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domingo, 3 de maio de 2015

Suméria, os Anunnaki e a Origem da Humanidade


por Monica F. Jardim

A Terra, em termos de tempo, é muito antiga e há histórias a ela relativas que, há muito tempo foram enterradas e escondidas. A linhagem ancestral, atualmente se revelando, envolve pontos e eventos iniciais de, aproximadamente, meio milhão de anos atrás, que continuaram a se entremear ao longo de várias experiências no tempo. Os registros sumérios contém inúmeras chaves para uma melhor compreensão dessa linhagem ancestral.

Esses visitantes, chamados Anunnaki, vieram dos céus para a Terra e brincaram de deuses. Criaram o que quiseram na Terra, baseados nas próprias intenções. Entre outras coisas, vieram à procura de ouro; Como assim?

Os habitantes do planeta Nibiru, os Nephilin/Anunnakis, sabiam perfeitamente da existência do Logos (o Criador) primordial, responsável pela criação e expansão da energia e da matéria que compõe o universo, mas na condição de mestres das ciências, inclusive genética, eles não se opuseram a possibilidade de interferir na evolução natural de mundos em formação, como a Terra, no passado, porque o ecossistema de seu planeta natal estava ameaçado e sob a pressão das circunstâncias eles precisavam de mão de obra para a mineração de ouro na Terra.

Esses “deuses” visitantes do espaço, vieram à Terra e começaram a levar produtos daqui para o próprio lar. Seu propósito era fazer experiências com a vida e criar humanos para habitar o planeta.

Numerosas descobertas antropológicas oferecem indícios desse passado, através de antigos esqueletos. As formas retratam um “álbum humano” de transformações ao longo dos últimos milhões de anos. Essas descobertas arqueológicas retratam o que os cientistas chamam de “estágios de desenvolvimento humano ou evolução”, presumindo que a vida humana era a mesma em todos os lugares. Na verdade, os deuses criaram vários experimentos, empregando o material genético armazenado aqui mesmo; Temos que compreender que a Terra e os segredos que nela repousam envolvem o domínio dos enigmas que existem dentro de nós mesmos, especialmente as partes ocultas nas raízes do nosso Eu Subconsciente e DNA.

Os sumérios retrataram em sua história os visitantes das estrelas”, os quais, por centenas de milhares de anos, influenciaram e “brincaram” com experiências de vida em cada continente deste planeta.

Recomendo enfáticamente os livros do Zecharia Sitchin, principalmente “O livro perdido de Enki”. Nessas crônicas, ele revela que durante o conselho no qual foi decidido que ele deveria criar um híbrido terrestre-alienígena através de engenharia genética, seu irmão ENLIL protestou duramente, argumentando que os Anunnaki tinham vindo à Terra para mineração e não para “brincar de Deus” (Muitíssimo interessante essa afirmação de Enlil).

Certamente que esse assunto incomoda a maioria das pessoas, (a maioria tem PREGUIÇA de pensar por si mesmo, pois dá muito trabalho desenvolver CONSCIÊNCIA) mas nos tempos atuais, de avançada tecnologia, onde viagens espaciais e biogenharia são assuntos correntes na mídia, essa verdade ancestral poderia e deveria (deve) ser divulgada. Esse conhecimento seria fundamental para a preparação da humanidade para a próxima passagem do planeta Nibiru.

Apesar das descobertas de Zecharia Sitchin, suas conclusões a respeito de Nibiru não são absolutamente corretas (como tudo na vida). A próxima passagem de Nibiru pelo nosso sistema Solar será em torno de 3.440 d.C., ainda faltam mais 1.430 anos para ele retornar de seu passeio até a órbita de SÍRIUS na CONSTELAÇÃO DO CÃO MAIOR.

A NASA já localizou um grande objeto nos céus e estaria analisando o fato, que foi classificado como ultra-secreto”, (Trata-se de uma Estrela Anã Marron, companheira de nosso sol e não de NIBIRU, que nesse momento esta muito longe, em SÍRIUS), embora todos os dados estejam aparentemente descritos nos livros da série Crônicas da Terra de Sitchin. Como ele diz: “Assim nós humanos estaremos mais preparados para a chegada dos Anunnaki”.

Uma conclusão óbvia sobre tudo isso, esbarra no mesmo de sempre; a ocultação de informações; Se existem tantas provas incontestáveis dessa atividade sobre-humana, em diversos lugares, por que os governos, em particular o norte-americano, pioneiro e o primeiro em pesquisas espaciais e ufológicas e os das demais nações ocidentais e o mundo árabe (que tem muitas coisas escondidas), não informam à humanidade sobre isso? De fato a resposta é simples; Por que a revelação de que humanóides alienígenas gigantes, vindos de outros planetas de outros sistemas estelares (um deles NIBIRU) conhecedores de tecnologias avançadíssimas, há milhares, talvez milhões de anos, colonizaram a Terra e influenciaram genéticamente na criação e na formação da raça humana, E SE PASSARAM PELOS NOSSOS DEUSES, tudo isso causaria a ruína de todo o Sistema/Elite contemporâneo a começar pelo sistema religioso global… Todas as instituições entrariam em colapso, porque “FRAUDES GIGANTESCAS E MILENARES” seriam desmascaradas e descobertas.

Recomendo também os livros das Bárbaras-Marciniack e Hand Clow e de Drunvalo Melchisedek sobre esse assunto tão importante e fascinante.

Um trecho interessante de uma entrevista de Sitchin;


Todas as escrituras antigas, a Bíblia, os mitos gregos, os mitos e textos egípcios, os textos da pirâmide, tudo, me levou aos sumérios, cuja civilização foi a primeira conhecida em 6.000 anos atrás. Eu me concentrei na Suméria, a fonte destas lendas e mitos e textos e cheguei as suas repetidas e persistentes declarações sobre estes seres, que os sumérios chamavam de Anunnaki, que vieram à Terra de um planeta chamado Nibiru. O planeta era designado pelo signo da cruz e Nibiru significa, “planeta da passagem

Não nos parece que tem algo de familiar? Pensemos.

[comentário do texto Suméria, os Anunnaki e a Origem da Humanidade do blog A Luz é Invencível. Recomendo, para quem quiser ler é só clicar AQUI. Vale apena.]


sexta-feira, 1 de maio de 2015

1º de Maio - Ascensão de Saint Germain


Hoje o Hora Cósmica está mais violeta do que nunca. Gratidão eterna...


A Terra deverá tornar-se a "Estrela da Liberdade"! 
Este foi o juramento feito pelo mestre Saint Germain




Deus em mim comanda cada célula do meu corpo.



EU SOU é meu Pastor. Nada me faltará.



EU SOU um Ponto de Luz dentro de uma Luz Maior.



EU SOU a Ponte que transfere a minha alma dos planos da matéria para os planos do Espírito.



A Presença "EU SOU" me veste com o meu eterno e transcendente traje de Luz.


"EU estou aqui" e "EU estou lá", assim, sempre tenho o auxilio onde se fizer necessário, já que o "EU SOU" também está no íntimo dos meus irmãos.


Que as forças de Luz iluminem tudo que vive no Planeta Terra.


O Universo é a nossa casa.




Em nome da Presença Divina que há em mim eu abençôo esse dia. EU SOU Luz.






"O 1º de Maio é conhecido como o Dia da Ascensão de Saint Germain. A cada ano neste dia, Saint Germain e as Legiões da Chama Violeta abençoam a Terra com uma monumental efusão de Chama Violeta..."

"...A Chama Violeta é o equilíbrio perfeito da Chama azul da Vontade Divina de nosso Deus Pai e da Chama rosa do Amor Divino de nosso Deus Mãe..."





"...Tendo alcançado sua Ascensão em 1º de maio de 1684, Saint Germain obteve a permissão de retornar ao mundo num corpo físico, assombrando a Europa nos séculos XVIII e XIX, como o Conde de Saint Germain..."




Continue lendo AQUI  post de 1º de maio de 2010




Abraço de Luz Violeta



domingo, 19 de abril de 2015

O Que é o Despertar? por Eckhart Tolle


"...Então do que é que nós despertamos quando ocorre o despertar espiritual?..."


"...Para muitas pessoas, a primeira indicação de um despertar espiritual é que eles de repente se tornam conscientes de seus pensamentos..."


Desde os tempos antigos, o termo despertar tem sido usado como uma espécie de metáfora que aponta para a transformação da consciência humana. Há parábolas no Novo Testamento que falam da importância de estar acordado, de não voltar novamente a dormir. A palavra Buddha vem da palavra sânscrita Budh, que significa “estar acordado.” Então Buda não é um nome e, finalmente, não é uma pessoa, mas um estado de consciência. Tudo isso implica que os seres humanos são potencialmente capazes de viver em um estado de consciência em relação à qual a vigília normal é como dormir ou sonhar. É por isso que alguns ensinamentos espirituais usam termos como “alucinação compartilhada” ou “hipnotismo universal” para descrever a existência humana normal. Pegue qualquer livro de história e eu sugiro que você comece a estudar o século 20, onde você vai descobrir que uma grande parte da história da nossa espécie tem todas as características que nós normalmente associamos com um pesadelo ou uma alucinação insana.

A natureza do despertar espiritual é frequentemente mal compreendida. A adoção de crenças espirituais, ter visões de Deus ou seres celestiais, a capacidade de canalizar, de curar, de prever o futuro, ou de outros poderes paranormais, todos estes fenômenos têm valor e não devem ser descartados, mas nenhum deles é por si só, indicativo de despertar espiritual em uma pessoa que os experimenta. Eles podem ocorrer em uma pessoa que não despertou espiritualmente e eles podem ou não acompanhar o estado desperto.

Todas as manhãs despertamos do sono e de nossos sonhos e entramos no estado que chamamos de vigília. Em um fluxo contínuo de pensamentos, a maioria deles repetitivos, caracterizando o estado de vigília normal. Então do que é que nós despertamos quando ocorre o despertar espiritual? Nós despertamos da identificação com nossos pensamentos. Todo mundo que não está desperto espiritualmente é totalmente identificado e administrado por sua mente pensante, a voz incessante na cabeça. O pensar é compulsivo: você “não” pode parar, ou lhe assim parece. Ele também é viciante: você não precisa nem quer parar, pelo menos não até o sofrimento gerado pelo ruído mental contínuo, tornar-se insuportável. No estado adormecido você não usa o pensamento, mas é o pensamento que usa você. Você é, quase se poderia dizer, possuído pelo pensamento, que é o condicionamento coletivo da mente humana que remonta de muitos milhares de anos. Você não vê qualquer coisa como ela é, mas distorcida e reduzida por rótulos mentais, conceitos, julgamentos, opiniões e padrões reativos. O seu sentido de identidade, de si mesmo, é reduzido a uma história que você mantem dizendo em sua mente. “Eu sou a minha história”: é a isto que a sua vida é reduzida no estado adormecido. E quando sua vida é assim reduzida, você nunca pode ser feliz por muito tempo, porque você não está sozinho.

Isso quer dizer que você não vai mais pensar quando despertar espiritualmente? Não, claro que não é assim. Na verdade, você vai usar o pensamento de forma mais eficaz do que antes, mas você perceberá que existe uma profundidade no seu ser, uma quietude vibrantemente viva que é muito mais vasta do que o pensamento. É a própria consciência, da qual a mente pensante é apenas um pequeno aspecto. Para muitas pessoas, a primeira indicação de um despertar espiritual é que eles de repente se tornam conscientes de seus pensamentos. Eles se tornam uma testemunhas dos seus pensamentos, por assim dizer. Eles não estão mais completamente identificados com a mente e assim eles começam a perceber que há uma profundidade que eles nunca tinham conhecido antes.

©Eckhart Tolle


Tradução e Divulgação: A Luz é Invencível

Fonte AQUI




terça-feira, 14 de abril de 2015

Vivências internas no caminho da busca espiritual


"...Aprendi que, se não interferimos no fluxo das coisas quando elas são guiadas internamente, tudo se dirige para o bem. Temos de vigiar sempre, estar atentos, mas sem preocupações..."


"...A fé é um estado da alma, do próprio eu interior, e que não nasce na mente humana..."


"...Ao ficarmos inteiramente receptivos às energias superiores, à ajuda que vem do Alto, usamos os atributos que temos, sabendo que jamais estamos sós...."


Posso dizer que nunca tive dúvidas de que participo de uma realidade maior e de que há outros níveis de consciência. Também nunca duvidei de que sou guiado por algo interno. Mesmo na infância e na adolescência, quando não me ocupava conscientemente da busca, essa certeza sempre esteve presente em meu íntimo.

Assim, pude ver que os fatos marcantes da minha vida estavam traçados e que só me cabia reconhecê-los. O que parecia novo, na verdade acontecia desde sempre, e no momento da experiência real apenas se projetava externamente. Apesar disso, quando os vivia, eram “novos” para mim, e nem sempre podia controlar seu desfecho.

Por causa da certeza de ser guiado, ao sucederem fatos incomuns, eu não opunha resistência a eles; entrava na experiência sem conflitos – e por estar inteiro, decidido a caminhar, não me preocupava com resultados.

Nunca me perguntei onde tudo aquilo iria acabar. Aprendi que, se não interferimos no fluxo das coisas quando elas são guiadas internamente, tudo se dirige para o bem. Temos de vigiar sempre, estar atentos, mas sem preocupações.

Fazer essas constatações é sinal de estar sendo guiado. Essa percepção é fruto da atuação do eu interior, porque ninguém chega a ela apenas contando com a própria parte consciente ou com a própria experiência.

As vivências não são iguais para todos os que fazem a busca espiritual. Conheci pessoas cujo eu interior as guiava para tomarem decisões graduais. Na verdade, podemos receber vários tipos de orientação interna. Algumas indicam o que não fazer, mas não o que deve ser feito. Outras mostram determinada coisa nos níveis superiores e o modo de concretizá-la na vida prática. Tanto num caso como no outro, a preocupação com os resultados tem de ser eliminada para que a entrega à condução interna seja incondicional. Obviamente é necessário fé. Só ela elimina a tendência natural a interferir no curso indicado.

A fé é um estado da alma, do próprio eu interior, e que não nasce na mente humana. Como todos têm alma, todos têm fé, embora a maioria se distancie dessa realidade fundamental. Mas, mesmo que não se reconheça a existência da fé, ela se encontra no centro de cada ser, e sem ela ninguém estaria vivo.

A certa altura, mais cedo ou mais tarde, todos entram na busca espiritual e descobrem a fé. Mas enquanto esse amadurecimento não se dá, grandes são os desvios e as vacilações a que se expõem.

A entrega ao eu interior não quer dizer ausência de razão. A razão continua existindo, e não temos de aboli-la. O exercício é usá-la sempre que necessário, da melhor forma, porém a serviço de algo maior. É ofertá-la continuamente à sabedoria que está além, para que as energias superiores a alimentem e transfigurem.

Algumas vezes nos é dado esquecer que somos guiados, para vermos a diferença entre agir conduzidos interiormente e agir por conta própria. Nessas situações, fazemos coisas com as quais não estamos de acordo. Perceber isso nos leva a querer deixar de agir por nós mesmos o mais depressa possível.

Ao ficarmos inteiramente receptivos às energias superiores, à ajuda que vem do Alto, usamos os atributos que temos, sabendo que jamais estamos sós. As energias que agem por nosso intermédio acabam por nos ampliar a consciência, e vemos então que não existe uma vida e nós, separados dela. Nossa própria vida fica à disposição da grande Vida que a inclui, e nada mais resta de fora.

Trigueirinho

Para conhecer as obras do autor, acesse o site www.irdin.org.br ou o site www.comunidadefigueira.org.br


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