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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Elevação em asteroide gigante quase 3 vezes maior que o Everest

Compare o gigante Vesta a outros asteroides. Com 530 km de diâmetro, ele é o segundo maior objeto do cinturão de asteroides entre Marte e Jupiter e, acredita-se, é a fonte de muitos meteoritos que caem na Terra.


Esta imagem de Vesta foi feita em 9 de julho, quando Dawn estava a 41 mil km do asteroide (Foto: Nasa)

Nave Dawn da agência espacial norte-americana fotografou face sul do Vesta. Pico atinge cerca de 22 quilômetros de altura.

Sonda 'Dawn' foi lançada ao espaço em setembro de 2007.
'Asteroide Vesta' está localizado no cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter.


Depois de quarto anos, a nave Dawn entra na órbita do asteroide Vesta (Foto: Nasa)


Uma imagem obtida pela nave Dawn do asteroide Vesta mostra uma elevação quase três vezes maior que o Monte Everest (8.849 metros de altura), a maior cadeia montanhosa da Terra. O equipamento é propriedade da agência espacial norte-americana (Nasa).

A fotografia foi feita na região polar sul do asteroide. O pico atinge cerca de 22 quilômetros de altura, quatro a menos que o Monte Olimpo, o maior vulcão do Sistema Solar, localizado em Marte.

Uma grande escarpa - uma elevação com inclinação alta e que termina em um penhasco - também pode ser vista na parte central da imagem. Os cientistas acreditam que a formação é resultado de deslizamentos de terra.


Superfície do asteroide Vesta apresenta grande formação montanhosa no centro da imagem feita pela nave Dawn, da Nasa. O pico chega a 22 quilômetros de altura. (Foto: Nasa / via AP Photo)

Fonte: AQUI

Saiba mais sobre o asteroide gigante Vesta e a sonda Dawn neste artigo publicado no Hora Cósmica, clique AQUI

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ASTERÓIDE, METEORO E COMETA. QUAL A DIFERENÇA?


Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas?

Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais. A maioria dos asteróides do nosso sistema solar estão no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua.

Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda.

O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Detendo o Armagedom


Não se deixe impressionar com as probabilidades, olhe com os olhos dos astrônomos que passam uma vida inteira com os olhos voltados ao espaço, analisado minuciosamente com o auxílio de potentes telescópios. Veja os instrumentos, cálculos, enfim, a tecnologia que dispomos hoje, ou a que nos é permitido saber.

Por meio de imagens impressionantes, o programa avalia a atual composição e o funcionamento dos corpos celestes e de fenômenos cósmicos.
Embora soe como um roteiro de um filme de Hollywood, a hipótese de um asteróide gigante destruir a Terra e acabar com a civilização está recebendo atenção especial nos últimos anos, especialmente por aqueles que acreditam na passagem do Armagedom, contida na Bíblia.
Muitos cientistas supõem que a explosão de um corpo celeste em contato com a Terra poderia liberar grandes quantidades de gás na atmosfera, tornando a temperatura inadequada para a existência das espécies.
Essa edição inédita "Detendo o Armagedom" passou no "The History Channel" - canal oficial do Ano Internacional da Astronomia 2009, analisa o que poderia ser feito para atacar alguns corpos celestes que apresentam grande possibilidade de um dia atingir a Terra e, assim, impedir uma catástrofe de proporções semelhantes à que dizimou os dinossauros.

Veja, as imagens computadorizadas do espaço são realmente impressionantes.




O Universo - Detendo o Armageddon





sexta-feira, 13 de maio de 2011

1ª imagem de asteroide gigante feita por sonda

Imagem feita por sonda espacial mostra o asteroide brillhante ao centro, cercado por estrelas
Foto: Nasa/Divulgação
 
 
A agência especial americana divulgou nesta quarta-feira (11/05/11) a primeira imagem feita pela sonda especial Dawn do asteroide gigante Vesta. A expectativa é que a nave comece a orbitar o asteroide em 16 de julho, quando estará a 188 milhões de km da Terra.
 
Dawn foi lançada há quase quatro anos, em setembro de 2007, e possui a longa e lenta missão de revelar segredos do Sistema Solar por meio do estudo do asteroide Vesta e do planeta-anão Ceres, devendo percorrer 5 bilhões de km ao final da missão.
 
A imagem registrada pelas câmeras da sonda foi feita no dia 3 de maio e o asteroide aparece como uma luz brilhante, cercado de estrelas ao fundo. Vesta passui cerca de 520 km de diâmetro, sendo o terceiro maior asteroide do Sistema Solar. Telescópios espaciais já obtiveram imagens do objeto brilhante, mas com pouca riqueza de detalhes.
 
A sonda espacial leva instrumentos fotográficos e científicos para estudar a superfície do asteroide e analisar sua força gravitacional. A objetivo da missão da Dawn é ajudar a compreender os primeiros momentos da aparição do Sistema Solar, há 4,6 bilhões de anos.
 

sábado, 14 de novembro de 2009

Sonda Rosetta

"CAÇADORA DE COMETAS"


Ilustração artista da sonda Rosetta e do seu lander Philae.
Crédito: ESA


Rosetta, a sonda espacial "caçadora de cometas" da Agência Espacial Europeia (ESA), se aproximou da Terra no dia 13 de Novembro para ganhar energia orbital e começar a etapa final da sua viagem de 10 anos, até o exterior do Sistema Solar.




O ponto alto da missão será a liberação do módulo Philae, que pousará no cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko para estudar a sua superfície.[Imagem: ESA]


Um projeto de 1 bilhão de euros (US$ 1,5 bilhão), passou perto da Terra para ganhar impulso e velocidade para realizar o encontro com um cometa no espaço remoto em 2014.


Ilustração do asteróide Stéins, o primeiro asteróide alvo da sonda Rosseta.

O nome Rosetta vem da famosa Pedra de Rosetta, a partir da qual se conseguiu decifrar os hieróglifos egípcios, cerca de 200 anos atrás. Da mesma forma, os cientistas esperam que a sonda Rosetta consiga lançar uma luz sobre os mistérios e a origem do nosso Sistema Solar.

Os cometas são de grande interesse para os cientistas, já que sua composição reflete como o Sistema Solar era em seu nascimento, cerca de 4,6 bilhões de anos atrás. Ao pousar no cometa Churyumov-Gerasimenko, a Rosetta deverá coletar informações essenciais para o entendimento da origem e da evolução do Sistema Solar.

Mas ela deverá também ajudar a descobrir se os cometas contribuíram para o início da vida na Terra. Os cometas carregam complexas moléculas orgânicas que, chegando ao nosso planeta, podem ter desempenhado um papel importante na origem da vida.

A sonda Rosetta consiste de uma caixa de três toneladas e três metros de altura, com painéis solares medindo 14 metros. Na caixa estão um módulo de órbita e outro de pouso. O módulo que deverá pousar no cometa mede um metro de comprimento por 80 centímetros de altura. A sonda leva 21 experimentos no total, sendo 10 no módulo de pouso e 11 no módulo orbital.




Esta foto acima da Terra foi feita pela Sonda Rosetta entre 13 e 15 de novembro de 2007, onde a Austrália pode ser vista entre nuvens. A sonda Rosetta da Agência Espacial Européia, fez diversas imagens do planeta.
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,a-caminho-de-cometa-sonda-fotografa-o-planeta-terra,84086,0.htm


SONDA MAPEIA NUVENS NA ATMOSFERA DE MARTE


Marte é fotografado em cores naturais pela sonda Rosetta. (Foto: ESA)

A sonda européia Rosetta passou por Marte basicamente para obter aceleração à custa da gravidade do planeta vermelho, mas os cientistas não perderam a oportunidade de fazer estudos. As imagens enviadas pela espaçonave revelaram, por exemplo, a complexa dinâmica de nuvens daquele mundo.

Na imagem em cor natural (o equivalente ao que os olhos humanos veriam), elas são pouco perceptíveis. Mas, com a ajuda de filtros que incluem dados de luz ultravioleta e infravermelha, a Rosetta revelou a presença de muitas nuvens, algumas delas na alta atmosfera marciana.


Imagem com filtros realça nuvens na atmosfera marciana. (Foto: ESA) em 26/2/2007

As nuvens são compostas basicamente por dióxido de carbono evaporado. Como Marte está no inverno no hemisfério Sul, a calota polar austral está maior. Conforme o planeta avança em sua órbita e o inverno vai chegando ao hemisfério Norte, a calota boreal aumenta, enquanto a austral diminui -- e a transferência do dióxido de carbono se dá pela atmosfera, na forma de nuvens.

Claro, como a atmosfera marciana é rarefeita, suas nuvens também o são, e por isso é mais difícil observá-las do que na Terra, quando vista do espaço.

A passagem por Marte (26/2/2007) ajudou no teste dos instrumentos da sonda -- um ensaio para seu verdadeiro objetivo, que é encontrar e estudar o cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko.

Ao longo dos próximos meses, os cientistas continuarão analisando as imagens obtidas pela Rosetta, que agora tem um encontro marcado com a Terra, mais uma vez para ganhar velocidade em sua longa jornada à custa da gravidade do planeta. A chegada ao cometa deve ocorrer somente em 2014.


SONDA ROSETTA CAPTA IMAGENS NOTURNA DE TERRA
(22/11/2007)


A Rosetta captou imagens de cidades da Europa, Oriente Médio e do delta do Nilo.
(Foto: ESA) (22/11/2007)

A caminho do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, a sonda Rosetta passou próxima da Terra na primeira quinzena de novembro e fez fotos noturnas do nosso planeta. Os últimos dados foram divulgados pela agência espacial européia (ESA) esta semana.

As imagens mostram a Europa e cidades do Oriente Médio e da África, principalmente a área densamente povoada do delta no rio Nilo. Viajando a cerca de 10 mil km/h, o satélite estava a 5,3 mil km de distância da Terra no momento da captação.

Lançada em março de 2004, a sonda Rosetta já cumpriu quase a metade da sua jornada de 7,1 bilhões de km rumo ao cometa. A viagem deve acabar em 2014, quando ela encontrará o corpo celeste no centro do Sistema Solar.


PRÓXIMA À TERRA, SONDA ESPACIAL ROSETTA FOTOGRAFA ATMOSFERA
12 de novembro de 2009


Imagem feita em 12 de novembro de 2009 pela câmera Osiris mostra a Terra de uma distância de 633 mil km
Foto: AFP

ESA, agência espacial europeia, divulgou nesta quinta-feira uma imagem da Terra captada pela sonda espacial Rosetta a apenas 633 mil km de distância. O telescópio se aproximou da Terra nesta sexta-feira com o objetivo de ganhar impulso e velocidade para realizar o encontro com um cometa em 2014.

Durante 24 horas, a Rosetta captará uma série de imagens da atmosfera terrestre por meio do seu sistema de vídeo, chamado Osiris, enquanto completa uma rotação completa ao redor do planeta azul. Na imagem, o Pólo Sul pode ser visto na parte inferior (ao Sul), assim como o contorno da Antártida está visível sob as nuvens que se formam também no Sul. Os pontos brilhantes em destaque são resultado do forte reflexo do gelo litorâneo.

Os cientistas da ESA (ESA) se entusiasmaram com a perspectiva de ver de perto a Rosetta, lançada ao espaço em 2004. A sonda espacial fará uma viagem de 10 anos e 7,1 bilhões de km que deve levá-la a um encontro com um dos cometas que percorrem o sistema solar.

Segundo as previsões, Rosetta deve se encontrar com o cometa 67/P Churyumov-Gerasimenko em maio de 2014, antes de lançar um pequeno laboratório, do tamanho de um frigorífico, batizado Philae, que vai se ancorar à superfície da rocha em busca de pistas sobre o passado do Sistema Solar. Depois, ela seguirá o cometa durante dois anos, estudando o mesmo na viagem ao redor do Sol.

Mas para isto, a sonda precisa primeiro ganhar velocidade e a gravidade da Terra, utilizada como um estilingue, é a chave. Às 7H46 GMT (5H46 de Brasília) de sexta-feira, era o prazo para Rosetta estar no ponto de seu percurso mais próximo do planeta. Neste momento (20h43min-12/11/2009), o aparelho deve sobrevoar o Oceano Índico a 2.480 km de altitude ao sul da ilha indonésia de Java.

A velocidade da nave é de 13,3 km por segundo, ou seja, 47.800 km/h, segundo a agência espacial. Com o "empurrão" da Terra, esse número deve subir para 3,5 km/s (12.960 km/h).


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