Pesquisar este blog

Translate

Mostrando postagens com marcador mônada. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mônada. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

DNA, Mônadas e Almas Gêmeas

"...falha genética se instalou desde a queda do homem, ou a primeira raça Adâmica, dando origem à bipolaridade..."

"...No futuro, vocês serão seres andróginos, pois esta é uma característica dos seres evoluídos..."
por Vera Helena Tanze

Olá amigos!
Quero dividir com vocês uma experiência maravilhosa que tive.
Era um lindo entardecer em uma cidade do litoral sul de São Paulo onde temos casa. Eu estava sentada numa montanha olhando o mar, e comecei a indagar ao Universo o que era ser parte do Um, afinal, as mensagens geralmente finalizavam com: TODOS SOMOS UM... o que seria, concretamente, isso?

Então, senti aquela paralisia que antecede as minhas comunicações com Eles e foi se formando em minha mente o símbolo do Infinito, que é um 8 deitado; conforme este símbolo foi se delineando, eu ia cada vez mais fortemente sentindo-me parte do Todo. Jamais conseguiria expressar em palavras o que é esta sensação! Eu estava em um estado de consciência alterado de tal modo que apenas o silêncio se aproximaria do que vivenciei... um silêncio pleno, alegre e sábio...

De repente, daquele símbolo, começou a se formar uma bolha gigante que respirava; ela como que inspirava e ao expirar, soltava muitas bolinhas menores que iam se espalhando pelo Cosmo, até que se subdividiam. Junto com esta imagem eu ia sentindo a mensagem (é assim que normalmente canalizo), a qual reproduzo a seguir:

As novas gerações da Terra, virão com o código genético alterado. Na verdade são 12 os filamentos no DNA e apenas 2 estão sendo utilizados. É como se os outros 10 estivessem adormecidos e agora começassem a ser ativados. A falha genética se instalou desde a queda do homem, ou a primeira raça Adâmica, dando origem à bipolaridade.

No futuro, vocês serão seres andróginos, pois esta é uma característica dos seres evoluídos. A Raça Dourada, que será a próxima geração a habitar a Terra, trará em si os princípios Alfa e Ômega equilibrados e integrados.
Quando é necessário que uma missão cósmica se realize, a fonte libera bolhas de Luz. São almas completas: 50% femininas ou Alfa e 50% masculinas ou Ômega. Houve uma época em que essas essências resolveram experienciar a tridimensionalidade, então as bolhas de Luz foram enviadas para a Terra e o véu do esquecimento desceu sobre elas, que se esqueceram de quem realmente eram... Ao chegarem à Terra esses seres de Luz eram andróginos até a queda do homem que bipolarizou estas consciências.

Adão, na verdade era um protótipo: Adan Kadmon ou raça Adâmica, que foi utilizado para que seres de outros sistemas pudessem povoar a Terra. Essa bipolaridade foi necessária para a evolução, possibilitando maior percepção dos sentidos, e para experimentar sentimentos que não conheciam, próprios da terceira dimensão tais como: paixão, ciúme, dor, solidão, ódio, ambição, etc. Para isto, pagaram um preço: o esquecimento de suas origens cósmicas.

Cada uma dessas bolhas de Luz se subdividiu em mais onze, totalizando doze que também se subdividiram em duas cada uma: macho e fêmea. Esta bolha maior é a Mônada. Assim, cada uma tem 24 subdivisões:12 machos e 12 fêmeas. Cada casal que se separou forma almas gêmeas e os correlatos são as chamas gêmeas.
Raríssimas são as almas gêmeas que encarnam no planeta ao mesmo tempo ou que estejam no mesmo grau evolutivo. Quando isto ocorre é porque elas têm uma missão especial de ancorar energia para uma Nova Era.
O Homem acresce o masculino na mulher e a mulher o feminino no homem, num equilíbrio perfeito (Yin/Yang).
Neste estágio eles se tornam UM a Serviço do Todo, Fonte Geradora Alfa e Ômega.

O caminho para esses seres parecerá mais solitário, mas, portadores de uma ativação consciencial maior, saberão optar, encontrando seus pares pela vibração, afinal, só os iguais se reconhecem... Cada célula de seus corpos possui seu Sol Central que é a energia de Cristo. Seu grande desafio é transmutar seus corpos carnais em matéria de Luz: a Presença EU SOU. Ela é representada em seus corpos físicos e astrais como uma pirâmide de luz dourada no seu 9° chakra que fica acima de vossas cabeças. Sintonizem esta energia pois ela fará a ancoragem da vinda do Messias Coletivo. Contamos com vocês.

Fiquem em paz. TODOS SOMOS UM.
Lenira, membro do Comando Ashtar.

Canalizado por Vera Helena Tanze

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Walk-Ins - Os Entrantes

"...Os walk-ins estão encarnados por todo o planeta. Tantos relatos ilustram o que o ensinamento esotérico vem difundindo, que a lei da morte e renascimento começa a ser transcendida. Por esses meios pode se vir ao mundo sem passar pelo longo processo do reencarne..."

(Imagem Google)

por Vera Helena Tanze

Este termo, Walk-In, é usado para designar a troca de uma individualidade em seus diversos níveis. É usado nos casos em que a Mônada já absorveu a alma e os demais núcleos de consciência inframonádicos. Esta é a transmutação monádica.
Também pode ocorrer naqueles seres em que a individualidade é composta de núcleos ainda não integrados entre si.

Este processo é conhecido desde os tempos antigos por parte dos ocultistas. No livro DAS LUKAS-EVANGELIUM, Rudolf Steiner (1861-1925) afirma: Ocorre, por exemplo, que chegando à certa etapa de sua evolução uma individualidade necessite de condições distintas das que lhe foram dadas inicialmente. Pode suceder então que um ser humano, ao atingir determinada idade, de repente desmaie e pareça ter morrido. Nesses casos, produz-se uma transformação: o Eu abandona os corpos e outro Eu toma seu lugar. Steiner complementa: semelhante permuta de Eu produz-se também em outros casos; é fenômeno conhecido de todo ocultista. O mestre tibetano Djal Kwul (D.K.), disse para Helena Blavastsky em 1920, que esse fenômeno é chamado de ‘Obsessão Divina’, o qual, segundo ele, seria cada vez mais comum nos anos vindouros.
Disse D.K., que na Obsessão Divina, o indivíduo coopera voluntariamente com Aquele ser que procura inspirar ou ocupar veículos inferiores a ele, com o objetivo de ajudar a humanidade. Quanto mais a raça humana desenvolver a continuidade de consciência entre o físico e o emocional e mais tarde o mental, mais esse processo será freqüente e compreendido.

Ruth Montgomery apresenta casos de walk-ins conhecidos, como Moisés e Lot, Enoch e Melquizedec do antigo Testamento; José do Novo Testamento; Cristóvão Colombo; Benjamim Franklin; George Washington; Thomas Jefferson; Abraham Lincon; Ghandi e outros que tiveram uma transformação total durante suas vidas, tendo tido suas individualidades substituídas por uma mais avançada, para contribuir profundamente no desenvolvimento da Terra.

O walk-in é sempre mais desenvolvido que o walk-out (o substituído) e seu trabalho evolutivo reflete no corpo que encarnar, inclusive ajudando na resolução de carmas.
Os walk-ins estão encarnados por todo o planeta.
Tantos relatos ilustram o que o ensinamento esotérico vem difundindo, que a lei da morte e renascimento começa a ser transcendida. Por esses meios pode se vir ao mundo sem passar pelo longo processo do reencarne.
Entretanto, é na transmutação monádica, que a lei de morte é transcendida por completo: a individualidade libera-se do que foram os átomos permanentes e desfaz os vínculos materiais. Nestes casos, a Mônada encarnante tem a possibilidade de transcender a lei do nascimento físico, se já não o houver feito antes.

Há casos em que a individualidade apenas faz empréstimos de seus corpos por um período que pode ser até o final da encarnação. Nesse caso a alma permanece dependente dos elos materiais, ligada aos átomos permanentes. Apenas pessoas muito atentas e despertas - ou videntes - podem identificar esse processo. Eu mesma tive essa experiência com um amigo com quem eu trabalhava em processos de cura (e que já se foi), alterando em muito o seu quadro familiar e do próprio trabalho.

Mesmo sendo uma entidade mais desenvolvida que ocupe o corpo, há de se assinalar que os transtornos emocionais que podem acompanhar o processo são, por vezes, inevitáveis e sem real compreensão dos envolvidos.
Para encerrar, vamos citar Goethe, que em sua sabedoria, disse: Um homem não chega a compreender coisa alguma, a menos que a ame.
Muita luz!
http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=03969

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Afinal, que somos nós, seres humanos?



O ser humano é a união de espírito com matéria, dois extremos da mesma realidade.

Caracteriza-se pela consciência de que existe, de que está vivo. Suas experiências são uma espécie de batalha, até que deixa de se identificar com o mundo das formas e de se iludir com aparências. Começa então a perceber outros lados da realidade, sente em si a presença da energia criadora, desperta para a responsabilidade de transcender padrões estabelecidos e assumir a própria evolução.

Além do aparato físico, emocional e mental, o ser humano tem alma e, mais profundamente, uma mônada - também chamada de espírito. Depois de tomar consciência de sua mônada, descobre-se unido a outras seis mônadas, todas regidas por uma entidade maior, que é ele mesmo num plano ainda superior. Assim, à medida que expande a consciência, vai se reconhecendo cada vez mais vasto. E todo o seu modo de viver e compreender vai se transformando no decorrer deste trajeto; mudam suas atitudes e seus contatos. Conscientemente vai se deixando governar por esse universo interior.

Como percebemos os sinais desse governo interno?
O governo da alma pode ser logo percebido, porque se reflete na vida diária. Podemos até notar com que diligência procura conduzir-nos. O governo da alma alinha-se com o nosso verdadeiro destino, que ela conhece. A alma organiza os fatos da vida para que cumpramos esse destino a curto, médio ou longo prazo. Ao exercer sobre nós o seu governo, considera a nossa evolução individual e a do grupo de almas a que pertencemos.

Quanto ao governo da mônada, nós o percebemos depois que a energia da alma flui sobre o nosso corpo mental, o emocional e o físico. O governo da mônada alinha-se com os propósitos mais universais, e não apenas com o destino individual ou grupal. A mônada considera a evolução sua globalidade e, portanto, quem está sob o seu governo tem uma vida bem diferente da de quem se rege pela alma. Já o governo do Regente monádico só é percebido quando ele começa a reunir e absorver em si mesmo as sete mônadas.

O Regente, que temos em nosso interior mais profundo, leva em consideração propósitos cósmicos e não apenas os individuais, grupais e universais. Todo tipo de governo baseia-se fundamentalmente no aspecto da energia divina que chamamos de Vontade-Poder.

A alma, a mônada ou Regente captam essa energia de fontes cósmicas em diferentes graus. Quanto mais elevado o governo, mais trabalha em níveis internos, mais se encontra além da nossa mente pensante. À medida que procuramos transcender o livre-arbítrio pessoal e seguir uma vontade maior, esse nosso governo interno vai nos conduzindo a expansões de consciência.

Isso significa maior controle sobre os apetites e instintos e também nosso reconhecimento de sermos parte do grupo interno de almas e de um Todo. Como conseqüência, tornamo-nos cientes de que a evolução do universo segue linhas determinadas, de que uma Hierarquia espiritual governa o planeta e de que temos uma contribuição a dar para harmonia geral.

TRIGUEIRINHO


Retirado do jornal Sinais (Setembro a dezembro de 2006)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...