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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Thor existe?

Raio atinge a Basílica de São Pedro e ilumina a noite depois do
anúncio da renúncia do Papa Bento XVI - Foto: AFP


Muitas vezes, anjos não vem disfarçados de pessoas boazinhas... e na maioria das vezes, os demônios adoram se disfarçar de anjinhos... troca troca celestial infernal!
Vanessa Pimentel


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Céu noturno de fevereiro: Marte e Mercurio se encontram


Uma olhada no Céu de fevereiro!

Mercúrio e Marte estarão espetacularmente perto um do outro logo após o pôr do sol em 07 e 8 de fevereiro de 2013. Esta é uma rara oportunidade para se ver os dois planetas juntos em um único campo de visão.

Durante o mês, quase imediatamente depois do pôr do sol você verá um farol brilhar muito acima do horizonte norte – tão alto que estará quase bem acima, no topo do céu. Esse ponto aceso é o brilhante planeta Júpiter.

Tradução e imagens: Thoth3126@gmail.com
Fonteshttp://www.skyandtelescope.com/community/skyblog/observingblog/Mercury-Meets-Mars-189259571.html e
http://www.skyandtelescope.com/community/skyblog/observingblog/Tour-Februarys-Sky-by-Eye-and-Ear-185221252.html

O mês começa com a Lua quase em nenhum (fase de lua nova, dia 10) lugar à vista, pelo menos durante a noite. Mas também quase imediatamente depois do pôr do sol você verá um farol brilhar muito acima do horizonte norte – tão alto que esta quase em cima, no topo do céu. Esse ponto aceso é o brilhante planeta Júpiter.


A Lua crescente (dia 17) estará situada perto de Júpiter (desta vez sem eclipsá-lo) brilhante durante duas noites em fevereiro de 2013. Diagrama Sky & Telescope.

Um pouco para a esquerda e abaixo de Júpiter esta um pequeno aglomerado de estrelas chamado de Plêiades, Aglomerado estelar M-45 (ou, às vezes, chamadas como as Sete Irmãs – Subaru em japonês, Kymah em hebraico, Soraya em persa, Tzab-ek em maia, Mul-Mul em babilônico, em grego πλεîν Plein, etc… ).

Segundo os astrônomos essas estrelas teriam se formado todas juntas há cerca de 100 milhões de anos atrás. Basta olhar um pouco para a esquerda de Júpiter para ver a estrela brilhante e vermelha Aldebaran (desenho anterior acima), marcando o olho da Constelação de Taurus, o signo zodiacal do Touro.

As Plêiades, Aglomerado estelar M-45 ou, às vezes, chamadas como as Sete Irmãs (Alcyone, Asterope, Electra, Maia, Mérope, Taigeta e Celaeno), grupo de estrelas/sóis consideradas sagradas e conhecidas pelas principais culturas antigas – Subaru em japonês, Kymah em hebraico, Soraya em persa, Tzab-ek em maia, Mul-Mul em babilônico, em grego πλεîν-Plein.

Outro planeta brilhante, Mercúrio, estará visível em meados de fevereiro. Procure-o começando sobre o baixo horizonte 9 ou 10 graus à oeste na medida que o crepúsculo escurece. Olhe por onde o Sol se põe, e depois olhe um pouco acima do mesmo local cerca de 45 minutos mais tarde.

Bem mais ao leste, procure as três estrelas do Cinturão de Órion (no Brasil chamadas de Três Marias), um trio de estrelas que formam uma linha diagonal. A parte inferior esquerda do cinturão é Betelgeuse, e para a parte superior direita esta a brilhante estrela diamante azulada chamada como Rigel.

Constelação de ÓRION, o Caçador, no centro as estrelas conhecidas como as Três Marias no Brasil, mas chamadas em astronomia como Mintaka, Alnilam e Alnitak, e que compõe o cinturão de Órion cujo alinhamento é idêntico ao das três pirâmides de Gizé, no Egito.

Fevereiro pode ser frio (é inverno no hemisfério norte) onde você mora, mas suas noites podem oferecer muitos locais com céu surpreendente. Para encontrá-los, faça o download do vídeo deste mês com 7 ½ minutos de duração.

Mercurio encontra Marte
http://www.skyandtelescope.com/community/skyblog/observingblog/Mercury-Meets-Mars-189259571.html

Postado Por Tony Flandres, 31 De Janeiro De 2013

Mercúrio e Marte estarão perto espetacularmente um do outro logo após o pôr do sol em 07 e 8 de fevereiro de 2013. Esta é uma rara oportunidade para se ver os dois planetas juntos em um único campo de visão:


Marte aparece menos de 1° superior (de arco) lado direito de Mercúrio muito mais brilhante e baixo na direção oeste-noroeste depois do pôr do sol em 7 de fevereiro. Este encontro acontecerá bastante cedo na bela noite de aparição de Mercúrio , ele vai estar consideravelmente maior, uma semana depois.

Mas, enquanto o ar estiver limpo e sua visualização tiver uma visão desobstruída para o oeste, você não deve ter problemas para observar Mercury meia hora depois do pôr do sol como um minúsculo alfinete de luz brilhante espetado no céu. Marte estará apenas um décimo tão brilhante e pode exigir binóculos ou um pequeno telescópio para ser visto.


Marte (acima) estará a cerca de ¾ de grau lado superior direito de Mercúrio no dia 7 e menos de ½ meio grau no lado inferior direito de Mercúrio no dia 8 de fevereiro. Isso significa que eles devem se encaixar em um único campo de visão telescópica, com potência de 80×, no dia 7, e mais de 100× no dia 8.

Isso é o suficiente para ver a ampliação de ambos os planetas supondo que você consiga visualisá-los cedo, enquanto eles ainda estão relativamente alto no horizonte e que a atmosfera esteja limpa.


Marte aparece apenas 4″ de diâmetro e quase perfeitamente redondo, enquanto Mercúrio (acima) tem uma forma convexa 80% iluminado e 5,8″ de altura. Marte é realmente maior do que Mercúrio, mas ele parece menor porque esta mais longe – quase do lado oposto do Sol – da Terra. Veja nosso vídeo SkyWeek para mais informações sobre Mercúrio e Marte.

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A metafísica no voo de um avião e de uma gaivota

"...são muitos os caminhos que nos levam longe da aldeia, e um deles poderá ser o nosso, se quisermos..."

"...O que teremos para dizer ao chegarmos a Shangri-lá? As ferramentas eletrônicas são aquilo, nada mais. Como devemos usá-las para descobrir o que não sabíamos antes, e o que fizemos com o que aprendemos? No fim da nossa vida, poderemos olhar para trás e ver todos os contatos que foram fundamentais para nós..."


Foto: João Carvalho (Badajoz, 2011)



Best-seller desde os anos 1970, Richard Bach ainda crê na combinação da filosofia com reminiscências pessoais.

04 de julho de 2010

Ubiratan Brasil - O Estado de S.Paulo

Era 1959 e o então aspirante a escritor Richard Bach ouviu uma voz que parecia premonitória: "Voar, voar, voar", dizia, martelando o mesmo verbo. Entorpecido, começou a escrever com fúria a história de uma gaivota que, por desejar o voo perfeito, é marginalizada pelo seu bando. Feérica, a escrita não agradou e o projeto, inacabado, foi arquivado.

Foi só em 1970, quando já era piloto reserva da Força Aérea Americana, que Bach teve a visão definitiva, aquela que o incentivou a escrever o que se tornaria sua mina de ouro: Fernão Capelo Gaivota (Record). Inicialmente rejeitado por diversas editoras, o texto foi enfim publicado pela Macmillan e logo se tornou um fenômeno mundial, traduzido para vários idiomas e ameaçando a hegemonia de verdadeiros pilares da lista de best-sellers, como ... E o Vento Levou e O Pequeno Príncipe.

Nascido em 1936, no Estado americano de Illinois, Richard Bach descobriu o filão ao unir filosofia com reminiscências pessoais, temperados com toques metafísicos. Nessa linha, escreveu outros sucessos, como Longe É Um Lugar Que Não Existe e Ilusões, sedimentando a paixão do público e a desconfiança da crítica, que torce o nariz para o que considera uma autoajuda mal disfarçada. No ano passado, lançou Hipnotizando Maria (Integrare Editora) em que uma mulher conta como um estranho apareceu em um avião ao lado do seu e a hipnotizou para que ela conseguisse pousar em segurança, depois de uma emergência. Sobre suas experiências, Bach respondeu às seguintes questões, por e-mail.

Seus leitores gostam de histórias baseadas em suas experiências pessoais?

Acho que o ser humano é uma criatura curiosa, ansiosa por saber como os outros encaram os mesmos desafios que estão ao nosso redor. Precisamos saber o que você fez quando este dragão apareceu, ou aquele outro. O que fez para domar estas criaturas, ou não fez nada e foi devorado? Não sei se somos únicos enquanto sociedade que compartilha de histórias neste planeta. No entanto, da manhã à noite não paramos de falar: "Deixe contar para você sobre a época em que parti da aldeia, anos atrás, e o que encontrei do outro lado do horizonte!" Ao ouvir estas histórias, agora sabemos que podemos partir também; são muitos os caminhos que nos levam longe da aldeia, e um deles poderá ser o nosso, se quisermos. Cada um de nós tem histórias para contar, e como adoro ouvir as aventuras dos outros e de ler sobre suas escolhas e suas consequências pessoais, alguns leitores parecem gostar das minhas. Se não gostassem, agora, muito provavelmente, eu seria um mecânico de aviões num pequeno aeroporto do interior. Gostaria do meu trabalho, mas mesmo assim gostaria das histórias sobre a vida dos outros.

Em uma época cada vez mais dominada pela tecnologia, qual a importância da metafísica?

A pergunta mais séria que podemos fazer a respeito do mundo em que vivemos é: "E daí?" A tecnologia brota repentinamente ao nosso redor, os videofones permitem que nos conectemos, as cabines de teletransporte nos levam instantaneamente a qualquer lugar. E daí? O que teremos para dizer ao chegarmos a Shangri-lá? As ferramentas eletrônicas são aquilo, nada mais. Como devemos usá-las para descobrir o que não sabíamos antes, e o que fizemos com o que aprendemos? No fim da nossa vida, poderemos olhar para trás e ver todos os contatos que foram fundamentais para nós, um sorriso aqui para mudar nosso caminho, nossa mão ali para tirar alguém da beira do abismo, a mão do outro que nos ajudou? Quando olharmos para trás, não será o holograma da mão estendida que lembraremos, mas da metafísica daquele sorriso.

Que tipo de desafios o sr. enfrenta quando escreve?

Gosto de significados. O que descobrimos que mudou a nossa maneira de pensar e portanto nossas vidas, daquele momento em diante? Então eu presto atenção no que pode me mudar, e por que eu mudei, na esperança de ser suficientemente medíocre, como todo mundo, e de que aqueles tempos de mudança sejam importantes também para os leitores. Eu fujo dos becos sem saída, dos "e daí" que acabam em "Ah, nada..." Me aborrece vasculhar um motor ou um vagão-restaurante parado nos trilhos. É preciso que meus trens se movimentem.

Romancistas têm alguma obrigação moral para com os seus personagens e leitores?

Na minha opinião, os escritores só têm uma obrigação moral, para consigo próprios. Será este o maior presente que minha imaginação pode trazer às palavras sobre o papel? Será que os princípios por trás desta história funcionam para a minha vida, são práticos na vida de todos os dias, funcionam para os leitores que dedicam seu tempo precioso à leitura dos meus livros? Tenho um estranho sentido de família com os meus leitores espalhados por todo o mundo, devo a eles o melhor do meu espírito, o melhor da minha capacidade de apanhar um grande balão que está subindo. Nunca construirei para eles um navio de chumbo, nem os empurrarei do penhasco: nossas vidas não têm sentido, não há nenhum escopo para nenhum de nós. Algum escritor me diz que seu livro vai para a lata do lixo lá pela página 20.

Como é sua rotina?

Suponho que eu poderia ser mais solitário, mas não sei como. Vez por outra, dava palestras cobrando um preço alto. Não faço mais isso. Sou mais feliz voando com meu aviãozinho, falando aqui e ali com um círculo de amigos com menos de cinco pessoas. O melhor de mim está naqueles 20 livros, com mais alguns, espero, que virão.





O escritor norte-americano, Richard Bach, em 2012 sofreu um desastre de avião, na ilha de San Juan, no Estado de Washington.
O filho, James, disse que o pai, de 76 anos, voava sozinho.
Sofreu ferimentos na cabeça e num ombro.

Para saber mais .... Fonte: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/09/autor-de-fernao-capelo-gaivota-fica-em-estado-grave-apos-queda-de-aviao.html


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Fujam das distrações e entrem no coração



Vivemos um tempo único na história deste planeta. Graças especiais são derramadas sobre todo o planeta e toda a humanidade. Mas para recebê-las, precisamos estar abertos, receptivos e vigilantes, pois tudo isso faz parte de um ciclo que teve um início e terá um fim.

Trigueirinho


Para aprofundar no tema ou para conhecer outras mensagens recentes do autor, acessar o site www.comunidadefigueira. org.br/sub-menu/mensagens ou www.irdin.org.br.



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