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quarta-feira, 14 de março de 2012

Quando toda a ciência não é capaz de ajudar a humanidade

Auto-retrato de Ariana Richards chamado Raptor VisãoA - lithograph

"...mesmo que tudo em volta esteja em degeneração, é possível viver interiormente outra realidade..."



"...Depois que a consciência se deixou envolver pelos enganos do materialismo terrestre, o ato de elevar-se equivale a uma redenção..."



"...Raros são os cientistas conscientes de seus atos; a maioria limita-se a dogmatismos ou a uma fantasiosa noção de que se aprofunda no conhecimento da verdade..."



"...Há formas-pensamento tão arraigadas, e nas quais os homens se fiam tanto para discernir seus passos, que só transformações profundas podem dissipá-las..."


JÁ É TEMPO DE ESTARMOS PREPARADOS PARA O IMPREVISÍVEL

O preparo de indivíduos e de grupos de serviços que possam atuar nos momentos agudos de caos planetário transcende a mera capacitação técnica, material e psicológica. Em todos os setores da vida, os problemas serão tão imprevisíveis e as soluções tão distantes da experiência humana atual que somente em sintonia com leis suprafísicas se poderá agir com acerto em situações que, do contrário, jamais se conseguiria enfrentar.

Apesar de o homem da superfície da Terra praticamente desconhecer essas leis, pode aproximar-se delas e até vivê-las, desde que crie no próprio interior um ambiente adequado para acolhê-las e para com elas atuar, individualmente ou em grupo. Nos dias de hoje, testemunhamos três fatos que dizem respeito diretamente a isso e que são importantes para a evolução humana e planetária: o primeiro é a deterioração acelerada da civilização; o segundo é o surgimento de uma energia interna que aponta novos rumos; e o terceiro é a ocorrência de um processo que, simbolicamente, pode ser chamado de redenção.

Nascimento, ascensão e decadência são etapas da evolução natural. São intrínsecas à expressão da vida nos níveis materiais e, de modo geral, nenhuma forma manifestada isenta-se de cumpri-las. Entretanto, a consciência que habita uma forma não necessita vincular-se a esse ritmo natural: pode conduzir-se segundo leis superiores, ainda desconhecidas da maioria dos homens. Assim, mesmo que tudo em volta esteja em degeneração, é possível viver interiormente outra realidade.

Depois que a consciência se deixou envolver pelos enganos do materialismo terrestre, o ato de elevar-se equivale a uma redenção; mas, para reencontrar-se em níveis mais sutis, terá de reconstruir sua estrutura energética e vibratória. Se essa reconstrução é feita inteligentemente, constitui benefício para outros que devem passar pelo mesmo processo.

Ao assumir pesquisas com o objetivo de obter desenvolvimento material e soluções imediatistas para problemas externos sem se voltar para as raízes de tais problemas, o homem realizou um avanço científico dissociado das ampliações de consciência necessárias para um progresso harmonioso da civilização. Assim, convive-se hoje com circunstâncias conflituosas decorrentes do despreparo da humanidade em relacionar-se com o universo do qual é parte.

A ciência perdeu o seu verdadeiro rumo ao restringir-se à análise, aos formalismos e à lógica racional - criações mentais que não podem expressar realidades mais amplas. Raros são os cientistas conscientes de seus atos; a maioria limita-se a dogmatismos ou a uma fantasiosa noção de que se aprofunda no conhecimento da verdade, estados que camuflam a estreiteza de visão do ego e sua sede de poder. Uma consciência dotada de suficiente imparcialidade percebe claramente que o mundo científico caminha à deriva, envolvido com aberrações e comprometido com o império econômico.

A vida de superfície atingiu um ponto no qual, se um indivíduo não contata sua essência interna, indicações sobre a verdade não lhe são acessíveis. O preconceito recíproco entre a ciência e a religião, por exemplo, tornou-se sério empecilho ao progresso. Há formas-pensamento tão arraigadas, e nas quais os homens se fiam tanto para discernir seus passos, que só transformações profundas podem dissipá-las. Essas transformações aproximam-se rapidamente.

Trigueirinho

Publicado no Jornal OTEMPO em 20/11/2011

Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site www.irdin.org.br

domingo, 30 de outubro de 2011

Russos estudam possibilidade de construir base em cavernas na Lua

Primeira colônia lunar poderia ser criada em 2030.
Satélite pode servir de apoio a missões à Marte.



Os Estados Unidos podem ter colocado o primeiro homem na Lua, mas cientistas e exploradores espaciais russos estão agora de olho em um novo objetivo: a criação de uma colônia lá.

A descoberta de túneis vulcânicos na Lua poderia fornecer um abrigo natural para a primeira colônia lunar, disseram cosmonautas e cientistas nesta terça-feira.

Pesquisadores já suspeitavam que o passado vulcânico da Lua deixou uma rede subterrânea de túneis de lava, e imagens de 2008 da sonda japonesa Kaguya mostraram um caminho possível -- um misterioso e profundo buraco surgindo na superfície.

'Esta nova descoberta de que a Lua pode ser um corpo poroso pode alterar significativamente a nossa abordagem de fundar bases lunares', afirmou o cosmonauta veterano Sergei Krikalyov, que dirige o centro de treinamento russo Cidade da Estrela, nos arredores de Moscou, durante um fórum sobre o futuro dos voos espaciais tripulados.

'Se realmente for confirmado que a Lua tem uma série de cavernas que podem fornecer alguma proteção contra a radiação e chuvas de meteoros, ela poderia ser um destino ainda mais interessante do que se pensava', disse ele.

Uma imagem de tendas infláveis pontilhando a paisagem lunar ajudou os participantes do fórum a imaginar as bases lunares.

'Não haveria qualquer necessidade de escavar o solo lunar e construir paredes e tetos', disse Krikalyov.

'Seria o suficiente usar um módulo inflável com uma casca dura exterior, falando a grosso modo, para vedar as cavernas.'

A primeira dessas colônias lunar poderia ser construída em 2030, estimou Boris Kryuchkov, chefe-adjunto de ciências no centro de treinamento.

Como as agências espaciais do mundo debatem para onde voar além da órbita inferior da Terra, incluindo missões no espaço para asteroides e Marte, o chefe de programas de voos espaciais tripulados da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) disse que a Lua também parecia atraente.

'Na ESA, ainda há um foco muito forte na Lua. Poderia ser um primeiro passo natural lá', disse Martin Zell à Reuters.

Fonte: AQUI

domingo, 2 de outubro de 2011

O Mar Morto não é tão morto assim

Mergulhador, com equipamento especial projetado para enfrentar as condições salinas e parcialmente obscurecida do mar Morto. Crédito: Christian Lott / O Instituto Hydra.


Pelo nome você já cria uma imagem – Mar Morto. Águas turvas, paradas e, principalmente, sem vida.

Errado. Pela primeira vez, os pesquisadores enviaram uma expedição de mergulho ao Mar Morto, e para surpresa de muitos, ele está vivinho. Lá, eles descobriram fontes de água doce emitidas de crateras enormes no fundo do mar, junto com uma mistura variada de micróbios.

Ambos foram os primeiros achados do corpo de água mais salgado do mundo, que também é o ponto mais baixo do planeta.

O Mar Morto se situa entre a Jordânia, Israel e Cisjordânia. Seu sal pesado nas águas permitem aos seres humanos flutuarem sem esforço na superfície – um fenômeno que faz com que o Mar Morto seja um destino popular de turistas, ainda que seja notoriamente difícil para mergulhadores tentarem nadar dentro da água.


Credito foto: Wikipédia, a enciclopédia livre

Uma equipe de pesquisadores conseguiu enfrentar o desafio e mergulhar nas águas salgadas para confirmar suas suspeitas de que correntes de água doce jorravam a partir de fissuras profundas no fundo do mar.

As fontes saem das íngremes paredes das crateras, com cerca de 15 metros de diâmetro e 20 metros de profundidade. Os mergulhadores descobriram que a água forma um complexo de nascentes que fluem ao longo do fundo do mar, que tem centenas de metros de comprimento e chega a 30 metros de profundidade em alguns lugares.

Além disso, os pesquisadores encontraram esteiras de micróbios que vivem perto dos furos no fundo do mar. A variedade de microorganismos que vivem em um ambiente que se pensava ser desprovido de vida foi surpreendente. Embora não haja peixes presentes, tapetes desses micróbios cobrem grandes áreas do fundo do mar.

O Mar Morto está desaparecendo rapidamente. Suas águas evaporam a uma taxa de aproximadamente um metro por ano, em grande parte devido aos seres humanos, que utilizam sua principal fonte, o rio Jordão, como água potável.

Pesquisadores estão criando o primeiro sistema para medir diretamente as nascentes do fundo do mar e estudar a estrutura do seu fluxo ascendente.

Ao desenvolver um sistema de medição para essas fontes, eles serão capazes de determinar com mais precisão a quantidade de água que realmente entra no Mar Morto. [OurAmazingPlanet]

Veja o vídeo do mergulho no Mar Morto




Fonte: http://www.ouramazingplanet.com/

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cada grão de areia é único


O especialista diz que os grãos trazem consigo histórias sobre a geologia, a biologia e a ecologia da região de onde se originam.

Cientista fotografa grãos com equipamentos especiais e amplia as imagens em mais de 250 vezes, revelando estruturas de formatos inusitados e cores vividas.


Grãos de areia revelam mundo de cores e formas.


''Cada grão de areia é único'', afirma Gary Greenberg, diretor do Laboratório de Microscopia e Microanálise do Instituto de Astronomia na Universidade do Havaí (EUA).


Greenberg, que fotografa grãos de areia há dez anos, é originalmente fotógrafo e cineasta, mas mudou-se de Los Angeles para Londres nos anos 1970 com o objetivo de tornar-se doutor em pesquisa biomédica pela University College, na capital britânica.


Para captar as imagens, ele utiliza microscópios especiais tridimensionais. Greenberg afirma que fotografar os grãos é uma tarefa complicada, já que os microscópios que ele utiliza têm pouca profundidade de campo, dificultando a obtenção do foco. "Eu supero essa limitação fotografando uma série de imagens tomadas com focos distintos", afirma o professor.

O especialista diz que os grãos trazem consigo histórias sobre a geologia, a biologia e a ecologia da região de onde se originam.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/07/graos-de-areia-revelam-mundo-de-cores-e-formas-1.html

terça-feira, 10 de maio de 2011

Quanto mais alto é o local que você está, mais rápido o tempo passa

"...Eles dizem que a maior
lição que deve ser aprendida com
esses testes é que nós temos que rejeitar
de vez o conceito de tempo absoluto..."



Pesquisadores estão testando os efeitos da relatividade em uma escala menor. A teoria de Einstein é conhecida pelo alongamento do tempo que ocorre em escalas cósmicas, como perto de um buraco negro ou uma galáxia com velocidade.

A dilatação do tempo é uma consequência da teoria da relatividade geral de Einstein, que postula que a gravidade de um corpo maciço – como a Terra – distorce o espaço-tempo ao seu redor, fazendo com que o fluxo do tempo aumente ou diminua dependendo da distância em relação à massa. No caso, o tempo passa mais devagar quanto mais perto se chega do corpo maciço.

Porém, o novo estudo descobriu que mesmo uma diferença de altura de cerca de 33 centímetros provoca uma mudança mensurável na passagem do tempo. Por exemplo, se um gêmeo passar 79 anos vivendo em uma altitude 33 centímetros maior do que o seu irmão, ele acabaria cerca de 90 bilionésimos de um segundo mais velho.

Para chegar a essa medida, os físicos utilizaram relógios atômicos extremamente precisos, para calcular quanto o tempo flui mais lentamente quanto mais próximo alguém está da Terra.

Esses relógios supersensíveis, cada um formado por um átomo de alumínio único, vibram entre os dois níveis de energia mais de um milhão de bilhões de vezes por segundo. Eles colocaram um deles em uma maior elevação no laboratório que o outro, e descobriram, como Einstein previu, que o relógio mais alto corria um pouco mais rápido do que o mais baixo. Segundo os pesquisadores, embora esses relógios possam ver claramente essa diferença, as pessoas não a sentem.

Outra descoberta de Einstein, chamada relatividade especial, postula que o tempo parece fluir mais lento para uma pessoa parada do que para quem está se movendo. Os pesquisadores também verificaram isso. Eles usaram dois relógios atômicos idênticos, colocando um deles em movimento, para frente e para trás no laboratório, a uma taxa de vários metros por segundo, e outro parado. O primeiro relógio assinalou um ritmo ligeiramente mais lento, como predito pela relatividade.

Segundo os pesquisadores, foi importante poder mostrar que os relógios podem detectar estes pequenos efeitos relativísticos. Eles dizem que a maior lição que deve ser aprendida com esses testes é que nós temos que rejeitar de vez o conceito de tempo absoluto. [LiveScience]

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Cientista garante que a verdade sobre ETs será revelada em breve

"...cientistas que podem exibir essas evidências
estão com medo,
não apenas daqueles que participam da suposta
conspiração, mas também de
admitir que a ciência estava errada..."

Imagem Google
Saiu na imprensa
em 11/06/10

WASHINGTON - O físico Stanton Friedman, que trabalhou por décadas em desenvolvimento de foguetes para algumas das maiores agências espaciais do planeta, diz que os alienígenas existem, estão nos visitando há muito tempo e que essa verdade será revelada em breve. "Alguns óvnis são espaçonaves inteligentemente controladas, e essa é a maior história do milênio. Estou convencido de que estamos lidando com um Watergate cósmico", diz Friedman. As informações são do Live Science.

Friedman afirma que há duas razões principais para que as fortes evidências de aliens não sejam conhecidas melhor. A primeira seria uma suposta grande conspiração que perdura há décadas e que envolveria oficiais de alto escalão. De acordo com ele, a outra é que cientistas que podem exibir essas evidências estão com medo, não apenas daqueles que participam da suposta conspiração, mas também de admitir que a ciência estava errada.

Por outro lado, o físico diz acreditar que a verdade sobre os óvnis será revelada em breve. "Eu continuo otimista, antes de morrer, e eu tenho 75 anos, eu vou pegar pelo menos uma parte dessa história, de que não estamos sozinhos no universo", diz o pesquisador.

Friedman se junta a um grupo de cientistas e famosos que está convencido de que existe vida extraterrestre inteligente e que esta já chegou até nós.

Junto com o físico, está o astronauta Edgar Mitchell, que participou do programa Apollo, que também afirma que os aparecimentos de ETs é escondida pelos governos (o próprio Mitchell disse nunca ter visto um óvni, mas acredita no alien de 1947 em Roswell, no Novo México).

Segundo a reportagem, outro defensor de que os ETs existem é o psiquiatra John Mack, ex-professor da Universidade de Harvard, que passou anos estudando pessoas que dizem ter sido abduzidas, sondadas e sofrido experimentos de aliens.

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