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domingo, 22 de setembro de 2013

A Busca da Serenidade


No decorrer da vida podemos perceber que para estarmos sadios é importante cultivar a serenidade. Mas como conseguir isso? Como não nos deixarmos afetar pelo que sucede à nossa volta?

Primeiro temos que tomar consciência de que a serenidade é um estado interno e, portanto, nada que esteja fora de nós deve ser empecilho para o manifestarmos. O mundo é nosso campo de trabalho para testar o grau de serenidade que podemos atingir e, ao mesmo tempo, um estímulo para robustecê-la.

Quando adquirimos neutralidade diante dos acontecimentos e seguimos nosso caminho sem dispersão nem desordem não nos abalamos com circunstâncias. Vários fatores podem contribuir para nos tornarmos serenos, e um deles é a superação do medo. Compreendemos que a chamada “morte” é apenas o despojamento dos corpos materiais que usamos em nossa passagem pelo mundo físico, o medo vai desaparecendo e a serenidade pode instalar-se.

Outro fator que nos ajuda a desenvolver a serenidade é estabelecermos um ritmo ordenado e harmonioso em nosso dia a dia. Isso nos fará menos ansiosos para que as coisas comecem ou terminem segundo nossas expectativas, quase sempre sem fundamento real. Assim, podemos canalizar a atenção, o pensamento e o sentimento para o momento presente e não para um futuro que imaginamos. É a partir daí que a rotina diária não mais nos incomodará, e finalmente poderemos perceber que a vida jamais termina.

O modo mais seguro de alcançar a serenidade é pelo alinhamento da nossa consciência humana, exterior, com nossos níveis espirituais, nossa alma. Condições propícias para isso são criadas quando aperfeiçoamos o nosso caráter, até mesmo no que diz respeito a certos costumes.

Nosso cérebro precisa tornar-se adequado para esse alinhamento. Podemos prepará-lo ao retirar de nossos hábitos o uso do álcool e do fumo, e ao levar em conta que a alimentação gordurosa e o excesso de açúcar também prejudicam o seu funcionamento. Também devemos prover ao corpo suficiente repouso, pois períodos de esforço prolongado impedem que o cérebro tenham prontidão necessária para registrar o que a alma tem a dizer. Se reservarmos um momento durante o dia para estar em quietude e praticarmos este aquietamento sem nenhuma busca de resultados, um dia nos daremos conta de que nossa mente ficou mais calma, mais concentrada e por fim nos encontraremos serenos.

Devemos saber que a compreensão do sentido da imortalidade, a vida ritmada, o alinhamento com a alma, tudo isso ocorre conforme o serviço que prestamos neste mundo. Mantermo-nos conscientes de que nossa vocação mais intima e profunda é servir desinteressadamente pré dispõem-nos à serenidade.

Reconhecemos que não estamos no mundo simplesmente para fazer as coisas da forma egoísta como quase todos fazem nem para fazê-las melhor que nosso semelhante. Esse serviço é um portal para a serenidade. É que quando temos uma meta espiritual e altruísta – uma meta evolutiva – e quando nos dispomos com todo o nosso ser a cumpri-la a vida diária se torna prolongamento da calma interior.


Da Série Sínteses de palestras de Trigueirinho
"A solução está pronta"
Irdin Editora
www.trigueirinho.org.br


domingo, 11 de agosto de 2013

SAINT GERMAIN FALA A RESPEITO DESTE MOMENTO DO PLANETA

 
"No plano mental e invisível já está se espalhando a Radiação de Cristo, semelhante à aurora de um nascer do sol. Dentro de poucos anos, a irradiação desta aurora, que é o Grande Sol Central, subirá aos Céus de Seu Eterno Domínio. Todos aqueles que se mantiveram firmes, com fé e confiança nesta Poderosa Luz, verão estas revelações individuais ocorrendo como nunca puderam perceber. Quero garantir-vos com conviccão positiva que estas não são palavras vãs, nem são profecias, no entretanto as vereis realizadas acima do mais Profundo desejo.
 
Aqueles que estão sob esta radiação com determinação em receber a Luz poderão dizer a si mesmos: 'Poderosa Presença EU SOU, fala-me!' e ouvirão esta Voz Interna tão clara como falam uns com os outros. Para os que ouvirem quero garantir que as mudanças que estão chegando farão compreender a Poderosa Verdade Interna tão claramente que o Estudante se admirará de ter estado por tanto tempo na periferia desta Grande Verdade sem captar Sua verdadeira Significação.
 
Todos deverão abrir alegremente o coração à Verdade que lhes revela as coisas que ainda precisam ser consertadas."
 
"Paz, Felicidade e a Luz do verdadeiro entendimento"
 
Saint Germain
 
Discurso XVIII de 1º de setembro de 1932
 
Trecho do Livro Instruções do Mestre Ascensionado Saint Germain, pág. 126.
Ponte Para a Liberdade - 4ª Edição: Outubro/2001
 

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Três Processos de Cura


Existem basicamente três modos de buscar a cura. O primeiro é usar medicamentos e cirurgias próprios da medicina. O segundo é tratar-se por meio de técnicas da psicologia, o que implica reconhecer os próprios conflitos e resolvê-los em nível mental, emocional ou etérico-físico. Esses dois modos podem ajudar, mas são de fato efetivos só quando empregados simultaneamente com o terceiro; caso contrário são paliativos, porque não removem a causa profunda, oculta, do desequilíbrio — apenas eliminam efeitos.

O terceiro modo de buscar a cura, não reconhecido por muitos, é conectar-se com os níveis internos do próprio ser e receber deles a energia que proporciona a harmonia e o equilíbrio. Com a vontade e com a mente, construímos aos poucos a ponte que nos levará a níveis profundos, onde a cura existe.

Uma das causas das doenças físicas e psíquicas que acometem a humanidade é a matança de animais perpetrada continuamente. Hoje em dia a maior parte dos alimentos de origem animal pode ser deixada de lado, pois, além de desnecessários para quem iniciou a própria purificação, dificultam o contato com os níveis profundos da consciência. Quando ingerimos carne, as energias mais sutis vêem-se impedidas de nos permear, porque nossos meios internos de absorção ficam obstruídos com esse material putrefato. Além do mais, quem se alimenta de carne colabora para a perpetuação do sofrimento humano, devido à lei do carma.

Outro fator que dificulta a conexão com os níveis superiores é a ação egoísta: querer saúde para benefício próprio, por exemplo. Se almejamos a saúde apenas para nos sentir bem, tendemos a afastar os efeitos da doença; então tomamos analgésicos ou fazemos uso de outros paliativos sem enfrentar a causa da dor, portanto, sem resolvê-la. Removemos os incômodos, mas sua raiz permanece, embora escondida por algum tempo.

Outra é a situação quando queremos saúde para servir melhor, para ser mais úteis. É então que as forças superiores do universo começam a atuar em nós, e realmente nos curamos.

À medida que nos tornamos receptivos à vontade do eu espiritual, ficamos cientes da necessidade de ajudar na cura do planeta. Se harmonizamos nossa aura, pela qual somos responsáveis, estamos colaborando na harmonização da aura do planeta. Fazemos isso ao elevar a qualidade de nossos pensamentos, sentimentos e ações, ao purificar a alimentação, ao procurar ter um sono tranqüilo e reparador, ao organizar o melhor possível a vida diária. Mas às vezes o eu espiritual está pronto para servir conforme a lei evolutiva, e a personalidade não responde convenientemente ao seu chamado. Mediante essa resistência, ela passa a manifestar uma série de desequilíbrios: angústia, depressão, alienação, esclerose, tumores, doenças diversas. O sofrimento que vem deles tem a função de despertar a personalidade para o que é real e necessário.

Se nos voltarmos para o centro da consciência e perguntarmos: Qual é minha verdadeira vida? Que devo mudar para cumprir a vontade maior do meu ser?, sentiremos algo mover-se internamente.

Ao perguntarmos ao profundo do ser qual é a meta da nossa vida, saberemos o primeiro passo a dar; e, à medida que formos obedecendo às indicações recebidas, outros passos nos serão mostrados. Não nos é pedido saltar grande distância de uma só vez, mas apenas aquela para a qual estamos capacitados. Assim, passo a passo vamos caminhando para o nosso verdadeiro destino.

Fonte AQUI

"Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site www.irdin.org.br"



sábado, 29 de junho de 2013

Países menos religiosos são também menos violentos


A afirmação parece contraditória, sendo que a maioria das religiões prega a paz e o amor, mas, segundo o Índice Global da Paz (IGP) de 2012, apesar do mundo em geral ter ficado um pouco mais pacífico nos últimos anos, são os países menos religiosos que continuam sendo menos violentos.

O que é o IGP?

O Índice Global da Paz, desenvolvido pelo Instituto de Economia e Paz, em conjunto com a Unidade Economista de Inteligência com a orientação de uma equipe internacional de acadêmicos e experts em paz, classifica as nações do mundo pela sua tranquilidade.

Composto por 23 indicadores, que vão desde o nível de despesas militares de uma nação às suas relações com os países vizinhos e o nível de respeito aos direitos humanos, incluindo os níveis de democracia e transparência, educação e bem-estar material, o IGP usa uma ampla gama de fontes respeitadas, incluindo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, do Banco Mundial e várias entidades da ONU, para contribuir significativamente para o debate público sobre a paz mundial.

O IGP possui investidores de todo o mundo, incluindo Prêmio Nobel, economistas, acadêmicos, agentes humanitários e políticos, como o diplomata Kofi Annan, o presidente Jimmy Carter, Sua Santidade o Dalai Lama, o professor Joseph Stiglitz e o arcebispo Desmond Tutu.

Um lugar melhor para se viver

Em sua sexta edição, o IGP indica que o mundo se tornou mais pacífico pela primeira vez desde 2009; todas as regiões, exceto o Oriente Médio e o Norte da África (que sofrem atualmente as consequências da Primavera Árabe) viram uma melhora nos níveis de tranquilidade geral. O Brasil, em particular, subiu duas posições, passando de 85º para 83º país mais pacífico dentre os 158 analisados.

Apesar da mudança, muitas coisas permaneceram as mesmas. A Islândia é o país mais pacífico do mundo, pelo segundo ano consecutivo, e a Somália continua a ser nação menos pacífica do mundo pelo segundo ano consecutivo.

A Síria foi o país que caiu pela maior margem: mais de 30 lugares, indo para 147º. Isso com certeza têm a ver com o fato de estar passando por uma guerra civil, sofrendo uma escalada da violência nos últimos 14 meses, que matou mais de 16 mil pessoas no país. O contrário ocorreu com o Sri Lanka, já que o fim de sua guerra civil elevou o país em 30 lugares.

Pela primeira vez, a África Subsaariana não é a região menos pacífica do mundo, aumentado seus níveis de paz desde 2007. Como já dissemos, o Oriente Médio e Norte da África é hoje a região menos pacífica, refletindo a turbulência da Primavera Árabe.

Pelo sexto ano consecutivo, a Europa Ocidental continua a ser a região mais pacífica, com a maioria dos seus países no top 20. A América do Norte experimentou uma ligeira melhoria, mantendo uma tendência desde 2007, enquanto a América Latina experimentou uma melhora geral com 16 dos 23 países aumentando sua pontuação de paz.

O ranking

Confira os 10 países mais pacíficos do mundo, seguidos de sua pontuação no ranking:

 1. Islândia – 1,113
 2. Dinamarca – 1,239
 3. Nova Zelândia – 1,239
 4. Canadá – 1,317
 5. Japão – 1,326
 6. Áustria – 1,328
 7. Irlanda – 1,328
 8. Eslovênia – 1,330
 9. Finlândia – 1,348
10. Suíça – 1,349

O Brasil tem uma pontuação intermediária:

83º Brasil – 2.017

Enquanto os dez países menos pacíficos são:

149º Paquistão – 2,833
150º Israel – 2,842
151º República Centro Africana – 2,872
152º Coreia do Norte – 2,932
153º Rússia – 2,938
154º República Democrática do Congo – 3,073
155º Iraque – 3,192
156º Sudão – 3,193
157º Afeganistão – 3,252
158º Somália – 3,392



Religião x paz

Na Nova Zelândia, Dinamarca e Noruega, países que estão no top 10 de mais pacíficos, o conflito religioso na sociedade é praticamente inexistente. Também, um ranking feito pelo sociólogo Phil Zuckerman mostrou que todos os países desse top 10, menos a Irlanda, estão entre os 50 menos crentes do mundo, nas seguintes posições:

Islândia – 28º
Dinamarca – 3º
Nova Zelândia – 29º
Canadá – 20º
Japão – 5º
Áustria – 24º
Eslovênia – 18º
Finlândia – 7º
Suíça – 23º


Será que há alguma relação entre religião e paz? Segundo alguns especialistas, muitas guerras e atrocidades que marcaram a história estão ligadas ao sentimento religioso. Sendo assim, pode ser que países sem conflitos religiosos sejam mais pacíficos.

O Brasil no Ranking da Paz

O Brasil aparece na 83ª posição do ranking. Historicamente, não nos envolvemos em muitas guerras, porém nossa violência interna é suficiente para não deixar o país subir muito no Índice.

Quanto à religião, de acordo com a pesquisa do instituto alemão Bertelsmann Stifung, 95% dos jovens brasileiros (entre 18 e 29 anos) explicitam suas ligações religiosas: somos o terceiro país mais religioso do mundo, atrás apenas dos nigerianos e dos guatemaltecos.

O IGP de 2012 mostra que os pontos em que somos menos pacíficos são, em indicadores em ordem decrescente: homicídios, crimes violentos e terror político, acesso a armas, e violência percebida pela sociedade.

Alguns dos pontos em somos mais pacíficos são, empatados: conflito organizado, atos terroristas, mortes por conflito interno e por conflito externo, armas pesadas e relações com países vizinhos.[VisionofHumanity, UOL, BemParana, Paulopes, AhDuvido]

Fonte: AQUI



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