão de minutos, de maneira semelhante aos habitantes das antigas cidades romanas de Pompéia e Herculanum, que foram pegos de surpresa pela erupção do Vesúvio, na tarde de 24 de agosto de 72 D.C.

Tanto a ciência acadêmica quanto as ciências ocultas são unânimes em afirmar que os fenômenos naturais de grande violência, capazes de promover enormes mudanças geográficas, são cíclicos e fazem parte do complexo sistema planetário no qual vivemos. Assim, é uma tolice do homem moderno achar que ele possui poder suficiente para aplacar os humores da natureza, que num piscar de olhos pode arrasar a tudo e a todos sem distinção de raça, credo ou poder econômico.

Nos dias atuais, diante às catástrofes que assolam o mundo, tanto céticos quanto crentes, experimentam uma estranha sensação de desconforto como se algo apocalíptico estivesse prestes a desabar sobre nós. Tal sentimento ganha força quando tomamos conhecimento de inúmeras previsões feitas por profetas de todas as nacionalidades ao longo do tempo. Porém, ao ser humano esclarecido que se utiliza da fé raciocinada, é saudável observar as coisas por ângulos diferentes, para que nosso pensamento não fique fanatizado por especulações, cujo objetivo na maioria das vezes é vender jornais e revistas.

Os atributos ocultos do sol

Povos antigos de grande sabedoria atribuíam ao Sol determinadas características poderosas que faziam dele um ser vivo capaz de alterar o destino das civilizações de forma positiva ou negativa. Tudo isso soa como metáfora aos ouvidos menos preparados, mas se compararmos tais conceitos com os mais recentes estudos, veremos que os povos antigos acertaram muitas coisas, apesar de não se utilizarem de termos técnicos ou possuírem tecnologia avançada de observação.

O grande faraó egípcio Amenhotep IV (conhecido como Amenófis IV pela nomenclatura grega) foi um célebre estudioso, cujo conhecimento da astronomia e das ciências herméticas atingiram elevado grau. Tamanha foi sua fascinação pelo Sol que adotou a alcunha de Akhenaton (o espírito atuante do Sol) e após isso, tentou eliminar de todo o Egito, o culto aos diversos deuses, ficando somente o Sol (chamado de Há) como o deus único e poderoso, merecedor de todas as reverências.

O sábio Akhenaton, cujo pensamento profundo foi subentendido pelos sacerdotes, dissertava sobre propriedades do Sol praticamente desconhecidas na época, tais como, o magnetismo solar, os ventos solares e até mesmo a energia criadora e regeneradora Ki, que os orientais conheciam como Chi e os indianos como Prana.

Em seus hinos e poemas louvando o sol, encontrados em estelas sagradas (grandes rochas com hieróglifos gravados) na cidade de Tel El Amarna, Akhenaton falava sobre a capacidade do sol em produzir fenômenos cósmicos, gerar abalos sísmicos e até agir sobre a criação e saúde dos seres vivos.

Observando por uma ótica mais moderna, podemos ver que muitos estudos deste magnífico faraó foram comprovados cientificamente na atualidade. Através de ensaios da astrofísica sabemos que o Sol possui elevada interatividade com o planeta Terra e toda a vida que aqui se encontra.

E seguindo nesta linha de raciocínio, podemos afirmar, sem sombra de dúvidas, que existe muito ainda para ser descoberto sobre nosso astro rei e como ele se relaciona com os planetas ao redor.

Busto do faraó Akhenaton.

As ejeções de massa coronal

Os recentes acontecimentos sísmicos que estão destruindo cidades inteiras e ceifando centenas de milhares de vidas podem estar intimamente relacionados com a atividade solar. Especificamente, no que se refere à emissão de grandes volumes de radiação provocadas pelas EMC (Ejeções de Massa Coronal) ou do inglês, CME (Coronal Mass Ejection).

Ejeções de Massa Coronal são grandes erupções de plasma, extremamente quentes, compostas por gás de elétrons e cations com alguma quantidade de hidrogênio e hélio, que ocorrem ciclicamente e com intensidades variadas. Originadas no interior do sol, estas explosões provocam expressivos arcos e vórtices de magnetismo, tão fortes, que são capazes de deformar a superfície solar e criar as ‘manchas solares’ (Sunspots).

As tais EMC são na maioria dos casos, dezenas de vezes maiores que a Terra e se não fosse pelo escudo de proteção criado pela magnetosfera - que protege nosso planeta -, tanto o calor quanto a intensidade da descarga eletromagnética, seriam capazes de devastar nosso planeta. O resultado disso seria a vaporização dos mares e destruição de nossa atmosfera, bem como, de toda a vida na superfície.

Sobre o fato de Marte ser um planeta ressecado e isento de oceanos, uma respeitada linha de pensamento científico diz que tais ocorrências foram provocadas justamente pela magnetosfera marciana que reduziu sua intensidade, permitindo que o ‘vento solar’ eliminasse a atmosfera e toda a água da superfície marciana. Por aí podemos ter uma idéia das forças titânicas operando por trás dos efeitos solares.

Mesmo com a magnetosfera da Terra ativa e preponderante, podemos ver a atuação do magnetismo solar através da manifestação da belíssima aurora boreal, que é criada pelo impacto de partículas vindas do sol, eletricamente carregadas, em contato com a magnetosfera de nosso planeta.

Mas os efeitos das gigantescas EMC não param por aí. Diversas pesquisas científicas recentes apontam que as implicações do magnetismo solar afetam até mesmo o núcleo central da Terra. Formado por uma massa liquefeita de ferro aquecido à altas temperaturas, o núcleo terrestre é responsável pelo movimento de rotação do planeta e por seu próprio campo magnético.

Foto: Ejeções de massa coronal.

Estaria o Sol causando terremotos na Terra?

Refletindo sobre o funcionamento do núcleo ferroso da Terra e a forma como ele produz magnetismo, podemos afirmar que nosso planeta é um imenso imã com um pólo positivo e outro negativo. Através de medições, podemos ver que a cada ciclo de centenas de milhares de anos, a polaridade magnética se inverte, sendo que a forma como isso ocorre ainda não é bem compreendida.

Nicola Tesla, o gênio que a humanidade subestimou dizia que a Terra não só é um grande imã capaz de produzir magnetismo, mas capaz de absorver, armazenar e até amplificar energia. Para provar que tais afirmações, ele desenvolveu toda uma tecnologia de bobinas, imãs, dipolos, tripolos e uma infinidade de aparelhos complexos que hoje são a base de todo o sistema de geração, transmissão e transformação de eletricidade.

Tesla buscava transmitir eletricidade sem fios, para isso fez muitos experimentos, nos quais, ele emitia uma grande quantidade de energia na atmosfera em forma de ondas curtas, ao passo que instalava um fio terra no solo. Sua idéia era que qualquer residência pudesse receber energia estando livre da tradicional rede elétrica composta por fios e transformadores. Segundo ele, bastava uma casa ter uma pequena antena do tipo radar, para captar a energia e um fio terra capaz de produzir o estado neutro, feito isso seria só ligar qualquer aparelho na tomada para vê-lo funcionar.

Penetração do magnetismo no interior da Terra.

Muitos engenheiros da época e até dos dias de hoje ao trabalharem com a bobina Tesla são categóricos em afirmar que a quantidade de energia enviada na atmosfera teria que ser milhões de vezes superiores à quantidade recebida nas residências. Isso ocorre porque a resistência elétrica do ar é grande, provocando muita dissipação e perda de energia, tornando o sistema ineficiente, porém, aqueles que dizem isso não sabem que Tesla descobriu propriedades amplificadoras de energias desconhecidas na atmosfera e no manto que recobre a Terra. Tal conhecimento hoje é guardado a sete chaves pelas potências mundiais e permitiram a criação do polêmico projeto Haarp-Eiscat.

Isso ocorre porque a resistência elétrica do ar é grande, provocando muita dissipação e perda de energia, o que torna o sistema ineficiente, porém, aqueles que dizem isso não sabem que Tesla descobriu propriedades amplificadoras de energia desconhecidas na atmosfera e no manto que recobre a Terra.

Tesla descobriu em seus experimentos práticos que, ao injetar certa quantidade de energia na atmosfera, ela reflete para o solo e atinge os níveis profundos da Terra e retorna à superfície em maior intensidade. Ele comprovou isso através da destruição não intencional dos geradores de energia de sua cidade, pois a energia que ele usou para gerar o pulso elétrico experimental retornou de maneira amplificada. Ela se amplificou centenas de vezes ao retornar à rede pública de transmissão. Quando injetamos uma quantidade de eletricidade na rede elétrica, maior do que aquela gerada pela estação produtora, ela tende a trafegar pela rede como um tsunami, até atingir os geradores, num jogo onde vence o mais forte.

O que na realidade Tesla descobriu foi que a Terra não é somente um enorme imã, mas na verdade, um capacitor, ou seja: um acumulador e liberador de energia de tamanho descomunal.

Tempo de penetração do magnetismo solar no interior da Terra.

Seguindo este pensamento e colocando as ideias de Tesla em conjunto com o que sabemos do sol, podemos afirmar a possibilidade de que a Terra não seja só um capacitor autônomo. Ela poderia ser um capacitor capaz de captar e acumular a energia liberada pelo sol. É justamente aí que cruzamos com o pensamento hermético que afirma, “Todos os planetas se encontram em afinidade vibratória e estão sincronizados com o Sol. Todos eles fazem parte do corpo solar até mesmo no mais íntimo da matéria”.

A astrofísica diz que os planetas de nosso Sistema Solar são resquícios da matéria que sobrou da formação do Sol. Foram sobras de elementos primordiais que escaparam do intenso campo gravitacional que agrupou os átomos e formou o denso núcleo solar. Por assim dizer, a matéria que formou o Sol é a mesma que compõem nosso mundo e os nossos corpos. Proveniente da mesma “mãe filosófica”, ela interage e atua como se tudo fizesse parte de um único organismo, de forma inter-relacionada e inter-dependente.

Tal pensamento pode ser ilustrado pelas afirmações expressas na alquimia e na spagíria, pelas seguintes frases “o que está em cima é o mesmo que está embaixo e o que está em baixo é o mesmo que está em cima”. E “o que está dentro é o mesmo que está fora e o que está fora é o mesmo que está fora dentro”. Ou seja, todo o Universo é feito pelos mesmos materiais, independente de seu grau no macro ou micro cosmo. Isso é muito bem comprovado pela ciência moderna e também explorado pela física quântica.

Terremotos: toda ação possui uma reação

O que são os terremotos? Muitas explicações de ordem geológica vão capazes de responder este questionamento. No entanto, podemos sintetizar dizendo que abalos sísmicos são liberações de energia acumulada que fazem movimentar camadas geologicamente sobrepostas.

As placas tectônicas recebem pressão constante, tanto de cima para baixo, por causa do peso exercido pela massa da crosta terrestre, quanto de baixo para cima, pela pressão ascendente provocada pelo calor e as forças oriundas do núcleo do planeta, como se fosse uma panela de pressão. Além destas pressões verticalmente induzidas, existe uma pressão horizontal criada pelo movimento lateral constante dos continentes, o que gera um atrito entre as camadas e por conseqüência, a geração de grandes volumes de energia.

Estas energias, com o passar do tempo, vão exercendo pressão e produzindo como efeito colateral, calor e força cinética e se acumulam em determinados pontos do planeta onde as placas possuem setores de vulnerabilidade. Em determinado momento, essa energia é liberada abruptamente, produzindo o fenômeno interpretado por nós como terremoto ou abalo sísmico.

Quando um terremoto ocorre é porque a energia toda ou parte dela, foi liberada do subsolo, “esvaziando” os repositórios geológicos que a acumulavam. Destarte, quando temos um período de grande atividade sísmica significa que muita energia está sendo acumulada e liberada pela Terra, o que de certo modo é algo positivo. Porém, podemos considerar como atemorizante os períodos isentos de terremotos, porque isso significa que muita energia está sendo acumulada sem liberação. Isso nos faz lembrar da sábia expressão newtoniana que “toda ação produz uma reação equivalente”. Ou seja, ficar muito tempo sem abalos sísmicos indica que toda a energia, hora ou outra, será liberada de forma rápida e radical. Tal liberação pode vir a produzir resultados negativos de grande amplitude, assim como a explosão de uma panela de pressão, cuja válvula de segurança estava bloqueada por algum tempo.

Se a Terra pode ser entendida como um capacitor de energia, então de onde provém a energia capaz de se acumular dentro deste capacitor? Ora, tal energia é produzida pelo Sol e transmitida para a Terra através das explosões de massa coronal. Essa enorme quantidade de energia atinge o núcleo do planeta e depois retorna para a superfície, através de um processo que pode levar dias, semanas ou meses.

Para ilustrar a situação atual, elaborei um levantamento da quantidade de terremotos ocorrida na Terra e da quantidade de ejeções de massa coronal (EMC) do Sol. Comparei ambos os dados em um único gráfico de duas linhas e o que surgiu foi algo revelador.

A linha azul representa a quantidade de terremotos (medidos entre 5 até 9 graus pela escala Richter).
Linha rosa indica a quantidade de EMC (medidas em todas as intensidades).

Podemos ver na linha rosa (mostra a quantidade de EMC), que existe um padrão formado por picos e vales e que estes se arranjam em um formato senoidal de caráter cíclico e praticamente previsível. Por outro lado, a linha azul, que representa a quantidade de terremotos, também apresenta a um comportamento aparentemente cíclico. Mas o que ambas tem em comum?

A relação entre ambas as linhas, considerando tudo o que foi escrito acima, é que a cada vez que o Sol atinge uma curva ascendente de EMC (formando um pico), a Terra passa a captar e acumular energia. E quando a linha do Sol entra em declínio (formando um vale) a Terra libera a energia acumulada, provocando abalos e fazendo a linha azul subir, criando um pico. Pensando assim podemos entender que a atividade solar intensa e a quantidade de EMC estão inversamente proporcionais à quantidade de terremotos na Terra, mostrando claramente uma interatividade baseada na inexorável e onipresente lei universal de ação e reação.

O que nos reserva o futuro

É difícil fazer prognósticos para o futuro da Terra em termos geológicos, mas uma coisa é certa: analisando a linha do gráfico que mostra a quantidade de terremotos ocorridos nos últimos anos, vemos que a linha é decrescente (mau sinal) e, portanto, muita energia está sendo acumulada. Assim, mais cedo ou mais tarde esta energia deverá ser liberada. É espantoso observar que desde 1970 não tivemos uma queda tão radical na quantidade de terremotos, enquanto no ano de 2009 a linha atingiu o menor patamar dos últimos 40 anos.

Analisando o gráfico vemos em 2007 um grande pico na quantidade de terremotos, pois desde 2003 a curva vem crescendo. No entanto, ela cai em 2008 e atinge o menor patamar em 2009. Observando o passar dos anos neste mesmo gráfico, sempre que a curva se torna crescente, uma queda abrupta vem logo em seguida e depois a curva torna novamente a subir de modo intenso.

Se considerarmos que em 2009 a curva caiu vertiginosamente e aplicarmos a lei de “que toda ação possui uma reação proporcional e equivalente”, podemos ver que em 2010 e nos próximos anos, a curva tenderá a subir de maneira radical. Não só pela quantidade de terremotos, mas pela intensidade dos mesmos.

Os terremotos ocorridos na Terra entre os anos de 2003 e 2007 podem corresponder à liberação de energia acumulada durante o período de maior atividade solar entre os anos de 1998 e 2003. Isso poderia gerar um quadro aterrador para 2010, 2011 e 2012 e nos anos sucessivos. Porque de 2007 até 2009 tivemos uma atividade solar mínima, com pouquíssimas ocorrências de EMC. Enquanto em dezembro de 2009 até inícios de 2010, acusamos uma crescente e explosiva atividade solar repentina, com EMC fantásticas e gigantescas que, sem dúvida, estão liberando quantidades inimagináveis de energia sobre a Terra.

EMC produzidas em 19/12/2009 e 18/01/2010, após um longo período de calmaria.

Somando o fato que nos últimos três anos tivemos um suposto acúmulo de energia no interior da Terra, com poucos momentos de liberação, é de se acreditar que no momento atual nosso planeta já esteja próximo ao limite máximo de capacidade de acumular energia. Com as últimas EMC ocorrendo diariamente de forma tão intensa, a energia acumulada pode vir a ser liberada de uma maneira violenta não somente em 2010, mas no decorrer dos anos vindouros.

Para complicar tal quadro, devemos levar em consideração as medições relacionadas com o campo magnético da Terra, pois tudo indica que uma inversão de polaridade está ocorrendo novamente. Este fenômeno representa o prenúncio de catástrofes geológicas e climáticas, haja vista que todas as vezes que essa alteração ocorre, diversos cataclismos surgem, conforme demonstram alguns estudos fornecidos por centros científicos especializados.

Fato ou especulação nós devemos refletir que a vida na Terra está passando por mudanças profundas e capazes de afetar a todos os organismos vivos. Sejam tais mudanças preditas por profetas milenares ou pela avançada tecnologia científica moderna, estamos todos no mesmo barco. Crentes ou céticos, sábio é aquele que compreende sua posição em meio ao caos e atua de maneira a contribuir para o alivio do sofrimento alheio. Na atribulação psíquica que vivemos, ou seremos parte do problema, ou parte de sua solução. Cabe a cada um encaixar-se na parte que melhor lhe convém, sem esquecer que “toda ação produz uma reação equivalente” e todos nós somos responsáveis por aquilo que cultivamos.

* Fábio Bettinassi é publicitário, pesquisador e colaborador do jornal Via Fanzine.
- Fontes de dados:
- USGS (United States Geological Survey).
- NASA Solar and Heliospheric Laboratory.
- Google Data.
- Imagens: Arquivo do autor.
- Produção: Pepe Chaves
©Copyright, 2004-2010, Pepe Arte Viva Ltda. Brasil.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Terremoto do Chile encurtou os dias na Terra, diz Nasa

"Cientistas afirmam que o terremoto do dia 27 no Chile
deslocou o eixo de Terra...
Ou será que foi o deslocamento do eixo da Terra
que causou o terremoto???"

Saiu na imprensa...
Em 02 de março de 2010

Foto: Getty Images

O terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo do equador, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta.

Moradora observa a destruição em Dichato

Equipes de resgate procuram por vítimas em um prédio partido ao meio, na cidade de Concepcion

Cientistas da Agência Espacial Americana (Nasa), afirmam que o terremoto de magnitude 8,8 que atingiu o Chile no dia 27 pode ter reduzido a duração dos dias na Terra. Segundo a Nasa, o terremoto deve ter encurtado a duração de um dia a Terra por cerca de 1,26 microssegundos (um microssegundo é a milionésima parte de um segundo). Os responsáveis pelo estudo fazem parte da equipe do cientista Richard Gross e realizaram um cálculo por meio de complexo modelo computadorizado sobre como o abalo teria modificado a rotação do nosso planeta.

O dado mais impressionante levantado no estudo é sobre o quanto o eixo da Terra foi deslocado pelo terremoto. Gross calcula que o abalo sísmico deve ter movido o eixo do planeta (o eixo imaginário sobre o qual a massa da Terra se mantém equilibrada) por 2,7 milisegundos (cerca de 8 centímetros). Esse eixo da Terra não é o mesmo que o eixo norte-sul.

O cientista afirma que o mesmo modelo computadorizado foi usado para estimar que o terremoto de magnitude 9,1 que atingiu Sumatra em 2004 deve ter reduzido a duração do dia de 6,8 microsegundos e deslocado do eixo da Terra em 2,32 milisegundos (cerca de 7 centímetros).

Segundo o cientista, apesar do terremoto chileno ter sido muito menor do que o terremoto de Sumatra, prevê-se que ele tenha alterado mais a posição do eixo da Terra por dois motivos. Primeiro, ao contrário do terremoto de Sumatra localizado perto do equador, o terremoto chileno aconteceu nas latitudes abaixo dele, o que o torna mais eficaz na mudança do eixo do planeta. Em segundo lugar, a falha responsável pelo terremoto Chileno foi mais profunda e em um ângulo ligeiramente mais acentuado do que a falha responsável pelo terremoto de Sumatra. Isso faz com que a falha no Chile seja mais eficaz para deslocar verticalmente a massa da Terra e, portanto, mais eficaz na sua mudança de eixo.

Os cientistas afirmam, porém, que devem aguardar maior refinamento dos dados para que ter resultados definitivos.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Mensagem de SaLuSa... fala sobre o terremoto do Haiti


"... como foi permitido que esse terremoto acontecesse, e temos apontado sempre que há situações kármicas em que não podemos interferir..."

"..não podeis saber as razões que estão por trás da escolha das outras almas. Na verdade, poucos de vós estão cientes do vosso próprio plano de vida, e isso está vedado porque muito provavelmente tentariam evitar algumas das experiências necessárias para a vossa evolução espiritual."





1. Com o passar das semanas, estais perto de ter a evidência nítida das mudanças que, seja como for que pareçam, fazem parte do plano de limpeza da Terra. Obviamente acreditamos que as notícias sobre o terramoto no Haiti, causaram muito choque e simpatia pelas almas queridas envolvidas nisso. Um país tão extremamente pobre não pode lidar com os problemas à escala do que aconteceu, e é outro desafio para que os mais ricos os ajudem generosamente. O número de mortos e de feridos e a extensão dos prejuízos irão requerer uma operação de resgate muito maior do que a que está dentro da capacidade desse país. Consoante a vossa resposta, isso será uma medida de como tendes progredido, ao aceitar a Unidade de toda a vida.

2. Há respostas para as perguntas inevitáveis de como foi permitido que esse terremoto acontecesse, e temos apontado sempre que há situações kármicas em que não podemos interferir. Durante séculos, o Haiti tem tido uma vibração muito baixa, que nestes tempos de limpeza atrai os acontecimentos que sucederam. As almas também estavam cientes do perigo mas sabiam que a sua passagem seria rápida, e que uma vez nas Regiões Astrais seriam rapidamente libertadas dos efeitos do trauma. Na verdade, iriam encontrar-se seguras e rodeadas de almas amorosas que iriam ajudar a restaurar a sua saúde. Sabemos que muitos acham muito difícil compreender o que está por trás destes acontecimentos, mas tenham a certeza que tudo funciona de acordo com o Plano Divino.

3. Queridos, recordem que o significado da vida é aprender com as vossas experiências, e como observadores, não podeis saber as razões que estão por trás da escolha das outras almas. Na verdade, poucos de vós estão cientes do vosso próprio plano de vida, e isso está vedado porque muito provavelmente tentariam evitar algumas das experiências necessárias para a vossa evolução espiritual. Por isso, embora tenham livre arbítrio, não podeis mudar o vosso plano no que diz respeito ao que decidiram que necessitavam experimentar para progredir. Sois atraídos para situações com pessoas que também estão ligadas às vossas experiências, e inevitavelmente isso funcionará de acordo. Como podeis verificar, há uma quantidade considerável de planeamento que assegura que completem o vosso tempo na Terra com êxito. Isso aplica-se particularmente o período em que estais agora inseridos; para muitos de vós será a última vida na dimensão mais baixa. Alguns escolheram ter uma vida complicada, para limpar o karma acumulado em muitas outras vidas passadas. Muitos de vós reconhecer-se-ão como tais Seres, e como a vossa expressão deliciosa indica “os vossos pés nem têm tempo para tocar o chão.” Claro que é um esforço valioso, e a vossa recompensa ao alcançar níveis de consciência mais elevados, será que estareis prontos para ascender.

4. A vida na Terra pode ser frenética e esgotante, e em parte isso deve-se a milhares de controlos que confrontais onde quer que vão. Nessas circunstâncias não se podem considerar livres, e realmente deviam ampliar o tempo para levar a cabo as actividades que são para o vosso avanço pessoal. Demasiado tempo está envolvido em sobreviver e manter um nível de vida razoável. Como vos informamos muitas vezes, isso irá mudar num futuro próximo até que, finalmente, se vejam livres de todas as restrições. Dificilmente podeis imaginar como será, mas os avanços que são devidos à vossa civilização irão mudar totalmente as vossas vidas. Serem capazes de seguir os vossos desejos, e mais importante ainda, ter todo o tempo que necessitam para o fazer, irá trazer grande felicidade e satisfação.

5. Com as vossas comunicações modernas, os acontecimentos são espalhados pelos noticiários, e quando são catastróficos pedem a vossa resposta de uma maneira generosa. Há cerca de um século, a televisão trá-los para a vossa sala de estar e muitas vezes podeis vê-los ao vivo, (quando estão a acontecer). Isso tem o efeito de fazer surgir o melhor nas pessoas, e ajuda a quebrar as barreiras que costumavam existir. Não podeis deixar de vos maravilhar com a maneira como o vosso caminho de evolução se tem desenvolvido, pois em pouco tempo começaram a aceitar que sois os que devem auxiliar os vossos irmãos. Se o dinheiro e energia dispendidos na guerra e a prepará-la, fosse redireccionado para essas causas, a pobreza e a doença seriam erradicadas rapidamente. No entanto, esse nível de mudança não irá acontecer senão quando trabalharmos em conjunto, porque o vosso regime antigo mantém obstinadamente na sua agenda, o controlo do mundo.

6. De facto, há uma certa quantidade de grupos que reconheceram a preocupação crescente dos outros, e estais a ver os primeiros sinais de um movimento que está a aglutinar as pessoas com ideias semelhantes. São os primeiros que respondem à necessidade disso, e pelo seu exemplo, estão a captar a imaginação dos outros. As energias da mudança estão a deslocar-se na direcção certa, e estão prontas para a nossa chegada. Para nós é gratificante ver quantos de vós, nesta época, estão cientes disso, e sabemos que irá aumentar de velocidade porque os níveis de consciência estão a crescer exponencialmente. Dizemos que tudo está bem e queremos significar isso, mesmo que haja alguns recuos mínimos.

7. Aguardamos, agora, o anúncio inevitável que reconhece oficialmente a nossa existência, e as ocasiões numerosas que contactamos os vossos líderes. Isto é um ponto importante a ter em conta, porque não queremos ser postos de lado quando nos oferecermos para vos conduzir para uma coexistência pacífica. Podeis interrogar-vos porque é que só aconteceu em tempos recentes, e a razão é que, com a descoberta da energia atómica, alcançaram o potencial para se destruírem assim como à Terra. Houve sempre essa possibilidade, mas o plano para a vossa evolução teria recuado seriamente se isso tivesse acontecido. Além do mais, há os efeitos de longo alcance que percorrem o Universo, e teriam criado problemas a outras civilizações. De acordo com a Lei Universal isso não é permitido e a nossa tarefa foi controlar-vos e assegurar que isso não aconteceria. Não, Queridos, isso não constitui interferência, e em vez disso, afirma os poderes Divinos que são responsáveis pelo Universo.

8. Eu sou SaLuSa, de Sírio, e sabemos que estais desejosos que nos juntemos a usufruir a alegria de restaurar a Terra. Ao ver como ela está nesta ocasião, é claro que quanto mais depressa começarmos, melhor será. Não tendes muito que esperar porque neste ano começaremos um programa de instrução, para que saibam o que vai acontecer. Abençoamos e amamos todos vós.

Obrigado SaLuSa

Mike Quinsey.

Maria Luisa de Vasconcellos
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...