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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Os Dois lados da profecia


Os homens vêm manipulando a energia nuclear e em grande parte o fazem para angariar prestígio. Lidar com energia nuclear é também, para os governos políticos, uma forma de demonstrarem poder sobre países menos desenvolvidos, mantendo-os assim submissos.

No estágio atual da humanidade terrestre, a energia nuclear representa perigo mortal, mesmo que seja empregada para “fins pacíficos”, o que na verdade vem sendo apenas um pretexto para possibilitar a fabricação do maior arsenal mortífero que a Terra jamais conheceu. Será o homem o único responsável por esse estado de caos, ou estará ele sob o controle de forças destrutivas, sendo delas mero instrumento? Essa é uma pergunta a ser endereçada aos nossos próprios níveis intuitivos.

Apesar de inegavelmente já conhecerem alguns dos aspectos poluentes da energia nuclear, mesmo assim os homens continuam lidando com ela. Há, porém, aspectos que eles ignoram por não estarem ainda despertos para a realidade de dimensões mais sutis que a mental. Ainda que existam outras formas de utilizar a energia do universo, o próprio homem as recusou quando preferiu o desenvolvimento puramente econômico.

Se continuar com a atual manipulação de forças que se ocultam na matéria densa, desconhecendo-as, é possível que cataclismos naturais sejam antecipados. A Terra não é um corpo estável no espaço, podendo chegar a perder seu equilíbrio. Sabe-se que de tempos em tempos há variações no padrão de sua rotação e mudanças na inclinação do seu eixo, e quando surgem influências externas especiais, essas modificações podem até acontecer de uma forma mais drástica.

John White (Pole Shift, A.R.E. Press, Virginia Beach, Virginia, USA) cita alguns fatores que podem contribuir para que o eixo da Terra mude sua inclinação. Entre os naturais e inerentes à própria evolução ele enfoca: o alinhamento da Terra com planetas ou estrelas que exerçam sobre ela grande atração; a passagem de outros corpos celestes junto dela, que produza esse mesmo efeito; impactos físicos com outros corpos; mudança na radiação que ela recebe do Sol; derretimento do gelo dos seus pólos; mudanças em sua superfície física com deslocamentos consideráveis de terra; desaparecimento de núcleos magnéticos e surgimento de outros em novos locais; terremotos ou erupções vulcânicas muito violentas.

Entre os fatores acarretados pelo homem, White enumera: poluição atmosférica; extrações, perfurações e represamentos; testes nucleares; guerras nucleares; formas-pensamento; intervenção de formas de vida mais elevadas. A propósito da ação das formas-pensamento, diz H. P. Blavatsky: “Os pensamentos e os motivos são matérias-primas, e às vezes, de maneira incrível, uma força material.”

Sempre houve duas correntes opostas de pensamento a respeito de um eventual próximo cataclismo. Uma tende a confirmá-lo, alertando a todos para que se preparem; a outra declara que as profecias servem para mudar nossas atitudes desarmoniosas, as quais, uma vez removidas ou transformadas, afastariam a necessidade de uma hecatombe.

Seria fácil optar por uma ou por outra dessas correntes, quando elas inevitavelmente surgem. Entretanto, parece-nos que sábia seria uma atitude de observação, para intuirmos quais serão os rumos finais dos acontecimentos. Diferença entre prognósticos tem sua origem em níveis bem mais profundos do que podemos imaginar. É que alguns pontos de vista focalizam dimensões da realidade onde certos fatos estão acontecendo visivelmente, ao passo que outros pontos de vista detêm-se em outros níveis da realidade, mais sutis, nos quais fatos opostos àqueles primeiros também estão ocorrendo.

Além disso, o que é real e verdadeiro para certos graus de consciência pode não ser para outros, e o que interessa a um ambiente cultural pode nada representar para outro. O primeiro ponto de vista pode ter a função de promover uma mudança drástica na mentalidade do homem, usando para isso energias destruidoras; já o segundo pode ter a tarefa de estimular a construção do mundo novo. É útil que ambos convivam, às vezes na mesma época, não só para o equilíbrio psicológico dos homens, mas também para haver ações simultâneas em diferentes sentidos.

Trigueirinho


Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site: http://www.irdin.org.br/

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O menino que consertou o mundo



Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.

Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou que o filho fosse brincar em outro lugar.

Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.

De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:

— Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho. Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:

— Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!

A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?

— Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?

— Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!

(Autor Desconhecido)



Já faz um tempo que conheço essa parábola... mais do que nunca a necessidade de "conserto", em cada um de nós é urgente.
Vamos tentar "consertar" a nós mesmo para tornar o mundo melhor. É só quando eu mudo, que o mundo a minha volta muda. 

terça-feira, 24 de maio de 2011

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A maior explosão já vista no espaço foi causada por estrela despedaçada por buraco negro


A explosão mais brilhante, duradoura e variável já vista ocorreu em 28 de março de 2011 no espaço, há cerca de 3,8 bilhões de anos-luz da Terra, na Constelação Draco. A radiação de alta energia continua a iluminar e desaparecer do local.

A poderosa explosão intrigou astrônomos. Como, exatamente, isso aconteceu? Segundo os cientistas, pode ter sido o grito de morte de uma estrela conforme ela foi destroçada por um buraco negro.

A explosão parece de raios gama, o tipo mais poderoso de explosão do universo, que geralmente marca a destruição de uma estrela massiva. Entretanto, as emissões desses eventos dramáticos nunca duram mais do que algumas horas.

Também, apesar dos cientistas conhecerem objetos da nossa galáxia que podem produzir explosões repetidas, elas são milhões de vezes menos potentes que essas explosões.

Os cientistas estão utilizando diversos observatórios espaciais da NASA para estudar a explosão maciça. Ela foi detectada em 28 de março, através de uma erupção de raios-X, a primeira de uma série de explosões poderosas. O nome dado a ela foi explosão de raios gama 110328A.

Após a descoberta, os cientistas identificaram a fonte exata da explosão, o centro de uma pequena galáxia na constelação de Draco.

Daí surgiu a teoria de que a explosão incomum provavelmente surgiu quando uma estrela vagou muito próxima ao buraco negro central de sua galáxia. O fato de que a explosão ocorreu no centro de uma galáxia torna mais provável que ela esteja associada a um buraco negro maciço.

Forças intensas provavelmente despedaçaram a estrela, e o gás que restou continua a fluir em direção ao buraco negro. Segundo este modelo, o buraco negro formou um jato, que é a poderosa explosão de raios-X e raios gama.

Ou seja, os cientistas acreditam que os raios-X podem ser provenientes de matéria que se move perto da velocidade da luz em um jato de partículas formados pelo gás da estrela, que é absorvido em direção ao buraco negro. A maioria das galáxias, incluindo a nossa, contêm buracos negros centrais com milhões de vezes a massa do sol. A estrela provavelmente sucumbiu a um buraco negro, menos massivo do que o da Via Láctea. O principal buraco negro da nossa galáxia tem uma massa cerca de 4 milhões de vezes a do sol. Os astrônomos já detectaram estrelas despedaçadas por buracos negros supermassivos antes, mas nenhuma delas tem o brilho de raios-X e a variabilidade dessa explosão, que tem queimado repetidamente.

Os astrônomos vão continuar observando a explosão, para procurar por mais detalhes e mudanças. [LiveScience]

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