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sábado, 23 de março de 2013

Cloudships: naves disfarçadas visitam a Terra


A natureza ILIMITADA das nossas Naves estelares:

As nossas naves estelares ou nossas Merkabahs não são limitados pelo tempo ou espaço tridimensional. Nós podemos aparecer tão pequenos como uma centelha de luz, ou tão grande quanto o estado da Califórnia, ou mesmo maior. Uma estrela, nuvem lenticular, globo, bolhas, pilar de Fogo, Pilar de Luz, como o sol ou a lua, um zig zag de luz, triângulo, crescente, ou estrela tetraédrica, um pires ou forma de sino, (n.t. E aqui temos a explicação, talvez, de todas as aparições - os piedosos que me desculpem - de todas as Nossas Senhoras, como Lourdes, Fátima, Medjugorie, etc…)

Tradução, montagem e imagens: Thoth3126@gmail.com

…Nós baixamos e reduzimos o nosso comprimento de onda vibratória e nos manifestamos, elevamos de novo e desaparecemos novamente. Nós deslizamos sobre as faixas de ondas e correntes etéricas do espaço como um navio de velas enfunadas sobre as correntes oceânicas. Nós realmente não nos deslocamos de um ponto A para um ponto B, nós utilizamos o deslocamento molecular.


Uma espaçonave em formato de nuvem lenticular (Lenticular Cloud Ship)
pairando sobre uma cidade.

Atos 8:39-40 E, quando saíram da água, o Espírito do Senhor arrebatou a Filipe, e não o viu mais o eunuco; e, jubiloso, continuou o seu caminho. E Filipe se achou em Azoto e, indo passando, anunciava o evangelho em todas as cidades, até que chegou a Cesaréia.

Isso ocorre por meio do intercâmbio ou se deslocando as moléculas de uma densidade específica para as densidades de outro local para onde desejamos ir/estar.

Indivíduos incorporados na Terra servindo dentro das naves de nossas frotas e também fora do seu corpo físico, prestam serviço visitando as naves estelares que acomodam melhor a sua freqüência específica e orientação de densidade (uma relação energética simpática). {Excerto de postagem de mensagem do Comando Ashtar, da Frota da Federação Galáctica, em: http://thoth3126.com.br/federacao-intergalactica-frota-de-ashtar-sheran-ii/}

Fotografia perto Coconino Floresta Nacional
Fonte: Wikipedia

Os relatos bíblicos não são tão diferentes do que vimos nos céus em nosso tempo atual, formações de nuvens lenticulares, ou “Cloudships” (literalmente nuvem/espaçonave), como elas vieram a ser chamadas. As passagens bíblicas abaixo descrevem estes fenômenos aparentemente incomuns nos tempos bíblicos, o que se parecia naquela época, e como elas se apresentaram para as pessoas daqueles tempos.

2 Reis 2:9-11 Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que te faça, antes que eu seja tomado de ti. E disse Eliseu: Peço-te que haja porção dobrada de teu espírito sobre mim. E disse: Coisa difícil pediste; se me vires quando for tomado de ti, assim se te fará, porém, se não, não se fará. E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho.



Foram as formações de nuvens incomuns da história bíblica realmente criadas para dar cobertura de nuvens que camufla uma nave espacial, naves auxiliares ou enormes espaçonaves extra-terrestres? Estariam essas espaçonaves dos tempos bíblicos de volta hoje, camufladas com uma cobertura de nuvens lenticulares e outras formações de nuvens incomuns? Seria este o seu modo de dizer: “Estamos de volta”?

Sim, e vamos ver mais e mais sinais nos céus à medida que avançarmos no tempo da conclusão desse final de ciclo da nossa civilização. Então olhe para o céu, pois é dos céus que a ajuda que precisarmos em momentos críticos acabará por vir. Ao ler os muitos relatos bíblicos abaixo, você nunca mais poderá pensar sobre uma nuvem lenticular da mesma forma novamente.




Citando a Bíblia:

Gênesis 5:23-24 E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.

Isaías 4:5 E criará o SENHOR sobre todo o lugar do monte de Sião, e sobre as suas assembléias, nuvem e fumaça por dia, e um resplendor de fogo flamejante de noite; porque sobre toda a glória deve haver uma defesa.

Ezequiel 01:24 E, andando eles, ouvi o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Onipotente, um tumulto como o estrépito de um exército; parando eles, abaixavam as suas asas.



Ezequiel 1:28 Como o aspecto do arco íris que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do SENHOR; e, vendo isto, caí sobre o meu rosto, e ouvi a voz de quem falava.

Ezequiel 03:23 E levantei-me, e saí ao vale, e eis que a glória do SENHOR estava ali, como a glória que vi junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto.

Ezequiel 10:04 Então se levantou a glória do SENHOR de sobre o querubim indo para a entrada da casa; e encheu-se a casa de uma nuvem, e o átrio se encheu do resplendor da glória do SENHOR.



Ezequiel 10:18-19 Então saiu a glória do SENHOR de sobre a entrada da casa, e parou sobre os querubins. E os querubins alçaram as suas asas, e se elevaram da terra aos meus olhos, quando saíram; e as rodas os acompanhavam; e cada um parou à entrada da porta oriental da casa do SENHOR; e a glória do Deus de Israel estava em cima, sobre eles.

Ezequiel 11:23-24 E a glória do SENHOR se alçou desde o meio da cidade; e se pôs sobre o monte que está ao oriente da cidade. Depois o Espírito me levantou, e me levou à Caldéia, para os do cativeiro, em visão, pelo Espírito de Deus; e subiu de sobre mim a visão que eu tinha tido.



Ezequiel 11:23 A glória do Senhor se alçou desde o meio da cidade e parou sobre o monte que fica a leste da cidade.

Neemias 9:19 Todavia tu, pela multidão das tuas misericórdias, não os deixastes no deserto. A coluna de nuvem nunca se apartou deles de dia, para os guiar pelo caminho, nem a coluna de fogo de noite, para lhes iluminar; e isto pelo caminho por onde haviam de ir.



Êxodo 13:20-22 Assim partiram de Sucote, e acamparam-se em Etã, à entrada do deserto. E o SENHOR ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo para os iluminar, para que caminhassem de dia e de noite. Nunca tirou de diante do povo a coluna de nuvem, de dia, nem a coluna de fogo, de noite.

Êxodo 14:19-20 E o anjo de Deus, que ia diante do exército de Israel, se retirou, e ia atrás deles; também a coluna de nuvem se retirou de diante deles, e se pôs atrás deles. E ia entre o campo dos egípcios e o campo de Israel; e a nuvem era trevas para aqueles, e para estes clareava a noite; de maneira que em toda a noite não se aproximou um do outro.

Êxodo 16:10 E aconteceu que, quando falou Arão a toda a congregação dos filhos de Israel, e eles se viraram para o deserto, eis que a glória do SENHOR apareceu na nuvem.



Êxodo 19:09 E disse o SENHOR a Moisés: Eis que eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça, falando eu contigo, e para que também te creiam eternamente. Porque Moisés tinha anunciado as palavras do seu povo ao SENHOR.

Êxodo 24:16-18 E a glória do SENHOR repousou sobre o monte Sinai, e a nuvem o cobriu por seis dias; e ao sétimo dia chamou a Moisés do meio da nuvem. E o parecer da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cume do monte, aos olhos dos filhos de Israel. E Moisés entrou no meio da nuvem, depois que subiu ao monte; e Moisés esteve no monte quarenta dias e quarenta noites.



Êxodo 33:9-10 E sucedia que, entrando Moisés na tenda, descia a coluna de nuvem, e punha-se à porta da tenda; e o SENHOR falava com Moisés.
E, vendo todo o povo a coluna de nuvem que estava à porta da tenda, todo o povo se levantava e cada um, à porta da sua tenda, adorava. Êxodo 33:9-10

Êxodo 34:5 E o SENHOR desceu numa nuvem e se pôs ali junto a ele; e ele proclamou o nome do SENHOR.


Imensas Naves Mães foram fotografadas “camufladas” (assinaladas pelas setas brancas) dentro dos anéis de Saturno, em fotos tiradas pelo telescópio espacial Hubble, em infravermelho. Fotos da NASA/HUBBLE

Êxodo 40:34-38 Então a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo; De maneira que Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porquanto a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo.
Quando, pois, a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, então os filhos de Israel caminhavam em todas as suas jornadas.
Se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantasse; Porquanto a nuvem do SENHOR estava de dia sobre o tabernáculo, e o fogo estava de noite sobre ele, perante os olhos de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.

Levítico 16:2 Disse, pois, o SENHOR a Moisés: Dize a Arão, teu irmão, que não entre no santuário em todo o tempo, para dentro do véu, diante do propiciatório que está sobre a arca, para que não morra; porque eu aparecerei na nuvem sobre o propiciatório.



1 Reis 8:10-11 E sucedeu que, saindo os sacerdotes do santuário, uma nuvem encheu a casa do SENHOR. E os sacerdotes não podiam permanecer em pé para ministrar, por causa da nuvem, porque a glória do SENHOR enchera a casa do SENHOR.

Salmos 78:14 De dia os guiou por uma nuvem, e toda a noite por uma luz de fogo.

Salmos 99:7 Na coluna de nuvem lhes falava; eles guardaram os seus testemunhos, e os estatutos que lhes dera.



Lucas 21:27 E então verão vir o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória.

Mateus 17:05 E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o.

Salmos 105:39 Estendeu uma nuvem para os cobrir, e um fogo para iluminar de noite.



Apocalipse 1:15 E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas.

Apocalipse 14:2 E ouvi uma voz do céu, como o som de muitas águas e como o som de trovão, e a voz que ouvi era como o som de harpistas tocando em suas harpas.

Atos 1: p-11 E, havendo dito estas coisas, enquanto eles olhavam, foi elevado às alturas, e uma nuvem o encobriu dos seus olhos.

Apocalipse 10:1 E vi outro anjo forte, que descia do céu, vestido de uma nuvem, e um arco-íris estava sobre a sua cabeça, e seu rosto era como se fosse o sol, e os seus pés como colunas de fogo.

Fim das citações bíblicas.


Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Inédito: Meteoro na Russia foi explodido por um UFO (filme)



Sinal dos Céus (literalmente: Segnidalcielo). O meteoro que explodiu na atmosfera sobre a região dos montes Urais, na cidade de Chelyabinsk, na Rússia, em 15 de fevereiro, de fato teria sido despedaçado, ainda no espaço, por uma (ou mais) nave Extraterrestre, deste modo evitando uma enorme tragédia com grandes perdas em vidas humanas, se por acaso ele caísse inteiro e intacto no solo!!

Tradução do italiano: Thoth3126@gmail.com
Fonte: www.segnidalcielo.it


Durante a queda do grande meteoro no território da Rússia em Chelyabinsk no dia 15 de fevereiro de 2013, um filme mostra um objeto não identificado brilhante se arremetendo em alta velocidade atrás da bola de fogo.



O meteorito que caiu na Rússia caiu em uma área deserta, isto foi um acaso? Não realmente não foi: um disco Voador/UFO ”extraterrestre” surge e dispara contra o meteoro explodindo-o em pedaços menores do grande meteoro e assim desviando-o para uma área longe dos grandes centros populacionais da Rússia.



A partir deste filme, podemos ver como o disco voador atinge o corpo rochoso espacial, e o despedaça direto.

De fato podemos perceber os fragmentos que se desprendem, particularmente durante a passagem da aeronave extraterrestre.

Este objeto voador brilhante não é um integrante de qualquer força aérea terrestre com um tipo conhecido de aeronaves, de modo que ele não é de origem terrestre. A velocidade estimada do meteoro foi de cerca de 64 mil quilômetros por hora…

No filme abaixo a seguir é claramente visível a aproximação de objetos voadores não identificados, se deslocando mais rápido do que o meteoro e provocando a sua explosão em pedaços:

 

Também o objeto não pode possivelmente ser um míssil secreto (excluindo também uma arma de reflexão) de qualquer tipo, seu movimento é típico de um aparelho pertencente e controlado inteligentemente por entidades multi-dimensionais e/ou extraterrestres.



Acima a região dos Montes Urais, na Rússia, local onde os fragmentos do meteoro e a sua explosão causaram maiores danos.

Na verdade, podemos ver claramente que este disco voador/UFO aparece do nada e desaparece exatamente da mesma maneira, após a explosão do meteoro em pedaços menores. Uma passagem entre dimensões do espaço-tempo.

O horário deste objeto extraterrestre de estar presente “no lugar certo na hora certa” foi surpreendente.



No destaque da foto acima o UFO persegue o meteoro ainda inteiro.



Destacado no quadro acima o objeto voador desconhecido agora já aparece a frente do meteoro que esta penetrando a atmosfera da Terra a uma velocidade incrível.

Se este grande meteoro caísse no centro de uma grande cidade (o que seria o caso em Chelyabinsk, um centro de pesquisa com instalações nuclear e mais de um milhão de habitantes) criaria danos incalculáveis, certamente causando milhares de mortes e destruição massiva.



Nesse quadro acima o meteoro se despeça explodindo em pedaços menores.

A energia liberada pelo meteorito foi estimada pela Nasa, de 500 quilotons de TNT, o equivalente a cerca de 30 vezes a força da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima na II Guerra Mundial.

Talvez eles tenham exagerado um pouco, quem sabe… (muito estranho uma declaração deste tipo pela NASA), mas certamente teria sido uma terrível explosão se ele atingisse o solo inteiro (calculou-se o seu peso em torno de 17 mil toneladas!!).



Felizmente para nós, o bólido foi interceptado e explodido ainda no ar, por “eles”.

Os nossos “Guardiões Multi-Dimensionais” estão sempre prontos para controlar e observar o que está acontecendo em nosso planeta.

Este tiro certeiro no meteoro prova, sem sombra de dúvida, que “eles” estão sempre presentes em casos extremos, como a queda de grandes meteoros.

Escrito por Dan Keying para Segnidalcielo.it




“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3

Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.

Fonte AQUI



sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Iapetus – Uma Enorme Nave Mae abandonada em orbita de Saturno?


IAPETUS, uma LUA ARTIFICIAL no Sistema Solar: IAPETUS é uma enorme (com 1.440 quilômetros de diâmetro) Nave Mãe alienígena abandonada e/ou camuflada em uma estranha e excêntrica órbita de SATURNO, como uma de suas luas, sendo a mais afastada de todas.

Este estudo toma como base de referência, a análise detalhada de IAPETUS, uma das luas de Saturno, sem dúvida a mais estranha de todo o sistema solar. Esta análise foi realizada por Richard C. Hoagland em 2005, e sua base de dados é a mais completa, pois até agora ninguém a havia feito…


I - Resumo:

…À luz desses dados, pelas anomalias detectadas e as artificialidades encontradas, podemos concluir, sem sombra de dúvida, que o nosso sistema solar está repleto de artefatos procedentes de outras civilizações inteligentes, alguns dos quais, são verdadeiras estações espaciais, com forma esferóide, ou seja, satélites artificiais colocados na antiguidade por alguma razão, orbitando alguns dos planetas do nosso sistema solar (no caso específico de IAPETUS, é mais provável se tratar de uma imensa [com 900 milhas = 1.440 quilômetros de diâmetro], nave mãe abandonada (?) por sua tripulação há muito tempo).

O que encaixa com muitas peças do puzzle exocientífico, à luz dos dados: O nosso sistema solar é binário (possui DOIS SOIS) e artefatos como IAPETUS, poderiam nos ajudar a explicar alguns dos grandes mistérios dos satélites que orbitam a estrela ANÃ MARROM que esta entrando novamente em nosso sistema solar, e compreende a perturbação oriunda de Sagitário, e da posição das coordenadas da junção no sistema solar (a área entre 20 e 30 U.A. do Sol).

O presente estudo resolve a questão da artificialidade de IAPETUS, de forma evidentemente inquestionável; a luz dos dados da exaustiva análise de Richard C. Hoagland, em 2005: IAPETUS é um satélite esferóide artificial, sem sombra de dúvidas. E abre a porta para as seguintes questões: Com exceção de Iapetus, cuja artificialidade foi demonstrada,

1 – Há mais “luas” artificiais orbitando outros planetas em nosso velho Sistema Solar?;

2 – Que relação tem estes satélites artificiais com a zona de “passagem” ou trânsito da perturbação de Sagitário? (O cenário de simulação 4 da planilha de trabalho StarVieWerNIII) Ao que temos denominado Ponto de Passagem ou (PI=>20<35UAs). (Esse ponto de passagem provavelmente se refere ao ponto de cruzamento do segundo SOL de nosso sistema – a estrela ANÃ MARROM – (não se trata de Nibiru, que é outro assunto e objeto);

3 – Quantos anos têm estes satélites artificiais e que relação POSSUEM com as artificialidades existentes na nossa PRÓPRIA LUA e no solo de Marte à luz dos novos dados?

Quadro comparativo do tamanho dos principais satélites de Saturno e a sua principal Lua Titã, a maior de todas.


II – A análise da Artificialidade confirmada de IAPETUS.

1 - Jápeto (IAPETUS) é um dos satélites mais estranhos do nosso sistema solar. Ele mede cerca de 1.500 km de diâmetro, e está atrás em tamanho de Titan e Rea, sendo o terceiro em tamanho, dos que orbitam Saturno. Leva para completar uma viagem em torno de Saturno 79,33 dias, a uma distância média de 3.561.300 quilômetros. Descoberto por Giovanni Cassini em 1671, que nomeou a sonda Cassini. A própria NASA admite a raridade do objeto, mas argumenta que sua formação vem da Nuvem de Oort, e que sua origem é devida aos resíduos antigos de sólidos existentes ali, ou colisões cósmicas desde a origem do nosso sistema solar. No entanto, ela não esclarece suas anomalias, porque não há explicação natural que baste para explicar a sua configuração esferóide e a muralha central de 20 quilômetros de altura em seu equador, dividindo-a em duas metades perfeitas, assim como cada uma das peculiaridades que estamos prestes a apresentar neste estudo.

2 – A configuração e as características do satélite IAPETUS, com relação à reflexão da luz solar: A sua forma é esférica, mas devido a uma configuração dodecaedro-esferoidal, que ocorre da mesma forma que reflete a luz solar.

A seguir, as estranhas imagens originais tomadas pela sonda Cassini enviadas pela NASA e analisadas por Richard C Hoagland, em 2005.

A Incidência da luz revela a sua forma GEOMÉTRICA artificial, desgastada pela ação do tempo!!!


Abaixo um detalhado exame da projeção DA LUZ sobre as fotos originais de IAPETUS tiradas pela sonda Cassini em 2004.

Projeção Hiper Geométrica de Iapetus: Geometria de Arestas.


Do mesmo modo se observa um imenso artefato em forma de charuto na primeira imagem acima à esquerda, refletindo a luz e que parece sobrevoar o seu canto escuro. Comparando-se o fundo depois de dois dias, também se poderá ver as arestas que mostram a estrutura artificial dessa misteriosa LUA de Saturno, IAPETUS.


Uma das faces de IAPETUS é sempre frontal a Saturno, da mesma forma que a Lua da Terra.

Olhe para esta curiosa foto anterior, feita pela sonda Cassini de 22 de outubro de 2004, na época, não foram identificados o que eram os objetos cilíndricos e o número de casos de artificialidade que foram exaustivamente analisados em Starview Team. À luz de novas informações, completando assim o estudo de R.C. Hoagland. Observem o tráfego de artefatos não identificados encontrados em IAPETUS pela sonda Cassini assim como as arestas encontradas na sua superfície.


Erosão anormal das arestas de IAPETUS

Nesta foto acima ampliada, se podem observar as arestas, assim como a erosão das mesmas devido ao transcorrer do tempo, o impacto de cometas, asteroides, meteoros e erosão cósmica na superfície. No equador central pode se deduzir assim sua erosão.

III – Rotação e geometria de Iapetus


Observa-se que para cada rotação em seu próprio eixo, IAPETUS também completa uma rotação ao redor de Saturno. Esta peculiaridade é única de IAPETUS no Sistema Solar. Assim mesmo, pode destacar uma rotação síncrona perfeita, que se verifica em 79 dias que leva para completar sua órbita ao redor de Saturno.

O ponto negro em Iapetus ????

A geometria desta inexplicável anomalia implica na existência de algum mecanismo interno de automotriz de propulsão, que desafia claramente os padrões conhecidos de todos os satélites do Sistema Solar. As imagens obtidas pela Voyager 2, exibidas acima, mostram outra anomalia interessante: o ponto negro central.

Comparação de IAPETUS, com uma esfera. Geometria esferóide hipergeométrica.

A seguir foto tirada pela sonda Cassini em 31 de dezembro de 2004, a 40.000 milhas de IAPETUS. Podem se observar zonas que revelam a geometria artificial, ou plana cuja morfologia geométrica é incompatível com um satélite natural, como as existentes nos demais satélites do sistema solar.


IV – ABAIXO: Análise detalhada da borda central, e da superfície de IAPETUS. Precisamente a imensa borda retilínea que marca o equador de IAPETUS. (Com uma altura de 20.000 metros. Em termos de comparação, o Monte Everest, a maior montanha da Terra tem 8.858 metros de altitude menos da metade do “muro central” de IAPETUS). Vamos examinar mais detalhadamente essa borda. Ela é assombrosamente parecida com a nave estrela da morte do filme “Star Wars” de George Lucas que reconhece que se inspirou em IAPETUS.

A “Lua IAPETUS” e a sua elevada borda (the Wall) equatorial, um muro artificial com quase 20 QUILÔMETROS DE ALTITUDE, simétrico.

Podemos observar de perto esta saliência e toda a sua simetria equatorial, e a erosão na mesma com maior detalhe. Parece que ambos os hemisférios do esferóide (as duas metades da Nave Mãe) foram literalmente montados exatamente pela saliência equatorial, o muro, o que parece ser uma junta de dilatação. De acordo com a Teoria dos Campos Unificados de Einsten (UFT) este cinturão equatorial com cerca de 20 km de altitude no equador da esfera poderia ser a parte principal de um sistema de propulsão e navegação usando o eletromagnetismo e campo gravitacional como sistema de propulsão da enorme nave que teria capacidade de “dobra” do espaço e tempo.


Vemos a elevação central, com 20 Km de altura (!!!) em diferentes ângulos, com maiores detalhes.

Acima: Uma ampliação da borda mostra uma zona de 60 milhas de extensão em que podemos ver a perfeição simétrica deste detalhe artificial (o elevado muro equatorial), fato não encontrado em nenhum objeto natural do sistema solar:

V – Estruturas geométricas e retilíneas e as crateras geométricas


Observação de bordas retilíneas nas crateras: Neste quadro ampliado (abaixo) da imagem retangular em vermelho acima, aparece um conjunto notável e claramente definido de assombrosas formas retilíneas, repetidas por toda a superfície de IAPETUS, com formas tridimensionais, como se fossem restos de compartimentos construídos artificialmente, fotografado em cores e situado a vários quilômetros ao norte da parede, perto da fronteira entre a matéria marrom e a matéria branca no hemisfério avançado de IAPETUS (luz do sol desde a parte inferior esquerda). As formas retilíneas se repetem precisamente na orientação norte, sul, leste e oeste.

Detalhe de bordas retilíneas em ampliação.

Abaixo: Uma clara zona de artificialidades, pode ser observada aqui:

Se parecem construções de células ou habitáculos subterrâneos

Abaixo: IAPETUS que realmente é uma “LUA” diferente. Embora sendo o terceiro maior satélite de Saturno (após Rea e Titã) – com um pouco mais de 900 milhas de diâmetro (cerca de 1.500 Km)- como observado anteriormente, a órbita de IAPETUS também é muito inclinada em relação com as demais luas de Saturno (ver abaixo) – a cerca de 15 graus … e esta muito afastado em mais de 2 milhões de milhas (~ 60x o raio de Saturno) de distância do planeta. Estes fatos são completamente anômalos e antinaturais.

A órbita (a mais externa em roxo e com 15º de inclinação) de IAPETUS é anômala e absolutamente diferente de todas as demais luas de Saturno assim como a sua distância do planeta.

Abaixo: Em ampliações de áreas especificas de fotos da superfície de se vêem claramente, o que parecem ser vestígios de arquiteturas de construções verticais artificiais, que nada tem a ver com às construídas pela natureza. Assim mesmo, das análises das fotos, podemos ver torres ou construções verticais muito elevadas.


E de uma forma ampliada, podemos ver algumas dessas estruturas artificiais abaixo.


VI – Conclusão: IAPETUS é o primeiro satélite confirmado como artificial em nosso sistema solar, inclusive pelos próprios ex-funcionários da NASA. Recomendamos lerem o detalhado estudo na web de Richard C. Hoagland, que conclui esta análise dizendo que o imenso objeto foi construído fora do nosso Sistema Solar, e trazido posteriormente para o nosso sistema e hoje orbita Saturno. Por que Saturno? E quando? e MUITO IMPORTANTE, foi construído POR QUEM????


Para mais dados ver matéria completa (em Inglês) em : http://www.enterprisemission.com/moon2.htm
Tradução: Marcos Ancillotti – Mundo UFO
Originalmente postado em 23 de agosto de 2012.
Para saber mais sobre vida fora da Terra em tempos remotos ver em: http://thoth3126.com.br/category/maldek/; http://thoth3126.com.br/nave-alienigena-poderia-estar-estacionada-no-limite-do-sistema-solar/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.



segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nos descobrimos BASES Alienigenas na LUA

"...Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje..."



Segue-se um trecho do livro “We Discovered Alien Bases on the Moon”(Nós Descobrimos Bases Alienígenas na Lua) de autoria de Fred Steckling, 1981.

Em 25 de maio de 1961, o presidente John F. Kennedy estabeleceu para os Estados Unidos a meta de, antes do final daquela década, colocar um homem na Lua e trazê-lo de volta em segurança à Terra. Mas, como acontece com a maioria das novas aventuras da humanidade, houve alguns percalços.

Thoth3126@gmail.com

Por Fred Steckling: Em 27 de janeiro de 1967, um incêndio a bordo da Apolo 1 matou três astronautas norte-americanos. Um curto-circuito pôs fogo na atmosfera de oxigênio puro da cápsula espacial Apolo, produzindo em segundos muitíssimo calor. A mistura atmosférica depois foi alterada, tornando-se mais segura.


Capa do livro de Fred Steckling

Melhorias nas cápsulas Apolo, bem como em várias missões orbitais lunares Apolo, resultaram na aterrissagem triunfal da Apolo 11 na Lua em 20 de julho de 1969. A inscrição na placa do módulo de alunissagem dizia: “Neste local homem do planeta Terra pela primeira vez pisou na Lua, julho de 1969 d.C. Viemos em paz em nome de toda a humanidade.”

Como as nossas missões Apolo foram bem divulgadas na Terra, ficando praticamente todos os cidadãos informados acerca de nossa primeira aterrissagem, pode-se especular com segurança que a mensagem da placa não se destinava a ser lida por seres da Terra.

Existem pessoas nos círculos científicos que me deram a entender que esse fato por si mesmo é prova de que se espera que outras pessoas, não desta Terra, leiam a placa. Na Terra, as placas só são colocadas num lugar quando se tem certeza de que serão vistas e lidas. A Lua não é certamente exceção.

Por ocasião do encerramento do programa Apolo, os astronautas norte-americanos tinham passado cerca de 160 homem-horas explorando a Lua, a pé e utilizando Exploradores movidos a eletricidade. Os astronautas conduziram muitas experiências de vários tipos e trouxeram, ao todo, aproximadamente 360 quilos de rochas e solo lunar de suas missões.

As informações provenientes das aterrissagens da Apolo ocuparam a atenção dos cientistas durante muitos anos. Embora seja verdade que grande parte dos dados foi analisada, também é verdade que muitos foram ignorados por causa da redução das verbas concedidas à NASA e a decorrente perda de pessoal. Há boatos de que grande quantidade de solo e numerosas rochas lunares desapareceram misteriosamente no decorrer dos anos. Numa recente viagem a Washington, D.C., visitei novamente o Museu Smithsoniano. Desta vez, encontrei uma extensa seleção de rochas lunares exibidas na seção de pedras preciosas da instituição.

Observei cuidadosamente esses espécimes raros. Sem ter muito conhecimento geológico, posso todavia afirmar categoricamente que quaisquer destas pedras poderiam ser substituídas por uma amostra adequada de uma rocha da Terra e ninguém notaria a diferença.

AS MISSÕES (oficiais) APOLO FORAM AS SEGUINTES

Apolo 8: 21 a 27 de dezembro de 1968, fotografou a Lua enquanto estava em órbita. Os astronautas dessas missões foram Borman, Lovell e Anders. A Apolo 8 trouxe uma série notável de fotografias coloridas do lado escondido da Lua.

Apolo 10: 18 a 26 de maio de 1969, foi um vôo orbital lunar tripulado pelos astronautas Stafford, Young e Cernan.

Apolo 11: 16 a 24 de julho de 1969, a primeira alunagem tripulada realizada pelos astronautas Armstrong e Aldrin. O astronauta Collins comandou a nave-mãe que permaneceu na órbita lunar, esperando o retorno dos primeiros homens a andar na Lua.


Um objeto com formato de charuto em uma cratera da Lua em foto feita pelo astronauta Neil Armstrong, missão Apolo XI

Apolo 12: 14 a 24 de novembro de 1969, outra alunagem lunar bem-sucedida, os astronautas Conrad e Bean caminharam na Lua e o astronauta Gordon ficou em órbita lunar aguardando seu retorno.

Apolo 13: 11 a 17 de abril de 1970, astronautas Lovell, Swigert e Haise a bordo. A Apolo 13 foi o malfadado vôo, não foi tentada a aterrissagem na Lua por causa de uma misteriosa explosão ocorrida anteriormente num dos tanques de oxigênio. Porém, os astronautas da Apolo 13 cumpriram suas missões fotográficas a partir da órbita lunar.

Apolo 14: 31 de janeiro a 9 de fevereiro de 1971, chegou à Lua sem dificuldades e aterrissou com segurança. Os astronautas Shepard e Mitchell caminharam na Lua enquanto o astronauta Rossa pilotava a nave-mãe na órbita lunar.

Apolo 15: 26 de julho a 7 de agosto de 1971, outra missão de aterrissagem bem-sucedida, os astronautas Scott e Irwin realizavam experiências na Lua, enquanto o astronauta Worden esperava seu retorno na nave-mãe. Deve-se dizer que todos os astronautas que pilotavam a nave-mãe tinham sua parte de experiências a realizar, bem como numerosas missões fotográficas. Além disso, as mensagens de rádio enviadas pelos astronautas que estavam na Lua eram transmitidas à Terra pela nave-mãe. O público deve entender que os astronautas que não puderam andar na Lua merecem tanto respeito e crédito quanto os que andaram.

Apolo 16: 16 a 27 de abril de 1972, aterrissou na Lua e os astronautas Young e Duke realizaram experimentos na superfície. O astronauta Mattingly ficou orbitando a Lua, esperando o regresso de seus companheiros exploradores lunares.

Apolo 17: 7 a 19 de dezembro de 1972. Foi a última missão Apolo de alunagem, o local de alunagem ficava no vale Taurus-Littrow. A tripulação da Apolo 17 era composta pelo astronauta Cernan, cientista astronauta Schmitt, e o astronauta Evans, que ficou circulando na órbita lunar. A Apolo 17 também fotografou de forma intensiva o lado oculto da Lua. A área da cratera King parecia ser um de seus principais objetivos.


Mais uma foto feita por Neil Armstrong, de dois objetos voadores desconhecidos sobrevoando a Lua durante a Missão Apolo XI

Muitos cientistas sérios ficaram desapontados com a interrupção do programa Apolo, que terminou abruptamente com o vôo da Apolo 17. Ainda havia tanto que precisava ser explorado na Lua e tantas perguntas e mistérios ainda a serem solucionados.

Como eu, outras pessoas que estudaram grande número das fotografias da NASA, chegaram à inegável conclusão de que descobrimos coisas demais lá em cima. Por essa razão, paramos de forma tão abrupta nossas viagens à Lua.

Os autores do livro “Alternative 3″, publicado na Grã-Bretanha, sugerem que nosso programa de exploração lunar prosseguiu, mas sob total sigilo. Acho que eles estão corretos, e concordo que temos explorado a Lua secretamente com veículos propulsionados pelo eletromagnetismo, não muito diferente daqueles que vêm nos visitar vindos de outros mundos, a não ser pelo tamanho.

Se algumas nações da Terra tivessem conseguido duplicar nem que fosse o menor dos UFOs caídos na Terra nos últimos 30 anos, teriam descoberto meios ilimitados de transporte, não detectáveis pelos equipamentos de observação da Terra. Alternative 3 sugere que é isso o que acontece, e que nos reunimos aos seres vindos de outros mundos na Lua, construindo bases e realizando estudos. Nos nossos dias, quando tantas coisas são silenciadas, distorcidas e ocultas, e quando o silêncio, medo e desconfiança dominam nossas vidas, isso parece realmente bem possível, que há um pouco de verdade em todas essas especulações.

No nosso tempo de colégio, ensinaram-nos um conjunto de fatos relativamente completos sobre a Lua. Disseram-nos e, estranhamente, ainda nos dizem hoje, que a Lua não apresenta condições de sustentar vida, não tem ar, é coberta de crateras de vulcões extintos, sendo, falando sem rodeios, um globo de rocha morta. O problema é que esses “fatos” já não são aceitáveis, pois nossas explorações lunares feitas pelas missões Apolo trouxeram provas cabais que mostram o contrário.


Acima: Restos de uma estrutura alienígena encontrada na Lua

POR TRÁS DOS MISTÉRIOS LUNARES

Décadas atrás, muito antes de a moderna ciência espacial ser desenvolvida, os astrônomos ficavam confusos com o que seus telescópios revelavam na Lua. “Cidades em crescimento.” Centenas de cúpulas lunares foram então mapeadas. Luzes isoladas, explosões e outras estranhas sombras geométricas, inexplicáveis com base nas leis naturais conhecidas, foram observadas por astrônomos profissionais e também amadores.

Vamos estudar os registros. Há alguma coisa se deslocando ali em cima, fazendo ondular luzes, cortando montanhas, construindo cúpulas, muros, pirâmides, túneis e reservatórios de água com paredes reforçadas. Se não existe ar na Lua, existe um ótimo substituto, algo que sustenta nuvens, refrata luz e incendeia meteoros. A ciência está confusa com o fato de que algumas imensas crateras lunares são, na verdade, vulcões ativos. Durante as missões Apolo, foram observadas e medidas erupções vulcânicas e tremores lunares. Longe de estar morta, pode-se notar que a Lua tem algo que cresce e muda com as estações.

Que mais poderia ser além de vegetação? As descobertas feitas pelos programas de exploração lunar dos EUA e URSS são tão surpreendentes, tão incríveis, que virtualmente provocaram muitas noites de insônia aos cientistas. Cento e trinta anos atrás, o astrônomo Gruithuisen observou, ao norte da cratera Schrocter, formações de linhas cruzadas e quadrados que apresentam semelhança surpreendente com fotografias aéreas de bairros e ruas de cidades tiradas a grandes altitudes.

Uma infelicidade da NASA… a foto 1 à esquerda foi a divulgada para o público, mas uma análise por tratamento de luz na mesma foto detectou com enorme clareza uma estrutura gigantesca ocultada na foto liberada para o pública. Não se sabe o que seria e que propositalmente foi ocultado pela NASA, apenas que, se foi omitido, deve ser importante, ou inexplicável…

Embora o astrônomo Gruithuisen tenha sido rotulado de excêntrico na época, seus detratores não conseguiram oferecer nenhuma explicação melhor para a formação. Contudo, formações semelhantes foram descobertas depois, na década de 1930, pelo Observatório Mt. Wilson. Quando o telescópio de cem polegadas foi apontado na direção da cratera Gassendi, foi fotografado um notável “sistema de tubos”. Enquanto algumas dessas construções cresciam, outras foram removidas.

Muito tempo atrás, o astrônomo Nininger descobriu o que parecia ser um túnel translúcido de cerca de 32 quilômetros de comprimento ligando as crateras Messier e W. H. Pickering. Em dezembro de 1915, a cratera Aristarco fez uma surpresa natalina aos observadores na forma de um lindo muro negro novo que não estava lá antes. Corre do centro para a beirada, muito parecido com os muros e tubos interligados da cratera Gassendi.

Em 1972, os “construtores de barreiras” lunares mostraram-se extraordinariamente ativos. Três longas barreiras ou objetos de aspecto artificial apareceram no soalho da cratera Arquimedes. Depois, não muito longe foram descobertos mais três objetos, dispostos na forma de um triângulo. Neste período, a revista astronômica francesa L. Astronomie relatou a existência de um longo muro encurvado e de um reto, com arcos, que apresentavam incrível semelhança com um viaduto, ou um tipo de ponte.


Ufo fotografado durante a Missão Mercury 1, pelo astronauta John Glenn.

Em novembro de 1970, meu filho e eu realizamos estudos lunares sérios da área Arquimedes. Usamos nosso refletor de 12 e 1/2 polegadas. A elevação de observação era de 14.935,2 metros acima do nível do mar. Certa noite, para nossa surpresa, avistamos três objetos em forma de charuto muito grandes no soalho da Arquimedes.

Todos os três objetos tinham o mesmo tamanho; dois deles estavam estacionados na área ao norte e o outro estava na área ao sul. Comparamos o que vimos com o Mapa Seccional Lunar da área da Arquimedes da Força Aérea.

No mapa, o soalho da cratera estava relativamente plano, e não foi registrada evidência destes objetos. Eles permaneceram na cratera por várias horas. O diâmetro da Arquimedes tem aproximadamente 80 quilômetros. De acordo com nossas medidas, esses objetos em forma de charuto tinham pelo menos 32 quilômetros de comprimento e aproximadamente 4,8 quilômetros de largura.

O renomado astrônomo Walter Haas afirmou certa vez que sabia de casos em que astrônomos famosos tinham observado atividades incomuns na Lua, mas se recusaram terminantemente a informá-los ou mesmo discuti-los. Na noite de 10 de julho de 1941, o próprio Walter Haas viu dois clarões de meteoro no intervalo de cinco minutos. Um grupo de astrônomos, organizado por Haas, observou um total de 12 clarões de meteoro cruzando o disco escuro da Lua num período de observação de 170 horas.


Foto da Nasa com dois UFOs sobrevoando a Lua

Isto prova que a Lua possui uma atmosfera densa o bastante para incendiar meteoros. Essa atmosfera produz nuvens nas cores branco, cinza e vermelho. Algumas são tão densas que projetam sombras visíveis. Vez por outra, a cratera Platão, próxima do pólo norte lunar, apresenta suas beiradas cobertas, na maior parte de seus 7.700 quilômetros quadrados, por uma geada ou neve esbranquiçada.

Estudos das regiões polares norte e sul sugerem uma concentração maior de nuvens acima dessas áreas. Isso sugere que as temperaturas acima da qüinquagésima latitude norte e da qüinquagésima latitude sul parecem ser mais moderadas, em razão da incidência dos raios solares a partir de certo ângulo. Esse fato torna mais amenas as mudanças, de outra forma drástica, das temperaturas lunares nas regiões do equador. Talvez possamos chamar as regiões polares lunares de zonas temperadas.

O astrônomo Patrick Moore afirmou na revista Omni, de novembro de 1978: “Em nossa fase presente de esclarecimento pós-Apolo, seria errado sugerir que foram resolvidos todos os mistérios da Lua.”

O sr. Moore fala das coisas curiosas vistas de vez em quando: brilhos tênues, luzes intermitentes, trechos de névoa e vulcões ativos. Ou seja, poder-se-ia dizer: “A Lua está viva e vai bem.” Brilhos avermelhados também foram relatados por astrônomos da URSS na cratera Alphonsus e próximo a ela. Também tremores lunares moderados, medidos pelos instrumentos da Apolo, ocorrem com bastante freqüência por ocasião do perigeu.

Em todo caso, a indústria lunar parece ter realizado convenções muito concorridas na cratera Platão nos últimos 50 anos pelo menos. Foram observadas ali fileiras de luzes móveis, e um triângulo de luz brilhou na cratera durante bastante tempo. Trinta luzes brilhantes flamejavam no soalho da cratera ao mesmo tempo, seguindo numa rotina atordoante. Enquanto alguns grupos brilhavam a toda, no mesmo momento outros grupos esmoreciam, assumindo um brilho baço.


Um UFO aparece em foto feita durante a missão Apolo XVI

A Sociedade Astronômica Real Britânica relatou 1.600 observações semelhantes. De quando em quando é observada uma luz brilhante na cratera Aristarco e outra na base oriental dos Alpes lunares. Isto vem acontecendo há mais de cem anos. No Mare Crisium foi observada uma formação de pontos e traços de luz, enquanto a cratera Messier por vezes resplandece com várias luzes brilhantes.

A cratera Eudoxus exibiu longas linhas de luz. Durante uns vinte anos, o Monte Piton, na seção norte do Mare Imbrium, tem emitido raios de luz à maneira de um farol. Não pode haver dúvidas, mesmo nas mentes mais limitadas, de que muitas dessas luzes, e em especial os objetos brilhantes e móveis, são controlados por uma inteligência. Dave Darling, astrônomo amador, munido de um refletor de 12 e 1/2 polegadas, informou-me acerca de seus recentes achados na Lua. Um trecho de sua carta:

“Existe uma convicção crescente de que a Lua é UMA BASE de operações da atividade extraterreste e de UFOs vistos em nossos céus.“ Ele relatou os seguintes avistamentos: Um grande objeto em forma de charuto em 16 de abril de 1979, à uma da madrugada, com aproximadamente 16 quilômetros de comprimento e 2,5 metros de diâmetro. Sua cor era prata metálica, projetando uma sombra distinta sobre a superfície lunar. Estava localizado próximo da cratera Isidorus, próximo do Mar de Néctar. O objeto em forma de charuto aterrissou a cerca de 80 quilômetros do pôr-do-sol.

Novamente, em 12 de agosto de 1979, às 3:45 da madrugada, Darling informou outro objeto em forma de charuto brilhante, desta vez além da beirada da cratera Romer. Esse objeto tinha mais 32 quilômetros de comprimento, era também de cor metálica prateada, apresentando dois apêndices em forma de asa projetando-se de cada lado, com um quarto de seu comprimento. Depois, o objeto desapareceu do terraço plano no lado oeste da beirada da cratera.

Há algum tempo, o sr. Darling chamou minha atenção para uma plataforma grande que ele observara ao sul da cratera Arquimedes. A plataforma tem oito quilômetros de comprimento, cerca de 1,6 quilômetro de largura, apresentando elevação de cerca de 1.500 metros.

Aproximadamente 20 fotografias lunares, tiradas tanto nas missões Orbier como Apolo, mostram essa plataforma incomum — que, aliás, não está demarcada nos mapas lunares da área da Arquimedes da Força Aérea (vejam ilustração nº 3). Descobri também várias plataformas a aproximadamente 48 quilômetros ao nordeste da mencionada acima. Elas, porém, se apresentam numa fileira de cinco, tendo talvez um significado simbólico, embora pareçam grandes letras (vejam ilustrações nº 4 e nº 5).



Os pilares de grande altitude fotografados á superfície na Lua, foto ao lado e na próxima foto.




É necessário compreender que aproximadamente 90 por cento dos estudos lunares são realizados por astrônomos amadores.

Os grandes instrumentos profissionais, tal como o telescópio de 200 polegadas de Mt. Palomar‚ são considerados potentes demais para observações lunares.

Os telescópios muito potentes têm tendência de ampliar muito partículas atmosféricas, sendo mais adequados para estudos de galáxias distantes.

O falecido George Adamski, escritor famoso e astrônomo amador, fotografou pelo menos oito quadros lunares, de 1948 a 1952, mostrando atividade de UFOs sobre a Lua ou próximo dela. Todas as fotografias foram tiradas por meio de telescópios.

ANÁLISE DE CIVILIZAÇÕES AVANÇADAS

A identificação da tecnologia de uma civilização superior desconhecida em outro corpo planetário, como a Lua, por exemplo, nos apresenta um desafio interessante. É difícil identificar qualquer coisa com a qual não estejamos familiarizados, por conseguinte, negligenciamos muitos objetos artificiais presentes na superfície lunar.



Foto 1 à esquerda, uma estrutura anômala perfeitamente circular na superfície lunar.



Além disso, as idéias e teorias preconcebidas antiquadas que nos ensinaram durante muitos séculos e nos martelaram nas mentes contribuíram de forma relevante para nossa incapacidade de compreender. Podemos dizer que vemos, mas como a coisa não deveria estar lá, simplesmente não acreditamos que realmente exista. Talvez devido a esse fato, tenham sido divulgadas tantas fotografias lunares em muitas publicações diferentes, que realmente mostram fortes evidências de vida na Lua. Não apenas musgo e líquens primitivos, como também arbustos e árvores, grama, e até mesmo muitas instalações artificiais.

Foto 2, à direita, o famoso “palácio de cristal ” lunar, uma das mais intrigantes descobertas. É completamente impossível uma estrutura destas ser fruto da geologia da Lua.

Como a maioria das pessoas não está familiarizada com o conteúdo dessas fotografias, fica difícil reconhecer essas anomalias lunares. E como a maioria dos cientistas de alto nível não ousam se manifestar com medo de pôr em risco suas posições, em alguns casos essas fotografias estão totalmente esquecidas hoje.

Para mim, é bastante óbvio que permitiram que os objetos artificiais, UFOs e construções inteligentes permanecessem nessas fotografias para, no caso de acontecimentos e pesquisas futuros determinarem o que está acontecendo lá em cima, os altos funcionários poderão se afirmar com toda inocência: “Bem, nós divulgamos, mas não sabíamos o que era.” Na minha opinião isso seria livrar a cara com esperteza.Temos de reconhecer que nem toda a maquinaria avançada precisa ser altamente complicada. Com freqüência, as tecnologias, ao evoluir, efetivamente simplificam as máquinas, sua forma e os métodos de propulsão.


O Lado oculto da Lua abrigaria restos de uma cidade alienígena

Não resta dúvida de que o verdadeiro progresso mecânico de uma civilização avançada é atingido por meio de sua manobrabilidade aérea ilimitada. Veículos de todas as formas e tamanhos, destinados a qualquer propósito concebível, propulsionados por uma forma de energia livre, tal como a propulsão eletromagnética, são necessários para transporte de cargas, mercadorias e pessoal.

As estradas e auto-estradas tornam-se então obsoletas e, como tal, não são encontradas na Lua. Foram encontrados, e se assemelham bastante a estradas, o que parecem ser túneis e grandes sistemas tubulares, que talvez sejam pressurizados para uso em operações de mineração. Foram fotografados rastros de veículos no solo, colinas acima e abaixo. Pelo que sei esses grandes veículos, alguns com 22 metros de largura, parecem examinar o solo em busca de possibilidades futuras de mineração. Os rastros deixados por esses veículos mostram “alinhavos” definidos feitos por algum tipo de veículo munido de correias.

Até mesmo numa civilização avançada que dispõe de manobrabilidade aérea total, é necessário que os veículos que entrarem em contato com o chão colham amostras de solo. Devemos também saber que não podemos comparar nossa tecnologia com a de outros seres de outros planetas. Embora eu tenha certeza de que existem algumas semelhanças, dispositivos diferentes de transporte, cultivo, moradia, etc. podem ter evoluído muito além da compreensão da maior parte.

O LADO OCULTO DA LUA

A Lua pode ter vários significados, para os apaixonados, olhar a Lua é um ato romântico, para os astrônomos olhar a Lua e ver as suas crateras melhor definida do que a olho nu é um ato emocionante e creio que a Lua seja a primeira observação por astrônomos amadores em seus telescópios, porem também podemos notar que a Lua não gira, ela fica estacionada em seu giro, podemos então notar que só um lado da Lua aparece para nós e o outro lado se mantém oculto para nós terrestres. Um dos lados da Lua se mantém oculto por causa da sincronia de rotação e revolução da Lua por isso nós sempre vemos o mesmo lado.


Outra foto de UFO na Lua registrada pela Apollo 16

Em 20 de julho de 1969, o homem pisa pela primeira vez na Lua, com os tripulantes da Apollo 11. Neil Armstrong e Edwin Aldrin desceram ao solo lunar e o Michael Collins ficou girando em torno da Lua. Desde então se tem notado pelos meios de comunicação uma possível existência de fotos e vídeos feitos pelos tripulantes da Apollo 11 e naves posteriores, onde há aparecimento de naves extraterrestres, bases e torres extraterrestre, há quem diga que a Lua era habitada por seres chamado de Néfelis que há muito tempo deixaram a Lua, e de onde começaram a observar-nos do nosso próprio satélite natural.

Bem sabemos que muitas histórias ditas sobre aparições de óvnis em fotos e em vídeos eram ditos como farsas, porem Neil Armstrong anos após finalizar sua carreira, sedeu a um repórter uma entrevista extraordinária, onde comenta sobre a Nasa e seu acobertamento sobre Óvnis, seria a Nasa então uma instituição civil conivente com o acobertamento mundial?


UFO em foto registrada pela Apolo 11

Também temos coletados dados sonoros sobre uma suposta transmissão via radio com Houston e uma nave que pousara na Lua. Uma pequena parte da transmissão da Apollo 11 para com sua base na Terra em Houston:

NASA: O que há aí? Controle da Missão chamando Apollo 11…

Apollo 11: ”Essas “coisas” são grandes, senhor! Enormes! OH MEU DEUS! Você não iriam acreditar nisto! Eu estou dizendo existem outras espaçonaves lá fora, bem do outro lado da beira da cratera! Eles estão aqui na Lua nos observando!”

Agora leia a conversa que um professor que preferiu se manter anônimo teve ao falar com o astronauta Neil Armstrong sobre a Missão da Apolo XI:

Professor: O que realmente aconteceu lá fora com a Apolo 11?

Armstrong: Foi inacreditável, claro que nós sempre soubemos da possibilidade, de fato, nós fomos alertados (pelos alienígenas). Depois disso não houve nenhuma dúvida sobre a existência de uma estação espacial ou de uma “cidade” (Base de operações alienígena) na Lua.


UFO durante a Missão da Apolo 14 em 1971.

Professor: O que você quer dizer com “alertados”?

Armstrong: Não posso entrar em detalhes, só posso dizer que as naves deles são tão superiores as nossas tanto em tamanho quanto em tecnologia. Rapaz, eles eram grandes! …e perigosos! Não, não há nenhuma dúvida sobre uma estação espacial.

Professor: Mas a NASA mandou outras missões para a Lua depois da Apollo 11?

Armstrong: Naturalmente (Será que a Nasa não fez parceria com esses alienígenas??? - nota do blog Hora Cósmica) – A NASA estava trabalhando duro naquela época, e não queria arriscar causar um pânico na Terra. Mas na verdade foram missões mais rápidas.

Armstrong também disse em sua entrevista que quando tiveram o seu primeiro contato na Lua, extraterrestres teriam entrado em contatos com eles e lhes advertiram que não eram bem vindos, e que possivelmente o motivo dessa não desejada visita terrestre seria por causa da bases extraterrestres que lá existisse, e que mais tarde foi supostamente filmada por um astronauta.


Foto registrada pela Apollo 15, veja no lado direito no canto superior, atrás do monte.

Neil Armstrong também afirma que a NASA nada comentou naquela época por causa do pânico que iria causar uma tal revelação na sociedade planetária, e portanto a agência espacial norte americana se mantem calada até os dias atuais.

Desde a primeira viagem a lua, a Nasa tem mandado consecutivamente por um espaço pequeno de tempo mais naves tripuladas para realizarem estudos no solo lunar, então perguntamos o que deveria estar acontecendo para que os supostos seres extraterrestres Nefilins/Anunnakis, qual seria a sua intenção e qual o motivo de não quererem que nós terráqueos entrássemos em contato com o nosso satélite?

Poderia então ser esse o caso de que a Lua é muito mais tempo habitada que pensamos, talvez até antes mesmo da existência da raça humana na Terra? A NASA em conjunto com a CIA durante a transmissão ao vivo da Lua censurou uma mensagem dos tripulantes da Apollo 11, onde a transmissão dizia que após descerem em solo lunar dois objetos luminosos apareceram e os cercaram.


Donald Slayton tripulante da Mercúrio afirmou que viu um balão meteorológico fora da atmosfera terrestre e que ao posicionar a Mercúrio atrás do objeto e mais próximo dela, analisou que o objeto não era um balão meteorológico e sim um disco voador.

Em 1979 Maurice Chatelain, chefe do sistema de comunicações da NASA, confirmou a historia de Neil Armstrong e que de fato reportou ter visto dois UFO’s em uma cratera. Chatelain também confirma que é de conhecimento da NASA os avistamentos e contatos imediatos com civilizações extraterrestres.

E hoje ainda há vida extraterrestre na Lua? Haveria base no solo e no subsolo da Lua, os astronautas obtiveram mesmo contato direto com os seres que supostamente lá habitará? Se houve o que disseram como reagiram? Muitas perguntas estão sem respostas, mas estamos estudando para que encontremo-las e possamos colocá-las a disposição da comunidade ufologica.

Conspirações da NASASegundo Richard Hoagland, diretor da Missão Marte (TMM), os astronautas da nave Apolo viram várias estruturas gigantescas na superfície lunar. Durante a missão, para essas informações serem passadas ao controle central, foi utilizado um canal de comunicação secreto.

Quando os astronautas regressaram à Terra, a NASA os proibiu de dizerem qualquer coisa sobre o que aconteceu. Hoagland e outros teóricos da conspiração dizem que o excessivo período de quarentena a que foram submetidas as tripulações das naves Apolo 11, 12 e 14 teve como motivo o fato dos astronautas terem que fornecer relatórios muito detalhados sobre o que viram e dar tempo à NASA de vetar as fotografias (e, com isso, criar desinformação). As autoridades não teriam desejado que o público tomasse conhecimento das ruínas destas antigas bases extraterrestres.


Ufo durante a missão da Apolo XV.

O ufólogo Timothy Good, em seu livro Beyond Top Secret, informa que os astronautas viram alienígenas na Lua. A evidência seria uma conversação secreta entre o controle da missão e os astronautas da nave Apolo 11, registrada pelos soviéticos. O Dr. Vladimir Azhazha, físico e professor de matemática russo, disse que o encontro aconteceu pouco depois alunissagem do módulo lunar, mas que o público não pôde escutar o informe dos astronautas, pois a NASA o havia censurado.

Maurice Chatelain, um especialista em comunicações da NASA, declarou que “o encontro com os OVNIs era perfeitamente conhecido pela NASA” e que “todas as missões Apolo tinham sido seguidas por OVNIs”. Isto sugere que a NASA está disposta a admitir perante o mundo que seus astronautas tinham sido vigiados de perto por OVNIs e que encenaram as fotografias aqui na Terra para não assustar o público com o que realmente acontecia no espaço.

Uma das questões mais intrigantes sobre a Lua é por que a NASA não enviou mais astronautas depois das missões Apolo e por que não tem a intenção de fazê-lo no futuro. Será que a Lua já teria entregado todos os seus segredos? Ou será que nós, humanos, fomos proibidos por outra inteligência de pisar lá de novo?




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