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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Inédito: Meteoro na Russia foi explodido por um UFO (filme)



Sinal dos Céus (literalmente: Segnidalcielo). O meteoro que explodiu na atmosfera sobre a região dos montes Urais, na cidade de Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro, de fato teria sido despedaçado, ainda no espaço, por uma (ou mais) nave Extraterrestre, deste modo evitando uma enorme tragédia com grandes perdas em vidas humanas, se por acaso ele caísse inteiro e intacto no solo!!

Tradução do italiano: Thoth3126@gmail.com
Fonte: www.segnidalcielo.it


Durante a queda do grande meteoro no território da Rússia em Chelyabinsk no dia 15 de fevereiro de 2013, um filme mostra um objeto não identificado brilhante se arremetendo em alta velocidade atrás da bola de fogo.



O meteorito que caiu na Rússia caiu em uma área deserta, isto foi um acaso? Não realmente não foi: um disco Voador/UFO ”extraterrestre” surge e dispara contra o meteoro explodindo-o em pedaços menores do grande meteoro e assim desviando-o para uma área longe dos grandes centros populacionais da Rússia.



A partir deste filme, podemos ver como o disco voador atinge o corpo rochoso espacial, e o despedaça direto.

De fato podemos perceber os fragmentos que se desprendem, particularmente durante a passagem da aeronave extraterrestre.

Este objeto voador brilhante não é um integrante de qualquer força aérea terrestre com um tipo conhecido de aeronaves, de modo que ele não é de origem terrestre. A velocidade estimada do meteoro foi de cerca de 64 mil quilômetros por hora…

No filme abaixo a seguir é claramente visível a aproximação de objetos voadores não identificados, se deslocando mais rápido do que o meteoro e provocando a sua explosão em pedaços:

 

Também o objeto não pode possivelmente ser um míssil secreto (excluindo também uma arma de reflexão) de qualquer tipo, seu movimento é típico de um aparelho pertencente e controlado inteligentemente por entidades multi-dimensionais e/ou extraterrestres.



Acima a região dos Montes Urais, na Rússia, local onde os fragmentos do meteoro e a sua explosão causaram maiores danos.

Na verdade, podemos ver claramente que este disco voador/UFO aparece do nada e desaparece exatamente da mesma maneira, após a explosão do meteoro em pedaços menores. Uma passagem entre dimensões do espaço-tempo.

O horário deste objeto extraterrestre de estar presente “no lugar certo na hora certa” foi surpreendente.



No destaque da foto acima o UFO persegue o meteoro ainda inteiro.



Destacado no quadro acima o objeto voador desconhecido agora já aparece a frente do meteoro que esta penetrando a atmosfera da Terra a uma velocidade incrível.

Se este grande meteoro caísse no centro de uma grande cidade (o que seria o caso em Chelyabinsk, um centro de pesquisa com instalações nuclear e mais de um milhão de habitantes) criaria danos incalculáveis, certamente causando milhares de mortes e destruição massiva.



Nesse quadro acima o meteoro se despeça explodindo em pedaços menores.

A energia liberada pelo meteorito foi estimada pela Nasa, de 500 quilotons de TNT, o equivalente a cerca de 30 vezes a força da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima na II Guerra Mundial.

Talvez eles tenham exagerado um pouco, quem sabe… (muito estranho uma declaração deste tipo pela NASA), mas certamente teria sido uma terrível explosão se ele atingisse o solo inteiro (calculou-se o seu peso em torno de 17 mil toneladas!!).



Felizmente para nós, o bólido foi interceptado e explodido ainda no ar, por “eles”.

Os nossos “Guardiões Multi-Dimensionais” estão sempre prontos para controlar e observar o que está acontecendo em nosso planeta.

Este tiro certeiro no meteoro prova, sem sombra de dúvida, que “eles” estão sempre presentes em casos extremos, como a queda de grandes meteoros.

Escrito por Dan Keying para Segnidalcielo.it




“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Fonte AQUI



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O melhor momento para assistir a chuva de meteoros do cometa Halley

A partir da uma da madrugada de domingo, 21 de outubro de 2012. Se não estiver chovendo ou com tempo encoberto, é claro… belo espetáculo com 60 ou mais meteoros por hora. Na direção aproximada da  constelação de Órion (“Três Marias”), que devem se elevar a leste, perto da meia-noite.


Estamos em plena época da chuvas de meteoros conhecida como orionídas, por que seu radiante está na direção aproximada da constelação de Órion. As chuvas de meteoros orionídas são criadas pelos detritos do cometa Halley, e acontecem na metade do mês de outubro.

Desde o ano 2006, a chuva de meteoros orionídas tem proporcionado belos espetáculos, com 60 ou mais meteoros por hora. Nada menos é esperado para este ano.

Para quem quiser assistir o espetáculo, é preciso procurar um lugar longe da poluição luminosa das cidades (poluição luminosa é como os astrônomos chamam o excesso de luz das cidades, que ao iluminar a poeira suspensa na atmosfera, cria um halo luminoso que dificulta a observação das estrelas mais fracas).

Como equipamento adicional, eu acrescentaria uma cadeira confortável, um chimarrão (ou uma térmica de café) e um cobertor por causa do frio da madrugada. Cuidado para não ficar muito confortável e acabar dormindo…

Como o radiante está próximo da constelação de Órion, o melhor é olhar naquela direção, a partir da uma hora da madrugada. Se você não sabe qual é a constelação de Órion, procure pelas “Três Marias”, que devem se elevar a leste, perto da meia-noite.

O espetáculo vai até o céu clarear.

Chuvas de meteoros, ou, enquanto o cometa não vem…

Os cometas são descritos apropriadamente como bolas de gelo sujo. Quando esta bola de gelo se aproxima do sol, começa a criar jatos de vapor.

Estes jatos de vapor arrastam consigo partículas do cometa que, apesar de se afastarem do mesmo, continuam essencialmente a fazer uma órbita em torno do sol, bastante parecida com a do cometa de onde saíram.

Estas partículas sólidas são geralmente menores que um grão de areia, e queimam ao entrar em alta velocidade na nossa atmosfera, desaparecendo antes de tocar o chão.

Outra forma pela qual são produzidas as chuvas de meteoros parece estar associada à destruição ou ruptura do cometa. Como estas partículas seguem a mesma órbita do cometa original, a chuva de meteoros acontece sempre que a Terra atravessa a sua órbita original.

Outra consequência de terem a mesma órbita do cometa do qual saíram é que todos os meteoros parecem vir do mesmo ponto do céu, chamado de “radiante”. Esta é a maneira de diferenciar um meteoro que pertencente a uma chuva de meteoros de um meteoro comum. [Gizomodo, PhysOrg]


Fonte: Aqui



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

ASTERÓIDE, METEORO E COMETA. QUAL A DIFERENÇA?


Se você é uma daquelas pessoas que “entende quando escuta, mas se tiver que explicar não sabe”, nós podemos ajudar – pelo menos, no que diz respeito ao que está no céu. Essas palavras comuns no título do artigo significam claramente coisas diferentes. Mas quem sabe dizer o que é que realmente é diferente entre elas?

Pois bem, um asteróide é um corpo de rocha que orbita o sol. Ele tem diâmetro menor do que 1.000 quilômetros, e é normalmente composto de carbono e metais. A maioria dos asteróides do nosso sistema solar estão no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

Apesar de existirem milhões de asteróides no cinturão, muitos deles com diâmetro superior a 100 km, a massa de todos eles juntos ainda seria inferior a 5% da nossa lua.

Já os cometas, como o Harley, são bolas de poeira e gelo. Eles se formam no Cinturão de Kuiper ou na Nuvem de Oort. Os cometas também orbitam o Sol, mas suas órbitas são muito maiores do que as dos asteróides, que são geralmente mais elípticas. Conforme os cometas se aproximam do sol, a energia solar começa a evaporar seu gelo, e isso é o que cria a sua famosa cauda.

O espaço, entretanto, ainda comporta outras coisas. Existem também diferenças substanciais entre os meteoróides, os meteoros e os meteoritos. Um meteoróide é um objeto sólido que se desloca no espaço interplanetário, de tamanho consideravelmente menor do que um asteróide e significativamente maior do que um átomo.

Já um meteoro, na maioria dos casos, são restos de uma colisão de asteróides, ou simplesmente um meteoróide que entrou na atmosfera da Terra. Quando isso acontece, eles queimam-se tipicamente e criam estrias no céu. Esse processo foi o que deu ao meteoro seu apelido de “estrela cadente”. Por fim, um meteorito é um meteoro que sobreviveu a essa queima na atmosfera e aterrissou no planeta.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Enorme bola de fogo cai nos EUA

A bola de fogo foi vista na região norte, movendo-se de oeste para o leste, e, antes que chegasse ao horizonte ela sumiu.

?

ficou 15 minutos nos ceus…

???

Autoridades dos Estados Unidos receberam inúmeras ligações na última quarta feira sobre uma enorme bola de fogo que estava iluminando os céus. O objeto ficou visível por cerca de 15 minutos, de acordo com o serviço meteorológico de Sullivan, em Wisconsin.

A bola de fogo foi vista na região norte, movendo-se de oeste para o leste, e, antes que chegasse ao horizonte ela sumiu. Algumas testemunhas dizem que ela se quebrou em pedaços menores antes de desaparecer. Um tremor atingiu áreas próximas.

Ela foi vista também em Ohio, Missouri, Indiana e Illinois, além de Wisconsin. O vídeo mostra o objeto explodindo no céu.

Não há dado oficial que determine o que causou a bola de fogo. Mas especula-se que seja devido a uma chuva de meteoros chamada Gamma Virginids, que teve um pico de atividade no período.

Também não se sabe se alguma parte do meteorito chegou ao chão. Segundo a NASA, a fricção do objeto com a atmosfera teria criado a aparência de “bola de fogo”.

Para ver o video, clica na fonte da materia

Fonte: CNN
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