A Hora Cósmica está sobre nós. Somente quando a noite prolongada der lugar à aurora de um Novo Dia planetário as sementes que estão em repouso germinarão, obedecendo à determinação e finalidade da nova criação. Saint Germain
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
Detendo o Armagedom
Não se deixe impressionar com as probabilidades, olhe com os olhos dos astrônomos que passam uma vida inteira com os olhos voltados ao espaço, analisado minuciosamente com o auxílio de potentes telescópios. Veja os instrumentos, cálculos, enfim, a tecnologia que dispomos hoje, ou a que nos é permitido saber.
Por meio de imagens impressionantes, o programa avalia a atual composição e o funcionamento dos corpos celestes e de fenômenos cósmicos.
Embora soe como um roteiro de um filme de Hollywood, a hipótese de um asteróide gigante destruir a Terra e acabar com a civilização está recebendo atenção especial nos últimos anos, especialmente por aqueles que acreditam na passagem do Armagedom, contida na Bíblia.
Muitos cientistas supõem que a explosão de um corpo celeste em contato com a Terra poderia liberar grandes quantidades de gás na atmosfera, tornando a temperatura inadequada para a existência das espécies.
Essa edição inédita "Detendo o Armagedom" passou no "The History Channel" - canal oficial do Ano Internacional da Astronomia 2009, analisa o que poderia ser feito para atacar alguns corpos celestes que apresentam grande possibilidade de um dia atingir a Terra e, assim, impedir uma catástrofe de proporções semelhantes à que dizimou os dinossauros.
Veja, as imagens computadorizadas do espaço são realmente impressionantes.
O Universo - Detendo o Armageddon
segunda-feira, 23 de maio de 2011
A maior explosão já vista no espaço foi causada por estrela despedaçada por buraco negro
A explosão mais brilhante, duradoura e variável já vista ocorreu em 28 de março de 2011 no espaço, há cerca de 3,8 bilhões de anos-luz da Terra, na Constelação Draco. A radiação de alta energia continua a iluminar e desaparecer do local.
A poderosa explosão intrigou astrônomos. Como, exatamente, isso aconteceu? Segundo os cientistas, pode ter sido o grito de morte de uma estrela conforme ela foi destroçada por um buraco negro.
A explosão parece de raios gama, o tipo mais poderoso de explosão do universo, que geralmente marca a destruição de uma estrela massiva. Entretanto, as emissões desses eventos dramáticos nunca duram mais do que algumas horas.
Também, apesar dos cientistas conhecerem objetos da nossa galáxia que podem produzir explosões repetidas, elas são milhões de vezes menos potentes que essas explosões.
Os cientistas estão utilizando diversos observatórios espaciais da NASA para estudar a explosão maciça. Ela foi detectada em 28 de março, através de uma erupção de raios-X, a primeira de uma série de explosões poderosas. O nome dado a ela foi explosão de raios gama 110328A.
Após a descoberta, os cientistas identificaram a fonte exata da explosão, o centro de uma pequena galáxia na constelação de Draco.
Daí surgiu a teoria de que a explosão incomum provavelmente surgiu quando uma estrela vagou muito próxima ao buraco negro central de sua galáxia. O fato de que a explosão ocorreu no centro de uma galáxia torna mais provável que ela esteja associada a um buraco negro maciço.
Forças intensas provavelmente despedaçaram a estrela, e o gás que restou continua a fluir em direção ao buraco negro. Segundo este modelo, o buraco negro formou um jato, que é a poderosa explosão de raios-X e raios gama.
Ou seja, os cientistas acreditam que os raios-X podem ser provenientes de matéria que se move perto da velocidade da luz em um jato de partículas formados pelo gás da estrela, que é absorvido em direção ao buraco negro. A maioria das galáxias, incluindo a nossa, contêm buracos negros centrais com milhões de vezes a massa do sol. A estrela provavelmente sucumbiu a um buraco negro, menos massivo do que o da Via Láctea. O principal buraco negro da nossa galáxia tem uma massa cerca de 4 milhões de vezes a do sol. Os astrônomos já detectaram estrelas despedaçadas por buracos negros supermassivos antes, mas nenhuma delas tem o brilho de raios-X e a variabilidade dessa explosão, que tem queimado repetidamente.
Os astrônomos vão continuar observando a explosão, para procurar por mais detalhes e mudanças. [LiveScience]
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Cometa “Hartley II” vai passar “perto” da Terra em breve
Muito já se comentou sobre o famoso cometa Halley só ser visível no céu para nós, a olho nu, aproximadamente a cada 76 anos. Como sua última aparição foi em 1985, a próxima (faça as contas) será apenas em 29 de julho de 2061. Se você não pretende viver tanto ou tem medo de se esquecer do cometa até lá, marque aí na agenda: no dia 20 de outubro 2010, um cometa de nome parecido, chamado Hartley II, poderá ser visto.
Entre este cometa e nós, serão pouco mais de 17,5 milhões de quilômetros (dez vezes menos a distância que separa a Terra do Sol), o que permitirá enxergá-lo com simples telescópios e até binóculos. Os astrônomos mais otimistas afirmam inclusive que, em certas áreas do mundo onde o céu esteja bem escuro e sem nuvens nesta data, seja possível enxergá-lo a olho nu mesmo. O Hartley II passa nesta posição a cada 6 anos e meio.
Ao longo do ano, mais de dez cometas passam por perto da Terra a uma distância boa o suficiente para se enxergar com telescópios. Mas esta é ocasião é especial, devido à curtíssima distância deste encontro: não mais do que quatro vezes por século nós podemos presenciar um astro passando tão perto.
Os cometas, em geral, têm seu formato não esférico (que lhe confere peculiaridade) devido a um fator físico e gravitacional. Composto de rochas, gelo, poeira e gases congelados, ele é, grosso modo, “leve demais” para manter uma forma esférica sofrendo a ação de sua própria gravidade. É dessa forma que eles vagam em órbita pelas galáxias. Oito dias depois de passar por aqui, o Hartley atingirá seu periélio, ou seja, atingirá o ponto mais próximo possível do Sol.
O horário previsto para a passagem mais próxima será ali pelas 4 da manhã do observatório de Massachussets (EUA), ou seja, às seis da manhã daqui. Como o dia já estará amanhecendo, o ideal para nós brasileiros será levantar um pouco antes, com o céu ainda escuro, acionar o telescópio e observar o cometa, ainda que não esteja no seu ápice de aproximação. A NASA, contudo, já se previniu, e colocou uma sonda para filmar e fotografar esse raro espetáculo.
Eu pesquisei e achei a posição, é próximo a estrela Capela na constelação de Auriga. Não tenho exatamente as coordenadas mas será +- para o norte de madrugada. Se usar o softwere stelariun – gratuito tem no baixaki, dá para configurar para qualquer cidade do Brasil e fica fácil a localização.
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Surge a dúvida sobre a existência de planeta extra-solar habitável
Recentemente, astrônomos anunciaram a descoberta de um planeta extra-solar potencialmente habitável. Porém, esta semana dúvidas foram levantadas sobre a existência deste planeta.
Para encontrar o planeta, cientistas analisaram 122 medições de velocidade radial a partir de um telescópio e 119 medições a partir de outro telescópio. As medidas foram tomadas durante um período de onze e quatro anos, respectivamente.
O planeta potencialmente habitável orbitaria a estrela Gliese 581, por isso foi chamado de Gliese 581g ou planeta ‘g’. Ele deve ter cerca de três vezes a massa da Terra, o que significa que é um planeta rochoso, não um gigante de gás como Júpiter.
Ele deve ter um período orbital de apenas 37 dias. Apesar de uma órbita muito próxima aos padrões do nosso sistema solar, a Gliese 581 não é tão luminosa quanto o nosso sol, por isso sua zona habitável deve ser muito menor.
Como o planeta orbita muito perto de sua estrela, ele deve estar “preso”, ou seja, sempre o mesmo lado do planeta fica voltado para a estrela. Isto significa que a região do planeta voltada à estrela seria muito mais quente do que o lado perpetuamente escuro. Porém, uma região mais temperada pode existir na zona de fronteira entre as partes claras e escuras.
Os cientistas já tinham conhecimento de planetas ‘b’, ‘c’, e ‘d’ no sistema solar de Gliese 581. Em 2009, uma equipe anunciou a existência de um quarto planeta ‘e’ no sistema, com cerca de 1,9 vezes a massa terrestre e com um período orbital de 3,15 dias em torno da estrela. A existência de todos esses planetas foi provada.
Agora, a pesquisa mais recente afirma que, além do ‘g’, há também um planeta ‘f’, com massa 7 vezes maior que a Terra, e uma órbita de 433 dias ao redor de Gliese 581. Porém, outros astrônomos já argumentaram que não se pode provar a existência dos planetas ‘f’ e ‘g’. Não há nenhuma evidência para o planeta ‘g’ porque, apesar da extrema precisão do instrumento usado na medição e dos dados abundantes, a amplitude do sinal deste possível planeta é muito baixa, e causa bastante incerteza quanto aos ruídos emitidos, que podem ser “por acaso”, e não vindos de um planeta.
A estrela Gliese 581 fica aproximadamente a 20 anos-luz de distância da Terra, localizada na constelação de Libra. Para alguns cientistas, o fato de que foi detectado um planeta tão rapidamente e tão perto da Terra sugere que planetas como este devem ser comuns.
Anteriormente, já foram encontrados planetas rochosos extra-solares. O diferencial deste planeta é que ele orbita dentro da zona habitável das estrelas anãs vermelhas, que é a região do espaço onde as temperaturas são o suficiente para manter água em estado líquido sobre uma superfície planetária, condição considerada necessária para a origem e evolução da vida.
A NASA anunciou que vai procurar água no planeta na busca por vida em outros lugares da galáxia. O Gliese 581 já é um dos mais intrigantes sistemas solares conhecidos, com quatro planetas confirmados. A adição de ‘g’, potencialmente habitável, tornaria o sistema o local número um de expedições, em busca de vida extraterrestre.
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