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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

A prática da oração: não há nada mais importante nos dias de hoje


O impulso religioso corta os céus e vem habitar o interior dos puros. Ele é o caminho que ainda poderá levar os homens ao encontro de sua verdadeira morada, que é cósmica, interna e imaterial. Quando autêntico, esse impulso é a via mais direta e segura para o contato com os níveis superiores. Estando presente, inibe a atuação das forças dissuasivas, pois vem do interior do homem.

Mesmo com os grandes enganos produzidos pelo chamado campo religioso da Terra, é ainda a religião - como sentimento, busca e necessidade de união com o espírito, reconhecida em sua essência profunda e não como instituição formal - que oferece a possibilidade de uma aproximação mais direta com a fonte de vida.

A energia da devoção, da entrega ao supremo ser interior e à vida por ele norteada ilumina o caminho que aproxima a consciência à ideia arquetípica para o próprio ser e para o serviço universal que lhe cabe realizar.

Nesse contexto, é imprescindível que o indivíduo descubra e pratique a oração. Conhecendo-a, perceberá que ela é a ponte entre o mais alto e o mais baixo. A partir desse reconhecimento, deverá dedicar-se à oração com amor e empenho - ela é o caminho dos que seguem por regiões nunca antes percorridas.

A oração é como o fio de prumo que possibilita às paredes de um templo serem erguidas no correto alinhamento. Ao desabrochar no calor de um coração necessitado de luz, verte-se sobre ele como um manancial. A oração leva o indivíduo a descobrir o que realmente sustém a vida, dando-lhe a exata compreensão do significado das palavras "nem só de pão vive o homem".

A verdadeira oração é um mergulho no vazio e, ainda que aparentemente contraditório, é também o ingresso num estado de plenitude que dissolve da consciência os laços com situações humanas. Essa plenitude esparge-se e promove a ascensão de energias e seres que tenham potencial interno para elevar-se além do ponto em que se encontram.

Restrito e limitado se tornaria o trabalho de oração se a consciência que dele participa se envolvesse com as reações dos corpos materiais. Mais prejudicado ainda ficaria se, numa luta vã, o ser buscasse vencer tais reações.

Se a fé amainou o mar bravio para que sobre ele Jesus caminhasse, não poderia ela curar o homem?

A oração é um estado de coligação interior no qual existe apenas a busca da verdade. Nada do que é do mundo consegue penetrar esse estado de conexão, no qual o ser se entrega à sua origem, à fonte, que acolhe o objeto de sua criação. Tal estado produz, nos planos internos, um substrato sobre o qual as energias extraplanetárias podem ancorar e realizar assim o trabalho transformador sobre a consciência dos homens e da Terra. Isso é feito no silêncio da entrega, da fé e da vigilância, estado que se projeta no mundo exterior como silêncio de desejos, de pensamentos e de toda ação supérflua.

Um ser orante, religado à sua essência, pode estimular transformações em outro que, imerso na obscuridade, esteja buscando a luz. É um fogo vivo irradiando clareza e lucidez para o planeta.
Principalmente nas fases de intenso conflito, como acontece atualmente na Terra, pelo menos alguns indivíduos deveriam dispor-se a equilibrar uma parcela do caos reinante através da oração, que é uma das tarefas que cabem aos que se abrem para sua consciência interna e para auxiliar a humanidade.

Trigueirinho

Palestras do autor poderão ser ouvidas, gratuitamente, no site: www.irdin.org.br.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Iapetus – Uma Enorme Nave Mae abandonada em orbita de Saturno?


IAPETUS, uma LUA ARTIFICIAL no Sistema Solar: IAPETUS é uma enorme (com 1.440 quilômetros de diâmetro) Nave Mãe alienígena abandonada e/ou camuflada em uma estranha e excêntrica órbita de SATURNO, como uma de suas luas, sendo a mais afastada de todas.

Este estudo toma como base de referência, a análise detalhada de IAPETUS, uma das luas de Saturno, sem dúvida a mais estranha de todo o sistema solar. Esta análise foi realizada por Richard C. Hoagland em 2005, e sua base de dados é a mais completa, pois até agora ninguém a havia feito…


I - Resumo:

…À luz desses dados, pelas anomalias detectadas e as artificialidades encontradas, podemos concluir, sem sombra de dúvida, que o nosso sistema solar está repleto de artefatos procedentes de outras civilizações inteligentes, alguns dos quais, são verdadeiras estações espaciais, com forma esferóide, ou seja, satélites artificiais colocados na antiguidade por alguma razão, orbitando alguns dos planetas do nosso sistema solar (no caso específico de IAPETUS, é mais provável se tratar de uma imensa [com 900 milhas = 1.440 quilômetros de diâmetro], nave mãe abandonada (?) por sua tripulação há muito tempo).

O que encaixa com muitas peças do puzzle exocientífico, à luz dos dados: O nosso sistema solar é binário (possui DOIS SOIS) e artefatos como IAPETUS, poderiam nos ajudar a explicar alguns dos grandes mistérios dos satélites que orbitam a estrela ANÃ MARROM que esta entrando novamente em nosso sistema solar, e compreende a perturbação oriunda de Sagitário, e da posição das coordenadas da junção no sistema solar (a área entre 20 e 30 U.A. do Sol).

O presente estudo resolve a questão da artificialidade de IAPETUS, de forma evidentemente inquestionável; a luz dos dados da exaustiva análise de Richard C. Hoagland, em 2005: IAPETUS é um satélite esferóide artificial, sem sombra de dúvidas. E abre a porta para as seguintes questões: Com exceção de Iapetus, cuja artificialidade foi demonstrada,

1 – Há mais “luas” artificiais orbitando outros planetas em nosso velho Sistema Solar?;

2 – Que relação tem estes satélites artificiais com a zona de “passagem” ou trânsito da perturbação de Sagitário? (O cenário de simulação 4 da planilha de trabalho StarVieWerNIII) Ao que temos denominado Ponto de Passagem ou (PI=>20<35UAs). (Esse ponto de passagem provavelmente se refere ao ponto de cruzamento do segundo SOL de nosso sistema – a estrela ANÃ MARROM – (não se trata de Nibiru, que é outro assunto e objeto);

3 – Quantos anos têm estes satélites artificiais e que relação POSSUEM com as artificialidades existentes na nossa PRÓPRIA LUA e no solo de Marte à luz dos novos dados?

Quadro comparativo do tamanho dos principais satélites de Saturno e a sua principal Lua Titã, a maior de todas.


II – A análise da Artificialidade confirmada de IAPETUS.

1 - Jápeto (IAPETUS) é um dos satélites mais estranhos do nosso sistema solar. Ele mede cerca de 1.500 km de diâmetro, e está atrás em tamanho de Titan e Rea, sendo o terceiro em tamanho, dos que orbitam Saturno. Leva para completar uma viagem em torno de Saturno 79,33 dias, a uma distância média de 3.561.300 quilômetros. Descoberto por Giovanni Cassini em 1671, que nomeou a sonda Cassini. A própria NASA admite a raridade do objeto, mas argumenta que sua formação vem da Nuvem de Oort, e que sua origem é devida aos resíduos antigos de sólidos existentes ali, ou colisões cósmicas desde a origem do nosso sistema solar. No entanto, ela não esclarece suas anomalias, porque não há explicação natural que baste para explicar a sua configuração esferóide e a muralha central de 20 quilômetros de altura em seu equador, dividindo-a em duas metades perfeitas, assim como cada uma das peculiaridades que estamos prestes a apresentar neste estudo.

2 – A configuração e as características do satélite IAPETUS, com relação à reflexão da luz solar: A sua forma é esférica, mas devido a uma configuração dodecaedro-esferoidal, que ocorre da mesma forma que reflete a luz solar.

A seguir, as estranhas imagens originais tomadas pela sonda Cassini enviadas pela NASA e analisadas por Richard C Hoagland, em 2005.

A Incidência da luz revela a sua forma GEOMÉTRICA artificial, desgastada pela ação do tempo!!!


Abaixo um detalhado exame da projeção DA LUZ sobre as fotos originais de IAPETUS tiradas pela sonda Cassini em 2004.

Projeção Hiper Geométrica de Iapetus: Geometria de Arestas.


Do mesmo modo se observa um imenso artefato em forma de charuto na primeira imagem acima à esquerda, refletindo a luz e que parece sobrevoar o seu canto escuro. Comparando-se o fundo depois de dois dias, também se poderá ver as arestas que mostram a estrutura artificial dessa misteriosa LUA de Saturno, IAPETUS.


Uma das faces de IAPETUS é sempre frontal a Saturno, da mesma forma que a Lua da Terra.

Olhe para esta curiosa foto anterior, feita pela sonda Cassini de 22 de outubro de 2004, na época, não foram identificados o que eram os objetos cilíndricos e o número de casos de artificialidade que foram exaustivamente analisados em Starview Team. À luz de novas informações, completando assim o estudo de R.C. Hoagland. Observem o tráfego de artefatos não identificados encontrados em IAPETUS pela sonda Cassini assim como as arestas encontradas na sua superfície.


Erosão anormal das arestas de IAPETUS

Nesta foto acima ampliada, se podem observar as arestas, assim como a erosão das mesmas devido ao transcorrer do tempo, o impacto de cometas, asteroides, meteoros e erosão cósmica na superfície. No equador central pode se deduzir assim sua erosão.

III – Rotação e geometria de Iapetus


Observa-se que para cada rotação em seu próprio eixo, IAPETUS também completa uma rotação ao redor de Saturno. Esta peculiaridade é única de IAPETUS no Sistema Solar. Assim mesmo, pode destacar uma rotação síncrona perfeita, que se verifica em 79 dias que leva para completar sua órbita ao redor de Saturno.

O ponto negro em Iapetus ????

A geometria desta inexplicável anomalia implica na existência de algum mecanismo interno de automotriz de propulsão, que desafia claramente os padrões conhecidos de todos os satélites do Sistema Solar. As imagens obtidas pela Voyager 2, exibidas acima, mostram outra anomalia interessante: o ponto negro central.

Comparação de IAPETUS, com uma esfera. Geometria esferóide hipergeométrica.

A seguir foto tirada pela sonda Cassini em 31 de dezembro de 2004, a 40.000 milhas de IAPETUS. Podem se observar zonas que revelam a geometria artificial, ou plana cuja morfologia geométrica é incompatível com um satélite natural, como as existentes nos demais satélites do sistema solar.


IV – ABAIXO: Análise detalhada da borda central, e da superfície de IAPETUS. Precisamente a imensa borda retilínea que marca o equador de IAPETUS. (Com uma altura de 20.000 metros. Em termos de comparação, o Monte Everest, a maior montanha da Terra tem 8.858 metros de altitude menos da metade do “muro central” de IAPETUS). Vamos examinar mais detalhadamente essa borda. Ela é assombrosamente parecida com a nave estrela da morte do filme “Star Wars” de George Lucas que reconhece que se inspirou em IAPETUS.

A “Lua IAPETUS” e a sua elevada borda (the Wall) equatorial, um muro artificial com quase 20 QUILÔMETROS DE ALTITUDE, simétrico.

Podemos observar de perto esta saliência e toda a sua simetria equatorial, e a erosão na mesma com maior detalhe. Parece que ambos os hemisférios do esferóide (as duas metades da Nave Mãe) foram literalmente montados exatamente pela saliência equatorial, o muro, o que parece ser uma junta de dilatação. De acordo com a Teoria dos Campos Unificados de Einsten (UFT) este cinturão equatorial com cerca de 20 km de altitude no equador da esfera poderia ser a parte principal de um sistema de propulsão e navegação usando o eletromagnetismo e campo gravitacional como sistema de propulsão da enorme nave que teria capacidade de “dobra” do espaço e tempo.


Vemos a elevação central, com 20 Km de altura (!!!) em diferentes ângulos, com maiores detalhes.

Acima: Uma ampliação da borda mostra uma zona de 60 milhas de extensão em que podemos ver a perfeição simétrica deste detalhe artificial (o elevado muro equatorial), fato não encontrado em nenhum objeto natural do sistema solar:

V – Estruturas geométricas e retilíneas e as crateras geométricas


Observação de bordas retilíneas nas crateras: Neste quadro ampliado (abaixo) da imagem retangular em vermelho acima, aparece um conjunto notável e claramente definido de assombrosas formas retilíneas, repetidas por toda a superfície de IAPETUS, com formas tridimensionais, como se fossem restos de compartimentos construídos artificialmente, fotografado em cores e situado a vários quilômetros ao norte da parede, perto da fronteira entre a matéria marrom e a matéria branca no hemisfério avançado de IAPETUS (luz do sol desde a parte inferior esquerda). As formas retilíneas se repetem precisamente na orientação norte, sul, leste e oeste.

Detalhe de bordas retilíneas em ampliação.

Abaixo: Uma clara zona de artificialidades, pode ser observada aqui:

Se parecem construções de células ou habitáculos subterrâneos

Abaixo: IAPETUS que realmente é uma “LUA” diferente. Embora sendo o terceiro maior satélite de Saturno (após Rea e Titã) – com um pouco mais de 900 milhas de diâmetro (cerca de 1.500 Km)- como observado anteriormente, a órbita de IAPETUS também é muito inclinada em relação com as demais luas de Saturno (ver abaixo) – a cerca de 15 graus … e esta muito afastado em mais de 2 milhões de milhas (~ 60x o raio de Saturno) de distância do planeta. Estes fatos são completamente anômalos e antinaturais.

A órbita (a mais externa em roxo e com 15º de inclinação) de IAPETUS é anômala e absolutamente diferente de todas as demais luas de Saturno assim como a sua distância do planeta.

Abaixo: Em ampliações de áreas especificas de fotos da superfície de se vêem claramente, o que parecem ser vestígios de arquiteturas de construções verticais artificiais, que nada tem a ver com às construídas pela natureza. Assim mesmo, das análises das fotos, podemos ver torres ou construções verticais muito elevadas.


E de uma forma ampliada, podemos ver algumas dessas estruturas artificiais abaixo.


VI – Conclusão: IAPETUS é o primeiro satélite confirmado como artificial em nosso sistema solar, inclusive pelos próprios ex-funcionários da NASA. Recomendamos lerem o detalhado estudo na web de Richard C. Hoagland, que conclui esta análise dizendo que o imenso objeto foi construído fora do nosso Sistema Solar, e trazido posteriormente para o nosso sistema e hoje orbita Saturno. Por que Saturno? E quando? e MUITO IMPORTANTE, foi construído POR QUEM????


Para mais dados ver matéria completa (em Inglês) em : http://www.enterprisemission.com/moon2.htm
Tradução: Marcos Ancillotti – Mundo UFO
Originalmente postado em 23 de agosto de 2012.
Para saber mais sobre vida fora da Terra em tempos remotos ver em: http://thoth3126.com.br/category/maldek/; http://thoth3126.com.br/nave-alienigena-poderia-estar-estacionada-no-limite-do-sistema-solar/
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes.



sábado, 15 de dezembro de 2012

INSTRUÇÃO: 3 CICLOS DE ESCURIDÃO

 
Esclarecimentos, considerações, instruções para os dias (ciclos) de escuridão, trechos extraídos de partilhas por José Trigueirinho. Compilação e edição Marcelo G. Benatti maio 2012.





Fontes: http://nossaluzinterior.blogspot.com.br
http://www.youtube.com

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Natal: Jesus Cristo/Sananda, a sua Historia


“...Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar?...


“...Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma...





Jesus Cristo/Sananda: Sua História -
(Através de Ashtar-Athena)

Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bênçãos e graças para todos vocês. Esta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupavam apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não éramos muito populares naquela pequena cidade.



À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo…” Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade. Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.

A Jornada

Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas, talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e, com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época.

Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam HOJE de Índia. Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros.

Eu os questionava e creio que não levou muito tempo, não fui bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.

Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.

Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalaya, sempre freqüentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera.

Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo.Confie em você. Deus o escolheu para uma grande missão. Agora vá, e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E, nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade.”

Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.

Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão.

Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como a alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco.

Por fim, retornei à minha terra natal e, lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata (Índia) em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera. Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco.

Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimo-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão.

Decodificando A Missão

Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias.

Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.

Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.

Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes- desencorajado.

Devo confessar que não foram poucas às vezes em que chorei.

Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. “Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram párias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.

Comecei a decodificar mais a fundo, e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar, de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos.

Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.

Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaya. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.

A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se desincumbir de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana.”

Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.

Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim.

Uma Merkabah de Luz

Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro.

Eu Era Verdadeiramente A Luz

Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre, Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.

Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual (Sírius) eu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e, assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpo. Eu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas.

Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se visse através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abririam e se libertavam do cativeiro da negatividade.

E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino, o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios.

Tudo Parecia Um Sonho

Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.

Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor.

Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciando a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência.

Vivi A Minha Visão

Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma, e estava realmente livre.

Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim… Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”

Fiquei olhando eles levarem o corpo e o colocarem na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial… uma visão… um sonho… algumas experiências do Pai.

Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me desencumbir de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você… você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir.”

Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e, de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedek, na Estrela/Sol Sírius, na Constelação do Cão Maior. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, lembrei-me de como fazer isso.

Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.

Eu Sou A Vida Eterna

Bem, alguns de vocês tem uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna.”

E eu repetia para mim mesmo: ”Eu sou a Vida Eterna.”

Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos.

Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles, e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. Reconheci meu pai – ele fora um desses Grandes Anciãos – e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa (UMA Merkabah).

Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que, de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência.


Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos.

Os Irmãos falavam dentro de minha mente, telepaticamente, e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido.

Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então, José disse: “- Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer.”

Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.



Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar: Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.

Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim.

Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambhala.

Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.

Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.

Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se (suas almas) espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos DIFERENTES. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida do veículo físico, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashemira (Hoje região da Índia na divisa com o Paquistão, onde existe um túmulo muito antigo de um homem santo venerado com o nome de Santo Issa).

Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave (Merkabah) maravilhosa de Luz. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês.

Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha, e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Sanaka Kumara e Sananda Kumara.

E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser.

Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas

Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme Voto de que voltaria sempre, na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambhala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.

Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.

Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e, além disso, escolhi o Amor.

Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.

LINK PARA O VÍDEO DA TUMBA DE ISSA/SANANDA : http://youtu.be/kkclXDF5y8k


Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original.

Fonte: AQUI

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O que é o tempo?

"...nossa percepção do tempo como passado, presente e futuro pode ser apenas uma ilusão criada por nossa mente em uma tentativa de entender o mundo em transformação que nos cerca...”



Em resposta a uma pergunta feita pela leitora Michelle Meyers, os autores da página Across the Universe: from quarks to quasars publicaram um pequeno texto reflexão sobre o tempo, assinado por Rawy Shaaban.
A ideia de que o tempo é uma linha ligando o passado, o presente e o futuro traz um questionamento: seria o tempo uma “direção”? “Nós parecemos estar nos movendo para frente no tempo, mas podemos apenas ver eventos que já ocorreram”, diz Shaaban.
Ao invés de prosseguir com a noção de “linha”, ele aborda a questão da medição da passagem do tempo, feita com base na movimentação da Terra ao redor do sol. “Manhã, tarde e noite estão relacionadas à presença ou ausência do sol no céu”, lembra. O próprio deslocamento dos ponteiros de um relógio analógico resgata esse movimento radial.
Medimos a passagem do tempo com base em movimento, mas também fazemos o inverso: dizemos que um carro levou horas para fazer um percurso, ou que o coração de uma pessoa bate um determinado número de vezes por minuto. “O tempo pode ser apenas uma ‘moeda comum’ ou uma unidade de movimento com a qual todos os outros movimentos são medidos, tornando mais fácil a descrição do mundo, mas sem ter uma existência independente”, sugere o autor. “Medir processos (de movimento) usando tempo é como usar dinheiro ao invés de troca direta de mercadorias”.
Curiosamente, o presente não pode ser restrito a uma medida de tempo. Quanto dura o “agora”? Um segundo? Um milésimo de segundo? Vivemos nesse pequeno (e, ao mesmo tempo, imensurável) intervalo entre o passado e o futuro – que podem ser medidos, mas não acessados.
“Isso sugere que nossa percepção do tempo como passado, presente e futuro pode ser apenas uma ilusão criada por nossa mente em uma tentativa de entender o mundo em transformação que nos cerca”, afirma. Nesse caso, como as mudanças do mundo ocorreriam se não existisse o tempo? E a pergunta inicial permanece. [Across the Universe; from quarks to quasars]
Fonte AQUI

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Metamorfose Evolutiva - Volta à origem

"...o exemplo da lagarta que na escuridão do seu casulo espera pela mudança do seu DNA, ativando componentes seus, componentes adormecidos para se transformar na borboleta. É isso que alguns chamam de “três dias de escuridão”. Não será uma escuridão exterior, será uma escuridão interior, no recolhimento interno..."



O jovem índigo argentino Matias De Stefano, 22 anos, encarnou na Terra trazendo consigo as lembranças de suas vidas passadas e a compreensão das leis do Universo.
Como ele mesmo diz, veio para trazer a clareza da Nova Consciência.
No texto abaixo, algumas de suas informações acerca da ”Metamorfose” (palavra utilizada por ele) pela qual a Terra está passando.
Um grande abraço


MENSAGEM DE MATIAS DE ESTEFANO



DE AGORA ATÉ O DIA 10 DE DEZEMBRO DE 2012

Nos dias que vão de agora até o dia 09 de dezembro de 2012, você irá sentir, de modo cada vez mais potente, o auge da pressão energética e da aceleração do tempo que a travessia da Terra pela Ponte de Einstein-Rossen exige.

Você perceberá, então, o chamado do Coração para que sua Vida caminhe baseada nos seguintes parâmetros e percepções:

Vida Simples, centrada no Aqui e Agora, desvencilhada do velho mundo e baseada na Liberdade.

Pratique uma Vida Simples: Coloque em seu coração as sábias palavras de São Francisco de Assis: preciso
de pouco e do pouco que preciso, preciso pouco.

Suas orientações seriam: diminua seu ritmo de vida, dispense sua agenda, coloque momentos de silêncio
no seu dia a dia e momentos de interiorização, reduza suas coisas materiais, suas posses, modere seus
níveis de consumo e reveja quais são realmente suas necessidades. Alimente-se de forma saudável e
moderada e, na medida do possível, vá reduzindo aos poucos suas obrigações e afazeres (inclusive os de
origem da consciência e do espírito) e tudo aquilo que lhe exija esforço.

Esteja no Aqui e Agora: Reduza o máximo possível as “viagens no tempo” (do passado para o futuro e
vice-versa), pois com isso você tem um gasto de energia preciosa de que você vai precisar para sua
Metamorfose.

No seu cotidiano, desvencilhe-se dessa droga chamada futuro – que o impulsiona a deixar para amanhã a
Felicidade e a Liberdade que você pode viver HOJE – no Aqui e Agora- e procure se centrar cada vez mais
no momento presente
: quando estiver mastigando a comida, ao escovar os dentes, ao caminhar pela rua,
por exemplo...

Desconecte-se do desastre do velho mundo: desligue-se de tudo que for velho e que ainda está à sua volta, tornando impossível que você consiga melhorar seu ânimo e conquistar sua paz interior. O mundo exterior é como um furacão cuja intensidade e magnitude serão cada vez maiores. E, mesmo que você se coloque no centro desse furacão, no olho do furacão, vai perceber que conseguirá tranquilidade, calma e serenidade, mesmo no meio do turbilhão.

E, nesse estado de paz, dirija suas energias não para lutar contra o que já envelheceu e ficou obsoleto em seu Coração, mas para criar todo o novo que está aí mesmo. Para isso é muito importante que coloque um fim, tanto no seu vício pelos chamados meios de comunicação (informativos de televisão, rádio e jornais…), como às discussões e críticas com os que o rodeiam sobre os acontecimentos no mundo exterior (conflitos, crises e todas as milhares de controversas da atualidade)”.

Assuma o desafio da conquista da Liberdade: Chegou o momento para deixar de exigir a melhora das condições carcerárias para, em seu lugar, sair do cárcere. As grades dessa prisão são virtuais e foi você mesmo quem as criou com seus medos, culpas, pesos e lembranças do passado, com suas autolimitações mentais, preocupações, julgamentos, acomodação e controle e com a necessidade de reconhecimento, segurança e proteção.

Coloque AGORA em seu Coração: chegou o momento da Liberdade! E a Liberdade não é isso que a Humanidade idealizou em sua mente, a Liberdade é, na verdade, a absoluta falta de medos, que em seu Coração serão substituídos por uma enorme Confiança na Providência, na Vida, na Perfeição do que você É e na Sabedoria Inata que todos nós temos.

Volte-se pra dentro de si mesmo e perceba que você não tem que mudar nada: tudo é Perfeito!

A Terceira Dimensão tem sua razão de ser e sempre existirá na Criação (como qualquer nota musical, por exemplo, o “mi” na escala musical). Devido ao livre arbítrio, sempre haverá dimensões espirituais que irão querer encarnar na terceira dimensão para viver as experiências vibracionais da tridimensionalidade. Portanto, não pretenda eliminá-la ou mudá-la só porque, para você, em seu processo evolutivo, esse tipo de experiência já são águas passadas.

Pratique a Aceitação e acredite firmemente que nada tem que mudar: porque tudo é Perfeito!

O que você está começando a viver não é uma mudança, é uma Metamorfose evolutiva que vem de dentro de você e é compartilhada, no momento presente – Aqui e Agora – com a Mãe Terra e com outras dimensões espirituais encarnadas em seres humanos. Perceba a diferença entre mudança e Metamorfose e se fixe nesta última. Se para você é difícil, siga o exemplo da lagarta que vai se transformar em
borboleta. A lagarta não questiona sua metamorfose, nem espera que o que esteja à sua volta não goste ou não aceite sua metamorfose. Ela sente seu chamado interior com naturalidade e recolhe-se em silêncio em seu casulo para ativar os componentes adormecidos de seu DNA e se transforma em borboleta para começar uma Nova Vida.

Se você espera por mudanças, essa expectativa irá descentrá-lo e desorientá-lo. E se você as espera é
porque seu Coração ainda não tem a convicção da Aceitação, neste caso, a Aceitação do velho mundo e
de sua velha vida. Preste atenção nisto: o velho mundo é tão Perfeito quanto o novo. Tudo se encaixa e tem seu lugar no Cosmos e na Criação, a Terceira Dimensão também, e no mundo que levou milhares de anos desenvolvendo suas experiências de vida e consciência. A Vida e a Consciência são Uma, mas se desdobram no livre arbítrio e na Diversidade Vital e de consciência, que são fruto do Amor, de que a Vida e a Consciência são manifestação. A única diferença entre o velho mundo e o Novo Mundo é que há algo em você que o impulsiona a viver e a vibrar de outro modo: a Metamorfose não decorre da necessidade da Terceira Dimensão, decorre de sua exigência interior de Evolução e de viver a experiência de uma Nova Vida.

Você não verá nenhuma mudança, mas através do livre arbítrio, você vai viver na primeira pessoa, ou seja, em você, dentro de você, uma Metamorfose evolutiva tão profunda quanto natural. Ancore essa sabedoria dentro de você até o dia 09 de dezembro, pois você necessitará dessa confiança para o que virá depois.

Tome consciência da Unidade e conecte-se com a Mãe Terra - Os seres humanos e a Humanidade fazem parte de um ser vivo de maior escala: a Terra.

Para compreender e apreender a sinergia e interação entre a vida humana e a Terra basta observar a própria conformação física de cada pessoa e da infinidade de formas de vida (tecidos, células, bactérias,…) que em seu interior convivem e interagem com o ser vivo, de maior escala, que cada ser humano é. Ao longo de milênios, a Humanidade tem se esquecido de sua interação com a Terra e a lógica natural de simbioses e desenvolvimento mútuo que carregam. Longe disso e repetindo a analogia da corporal idade física, o ser humano vem se comportado como esses organismos ou bactérias que, ao invés de cuidar da saúde das pessoas, são origem e causa de enfermidades e doenças...

Para que você entenda o que é, vou dar uma dica: pense por um momento que você um planeta. Você sabe que em sua superfície e em seu interior (por exemplo, no intestino) vivem milhares de milhões de pequenos seres vivos chamados bactérias. Elas, além de não lhe causar dano, contribuem para sua saúde e para o crescimento. São, por exemplo, a flora bacteriana da pele e dos intestinos que ajudam a manter o pH da pele e desenvolver seu sistema imunológico. Vocês prestam um serviço ao outro e podem
conviver em paz e harmonia. Infelizmente, algumas bactérias se esquecem de sua função, tornam-se
nocivas (patógenas), provocando doenças. Nesse caso, seu organismo é obrigado a eliminá-las através da reação do seu sistema imunológico ou com o uso de medicamentos.

Esse exemplo é para que você entenda que os seres humanos vieram como bactérias saprófitas (que se alimentam, ou que vivem, de coisas podres) para prestar um serviço ao planeta. Nessa simbiose, os dois podem crescer e se desenvolver. Mas, infelizmente, a grande maioria dos seres humanos inverteram os termos e criaram os danos do planeta. Começaram a fazer o que mais interessava a eles próprios, às suas vontades e desejos,
esquecendo-se dos danos que causariam ao planeta.

Como será melhor detalhado mais à frente, o ser vivo Terra, no contexto de seu próprio processo de ascensão está prestes a atingir o ponto da mudança de sua frequência vibracional e começar a viver uma nova escala dimensional.

A Nova Terra será daqui a pouco tempo uma realidade. Esse será um acontecimento esplêndido.

O sistema solar e a galáxia terá um efeito imediato sobre os seres humanos: a exigência de usar seu livre arbítrio para decidir se querem ou não acompanhar a Terra em seu salto dimensional, se desejam ou não adaptar-se e colocar seu Coração no compasso da nova vibração do planeta e seu novo Batimento. Em caso afirmativo, será imprescindível uma mudança de consciência, passado da consciência egóica (o que acabou causando, entre outras coisas, o esquecimento da simbiose e interação com o planeta, acima mencionadas), a uma Consciência de Unidade –planetária, galáctica,…- que torne possível a convivência sinérgica com a Nova Terra, o Sol, o sistema solar e o conjunto da Via Láctea.

Essa é a Metamorfose que se aproxima para a Humanidade: os seres humanos que queiram continuar
convivendo com a Terra terão que assumir essa transformação de consciência – o despertar a uma
consciência planetária e galáctica - e lembrar-se como se vive em harmonia com o meio ambiente, a Natureza e todos os seres vivos, incluindo os próprios humanos entre si. Para o ser humano também chegou o momento da transformação e da Evolução!

ENTRE 10 E 20 DE DEZEMBRO DE 2012

A Ordem Natural que rege a Criação e o Cosmos intervirão nesse processo de Metamorfose através do início de um novo ciclo cosmogônico que possibilitará a chegada ao sistema solar -o Sol, a Terra e a Humanidade- de correntes e forças energéticas de muita pureza –autêntica Energia de Amor- que, além de ajudar à Metamorfose vibracional da Terra e acesso à nova Dimensão, ajudará a transformação da consciência dos seres humanos, embora respeitando sempre seu livre arbítrio. Nesse contexto, entre 10 e 11 de Dezembro, a Mãe Terra, um espetacular ser vivo com seu próprio processo e evolução consciencial, irá completar sua passagem pelo anel “gusano” (N.T.: não sei a tradução ideal, pois o termo se refere à palavra “verme”) e completar sua metamorfose: a sua vibração não será mais de terceira dimensão e sim de quarta. E os batimentos do coração da Terra estará alinhado com os do Centro Galáctico e do Cosmos.

O chamado “alinhamento” não é tanto um fenômeno exterior (a Terra alinhada com os outros planetas e
astros), é um processo interior, de sintonia de Coração a Coração: o Coração da Mãe Terra se alinhará com o do Sol e o Centro Galáctico, assim como os relógios de pêndulo se ajustam com o “tic-tac”, através do chamado “efeito de onda”. E será por causa desse alinhamento que as energias procedentes do Coração ou Centro do Universo e da Via Láctea chegarão à Terra de forma direta, sem as interferências ocorridas até agora, devido ao compasso do Coração do planeta não estar alinhado com eles.

Serão muitas as manifestações exteriores desses acontecimentos, desde a elevação da frequência
eletromagnética do planeta (a chamada Ressonância Schumann, já estudada em 1952 por Winfried Otto
Schumann, embora tenha sido Nicolás Tesla que a apresentou pela primeira vez) ao enfraquecimento do
magnetismo terrestre, passando por uma forte energização de toda a Natureza.

Entre os dias 12 e 20 de dezembro, o planeta e todos os seus habitantes receberão uma grande onda de energia de Amor e consciência muito pura que será polarizada à Terra de forma conjunta por Júpiter e pelo Sol: o Grande Trígono de Júpiter (dando início à sua transformação –ignição- em um novo Sol dentro do sistema solar, processo que ainda demorará alguns milhares de anos para se completar) acontecerá no dia 12 de dezembro, esse planeta presenteará Amor e Consciência -quando já estiver caminho de se converter em estrela-, a todo sistema solar em geral e a Mercúrio, Vênus, Terra e Marte, em particular.
Essa conjunção de todos eles colocará à disposição de todas as formas de vida que moram na Mãe Terra, força e consciência para se alinharem e sincronizarem seu Coração com o dela, já alinhado cosmogonicamente. E essa sincronização produzirá, por sua vez, a conexão ionogenomática de seus respectivos DNAs, por meio das sequências fractais nelas existentes e que, como a estrutura “macro” e “micro”, ligadas a cada forma de vida com o DNA do planeta, assim como a deste último com o do Sol, do sistema solar e da galáxia como um todo.

ENTRE O DIA 21 E O DIA 23 DE DEZEMBRO DE 2012

Nesse magnífico cenário haverá seres humanos que sentirão necessidade interior de viver um período de recolhimento, silêncio, meditação,… (cada um à sua maneira e do seu jeito, conforme suas próprias circunstâncias) que durará três dias (72 horas), de 21 a 23 de dezembro.

Usando novamente o exemplo da Natureza, voltamos a citar o exemplo da lagarta que na escuridão do seu casulo espera pela mudança do seu DNA, ativando componentes seus componentes adormecidos para se transformar na borboleta. É isso que alguns chamam de “três dias de escuridão”. Não será uma escuridão exterior, será uma escuridão interior, no recolhimento interno: una experiência interior e evolutiva e que não será traumática.

Que ninguém fique amedrontado esperando por fenômenos cataclísmicos exteriores.

E será nesses três dias de recolhimento que ocorrerá a citada conexão ionogenomática do DNA dos seres humanos que vivem através das sequências fractais nele existentes.
Podemos descrever esse acontecimento com a “distensão” de seus fios, ou fibras, como quando se desabrocha uma flor, o que acelerará a ativação dos componentes adormecidos do DNA, preparando-os para experimentar a
Metamorfose. Essa distensão acontecerá tanto com a chegada da energia exterior como com a Harmonia
e o Silêncio interior
que experimentarão os seres humanos que, ao receber essa energia, irão interagir com ela a partir de seu próprio processo de expansão de consciência.
Permitindo, então, que sejam liberados componentes do DNA que até agora estavam presos e contidos (“estressados”), produzindo a aceleração de sua ativação.

ENTRE O DIA 24 DE DEZEMBRO DE 2012 E O DIA 17 DE MARÇO DE 2013

No fim dos “três dias de escuridão” esses seres humanos terão acelerado a ativação de seu DNA e começado a mudar sua frequência vibracional com a chave do Amor, em consonância e em sincronização com o que foi vivenciado pela Mãe Terra.

Quais serão os impactos desse fato neles? Basicamente os seguintes:

Consciência de Unidade e Rede: Percepção cada vez mais nítida, tanto da Unidade quanto com a Rede Consciencial, nos seus diferentes níveis e escalas, que liga e entrelaça os seres humanos dentro da Humanidade e esta com a Mãe Terra, ao planeta com o sistema solar e assim sucessivamente.

Multidimensionalidade: Ativação da memória da natureza multidimensional do nosso ser, o que permitirá a conexão com planos mais sutis de consciência e existência, onde também vivemos, incluindo o contato com nossos Irmãos de Luz de outros mundos, planetas, sistemas solares e galáxias.

Tendência crescente a “não fazer”: A Humanidade até hoje acredita que se nasce para “fazer” e que “nascer” é sinônimo de “fazer”. É um paradigma culturalmente muito arraigado o fato de pensarmos que viemos e estamos aqui, nesta vida e neste mundo, para fazer coisas, alcançar metas e objetivos, produzir, construir o que quer que seja… E é nesse “fazer” -ligado inevitavelmente a trabalhos, empenhos, esforços, programações e controles- que se busca a realização pessoal (cada qual a seu modo, conforme sua informação), o sentido da vida e até o sonho de um futuro coletivo no marco da chamada civilização. Metaforicamente falando, trata-se da célebre maldição bíblica de “ganharás o pão com o suor do seu rosto”.
Entretanto, os seres humanos que viverem o que estamos falando aqui sentirão uma tendência crescente a “não fazer” e “verão” com muita clareza que “nascer” é “não fazer”, que se nasce para Viver e que Viver é simplesmente isso, Viver: não fazer, Viver…viver “Vivendo”, quando não se tem consciência nem do passado nem do futuro e que baseia a vida exclusivamente no Aqui e Agora. Parece difícil? Não se preocupe, pois sua Metamorfose lhe mostrará de forma simples e natural o que significa: Viver e não
fazer. E o fará por meio da Sabedoria que se manifesta nas pombas, nas flores, nas árvores e em toda a Natureza. A mesma Sabedoria que faz por você o que seu cérebro é incapaz de fazer conscientemente: cuidar da circulação do sangue, fazer com que funcione o aparelho digestivo, bater seu coração, que infle seus pulmões, que cuide do funcionamento do seu sistema imunológico e que cure suas feridas . Com a Metamorfose, essa Sabedoria natural emanará do cérebro do seu coração e se manifestará plenamente em você, de você para você.


ENTRE OS DIAS 18 E 20 DE MARÇO DE 2013

A experiência dos três dias de escuridão, já citada, voltará a acontecer ao longo das 72 horas que antecedem o equinócio da primavera de 2013, previsto para as 11 horas e 2 minutos do dia 20 de março. Novamente, muita necessidade de silêncio, recolhimento e de ficar contido em seu “casulo”. Você, então, perceberá que não terá realmente saído de seu “casulo” no dia 23 de dezembro, mas que terá permanecido ali dentro por esses três meses.
E que agora, agora sim, haverá sido completada a ativação dos componentes adormecidos do seu DNA e, então, você estará pronto para abandoná-lo com a Metamorfose terminada, completa, transformando-se na “borboleta”.
Você terá concluído a travessia de sua própria Ponte de Einstein-Rossen e ela, a partir do dia 21 de março, abrirá diante de você um único cenário consciencial e dimensional, com todas as alternativas que permite a Realidade Quântica: um leque de opções vibracionais, com vários planos alternativos de realidade, dentre os quais, através do livre arbítrio, você terá que decidir qual deseja experimentar, embora todos representem, como se verá
mais adiante, uma espécie de “volta à origem”.


A PARTIR DO DIA 21 DE MARÇO DE 2013

Impossível descrever.

Seja qual for o cenário de consciência e o plano alternativo de realidade que você escolha, não é possível sequer esboçar com palavras o que acontecerá a você a partir do dia 21 de março, quando a Metamorfose já será Plena e Real. E, aparentemente o mesmo, mas tudo será radicalmente diferente. O mundo será o mesmo - lembre-se novamente do exemplo do casulo que se transforma em borboleta: ao sair, a borboleta vê o mundo exterior igual, mas como é diferente então para esse ser vivo que antes
rastejava e agora pode voar!


Nada sobra nem falta: tudo é Perfeito


A primeira coisa que você perceberá é que terá a adquirido perspectiva. Então verá que nada sobra nem falta nem em você, nem em ninguém, nem em nada. Você vai perceber que não existe diferenças, nem dualidade alguma entre o físico e o espiritual, entre o interior e o exterior, o material e o transcendente, o individual e o coletivo, o pessoal e o social. Você vai perceber claramente que todas as experiências, de qualquer tipo e “cor” que sejam, terá um porquê e um para que, numa incomensurável Ordem Natural de Amor, de onde flui, reflui e conflui na Perfeição de Ser. Você se dará conta de que nada tem que ser mudado porque Tudo é Perfeito. E viverá e sentirá tudo isso sem que tenha que pensar. Sua Busca terá acabado e todo desejo ou renúncia terá sido dispensado. E daí, livre de apegos e desapegos, você rirá às gargalhadas de si mesmo, lembrando-se de quando vivia ansioso pela Iluminação. Será já plenamente consciente de que você sempre foi “Iluminado” e que a Iluminação consiste, precisamente, em se dar conta da radical “falta de necessidade” de Iluminação.

O que foi vivido foi um sonho, sim, mas foi real, porque foi vivido como realidade.

Você irá se lembrar do seu Propósito de Vida –o que o levou a encarnar na vida física atual- e seu Propósito de Encarnação –o que o trouxe a este plano e a este mundo- e verá as experiências nele vividas como se fosse um sonho que já ficou para trás. É como sair da piscina e se secar, o fato de que você esteve dentro dela e tenha se molhado parecerá um sonho.

Sendo assim, a verdade é que você viveu no sonho o que já tinha em sua bagagem e experiencial. Na piscina você bebeu água, teve a sensação de que fosse afogar, você nadou nos diversos estilos e modos possíveis, você mergulhou de várias maneiras.... e tudo aquilo que você já vinha adquirindo em sua vivência, em sua consciência, em seu ser, tudo que você ganhou em suas experiências de vida.

Inocência Consciente

Assim, você não só recuperará a Inocência (ativação da sua Criança Interior), mas viverá uma Inocência Consciente.
Um bebê vive em Inocência, mas de forma inconsciente. Você voltará à sua Inocência infantil, só que daí será uma Inocência Consciente, derivada de suas vivências e experiências de sua encarnação no plano humano na Terceira Dimensão. É quando você entenderá perfeitamente o papel dela na Criação e a capacidade criadora que você adquiriu durante sua encarnação.

Ver o Rosto de

A Inocência Consciente permitirá que você se veja exatamente como você é: Amor. E lhe permitirá ver o
Rosto de Deus”, que significa perceber com clareza a sua Perfeição e como Deus é cada um de nós e é Todos e Tudo.
A expressão “Namasté” (o Deus que eu sou reconhece, saúda e reverencia o Deus que você é) deixará de
ser somente uma palavra, uma elaboração intelectual, para se transformar na mais genuína expressão da Unidade em que se tornou o seu “eu”.


A Felicidade é nosso Estado Natural.

E, nesse estado de Graça, você terá consciência de que a Felicidade é seu Estado Natural. Irá sentir a Felicidadesem razão nenhuma” e fará parte ativa da Nova Terra, sendo assim a semente da Nova Humanidade.

Nova Humanidade na Nova Terra

Uma Nova Humanidade irá se incorporando a todos os seres humanos que passarem pelas experiências aqui relatadas, dentro das datas determinadas, juntamente com a Metamorfose da Terra e o ápice da passagem pela Ponte Einstein-Rossen, em seguida essa Ponte haverá em cada ser humano. A porta permanecerá aberta para as experiências durante um período de tempo cuja duração ainda se
desconhece (“não sabereis nem o dia, nem a hora”). O novo cenário de Primavera Consciencial permitirá, como já foi sinalizado, que os micro impulsos conscientes individuais criem, através de anéis de ondas, grandes eventos como as citadas Pontes. Tudo isso em consonância com o processo individual que, com seu livre arbítrio, levará a diferentes cenários conscienciais e dimensionais.


E, quando a “porta se fechar”, terá terminado a ancoragem do Céu na Terra (na visão cristã: acontecerá a Segunda Vinda de Jesus) e cada dimensão espiritual encarnada em ser humano viverá donde seu livre arbítrio: na Nova Terra, não mais será de Terceira Dimensão, ou em outro mundo cuja frequência seja tridimensional. Então, os seres humanos que tenham realizado a Metamorfose farão parte da Nova Humanidade na Nova Terra. Ao contrário, os que livremente optem por não fazer a transformação consciencial deverão seguir sua existência e encarnação em outro planeta de Terceira Dimensão, dentre os muitos que há neste Universo.

Nascer de Novo

Tudo aqui exposto pode e deve ser resumido como uma espécie de “Morte em Vida”, “Ressurreição em Vida” e o “Nascer de Novo”, porém não é algo físico, por mais que cause uma Metamorfose tão profunda interior (espiritual, consciencial) e “exterior” (dos componentes biofísicos e energéticos do corpo material por meio da alteração, desdobramento, distensão e transmutação do DNA que o ser humano tem impresso em cada uma de suas células). E também não há palavras para descrever com detalhes, devido à sua natureza e essência, tudo que acaba de ser exposto, não temos como pensar, como vislumbrar, permaneça um sonho.

Porém, Jesus Cristo nos deu algumas pistas importantes em sua conversa com Nicodemo (João, 3, 3-7): “-Em verdade, em verdade vos digo: aquele que não nasça de novo não poderá ver o Reino de Deus... Ao que disse Nicodemo: - Como pode um homem nascer sendo velho? Pode, por acaso, entrar pela segunda vez no ventre de sua mãe e nascer? Jesus lhe respondeu:: -Em verdade, em verdade vos digo: Se não nasceres da Água e do Espírito, não podereis entrar no Reino de Deus (…) Vós tereis que nascer de novo”.

O que sabemos, com a experiência de quem já viveu, é que depois de nascer de novo, inicialmente ocorrem sensações de vertigem e vazio. A razão é simples: Os parâmetros, diretrizes e "sistema de crenças" que eram vigentes durante o sono, deixam de ser válidos ao despertar e requerem um novo formato, porque então se experienciará uma realidade que é "real" e não fictícia, como foi percebida durante o sono.

Mas não há motivo para se inquietar, deve-se alegrar pois, com confiança na Providência, essas sensações logo ficarão para trás e em seu lugar surgirá algo esplêndido: a constatação de estar vivendo o “Real”, que dará o impulso irreversível de viver o Aqui e Agora. Isso, que no sono necessitava de tanto esforço, é natural no “Real”. Essa vivência faz explodir o Amor que Somos e Tudo É, pois é no Aqui e Agora que se manifesta o espaço em que flui o Amor e onde o Amor acaricia e abraça tudo que existe, incluindo a nós mesmos, embora esse conceito e noção comece rapidamente a se diluir.

E, para continuar avançando no que nascer de novo representa e supõe, havemos que nos voltar ao nosso Coração. Havemos que desfraldar em seu interior a Bandeira Branca da Rendição (a Aceitação absoluta de nós mesmos), centrarmo-nos no Silêncio Mental e Interior, abandonar para sempre as indagações e críticas intelectuais e conceituais e Viver e Escutar nosso Coração...

Tradução para o português: Maura Angelina Pereira
Publicado pelo grupo Era de Cristal




Obs. Blog Hora Cósmica: Buraco de Minhoca – Ponte Einstein-Rosen - Em física, um buraco de minhoca ou buraco de verme, também conhecida como ponte de Einstein-Rosen, é uma característica hipotética do espaço-tempo que é essencialmente um “atalho” através do tempo e do espaço.
Em 1916, Einstein introduzido pela primeira vez sua teoria da relatividade geral, uma teoria que até hoje continua a ser o modelo padrão para a gravitação. Vinte anos depois, ele e seu colaborador Nathan Rosen publicou um artigo mostrando o que está implícita no formalismo da relatividade geral é uma estrutura curva no espaço que pode unir duas regiões distantes do espaço-tempo através de um túnel, como atalho na curva espacial. O propósito do trabalho de Einstein e Rosen não era para promover as viagens mais rápidas que a luz pelo universo, A ponte Einstein-Rosen baseia-se na relatividadegeral e no trabalho feito por Schwarzschild em resolver as equações de Einstein, uma das soluções para estas equações foi a previsão de buracos negros. ...

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